Humans arrived in Australia at least 65,000 years ago, according to archaeological evidence. These pioneers were part of an early wave of people travelling eastwards from Africa
The elongated skulls of Paracas in Peru caused a stir in 2014 when a geneticist that carried out preliminary DNA testing reported that they have mitochondrial DNA
Por isso, criamos este artigo para você entender um pouco mais sobre o sotaque australiano e algumas dicas sobre pronúncias e diferenças! Vamos lá?
Afinal, como é o sotaque australiano?
Normalmente, o sotaque australiano é chamado de “preguiçoso”, pois os australianos tendem a não falar todas as letras das palavras, tanto no início quanto no fim.
Além das palavras serem pronunciadas de forma mais anasalada, no dia a dia, o inglês australiano não possui tanta ênfase nas palavras quanto se imagina.
Contando com variedade de sotaques, é possível aprender truques simples que ajudam a dominar melhor o sotaque, de forma mais suave e adaptável.
Algumas das mudanças a serem feitas para falar com o sotaque australiano são:
O “i” deve soar como “oi” (like = loike; write = wroite);
O “a” deve ser forte, como um “aye” (data = dayet; way = waye);
O “a” deve ser mais leve até que chegue no som “eh” (cat = ceht; hat = heht).
Qual é a diferença entre o inglês britânico e o inglês australiano?
Por mais que exista o vocabulário com regras gramaticais que “uniformizam” o idioma, a maneira que cada povo se expressa pode mudar, isso ocorre em qualquer idioma.
Além do fato de que a língua falada é uma parte gigantesca da história e cultura de um povo, gerando diferenças conforme as características do país.
E as principais diferenças entre o inglês britânico e australiano são:
No inglês britânico, em palavras como Better o T permanece com o som enquanto o ER soa como ã e ficaria basicamente béttar;
Já no inglês australiano, a mesma palavra vira bérã pois devido ao sotaque, não são pronunciadas todas as palavras.
Por exemplo, algumas palavras que os australianos falam, e não pronunciam todas as letras são:
Car/ca;
Forever/foreva;
What/wha.
Conheça o inglês australiano com a IE!
Para treinar o sotaque e morar na Austrália, ouvir é uma ótima técnica e elas podem ser feitas através de produções australianas e, principalmente, através do intercâmbio para a Austrália.
Aprender inglês é essencial, e com a IE é possível encontrar programas que se encaixam no perfil de cada um, ajudando ainda mais a conquistar uma nova skill para o currículo.
E agora que você já sabe mais sobre o sotaque australiano …leia ainda isto
Inglês Australiano: Características e Curiosidades
Nos últimos anos as agências de intercâmbio informam que a busca pela Austrália tem aumentado consideravelmente. As pessoas finalmente descobriram outro país para aprender ou praticar inglês. As condições climáticas parecidas com a do Brasil, o dólar, a hospitalidade e mais uma série de fatores contribuíram por essa descoberta da Austrália como opção para estudos de inglês.
Mas, o que será que o inglês australiano que os demais não têm? Quais as diferenças quando comparadas com o inglês americano e britânico? Quais as características gramaticais e de pronúncia? Palavra, expressões, gírias? Enfim, o que que o inglês australiano tem? Vamos aprender um pouco a respeito na dica de hoje.
Muita gente acha que o inglês falado na Austrália é semelhante ao inglês britânico. Afinal, foi o James Cook, capitão na Real Marinha Britânica, quem reivindicou o território australiano para o império britânico em 1770. Foi ele também o responsável pelo processo de colonização da terra nova. Vale dizer que a Austrália no início de sua colonização era um colônia penal. Enfim, embora a predominância britânica em termos linguísticos fosse forte no início, já em 1788 algumas diferenças começaram a surgir. Em 1820, o inglês falado na Austrália foi reconhecido como sendo diferente do inglês britânico.
Essas diferenças surgiram devido à mistura dos aborígenes, os índios que já estavam lá, e dos ingleses ( e outros parceiros da coroa britânica), que foram chegando aos poucos. Essa mistura linguística deu à língua inglesa o termo “kangaroo”. Reza a lenda que “gangurru”, palavra da língua falada pelos nativos da Austrália, significa “eu não te entendo”. John Cook ao ver os animais perguntava aos aborígenes “what animal is that?” e os aborígenes respondiam “gangurru”. Cook, um cara esperto, achou que aquele era o nome do animal e registrou “kangaroo” em suas anotações. Ou seja, até hoje não sabemos ao certo qual o nome original do animal!
Fatos históricos à parte, é bom saber que devido às várias influências, o inglês australiano se distingue das demais variantes do inglês na pronúncia, principalmente na pronúncia das vogais. Felizmente, essas diferenças vocálicas não são assim tão notáveis para quem não é falante nativo da língua inglesa. Em outras palavras, somente sendo um linguista devotado à fonética e fonologia para perceber as diferenças. Porém, a produção de alguns sons são sim perceptíveis. Um desses é até famoso em piadas e brincadeiras. continue lendo e veja que som é esse.
