Suspicions grow that nanoparticles in Pfizer’s COVID-19 vaccine trigger rare allergic reactions | Science | AAAS

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Life-threatening responses seen in at least eight people could be linked to polyethylene glycol, known to trigger reactions to some drugs

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38 socialistas e outros, contra a lei do mar (e a autoniomia

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André Silveira

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A alteração efectuada pelo Partido Socialista à posição dos Açores manifestada pela proposta da Assembleia Legislativa Regional, transformou o que era uma boa iniciativa legislativa numa iniciativa legislativa possível. Não é a lei ideal, mas foi aprovada na Assembleia da República e promulgada pelo Senhor Presidente da República.
O Governo dos Açores não abdicará do objecto da lei, nomeadamente da gestão partilhada do nosso mar, exercendo as nossas prerrogativas constitucionais e intenção política.
Lamento a posição dos 38 deputados da Assembleia da República que hoje requereram ao Tribunal Constitucional a fiscalização sucessiva abstracta da constitucionalidade da nova lei do mar.
José Manuel Bolieiro
José Manuel Leal, André Silveira and 5 others

 José Soares A Face da Infâmia

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José Soares

A Face da Infâmia

Várias vezes ao longo do mandato de Donald Trump, escrevi neste jornal sobre os perigos da democracia americana eleger um impreparado e mentecapto neopolítico, bem como das apreensões sobre tal personalidade. Todos os nomes que lhe chamei foram poucos diante do que agora se tem vindo a verificar.

O dia 13 de janeiro de 2021, ficará na História dos Estados Unidos da América como o dia em que um presidente foi impugnado pela segunda vez.

Exatamente uma semana depois de ter incitado milhares de pessoas a atacar o Capitólio – o Parlamento americano – quando os congressistas de ambos os partidos estavam reunidos para certificar a sua derrota eleitoral.

Exatamente uma semana antes de sair da Casa Branca, na próxima 4ª feira, 20 de janeiro, data em que Joe Biden, o novo presidente tomará o poder.

As repercussões de tal decisão da Democracia americana vão sentir-se ainda por algum tempo e irão refletir-se na democratização digital que a humanidade tem vindo a usufruir.

Não foi por acaso que a Twitter retirou a conta que Trump utilizou ao longo de todo o mandato. A decisão pecou por tardia, mas ela trás algo de apreensivo. É que agora sabemos que as multinacionais digitais podem deliberar em retirar os seus serviços sem passar por qualquer decisão política, judicial ou mesmo democrática.

Na campanha para as presidenciais no Uganda, o atual presidente do país mantinha várias contas falsas com a Facebook, através das quais denegria os adversários com acusações falsas. A Facebook fechou essas contas e o presidente, unilateralmente, mandou encerrar toda a atividade digital no país, nomeadamente a internet. Já Putin tentou o mesmo na Rússia e ainda não desistiu de ter um sistema informático próprio e independente do resto do mundo. Restrições das redes sociais que agora damos como direito adquirido, podem ser aplicadas a qualquer momento. Um bom tema a debater proximamente.

Por agora temos a capital americana praticamente em estado de sítio em véspera da tomada de posse do novo executivo, com mais de 20,000 militares armados até aos dentes por toda a cidade de Washington e seus edifícios públicos, perante ameaças que os serviços secretos receberam de que uma multidão de trumpistas armados se preparam para boicotar a tomada de posse do novo presidente no dia 20 de janeiro.

Com cerca de 70 milhões de pessoas que votaram em Trump e num país onde ter uma arma é quase um direito constitucional, vamos supor que apenas 1% desses 70 milhões decide invadir a capital, isto equivale a um imparável exército armado de 700,000 rebeldes.

De uma crónica que escrevi e publicada em vários jornais açorianos e da Diáspora em maio/junho 2019 intitulada “In Trump We Trust”, retiro o seguinte excerto:

“… Em 2017, os números indicam que 39,773 pessoas nos EUA perderam a vida por causa de uma arma, de acordo com os mais recentes números do Centro para o Controlo e Prevenção. Quer isto dizer que cerca de 100 pessoas são mortas por dia em toda a nação americana.

