Visão | Dióxido de enxofre do vulcão de La Palma chega sexta-feira a costa mediterrânica — Copernicus

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A erupção vulcânica em La Palma, nas Canárias, está a emitir uma elevada quantidade de dióxido de enxofre para a atmosfera, que deverá atingir sexta-feira boa parte do território de Espanha, bem como a costa mediterrânica, alertou hoje fonte oficial

Source: Visão | Dióxido de enxofre do vulcão de La Palma chega sexta-feira a costa mediterrânica — Copernicus

Olivença cada vez mais portuguesa

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Os movimentos que reclamavam Olivença para Portugal mudaram de estratégia usando livros: 1.300 oliventinos requereram a nacionalidade portuguesa. Muitos já votaram nas últimas eleições portuguesas. E a língua voltou a ser ensinada às crianças nas escolas da cidade.

Source: Olivença cada vez mais portuguesa

MORREU NUNO MONTENEGRO

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Teresa Machado Themudo is feeling sad.

Universidade do Porto está a sentir-se triste.
Parte um médico, um professor e um investigador de excelência, mas sobretudo “alguém que defendia com paixão e empenho as diversas causas que abraçou”, grande parte das quais na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto.
́ , (1955-2021)
Descansa em Paz Nuno !
Os meus sentidos pêsames a toda a família!
Deixas saudades….Muitas…
Morreu Nuno Montenegro, um "exemplo de dedicação" à Medicina
NOTICIAS.UP.PT
Morreu Nuno Montenegro, um “exemplo de dedicação” à Medicina
Médico, professor de Medicina e ex-diretor do serviço de Ginecologia e Obstetrícia do Hospital de São João morreu aos 66 anos de idade.
Teresa Machado Themudo and 12 others
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OLIVENÇA NUMA PENÍNSULA NÃO IBÉRICA

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Vou explicar de seguida porque razão os portugueses não são ibéricos e porque jamais poderão fazer parte de uma mesma entidade política e cultural com os outros povos da Espanha excepto com um, os galegos, assim como porque razão o nome da península não pode ser chamada de ibérica.
Apresento um mapa consensual do período pré-romano com os vários povos que habitavam a península aquando da invasão romana, geralmente é este o mapa que é divulgado sendo o mais recente do período pré-romano, depois apresento o mesmo mapa introduzindo-lhe o limite do mundo conhecido antes do império romano se ter expandido da península itálica e antes dos fenícios sequer terem chegado à costa atlântica peninsular e que estava fixado para lá das “colunas de Hércules”.
Por fim apresento o mesmo mapa com a área sombreada a verde do território para lá das colunas de Hércules, que corresponde a toda a faixa atlântica peninsular.
Se se verificar as tribos iberas estavam localizadas junto ao rio Ebro, por isso foram chamadas de iberos pelo gregos, “aqueles que viviam junto a Ebro”.
Pelo mapa se constata que a Este da linha do “fim do mundo” estavam as tribos e povos naturais da península, as tribos iberas e as tribos do nordeste peninsular a que corresponde agora o País Basco, a Oeste dessa linha estavam as tribos e povos celtas que eram “estrangeiros”.
A península inicialmente estava ocupada pelas tribos iberas e do nordeste peninsular mas que nunca se aventuraram a ocupar territórios para lá do “desconhecido” devido às lendas do fim do mundo, quando as tribos celtas, essencialmente galaécios e lusitanos migraram do centro da Europa para a península foram justamente ocupar os territórios desocupados para lá da linha do “fim do mundo”.
Portanto portugueses e galegos descendem de tribos celtas destemerárias que não tiveram medo de ir viver e se instalar para lá da linha do “fim do mundo” contra lendas e mitos antigos, os espanhóis descendem das tribos receosos dessa “fronteira mental”.
Este facto explica muita coisa na maneira de ser de um português e de um espanhol, o português mais aberto ao mundo precisamente por descender de estrangeiros peninsulares e o espanhol mais fechado, é preciso notar que a Espanha para desbravar o novo mundo não deu um só homem capaz de empreender a tarefa, teve que recorrer a dois estrangeiros, Colombo e Fernão de Magalhães, ora não se pode juntar a água com o azeite, a alma portuguesa é completamente oposta pelos seus genes colectivos às almas espanholas.
Mas os espanhóis para justificar algum cimento na unidade dos povos peninsulares defendem a tese celtibera, mas sem referir a sua origem obviamente.
É preciso notar que após nomeadamente as tribos lusitanas assentarem e consolidarem o seu povoamento a Oeste da linha do “fim do mundo” começaram a expandirem-se para Este onde invariavelmente nas suas guerras enfrentavam tribos iberas que por sua vez já se tinham expandido para Oeste desde o Ebro, os celtiberos existiram de facto mas foram uma consequência das guerras entre lusitanos iberos, ou seja foram os primeiros “mestiços” peninsulares resultado de cruzamento de lusitanos e iberos por vias das guerras entre si nos territórios a Este da linha.
Concluindo nós nunca fomos iberos e nunca devemos permitir a que esta península se chame ibérica apenas porque houve um grego que se lembrou de dar nomes em função dessa tribo.
Por curiosidade note-se que Portugal fixou desde sempre as suas fronteiras com os povos de Espanha não ultrapassando essa linha, numa clara alusão de que não queremos misturas com aqueles a Este, os nossos réis eram sabedores da história ou alguém por eles.
Olivença está pois para cá da linha e sempre pertenceu a Portugal até por isso mesmo, os verdadeiros oliventinos tem legado lusitano e não ibero.
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Nível dos oceanos sobe 3,1 milímetros por ano | TVI24