Em algumas palavras o som /ei/ é pronunciado /ai/ no inglês australiano. Assim, a palavra “day” é pronunciada /dai/ e não /dei/ como na maioria das outras variantes. Consequentemente, a palavra “yesterday” é pronunciada /iesterdai/; “mate” (amigo, cara, parceiro) é pronunciada /mait/; “fate” soa /fait/. Para dizer “good day, mate” (bom dia, parceiro) a pronúncia será algo como “good eye might”.
O sotaque australiano também é bem diferente. A única maneira de aprendê-lo ou pelo menos percebê-lo é ouvindo o máximo que puder e envolvendo-se com os locais. Há no Youtube inúmeros vídeos de pessoas falando inglês australiano. Tem também vídeos de pessoas tentando fazer o sotaque australiano. Mas, cuidado! Nos comentários feitos a esses vídeos, os próprios australianos dizem que não é nada parecido; pois, eles não falam como o Crocodilo Dundee e a maioria das pessoas que tenta imitar o sotaque australiano está na verdade descrevendo o que eles chamam de “bogan”.
O termo “bogan” é uma gíria, cujo significado é “pessoa que não faz nada da vida e só pensa em bebidas”. Falando em gírias, é bom saber também que o inglês australiano tem gírias que só eles entendem: “ankle biter” (child), “brekkie” (breakfast), “roo” (kangaroo), “servo” (gas station), “unit” (apartment). Para aprender mais gírias australianas, visite os sites abaixo. Porém, lembre-se que gírias só devem ser usadas quando você já tem mais intimidade com o grupo. Ou seja, não use gírias em todas e quaisquer situações.
Além das gírias, o inglês australiano também usa palavras diferentes para descrever objetos. No vídeo abaixo, um australiano fala sobre algumas dessas palavras. Ele diz como os americanos dizem e como eles dizem. Vale a pena assistir.
Em relação à escrita – ortografia – o inglês australiano, assim como praticamente todos os países de língua inglesa, não tem um órgão que cria regras e fiscaliza o modo como as palavras são escritas. Ou seja, eles não têm algo como a nossa Academia Brasileira de Letras. Para ter certeza sobre a escrita de uma palavra, os australianos recorrem ao Macquarie Dictionary, o dicionário oficial do inglês australiano. Não se preocupe muito! Afinal, no que diz respeito à ortografia, o inglês australiano é muito parecido com o inglês britânico. As diferenças são poucas e para aprendê-las é só ler jornais e revistas australianas para percebê-las.
E por fim, a gramática. O que será que a gramática australiana têm de diferente? Neste ponto, felizmente, a gramática do inglês australiano não é tão diferente do inglês britânico. Há sim diferenças em relação ao inglês americano, mas são as mesmas diferenças existentes entre o americano e o britânico: o uso do Present Perfect em algumas situações, o uso do artigo definido “the” em alguns casos, e outras nem tão grandes assim.
Em resumo, as principais diferenças estão na pronúncia dos sons, no sotaque e no vocabulário. Essas coisas você só aprende se envolvendo com a língua – o jeito australiano de falar e usar a língua. Você pode estudar isso também. Basta encontrar livros que abordem o inglês australiano. Editoras como Oxford, Cambridge, Pearson Longman, Macmillan e outras já desenvolvem materiais (livros, dicionários para estudantes, material de áudio, etc.) voltados para o inglês australiano. Uma visita em livrarias especializadas ajuda você a identificar esses materiais.
para compensar o lamento da crónica que vai depois das imagens, estas servem para me recompensar de viver aqui…..
527. AS ROQUEIRAS (FOGUETES) DO MEU DESCONTENTAMENTO 27.5.2024
Há tradições e tradições, e se bem que, de uma forma geral, apoie e sustente a sua preservação, tenho de admitir que com o passar dos anos, e séculos, fruto da ecologia e outras ciências, algumas dessas tradições estão condenadas e devem ser abolidas ou modificadas.
Refiro-me a uma proposta (que, infelizmente ainda não encontrou eco legal) do partido PAN para acabar com o ruído, eliminando as roqueiras e morteiros (foguetes ou petardos) ou substituindo-as por outras silenciosas. Raramente estou de acordo com o PAN e seus extremismos, mas dei comigo a aplaudir a proposta.