Em cada 100 cidadãos americanos, 90 possuem armas. Em 36 dos 50 estados americanos – entre eles Alabama, Alasca e Florida – não é preciso nem sequer registar a arma ou obter uma licença para a posse e o porte. Em 45 estados é totalmente legal exibir armas de cano curto (como pistolas) em público – e em 31 estados não é necessária uma licença para isso. Dezenas de estados, como o Texas, também permitem andar com armamento pesado e armas semiautomáticas. Doze estados, entre eles o Mississípi, também permitem o porte de armas sem a necessidade de licença.

Em 2018, uma pesquisa do projeto Small Arms Survey estimou que existem pelo menos 390 milhões de armas de fogo em poder de civis no país – mais de uma por habitante. O projeto apontou ainda que metade das armas de fogo que pertencem a civis no mundo estão nos EUA, apesar da população do país mal alcançar 5% da mundial…”

O processo de impugnação do presidente em fim de mandato, terá ao menos a vantagem de Trump não poder candidatar-se de novo em 2024, nem nunca. Ficará na História como presidente infame que incitou uma rebelião contra o poder democrático. Esta foi uma amarga lição que custou 5 mortes, sendo uma delas a de um polícia.

PS – Quando estava a terminar este trabalho (quinta-feira), recebi a notícia da morte de um grande empresário canadiano, David Tavares. Nascido nas Feteiras, em S. Miguel, David Tavares começou a trabalhar ainda criança. Desempenhou funções operárias nos CTT, emigrou e acabou por fundar a sua própria empresa no Canadá, liderando inovações tecnológicas nas áreas das comunicações. Instalou nos Açores a Globestar Systems e a Connexall onde trabalham quase quatro dezenas de jovens peritos informáticos, sediados no Parque Tecnológico de S. Miguel e na Terceira, gerindo e monitorizando sistemas instalados em vários países, mas em especial nos EUA e no Canadá. Hoje, o Connexall é um sistema líder global em saúde e em outras aplicações. Foram-lhe conferidas várias distinções, inclusive, nos Açores, onde recebeu, em 2009, a Insígnia Autonómica de Mérito Industrial, Comercial e Agrícola, conferida pelo parlamento açoriano sob proposta do Governo Regional. Este governo deve, em nosso entender, passar um voto de pesar na Assembleia Legislativa, com conhecimento à sua Família. Esta é a importância da Diáspora e o responsável político pelas Comunidades, neste caso José Andrade, deve tomar a iniciativa imediatamente.

o título do ano

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TELHADOS DE VIDRO I Dando seguimento ao último post, adormeci à luz da vela e acordei com luz, a luz do dia e a da EDP. Luzir é bom como é bonito ouvir o tartamudo e sexagenário Laginha falar a rir do prazer da energia partilhada durante um espectáculo. Os uuuu, os oiés… Interjeições superlativas. A magia do piano e companhia. Conservação da juventude de espírito, eis. Usar os dons para eivar os ânimos dos colectivos. Sem recurso ao populismo e à trapaça. À chicana e à bojarda. Ora bem, se eu fosse candidato presidencial que diriam de mim os detractores para me (tentarem) partir o telhado? Que guardo rancores contra quem me fornicou com palavras e actos e uso a escrita como vingança. Que me salta a tampa por dá cá aquela palha e resolvo o problema judicial com as próprias mãos. Que não acredito na justiça romana dos homens. Que perfilho o Direito celta em que o indivíduo prevalece sobre o Estado. Que citei a, b, e z sem produzir um pensamento próprio, tal como me rever nas ideologias de Stirner, Krishnamurti ou JC sendo militante comunista, logo um perigoso vermelho ressabiado ou talvez um beto de Cascais como o desventura caçoou do João Ferreira. Na dúbia identificação com o budismo de Inverno e o nudismo de Verão. Que sou um anjo pornográfico. Ponham no gráfico a fechar: tenho a espinha da injustiça entalada na garganta. Contra esta me bato.