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o nível dos oceanos continua a subir e a registar valores alarmantes em algumas zonas do mundo… os dados foram hoje divulgados no relatório da copernicus e deixam algumas zonas de portugal ameaçadas. nível dos oceanos sobe 3,1 milímetros por ano O nível dos oceanos continua a subir e a registar valores alarmantes em algumas zonas do mundo. Os dados foram divulgados, esta quarta-feira, no Relatório da Copernicus e deixam algumas zonas de Portugal ameaçadas

Source: Nível dos oceanos sobe 3,1 milímetros por ano | TVI24

os inúteis a subirem ao poder

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A CAUSA DAS COISAS
Vi recentemente, aqui pelos meus lados, um clássico da literatura laboral. Um colega com um cv fraquíssimo, pouca ou nenhuma competência e uma mão cheia de nada para mostrar no lado dos resultados, a queixar-se de outro, de inquestionável competência, sincero na abordagem e livre no pensamento.
A notícia que surge no Público sobre a Raquel Varela, com chamada na capa, fez-me pensar nesta dança dos inúteis que se encobrem na sombra do anonimato. E honestamente é para mim uma desilusão. O jornal, note-se, que em tempos foi o meu diário preferido em Portugal.
Há duas coisas que no nosso rectângulo começam a ganhar alguma forma: julgamentos em praca pública e denúncias anónimas com crédito. Neste caso, “vamo lá a ver”, cheira a encomenda, não é?
A Raquel Varela coloca-se em posição de escrutínio todas as semanas. Defende as suas opiniões, que não serão consensuais certamente, em antena aberta. Na RTP, na Antena 1 e em todas as palestras que dá. Tem o CV espalhado por todo o lado, livros escritos e até as provas de agregação foram feitas em directo ( com stream disponível) para quem quisesse acompanhar. Ou seja, sujeita-se a um caminho cheio de cascas de banana, toda a santa semana.
E o mais incrível? Não cai. A mulher não cai. Dir-me-ão que é sorte, coisa do momento, uma espécie de aventureiro que se põe em cima de uma prancha de padel pela primeira vez e…não cai.
Tenho uma teoria diferente. Acho-a uma máquina. Estuda, aprende, trabalha e evolui. Vi e ouvi. Ninguém me contou.
E nisto, com um CV do tamanho do mundo disponível para consulta há anos, eis que dois investigadores anónimos alertam para irregularidades? Anónimos? E isso já faz capa no Público? E quais são as irregularidades? Que repete duas vezes o mesmo livro porque coordenou a edição e escreveu um dos artigos publicados? Por acaso são um e o mesmo trabalho?
O artigo do Público é escrito sem deixar a dúvida, sem qualquer presunção de inocência. Quem lê aquilo fica com a exacta imagem que os anónimos querem deixar. Um machadada na credibilidade de uma profissional competente e um julgamento em praça pública.
Curiosamente, ou não, a notícia sai um ou dois dias depois da Raquel, na TVI, ter defendido um manifesto que condenava a censura feita pelo Público a um artigo do Pedro Girão.
De uma só penada, a capa do Público valida a censura, a sombra do anonimato de dois inúteis e promove (mais um) julgamento em praça pública. Portanto, torna-se oficialmente um braço do Correio da Manhã.
E atentem, pelo número de partilhas, como os leitores do jornal procuram mais essa notícia do que qualquer outra. Claramente a voz dela deve chegar a qualquer lado que incomode…
A Raquel, ajudada pelo Garcia Pereira, terá que lutar agora para repor o bom nome num país onde, como se vê, ser filho-da-puta ainda é profissão.
Não estás só.
May be an image of one or more people, people standing and text that says "FUGAS P3 PSUPERIOR VIVO Série Autárquicas: Dinossauros, mamutes baleias nas eleiçoes autárquicas Helena Pereira Marta Moitinho Oliveira CORONAVIRUS Covid-19 Portugal: mais mortese 780 infecções. Internamentos voltam descer Carmo Infografia PUBLICO UNIDAS Guterres pede cooperação porque mundo nunca enfrentou tantas ameaças" Lusa SIGA-NOS EXICLUSIVO ENERGIA Governo proposqu Galp EXCLUSIVO REPORTAGEM "Ninguém trabalhadores, empresa recusou AUTARQUICAS2021 Metro primeiros hcar para mobilidade habitação, do alterações climáticas que MINUTOS Richard vive pais Voltaire MINUTOS Urgência Torres encerrada "sobrelotação" SUPERIOR Millennium DEMOGRAFIA para concurso da devido erros no currículo MINUTOS do mundo-está encolher mas porque? rocessos discriminaçă imobiliárioP construção de habitação, comércio serviços homossexuais"
A RAQUEL
Vi recentemente, aqui pelos meus lados, um clássico da literatura laboral. Um colega com um cv fraquíssimo, pouca ou nenhuma competência e uma mão che…

