AÇORES A PERDEREM GENTE

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ACORES- SOS DEMOGRAFIA
Resultados Preliminares dos Censos 2021 revelam que os Açores perderam, numa década, 10.115 indivíduos residentes, salvando-se, apenas, a Madalena do Pico nesta razia demográfica, como único concelho da região a não sofrer decréscimo populacional, ganhando, outrossim, 283 habitantes, mais 4.7% do que em 2011.
Somos, agora, 236.657 residentes.
Santa Cruz das Flores (-11,7%), Nordeste (-11,4%) e Corvo (-10,2%), ocupam as piores posições relativas no movimento demográfico. Em sentido inverso, para além da Madalena, a Lagoa perdeu 1,7% e Ponta Delgada e Ribeira Grande, 2,2%.
Está encontrado O tema para as “Autárquicas” que
se avizinham; o despovoamento galopante dos concelhos mais periféricos dos Açores!
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Calçada portuguesa reconhecida como Património Cultural Imaterial

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É uma importante etapa na preparação da candidatura a Património da Humanidade reconhecido pela UNESCO.
Calçada portuguesa reconhecida como Património Cultural Imaterial
TIMEOUT.PT
Calçada portuguesa reconhecida como Património Cultural Imaterial
A calçada portuguesa foi inscrita no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial. Uma importante etapa na preparação da candidatura a Património da Humanidade…
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Guias defendem maior controlo de turistas na zona da Serra Devassa – Açoriano Oriental

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Presidente da Associação de Guias de Informação Turística dos Açores defende que se deve aproveitar a redução de turistas na pandemia para se repensar a circulação na zona da Serra Devassa e Mata do Canário, onde tem havido mau uso dos trilhos

Source: Guias defendem maior controlo de turistas na zona da Serra Devassa – Açoriano Oriental

nascer do sol em Porto Pim, Faial

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Se há uma experiência que não pode perder é esta: assistir ao nascer do sol na Praia de Porto Pim, na ilha do Faial, com a Montanha do Pico como pano de fundo. É algo verdadeiramente inspirador e que pode viver na sua próxima visita a esta ilha maravilhosa!
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If there‘s one experience you can‘t miss, it‘s this: watching the sunrise on Porto Pim Beach, on the island of Faial, with Pico Mountain as a backdrop. It‘s something truly inspiring and something you can experience on your next visit to this wonderful island! https://bit.ly/3wI2iYW

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TEXTO QUE QUESTIONA OS PRESSUPOSTOS DO MODO DE PENSAR QUE NOS FOI INCUTIDO PELO ESPÍRITO DO TEMPO
Gostei do texto porque fala daquilo que as maiorias não notam!
A grande ilusão
António Bagão Félix
Semanário Novo, 11.07.2021
A política, polvilhada por epifenómenos, consome-se na discussão do maniqueísmo direita-esquerda. A esquerda acha-se detentora da verdade, garante da distribuição sem prévia produção de riqueza, educadora moral e monopolista cultural. A direita, não raro, deixa-se seduzir pelo canto da “sereia correcta” e envergonha-se (ou pede desculpa) quando tenta defender o seu ideário personalista.
Millôr Fernandes disse um dia, em jeito caricatural, que a diferença fundamental entre direita e esquerda é que a direita acredita cegamente em tudo o que lhe ensinaram e a esquerda acredita cegamente em tudo o que ensina.
A Europa está refém dos ditames do pensamento único, das causas dissolventes, do dinheiro fácil do BCE. Despreza a família, relativiza a vida humana, ignora os deveres associados aos direitos. A marxista luta de classes deu lugar à marxiana luta de minorias. Para tal cultiva-se ad nauseam o relativismo e o presentismo. Há dias, no seu albergue parlamentar, uma maioria decidiu, em deriva totalitária, que o aborto é um direito humano (!) e que a liberdade e objecção de consciência deve ser restrita ou eliminada. São os mesmos que apoiam freneticamente países e regiões onde, por
exemplo, a mulher é tratada como um objecto e certas orientações sexuais podem levar à condenação à morte!
Por cá, os dois principais partidos têm um programa comum: o do poder pelo poder.
Primeiro, para conquistá-lo, depois, para enxamearem a máquina do Estado e as suas adjacências, por fim, para satisfazer a gula dos jotas e personagens ignotas sem vida fora da mama do Estado. O país político é o da táctica-do-dia-seguinte, não o da estratégia-dos-anos-e-gerações-seguintes. Todos os dias se anuncia qualquer medida simpática (não populista, credo!) para fingir que se governa, sem nenhuma verificação e escrutínio posteriores. Tudo, com compulsiva e finória reciprocidade: o que agora secritica na oposição far-se-á no poder e vice-versa.
Geringonçadamente, juntam-se ideários inconciliáveis para (não) realizar reformas fundamentais. Quais são os desígnios nacionais nos anos em que não há futebol planetário? Tudo se resume à prática mendicante de mais dinheiro europeu e à quase
confiscatória tributação do trabalho. O primeiro-ministro resumiu magistralmente os milhões da Europa apatacada: “Quando posso ir ao banco?”
Não nos iludamos: mais dinheiro é mais Estado, mais amiguismo,
mais lobbying subterrâneo, mais gestão eleitoral, mais “marca Portugal”. Os industriosos capitalistas de passivos e os assessores do regime agradecem; as agências de comunicação orquestram e executam as convenientes agendas e fabricam as “verdades” (não fake news, credo!) do regime. À esquerda, limpam a memória do que é inconveniente lembrar ou associar; à direita, avivam a memória transformada em lenda, como desculpa para o desgoverno da esquerda.
2
A correcção política é obsessiva e sequestrou o país mediático, desde as televisões domesticadas e subsidiadas até à imprensa e redes sociais. Este sanitarismo linguístico é usado como uma poderosa forma de controlo da mente, gerando novas e capciosas
censuras. Já não se diz o que se pensa, tem de se pensar o que se diz, pois que se sentenciou que o politicamente correcto representa o bem e o politicamente incorrecto representa a heresia e o mal.
Quem a põe em causa leva com insultos bolsados pela nova polícia dos costumes.
Dizem promover a tolerância e acabam por ser os mais intolerantes. As cartilhas educativas são manipuladas, com o dinheiro de todos. Enquanto a educação religiosa ou moral é demonizada, a ideologia de género e outras similares são proficientemente ensinadas por soldados da correcção política. Um jovem só vota e conduz aos 18 anos, mas é livre para tudo o que é fracturante aos 14, 15 e 16 anos.
Tudo isto, evidentemente, sem haver oposição. E, claro está, “a banda Nação”!
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novo porto de díli