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impeachment à moda antiga quando os problemas eram assim

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Doces lembranças mundiais!
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ameaças e o futuro sombrio da humanidade

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This is the real problem! Quoting:
“We report three major and confronting environmental issues that have received little attention and require urgent action. First, we review the evidence that future environmental conditions will be far more dangerous than currently believed. The scale of the threats to the biosphere and all its lifeforms—including humanity—is in fact so great that it is difficult to grasp for even well-informed experts. Second, we ask what political or economic system, or leadership, is prepared to handle the predicted disasters, or even capable of such action. Third, this dire situation places an extraordinary responsibility on scientists to speak out candidly and accurately when engaging with government, business, and the public. We especially draw attention to the lack of appreciation of the enormous challenges to creating a sustainable future. The added stresses to human health, wealth, and well-being will perversely diminish our political capacity to mitigate the erosion of ecosystem services on which society depends. The science underlying these issues is strong, but awareness is weak. Without fully appreciating and broadcasting the scale of the problems and the enormity of the solutions required, society will fail to achieve even modest sustainability goals.”
Worried about Earth's future? Well, the outlook is worse than even scientists can grasp
THECONVERSATION.COM
Worried about Earth’s future? Well, the outlook is worse than even scientists can grasp
Humanity is destroying Earth’s ability to support complex life. But coming to grips with the magnitude of the problem is hard, even for experts.
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covid um R que pode baixar com confinamento mas…

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“Com as escolas abertas, na melhor das hipóteses vamos ter um R um pouco abaixo de 1 daqui a umas semanas. Entretanto vai havendo mais de dez mil casos novos por dia e os hospitais já estão cheios. Um confinamento mais drástico iria cortar mais rapidamente a propagação e poupar muitas vidas. Não é nada evidente que esse sacrifício seja um preço aceitável por umas semanas de aulas presenciais. Principalmente para quem vai ser sacrificado.”
14 de Janeiro.
Entre as 52 excepções ao confinamento, que incluem missas e “jogos sociais” (a raspadinha é um bem essencial), está a obrigatoriedade de crianças, adolescentes e jovens adultos irem a aulas presenciais.
Concordo que a escola é importante para muitas crianças que não têm condições adequadas em casa e que simplesmente fechar tudo poderia ter consequências piores, para algumas crianças, do que o risco de contágio. Mas isto não justifica obrigar todas as famílias a deixar os filhos na escola para terem aulas presenciais de Francês ou História. A relação entre risco e benefício é muito diferente de família para família, quer pelas condições em casa quer pela constituição do agregado familiar, e obrigar a expor toda a família desta forma indiscriminada é injustificável. Era melhor que o governo começasse por dar às pessoas condições para decidirem como se protegem em vez de impor regras arbitrárias e até contraditórias.
Outro problema é o efeito previsto na taxa de propagação do vírus. Com as escolas abertas, na melhor das hipóteses vamos ter um R um pouco abaixo de 1 daqui a umas semanas. Entretanto vai havendo mais de dez mil casos novos por dia e os hospitais já estão cheios. Um confinamento mais drástico iria cortar mais rapidamente a propagação e poupar muitas vidas. Não é nada evidente que esse sacrifício seja um preço aceitável por umas semanas de aulas presenciais. Principalmente para quem vai ser sacrificado.
Há também o efeito que isto tem no cumprimento das regras. Para os pais que todos os dias terão de se deslocar para levar as crianças à escola, ou que todos os dias têm os seus filhos a andar de transportes públicos, a proibição de ir ao café ou de conviver com amigos e familiares fará muito menos sentido do que faria se o confinamento fosse levado a sério.
Finalmente, há uma nova variante do vírus que se propaga mais facilmente e não é travada com as medidas mínimas necessárias para as variantes até agora mais comuns. Durante as próximas semanas essa variante vai estar a espalhar-se exponencialmente. Esta não é a altura para fazer o mínimo na esperança que baste para ficarmos todos bem.
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  • E sobre o vai e vem de crianças e jovens em isolamento profilático, pouco ou nada se fala na comunicação social… Não convém.
    Curiosa, agora, para ver quando chega a tal campanha de testes às escolas.
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Governo prepara-se para impedir venda de livros, roupa ou artigos de decoração nos supermercados – Economia – Correio da Manhã

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Produtos têxteis, livros, artigos desportivos e de decoração deverão ser retirados dos estabelecimentos comerciais.

