Este sábado nevou como há muito tempo não se via em várias zonas do país, naquele que está a ser considerado o maior nevão da década. Este domingo, a preocupação passa a ser outra: as inundações, que já fizeram estragos bem maiores. A passagem da depressão Ingrid por Portugal continental já causou um morto, um ferido e 21 deslocados, segundo o mais recente balanço da Proteção Civil divulgado este domingo, que reporta inundações, quedas de árvores e estruturas. De acordo com o balanço, que totaliza 1.545 incidentes entre as 16:00 de quinta-feira e as 17:00 de hoje, uma pessoa morreu
Soube, com imensa tristeza, do falecimentovdo escritor Rodrigo Leal de Carvalho (1932-2026). Foi juiz, em Macau, onde viveu durante perto de três décadas. Escreveu 9 romances que merecem mesmo muito ser lidos.
A sua obra foi trabalhada por vários investigadores, em vários pontos do mundo. Em breve, sairá, pela editora Letras Lavadas, um livro sobre a sua obra, preparado em conjunto com a Anabela Freitas .
Deixo este brevissimo texto publicado, há anos, no blogue Comunidades, em jeito de homenagem…
acores.rtp.pt
Presenças açorianas em Macau: a obra de Rodrigo Leal de Carvalho (I) – Dora Nunes Gago – RTP Açores
e quando começou era assim na RÁDIO MACAU RTP TDM (eu estou na cabeceira da mesa mas não era eu a pagar e sim o Afonso Rato. Presen tes entre outros o falecido Adriano Cerqueira
City officials are working to confirm reports of a shooting involving federal law enforcement in Minneapolis, where there have been days of unrest over ICE operations. Follow for live updates.
O seu texto vem ao encontro do que presenciei ontem e que ainda me perturba. Ao passar de carro no centro da cidade, em plena rotunda dos antigos ctt, uma jovem mulher chorava descontroladamente e gritava repetidamente e a plenos pulmões “Dá-me o telemóvel!” O rapaz, aparentemente seu companheiro, circulava calmamente a vasculhar no tlm, de capucho na cabeça e chinelos de dedo, sem qualquer estremecimento. Neste quadro miserável, observado por quem ali circulava, um pormenor muito perturbante: a mulher segurava um carrinho de bebé, com duas crianças dentro, de 2 ou 3 anos, uma mais velha do que a outra. Eram crianças tão bonitas, fixavam o olhar na mãe, com serenidade, ainda assim. Como se defende aquelas crianças daquele quadro psicótico, daquela família, aparentemente disfuncional? Como interromper um ciclo de doenças mentais e de quadros tão violentos de comportamento? Penso que a resposta também passa por isto que o Dr. João aponta como necessidade. Não é possível continuar a esconder tanta necessidade ao nível da saúde mental nesta terra. Mais recursos humanos, mais estratégias, mais meios no terreno são tão urgentes! Abraço!