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Governo timorense aprova requalificação e comercialização do Porto de Dili
Díli, 28 jul 2021 (Lusa) – O Conselho de Ministros analisou e aprovou hoje um plano para a requalificação e comercialização do Porto de Díli, em modelo de parceira público-privada (PPP) e desenvolvido com o apoio do projeto Tourism for All, apoiado pela USAID.
“O plano prevê a reestruturação e modernização do Porto de Díli, após a transferência das funções de porto de carga para o novo porto de Tibar, e a sua conversão numa marina e porto de cruzeiros”, explica o executivo em comunicado.
“Prevê-se que o investimento neste projeto venha a garantir um grande retorno no aumento do turismo, de investimento privado, de desenvolvimento de negócios e da criação de emprego”, destaca.
Com um custo estimado de cerca de 50 milhões de dólares (44 milhões de euros), segundo dados preliminares a que a Lusa teve acesso, o projeto prevê transformar a zona do Porto de Díli num novo hub de turismo, com várias valências.
O projeto vai ser implementado quando as atuais atividades portuárias forem transferidas para o novo Porto da Baía de TIbar, previsivelmente a partir do próximo ano, segundo dados preliminares a que a Lusa teve acesso.
A ideia tem vindo a ser desenvolvida nos últimos dois anos com o apoio de especialistas técnicos, da autoridade portuária (Aportil) e do projeto Tourism for All, permitindo, quando o projeto for concluído, a requalificação de uma das principais zonas do centro da cidade.
Além de integrar transportes marítimos e urbanos, o novo hub terá zonas culturais, recreativas e residenciais, com o modelo PPP a procurar maximizar os potenciais quer do setor público quer da iniciativa privada.
“Este marco no desenvolvimento turístico de Timor-Leste mostra como o governo, o sector privado e os parceiros de desenvolvimento podem trabalhar em conjunto para o bem coletivo”, refere uma nota da Tourism for All. “Uma vez concluído, o projeto terá um impacto dinâmico no desenvolvimento económico de Timor-Leste, estimulando o investimento e a confiança dos investidores, bem como melhorando a qualidade de vida dos seus cidadãos e oferecendo uma experiência turística emocionante aos visitantes”, sublinha.
O projetor incluirá a criação de uma variedade de instalações à beira-mar relacionadas com o turismo, incluindo espaço para receber navios de cruzeiro e iates, barcos de observação de baleias e mergulho, bem como servir como terminal para serviços de ferry nacionais.
Inclui uma área dedicada ao processamento de passageiros, imigração e alfândegas, com uma ponte pedonal, zonas de estacionamento e instalações de carga.
Uma marina fornecerá amarras para embarcações de pequena e média dimensão e permitirá o embarque seguro e fácil dos passageiros e o carregamento de bagagem, mantimentos e equipamentos, explicam as notas do projeto.
Central a todo o projeto é a circulação pedonal, com passadiços ao longo da orla costeira, com a zona a ser elevada um metro para proteger contra tempestades e inundações, “apostando em técnicas modernas de arquitetura e construção, preservando ao mesmo tempo a identidade cultural de Timor-Leste”, referem os dados do projeto.
O projeto prevê a construção de hotéis boutique, restaurantes, zonas comerciais, cafés e lojas de artesanato e pontos de ligação para viagens para a ilha de Ataúro e outros pontos turísticos de interesse.
Empresas de turismo e mergulho terão a opção de fornecer instalações de reserva na zona, com um centro de informação turística incorporado no plano e espaços para performances culturais, exposições e jardins públicos.
A previsão é de que depois da aprovação inicial pelo Conselho de Ministros do conceito de PPP, decorram trabalhos técnicos adicionais antes do lançamento de um concurso público em 2023.
O processo incluirá um estudo de viabilidade, seleção final do modelo de desenvolvimento, financiamento e parceria, e conceção de infraestruturas, seguido de desenvolvimento de concursos, promoção e emissão.
ASP // PJA
Lusa/Fim
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