Source: Governo prepara-se para impedir venda de livros, roupa ou artigos de decoração nos supermercados – Economia – Correio da Manhã

cortar mãos a ladrões ou só a alguns que não são de bem???

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Ouve o que eu digo mas não faças o que faço!
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Sobre Cortar a Mão a Ladrões
Aquele constrangedor momento em que se descobre que um homem acusado pelo Ministério Público de roubar 7500 euros em ouro e jóias à ex-namorada é um dos principais financiadores do candidato que sugere cortar a mão a ladrões.
Texto completo:
Há dias, num debate para as Presidenciais, o proto-fascista que lidera o Chega brincou com a possibilidade de cortar a mão a ladrões.
Pois bem, com isto em mente, uma pergunta: viram o segundo episódio do trabalho de investigação “A Grande Ilusão: cifrões e outros demónios”? Se não viram, devem mesmo ver, sobretudo aqueles que têm alguma simpatia pela narrativa simplória, intelectualmente desonesta e embrutecedora dos “cidadãos de bem” que o proto-fascista diz defender.
A ligação para a reportagem está no campo de fontes e referências, no final deste texto.
Para os mais desatentos, permitam-nos explicar muito resumidamente de onde vem a narrativa das “pessoas de bem”: na produção literária, sobretudo em ficção para crianças, a narrativa é polarizada em dois campos simples e distintos, o herói e o vilão. Na banda desenhada, isto funciona bem. Na propaganda política, também.
Essa narrativa foi usada pelo regime nazi para estigmatizar judeus e outras minorias, levando alemães ingénuos a acreditarem que uma minoria pouco significativa da sua população era a causa de todos os males no país.
Em casos mais recentes, esta divisão entre “bons” e “maus” também foi aproveitada por Trump e Bolsonaro. Trump falava em “good citizens” e conseguiu associar a ideia de que patriotismo significava apoiá-lo a si e rejeitar estrangeiros e adversários políticos. Após quatro anos de pessoas a desvalorizarem a ameaça evidente que o discurso do presidente representava para a democracia no país, a presidência de Trump acabou literalmente num tentativa de golpe de Estado, incentivada por Trump e levada a cabo pelos seus apoiantes.
Já agora, ontem, soube-se que o FBI está em alerta, após ter descoberto que há protestos armados a serem planeados em 50 Estados americanos, para serem executados no dia da investidura de Biden.
A ameaça de insurreição nacional é real e, após cinco mortos no ataque ao capitólio, as autoridades decidiram começar a levar a sério estes fanáticos.
Entretanto, no Brasil, Bolsonaro também usou a mesma técnica de apelar aos “cidadãos de bem”, alegando que vinha combater a corrupção. Após uma série de escândalos em que se descobriu que Bolsonaro trabalhou activamente para impedir a Justiça de investigá-lo a si e aos seus filhos pela participação em vários esquemas de corrupção, o Organized Crime and Corruption Reporting Project escolheu Bolsonaro como pessoa do ano na categoria de crime organizado e corrupção.
Bolsonaro, o corrupto do ano, diz que defende as “pessoas de bem”. Irónico, não é?
Ainda a propósito de inssurreição, desde que chegou ao poder, Bolsonaro tem incentivado os seus apoiantes a adquirirem armas de fogo, usando a mesma retórica de Trump em relação a combater pela via da violência os seus adversários políticos. O Brasil vai a caminho de uma desgraça ainda maior do que os EUA, com uma séria ameaça à Democracia e ao Estado de Direito à espreita.
Voltemos ao Trump cá da terra, Ventura.
Portanto, cortar a mão a ladrões e tal, certo? Se ainda não viram “A Grande Ilusão”, têm mesmo de ver e mostrar a todos os simpatizantes deste proto-fascista. A reportagem destapa o véu de um partido repleto de figuras sinistras envolvidas em esquemas de desvio de dinheiro, intimidação e ameaças a adversários e militância em organizações fascistas. Desde as vigarices de Ventura para afastar e silenciar os críticos dentro do partido até à comitiva de delinquentes violentos e criminosos que o apoiam, tudo reforça os avisos que muita gente tem vindo a fazer – incluindo nós aqui, na Página – de que o Chega é uma fraude política. Alegam que surgiram para acabar com a “pouca vergonha” e defender os trabalhadores, mas a pouca vergonha está dentro do partido. Quanto aos trabalhadores, oferecem-lhes desregulação do mercado de trabalho e o fim de vários direitos dos trabalhadores, incluindo a flexibilização salarial que, na prática, significa dar aos patrões a possibilidade de pagar ainda menos aos trabalhadores. Está tudo no programa do Chega, nas alíneas do Ponto 6.
Na reportagem “A Grande Ilusão”, descobrimos mais uma daquelas ironias que provam a fraude política que é o Chega. Ventura brincou com a ideia de cortar a mão a ladrões. Na reportagem, descobrimos que um dos principais financiadores do Chega roubou bens à ex-namorada no valor de cerca de €7500, pediu-lhe dinheiro, ameaçou-a e, depois, fugiu.
Este indivíduo, supostamente, é milionário, mas os bens que declara são muito inferiores à capacidade financeira que mostra ter. Tem uma fundação na qual estão envolvidas pessoas do Chega, do PSD e, até há pouco tempo, Nuno Melo, do CDS, que rapidamente saiu da instituição quando descobriu que estava a ser investigada. A criação de fundações é um dos mecanismos mais comuns de fuga ao fisco, ao abrigo de pequenos truques como o artigo 10.º do Código do IRC, muito popular entre profissionais da engenharia fiscal.
E, não por acaso, recordamos que Ventura foi inspector da Autoridade Tributária e trabalhou depois, precisamente, em serviços de engenharia fiscal num gabinete privado. Os proprietários desse gabinete foram apanhados no escândalo dos nos Panamá Papers, como já antes denunciámos.
Portanto, um dos grandes financiadores do Chega roubou valores de cerca de 7500 euros à ex-namorada, depois, desapareceu. Hoje, financia o Chega através de uma fundação com vários indícios de estar envolvida em esquemas ilegais.
E estas são as “pessoas de bem” que Ventura diz defender.
O que Ventura quer é proteger as pessoas de bens.
A extrema-direita não quer o fim da corrupção, ela quer o monopólio.
Uma Página Numa Rede Social
Fontes e referências:
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a culpa do covid não é dos portugeses(ao contrário do que apregoam!!!)

