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“O isolamento das famílias é necessário para a contenção da COVID-19. Mas pode aumentar o risco de violência doméstica. Se precisar de ajuda, e não souber o que fazer, ligue 800 202 148.”
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“O isolamento das famílias é necessário para a contenção da COVID-19. Mas pode aumentar o risco de violência doméstica. Se precisar de ajuda, e não souber o que fazer, ligue 800 202 148.”
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VÍRUS DA GUERRA NOS CÉUS DO ALENTEJO
MANOBRAS EM TEMPO DE PANDEMIA – NÃO LEMBRA AO DIABO
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Foram registados zero novos casos de origem local e 34 importados, com origem fora do país.
Source: Pela primeira vez, não há novos casos de contágio na China nas últimas 24 horas – TSF
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Dois navios com destino aos Açores e um para abastecer a Madeira continuaram esta quarta-feira sem conseguir sair do porto de Lisboa, apesar da requisição civil decretada pelo Governo. Estivadores incorrem no crime de desobediência. – Economia , Jornal de Negócios.
Source: Três navios para as ilhas continuam no porto de Lisboa – coronavirus – Jornal de Negócios
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Escola Portuguesa de Díli numa corrida contra o tempo para limpar instalações
Díli, 19 mar 2020 (Lusa) – Equipas de trabalho continuam hoje, pelo sexto dia consecutivo, nas operações de limpeza da Escola Portuguesa de Díli, numa corrida contra o tempo para recuperar o complexo dos danos causados pelas cheias da semana passada.
Um trabalho que decorre perante a ameaça, nos próximos dias, de novas chuvas fortes e tempestades, e quando grande parte da zona central e leste da capital timorenses está também em tarefas de limpeza e de recuperação de algumas infraestruturas.
Empresas portuguesas estão envolvidas na operação de limpeza, que se concentra agora na parte mais danificada, nas traseiras do complexo, onde ainda se acumulam largas toneladas de terra e pedras.
“Temos praticamente limpo o interior da escola e o acesso da porta principal”, referiu Acácio Brito, diretor da escola, num vídeo divulgado hoje na página oficial da instituição.
“Já concluímos uma parte significativa da limpeza de muitos materiais didáticos e pedagógicos e efetuámos uma limpeza de algum mobiliário em estado de ser aproveitado”, acrescentou.
Ao longo da semana foi feito o inventário dos vários departamentos curriculares e na área administrativa e dos estragos na área da cozinha e refeitório, tendo sido concluída a limpeza e salvaguarda dos materiais, livros, mobiliário e trabalhos dos alunos.
Ainda assim, há ainda muito por fazer, nomeadamente na recuperação das salas exteriores do pré-escolar e 1.º CEB, e na limpeza da área circundante a estas salas e restante área do campo de jogos, detalhou.
O trabalho envolverá a recuperação ou substituição de toda a rede elétrica do rés-do-chão do edifício principal e de toda a maquinaria das redes de esgotos e água deterioradas, bem como a reconstrução dos muros de delimitação e seu reforço, especialmente na traseira da escola.
Finalmente há que substituir louças e portas dos vários espaços e o relacionado com acabamentos e pinturas dos espaços da escola.
Acácio de Brito explicou que está salvaguardado tudo o que se relaciona com o histórico escolar dos alunos, tendo já começado o processo de avaliação dos alunos relativos à avaliação do 2.º período.
“Os docentes já se encontram a trabalhar em metodologias e processos a utilizar na aprendizagem não presencial, no caso de vir a ser necessário e a fazer os inventários de cada disciplina no sentido de inventariar as perdas de material”, sublinhou.
Equipas das forças de defesa, da polícia apoiaram nos trabalhos de limpeza em curso.
A escola está fechada até ao final desta semana, período que previsivelmente será alargado.
Mais de 10 mil pessoas em 13 sucos (equivalente a freguesias) foram afetadas pelas cheias que causaram segundo o primeiro-ministro Taur Matan Ruak danos de mais de 20 milhões de dólares (18,4 milhões de euros).
ASP // VM
Lusa/Fim

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Cheias em Díli causam mais de 20 milhões de dólares em danos – primeiro-ministro
Díli, 19 mar 2020 (Lusa) – As cheias da passada sexta-feira em Díli causaram mais de 20 milhões de dólares (18,3 milhões de euros), em estragos e danos em infraestruturas essenciais, anunciou hoje o primeiro-ministro timorense.
“Estamos a fazer um levantamento que ainda não está totalmente concluído, que aponta para estragos de mais de 20 milhões de dólares” (18,3 milhões de euros), disse Taur Matan Ruak, no final do encontro semanal com o Presidente de Timor-Leste.
“As cheias afetaram muita população, muitas infraestruturas físicas, a rede elétrica, água, estradas, ribeiras. O Governo está a fazer um esforço grande para a recuperação das infraestruturas”, sublinhou.
Para a recuperação dessas infraestruturas, o Governo vai recorrer ao Fundo de Infraestruturas, em paralelo com o apoio de emergência aos mais de dez mil afetados, indicou.