É a partir de maio e até finais de setembro que o tormento surge. Estamos na época do Espírito Santo e não só nesta festa, mas em todas as ocasiões (e elas parecem ser semanais) há as roqueiras (os tradicionais foguetes ruidosos) que impedem qualquer descanso, assustando animais e humanos a qualquer hora do dia e da noite. Costumo dizer que se eu mandasse …. nunca mais acendiam nenhum foguete…
Ontem dia 26 de maio os mordomos dum qualquer Império aqui na Lomba da Maia devem ter-se esquecido da crise e toca a fazê-los rebentar, a todas as horas, entre as 07.20 e as 24.00 com deveras curtos intervalos de descanso e silêncio. Em vinte anos foi o dia com mais foguetório de que me lembro, tive de manter as janelas fechadas apesar da temperatura amena de 20 ºC e uma das minhas cadelas passou o dia aterrorizada a urinar por toda a casa e a tentar esconder-se debaixo dos meus pés, aqui na secretária, donde escrevo este lamento que, infelizmente, ninguém vai ouvir e muitos irão criticar.
Haverá, quiçá, até uma certa xenofobia e a velha afirmação de que eu afinal nem sou de cá…ou como o outro (vizinho) em tempos me disse, “ó senhor isto não é a cidade” e a desculpa tola de que como é tradição sobrepõe-se a toda e qualquer lei que exista ou venha a existir.
Qualquer festa, festarola ou celebração (até no desporto futeboleiro) vem sempre acompanhada de foguetes estrelejando nos céus com o seu caraterístico bum, que ainda hoje ninguém me conseguiu explicar para que servem.
Já tentei entender se tem a ver com frustrações edípicas ou outras, com sexualidades reprimidas ou quejandas mas nada descortinei que as pudesse explicar, de forma satisfatória.
Além do inconveniente para tímpanos mais sensíveis, há o desassossego de animais domésticos e outros que entram em pânico com o barulho, como há anos observamos cá em casa.
Depois, há o incumprimento das normas e horários. Quando interrogo algum dos nativos logo me respondem “isto não é a cidade, senhor”. Começam normalmente pelas 07 da matina e vão até bem depois da meia-noite, à revelia de posturas municipais, e outras leis que definem o período em que podem ser lançados tais foguetes.
Ecoam como canhões, desde manhã cedo até noite adiantada rompendo o silêncio do descanso da madrugada. As roqueiras ao contrário do fogo de artificio são só barulho sem cores nem desenhos elaborados riscando os céus.
Os açorianos primam pelo desconhecimento e incumprimento de normas de segurança, em geral. É vê-los de cigarro na boca, a acendê-lo na ponta do rastilho e lançar o projétil ao ar.
Parecem crianças com um brinquedo, deveras perigoso, mas a irracionalidade de os lançar a qualquer hora confunde-me e irrita-me.
Sei que somos poucos, uma minoria talvez de descontentes com esta tradição, a precisar de leis e normas e fiscalização para se acabar com este flagelo auditivo nas suas múltiplas vertentes de perigo além do inconveniente estrondo.
acabo de receber uma mensagem da rede acima mencionada a dizer que iam vetar e retirar o meu post por ser contrário ás normas e incitar à violência….(e morte diria eu…)…isto está , cada vez mais patético!!!
Os rebeldes iemenitas Hutis, apoiados pelo Irão, reivindicaram hoje ataques a dois petroleiros e um porta-contentores — este com bandeira portuguesa -, no Mar Vermelho e Oceano Índico, bem como disparos contra dois contratorpedeiros dos EUA, não identificados.
Os dois partidos, que “tiveram mais votos e mais deputados” eleitos do que Partido Social Democrata (PSD), decidiram “formalizar uma declaração de princípios para encetar diálogo com os restantes partidos com representação parlamentar, à exceção do PSD e do Chega”, por forma a alcançar “um apoio parlamentar mais robusto”.
A caverna de Son Doong, no Vietname, é tão vasta que nela caberiam vários arranha-céus de 40 andares. Foi explorada pela primeira vez por humanos em 2009, quase 20 anos depois de a sua entrada ter sido descoberta por acaso. Situada perto da fronteira entre o Laos e o Vietname, “Hang Son Doon”, algo como “caverna do rio da montanha”, tem entre 2 e 5 milhões de anos. Com a maior secção transversal de todas as cavernas conhecidas, é considerada a maior caverna do Mundo — tão vasta, que nela caberiam vários arranha-céus de 40 andares. Descoberta acidentalmente em 1990
Uma equipa de investigadores descobriu dados cruciais sobre a forma como os iões se movem através dos minúsculos poros de um supercondensador — um dispositivo de armazenamento de energia com potencial para um carregamento muito mais rápido do que as baterias convencionais. Imagine se o seu computador portátil ou smartphone pudesse ser carregado num minuto — ou se um carro elétrico pudesse ser totalmente alimentado em 10 minutos. Um novo estudo, conduzido por uma equipa de cientistas da Universidade da Califórnia, nos EUA, e publicado esta sexta-feira na Proceedings of the National Academy of Sciences, pode torná-lo possível brevemente. No