O campo geomagnético sobre a América do Norte está a enfraquecer rapidamente

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O campo magnético da Terra está a enfraquecer na América do Norte — possivelmente devido a uma mudança nos polos geomagnéticos, afirmam cientistas chineses. Estudos anteriores associaram estas mudanças ao colapso da civilização Maia e à queda de civilizações na Síria e Irão há 4 mil anos. A Terra está rodeada por um imenso campo magnético chamado magnetosfera. Este campo geomagnético, uma espécie de barreira natural que protege a Terra da radiação cósmica, pode criar perturbações no sistema atmosférico. De acordo com um estudo realizado por investigadores chineses, na América do Norte esta barreira natural está a enfraquecer a um

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costumes bizarros BIUTÃO, JOVENS EM BUSCA DE SOLTEIRAS PARA DORMIR

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Butão → A Tradição Sexual Perturbadora do Local

O Butão, reino budista no extremo leste do Himalaia, há um ritual bizarro chamado de “caçada noturna”, os homens do Butão têm o costume de invadir casas de mulheres solteiras, sempre à noite.

A invasão é comum e, durante ela, os homens param diante da cama das mulheres e tentam convencê-las de que são uma ótima companhia para uma boa noite de sono.

Bem…

Não estamos falando exatamente de dormir.

Inclusive lá, esse ritual é considerado não apenas comum, mas romântico!

Tudo começou com um galante e principesco escalador de casas, que entrou no quarto de uma donzela quando ainda existiam donzelas.

Pena que hoje romance é nome de desodorante, e o costume ficou meio psicótico: os homens saem em bando, procurando por solteiras dormindo sozinhas.

Esses caçadores de solteiras têm enfrentado cada vez mais obstáculos: as casas hoje são cheias de cadeados e todo tipo de proteção contra os entrões folgados, o que inclui desde grades a cachorros raivosos.

E se você acha que a bizarrice acaba por aí, você está profundamente enganado.

Se forem pegos no ato, são obrigados a se casar com elas (ou, em casos nos quais os pais não gostaram muito do invasor, apenas fazer serviços domésticos, como limpar a casa ou o quintal).

piadas para apoiantes do Trump não entenderem

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“O meu marido e eu passámos pela janela da entrada do McDonald’s e eu dei à caixa uma nota de 5 dólares. O total era de 4,25 dólares, por isso dei-lhe 25 cêntimos.
Ela disse: ‘deu-me dinheiro a mais’.
Eu disse: “Sim, eu sei, mas assim pode devolver-me um dólar”.
Ela suspirou e foi chamar o gerente, que me pediu para repetir. Eu fiz isso e ele devolveu-me os 25 cêntimos e disse: “Pedimos desculpa, mas não fazemos esse tipo de coisas”. O caixa devolveu-me então 75 cêntimos de troco. Não confundam as pessoas do MacD’s.
Tivemos de mandar reparar a porta da garagem. O reparador disse-nos que um dos nossos problemas era o facto de não termos um motor suficientemente “grande” no sistema de abertura. Pensei um pouco e disse-lhe que tínhamos o maior motor fabricado na altura, com 1/2 cavalo-vapor. Ele abanou a cabeça e disse: “Precisa de um de 1/4 de potência”.
Respondi que 1/2 era maior do que 1/4 e ele disse: ‘NÃOOO, não é. Quatro é maior do que dois. Quatro é maior do que dois. Nunca mais recorremos a esse técnico…
Vivo numa zona semi-rural. Recentemente, um novo vizinho telefonou para a Câmara Municipal local para pedir a remoção do sinal de CRUZAMENTO DE VEADOS na nossa estrada. O motivo: “Há demasiados veados a serem atropelados por carros aqui! Acho que este já não é um bom sítio para eles atravessarem”.
AVISTAMENTO IDIOTA NO SERVIÇO DE RESTAURAÇÃO.
A minha filha foi a um fast food mexicano e pediu um taco. Pediu à pessoa que estava atrás do balcão que lhe desse “alface mínima”. Ele disse que lamentava, mas só tinham alface iceberg.
Eu estava no aeroporto, a fazer o check-in na porta de embarque, quando um funcionário do aeroporto perguntou, “Alguém colocou alguma coisa na sua bagagem sem o seu conhecimento? Ao que eu respondi: “Se foi sem o meu conhecimento, como é que eu saberia? Ele sorriu com conhecimento de causa e acenou com a cabeça: “É por isso que perguntamos”.
O semáforo para peões na esquina apita quando é seguro atravessar a rua. Eu estava a atravessar com uma colega de trabalho “intelectualmente debilitada”. Ela perguntou-me se eu sabia para que servia o sinal sonoro. Expliquei-lhe que assinala aos invisuais quando o sinal está vermelho. Ela respondeu, chocada: “Mas que raio fazem os cegos a conduzir?
Ela é uma funcionária do governo…..
Quando eu e a minha mulher chegámos a um stand de automóveis para ir buscar o nosso carro depois de uma serviço, disseram-nos que as chaves tinham sido fechadas no carro.
Dirigimo-nos ao departamento de assistência e encontrámos um mecânico a trabalhar febrilmente para abrir a porta do lado do condutor. Enquanto observava do lado do passageiro, instintivamente tentei o puxador da porta e descobri que estava destrancada.
Anunciei ao técnico: “Está aberta! A sua resposta foi: “Eu sei. Já fiz desse lado’.
FIQUEM ATENTOS!
Eles andam entre nós, eles procriam…….”