O chefe do Governo timorense acrescentou que é um processo complexo porque o Governo está a trabalhar com duodécimos desde 01 de janeiro, motivo pelo qual o Conselho de Ministros aprovou um pedido adicional de levantamento do Fundo Petrolífero de 250 milhões de dólares (228,78 milhões de euros).
Esse pedido tem agora de ser debatido e aprovado no Parlamento Nacional, que vai também discutir, na mesma altura, uma alteração à lei de gestão financeira para flexibilizar o regime duodecimal.
Treze ‘sucos’ (freguesias) das zonas central e leste da capital timorense foram fortemente afetadas pelas cheias que deixaram mais de duas mil famílias e dez mil pessoas afetadas, com danos sérios a bens pessoais.
Até ao momento a ajuda básica de emergência chegou apenas a cerca de 500 famílias.
As operações de limpeza ainda estão a decorrer e várias zonas continuam com restos de lama e detritos ainda por remover, a que se somam trabalhos intensos de limpeza de ribeiras.
Entretanto, os serviços de meteorologia timorenses alertaram para riscos de “tempestade com chuvas de intensidade forte a muito forte” na sexta-feira e sábado, com rajadas de vento de 25 a 45 quilómetros/hora em grande parte do território, incluindo a capital.
Entre as áreas onde os serviços alertaram para a possibilidade de inundação, contam-se a maior parte dos municípios, incluindo a capital timorense.
Os serviços meteorológicos australianos, que monitorizam o estado do tempo em Timor-Leste, também apontaram para a possibilidade de chuva ou tempestades durante as tardes e noites dos próximos dois dias.
ASP // EJ
Lusa/Fim

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Covid-19: Portugueses bloqueados entre Cebu e Manila, Filipinas adiam aviões militares
Macau, China, 18 mar 2020 (Lusa) – Os aviões militares filipinos que deveriam transportar hoje para Manila estrangeiros retidos em Cebu foram cancelados, disse à Lusa a portuguesa Daniela Pinto, que faz parte de um grupo de nacionais que tentam regressar a Portugal.
“É um desespero”, disse a natural de Lamego, lamentando que os voos prometidos pelo Governo filipino que poderiam solucionar alguns dos mais de cem portugueses retidos nas Filipinas estejam a ser continuamente adiados, tendo sido apontada uma nova data para quinta-feira.
“Alguns já conseguiram sair, por Cebu, via Dubai, outros continuam a tentar ir por Manila, outros estão ainda retidos nas ilhas. Desde dia 13 que estamos a tentar sair, a marcar voos, que depois são cancelados e não vemos solução”, salientou.
Daniela Pinto está entre um grupo de uma dezena de portugueses que pernoitou no aeroporto para tentar apanhar o voo prometido para a manhã, que foi adiado para a tarde, posteriormente para a noite e, finalmente, cancelado.
As perspetivas, explicou, não são animadoras, porque caso consigam sair das Filipinas e fazer escala no Dubai ou em Banguecoque, consoante os voos que conseguiram marcar, soma-se a preocupação com o recente anúncio do Governo português de que todos os voos internacionais estão proibidos de aterrar em solo nacional.
“Ficamos à espera de informações daqueles que conseguiram chegar ao Dubai, por exemplo, para saber como fazer a partir daí”, afirmou, referindo que têm sido acompanhados por um representante da embaixada portuguesa em Jacarta, “que também já disse que a situação é muito confusa, por causa de todos os anúncios diários sobre as alterações às restrições”.
O pior, salientou, é que “em Cebu não se consegue marcar voos e também não conseguimos ir para Manila”. “Já não sabemos o que fazer”, concluiu.
Na terça-feira, o Governo filipino liderado pelo Presidente Rodrigo Duterte chegou a indicar um praxo máximo para a saída dos estrangeiros que ainda se encontram nas Filipinas: sexta-feira. Menos de 24 depois, voltou atrás e apontou a data limite para meados de abril.
Na terça-feira, a Lusa falou com um dos grupos que falava numa centena de portugueses” retidos nas Filipinas, “aflitos” e “desesperados”, sem conseguirem regressar a Portugal.
Nas Filipinas há a registar mais de 200 casos e 17 mortos devido ao surto de Covid-19. O país adotou desde domingo e durante um mês uma série de medidas restritivas, em especial de entrada e saída na capital, Manila, com várias companhias aéreas a cancelarem os voos.
Muitos tinham gastado praticamente o dinheiro todo em voos, entretanto foram cancelados e que já não sabiam como se iam manter naquele país, apelando a uma resposta do Governo português.
O número de infetados em Portugal pelo novo coronavírus subiu para 642, mais 194 do que os contabilizados na terça-feira, anunciou a Direção-Geral da Saúde (DGS).
O coronavírus responsável pela pandemia da Covid-19 infetou mais de 194 mil pessoas em todo o mundo, das quais mais de 7.800 morreram.
JMC // EL
Lusa/Fim
