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Source: A filha do Papa: a interessante história de Lucrécia Borgia | Rainhas Trágicas
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As vidas e as lendas ficam congeladas no tempo durante a longa noite polar, no extremo setentrional da Rússia, no Árctico.
Source: A longa noite polar, no Árctico
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É um plano a cem anos e quer proteger a cidade da subida do nível das águas e evitar inundações, especialmente em épocas de chuvas. As obras para a construção de dois grandes túneis avançam já em março, numa empreitada de 133 milhões de euros.
Source: É invisível a maior obra de Lisboa – mas vai proteger a cidade – DN
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Parecem mágicas, mas existem na Romênia e em outros lugares ao redor do globo. Estamos falando dos Trovantes, as únicas pedras vivas que crescem, se reproduzem e respiram.
Source: O mistério das pedras vivas da Romênia: elas crescem, se reproduzem e respiram
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O primeiro Museu do Holocausto na Península Ibérica vai ser inaugurado no Porto, na Rua do Campo Alegre, no dia 20 de Janeiro. Vai ser tutelado por membros da Comunidade Judaica do Porto, cujos familiares foram vítimas do Holocausto.
O Museu do Holocausto do Porto, criado pela Comunidade Judaica do Porto (CIP/CJP), retrata a vida judaica antes, durante e após o Holocausto – desde a expansão do nazismo na Europa, aos guetos, os refugiados, os campos de concentração, de trabalho e de extermínio, até à libertação e ao pós-guerra, a história é contada pelas suas vítimas.
Os visitantes terão oportunidade de visitar uma reprodução dos dormitórios de Auschwitz, uma sala de nomes, um memorial da chama, cinema, sala de conferências, centro de estudos, corredores com a narrativa completa, fotografias e vídeos.

O novo espaço museológico é tutelado por membros da Comunidade Judaica do Porto, cujos pais, avós e outros familiares foram vítimas do Holocausto, e desenvolverá parcerias de cooperação com museus do Holocausto em Moscovo, Hong Kong, Estados Unidos e Europa. Charles Kaufman, presidente da organização de direitos humanos B’nai B’rith International, afirma, em comunicado, que o museu é um “testemunho da herança e resiliência judaicas”, esperando que “sirva de farol para Portugal e para o resto da Europa”.
Em 2013, a Comunidade Judaica do Porto partilhou com o Museu do Holocausto de Washington todos os seus arquivos referentes a refugiados que passaram pela cidade portuense. Estes arquivos, agora regressados à Invicta, incluem documentos oficiais, testemunhos, cartas e centenas de fichas individuais.
A construção deste museu contou também com “um donativo substancial de uma família sefardita portuguesa do Sudeste da Ásia, que foi vítima de um campo de concentração japonês durante a Segunda Guerra Mundial”, revela o tesoureiro da CIP/CJP Michael Rothwell, descendente de vítimas do Holocausto. Estarão ainda expostos dois Sifrei Torá (rolos da Torá), oferecidos à sinagoga do Porto por refugiados.
A abertura ao público será a 27 de Janeiro, o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, em que o museu abre as portas aos alunos de escolas da região do Porto. A inauguração oficial está, contudo, marcada para 20 de Janeiro, com uma cerimónia reservada, em ambiente controlado, liderada por Dias Ben Zion, presidente da Comunidade Judaica do Porto, e Rui Moreira, presidente da Câmara Municipal do Porto.
A cerimónia vai também contar com a presença dos embaixadores das potências envolvidas na Segunda Guerra Mundial e de Israel, assim como de Karel Fracapane (especialista do programa do Holocausto da UNESCO), do embaixador Luíz Barreiros (chefe da delegação de Portugal à IHRA – Aliança Internacional Memória do Holocausto), de Marta Santos País (comissária do Projecto Nunca Esquecer), do Bispo do Porto e do presidente da Comunidade Muçulmana da cidade. O Governo será representado pelo Secretário de Estado da Cultura.
Morada: Rua do Campo Alegre, 790
Horário: 10.00-17.00 (a partir de 27 de Janeiro)
Preço: Entrada livre
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