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Basta desse discurso badalhoco que acusa os portugueses pelos mortos de covid. Se os portugueses são irresponsáveis, então todos os povos europeus são irresponsáveis porque este aumento verifica-se em vários países. E até se observa em nações que nem sequer festejam o natal, como o Japão. Há mais casos porque janeiro é o mês das infeções respiratórias, porque as temperaturas estão especialmente baixas e porque se deixou de contar outras causas de morte como broncopneumonias.
Mais- O confinamento é uma solução preguiçosa e um luxo para ricos e remediados. Os pobres ou aflitos, quem serve na construção civil ou nas limpezas, os profissionais de saúde, os professores, não dispõem de tele-trabalho. Pegam ao batente e pronto. Correm riscos, que remédio. Há que procurar as soluções racionais e corajosas. A requisição civil dos hospitais privados, o reforço dos transportes públicos, a protecção férrea dos mais velhos e dos doentes crónicos, horários alargados que evitem aglomerações (e não horários curtos que levam à concentração de pessoas). Fechar o país, atirando-o para a miséria, quando a quebra do PIB por trimestre ronda os 15%, quando por cada 100 mortes covid morrem 92 pessoas não covid, quando os testes PCR não têm fiabilidade (vejam-se os casos Marcelo ou Ronaldo), quando os números estão todos martelados (só em 2021 deixaram de morrer pessoas com gripe sazonal- até aqui todos os janeiros ceifavam centenas de vidas em Portugal), quando os problemas de entupimentos de urgências e enfermarias têm barbas, não é uma solução. É mais um problema. Precisamos de políticos bravos e de jornalistas que façam o seu papel – serem incómodos e não pastéis de Belém. Caso contrário, morremos da cura e morremos da doença também.
Para vocês, um excelente dia ☀️💋
Helena Canotilho and 3 others
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