justiça inacreditável e inaceitável, país de bananas….Imigrante que conduziu alcoolizado absolvido por falta de intérprete

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O imigrante, que reside em Portugal há nove anos, tinha sido condenado ao pagamento de uma multa de 420 euros, tendo também ficado proibido de conduzir durante três meses e 15 dias.

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Why does the brain prefer books on paper?

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Why does the brain prefer books on paper?
The human brain is capable of perceiving a text in its entirety, as if it were some kind of physical landscape. And it is that when we read, we are not only recreating a world with the words of the story, but we are building a mental representation of the text itself.
When flipping the pages of a paper book, we perform an activity similar to leaving a footprint after footprint down a path, there is a rhythm, cadence and a visible record in the process of the printed pages.
The prestigious Scientifican American magazine published an article that seeks to explain this paradox: in the era of hyperconnectivity, when we have more and more equipment that allow us to read more easily and have access to entire libraries in electronic format, many follow Preferring the format of paper.
The traditional book, the magazine, the newspaper, are still favorites of the general public. Although it’s hard to believe, digital formats open the doors to many freedoms.
Paper vs Pixels Many jobs talk about the screen reading slower and also remembering less. There’s “physicability” in reading, says Maryanne Wolf of Tufts University. People need to feel the paper when reading, the brain unconsciously asks for it.
We are not born with brain circuits dedicated to reading, because Scripture was invented relatively short time ago in our evolution: about four millennium BC.
In childhood, the brain improvises new circuits for reading and for that it uses part of others dedicated to speech, whose ability is added motor coordination and vision.
The brain begins to recognize letters based on curved lines and spaces, and uses tactile processes that require the eyes and hands. Reading circuits for 5-year-olds show activity when practicing handwriting, but not when writing letters on a keyboard.
Beyond treating individual letters as physical objects, the human brain can perceive a text as its entirety as a kind of physical landscape. When we read, we build a mental representation of the text.
The exact nature of such depictions remains clear, but some researchers believe that they are similar to a mental map we create of a terrain, such as mountains and cities, and of indoor physical spaces such as departments and offices.
In parallel, in most cases, paper books have a more obvious topography than the text on the screen. An open paper book presents two clearly defined domains: left and right pages and a total of eight corners in which one is oriented.
Turning the pages of a paper book is an activity similar to leaving footprint after footprint down a path, there is a rhythm and a visible record of the pages passing. All of these features allow you to form a coherent mental map of the text.
By contrast, most digital devices interfere with intuitive browsing of a text, and although e-readers (e-books) and tablets replicate the template of pages, these are ephemeral. Once you’re read, those pages fade.
“The implicit feeling of where you are in a physical book becomes more important than we thought,” says the Scientifican American article.
In a paper on text comprehension, when comparing pupils who read on paper with others who read a PDF text on screen, it was concluded that the former performed better.
Electronic ink reflects ambient light just like paper book ink, but computer screens, smartphones and tablets shine light directly into people’s faces and reading can cause visual fatigue, headaches and blurred vision.
It’s likely that the organization of new digital natives will create other neural networks that allow them to prefer electronics to paper, but in the meantime, today the rest of the population continues to prefer contact with historical leaves.

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favorite nonsense music

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In a world of increasing nonsense, my favorite nonsense music is this. Adriano Celentano created it in the 70’s to prove that Italians love anything that sounds English… even when the sounds mean nothing because they aren’t coming from any language, they are pure nonsense.
This is the power of music. It also shows how millions can follow a leader even when the leader speaks nonsense, provided the “rhythm” is of their liking… 😂

Um morto e quatro feridos em ataque com dezenas de tiros no Aeroporto Internacional de São Paulo

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Vítima mortal era empresário dos ramos imobiliário e de finanças, condenado à morte pela maior rede criminosa brasileira, o PCC, Primeiro Comando da Capital, autores do crime.

Source: Um morto e quatro feridos em ataque com dezenas de tiros no Aeroporto Internacional de São Paulo