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o naufragio da economia verde

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A pegada ecológica da extração e tratamento de metais raros é superior à dos combustíveis fósseis. O processo tem um grande consumo de água e de reagentes químicos altamente poluentes, destrói ecossistemas e polui o ar. Temos de encontrar tecnologias mais produtivas e soluções eficazes de reciclagem e reutilização destes metais.
Opinião do secretário-geral do BCSD Portugal João Wengorovius Meneses
Visão | O naufrágio da economia verde
VISAO.SAPO.PT
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FRANCISCO MADRUGA uma crónica

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“Que Merda!” – como diz a canção.
Foi a Manuela Abreu e Lima e a seguir o João Viana Jorge.
Tive oportunidade de trabalhar com eles no Jornal Norte Popular.
Ficamos sempre Amigos.
O João, tinha começado a publicar umas crónicas no FB sobre as suas participações cívicas e de outra índole, durante o seu percurso da clandestinidade, na Academia do Porto e da sua relação com outros Movimentos e pessoas, mais ou menos conhecidas. Disse sempre que não á hipótese da sua publicação.
Trocamos recentemente livros e falamos pelo telefone. Mantivemos o último encontro na Foz, junto ao mar. Fixei o mesmo João. Altivo, galante, observador e afetuoso.
Não voltamos a falar e não lhe pude dizer que estava a ler os seus livros.
Hoje, ao ler a nota da UNICEPE, lembrei-me… que grande merda, o João não fazia alarde do seu passado. Nunca falava do Opinião, da Unicepe e de outras coisas importantes em que participou. Era humilde no que entendia ser a sua participação cívica. Ele já era alto e não tinha necessidade de se colocar em bicos de pés.
O João Viana Jorge era um “camaradão”. Tinha uma linguagem própria, afetuosa, de rompante, de calão feito bordão.
Lembro uma cena caricata. Estávamos na Augusto Luso a ver as questões para a reunião de direção do Jornal Norte Popular quando a Manuela Abreu e Lima alertou para a falta de cheques.
Fomos então ao Lima5, a casa do João, para recolher os ditos.
De saída, fomos lanchar ao Lima5. Pedimos umas tostas mistas e uns finos e fomos conversando sobre o projeto do Jornal. Quanto tempo se aguentaria? Que deveria ir vendo outras soluções profissionais.
Chamamos o empregado para pedir a conta, coloquei uma nota em cima da mesa e o João cantou de alto:
– Este senhor é meu empregado, quem paga sou eu. Onde é que já se viu um empregado pagar o lanche ao patrão?
O empregado engoliu em seco e pegou na nota do João.
– Pode ficar com a gorjeta!
– Mas João… tu deste ao gajo dinheiro de mais de gorjeta.
– Madruga, patrão é patrão.
Apesar de ter tido possibilidade de ter ido trabalhar para a sua empresa, tal nunca aconteceu.
Fomo-nos encontrando pelo Orfeuzinho, na Rua Júlio Dinis, onde se tinham as conversas mais interessantes e as melhores vistas para o Picadeiro da Boavista.
Até sempre amigo. Até sempre João!
Que merda, pá!
May be an image of 5 people, people standing and indoor
É com profunda tristeza que informamos que faleceu o nosso associado-fundador, nº 3, JOÃO HUET VIANA JORGE.
Nascido em 1939-08-21, era licenciado em Engenharia Química pela FEUP e doutorado em Psicologia pela FPCEUP.
O velório inicia hoje às 18h00 na Igreja de Cristo Rei (Praça Dom Afonso V, 86).
O corpo sairá amanhã, quinta-feira, às 10h00, para o Cemitério do Prado do Repouso.
Chrys Chrystello
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estes bichinhos partem o coco

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3 foot long, tree-climbing Coconut Crabs found on Howland Island – near the 1937 crash site of Amelia Earhart
💡Fun fact, they can crack coconut husks with their claws. This means they can pinch hard enough to break your arm in half
📷via reddit@husker3in4
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vacas vão ter de ir à casa de banho

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“In a few years, all cows will go to a toilet.”
Potty Trained Cows and Bovine Bathrooms Can Mitigate Climate Change
TREEHUGGER.COM
Potty Trained Cows and Bovine Bathrooms Can Mitigate Climate Change
Researchers say it’s possible to potty train cows to help mitigate climate change.
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ESGOTOS ESGOTOS ESGOTOS

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Em S. Roque
Portinho e zona balnear do ilhéu do Rosto do Cão. (São Roque)
Paisagem protegida na Reserva Ecológica Regional, alínea d) do n.º 1 do artigo 9.º do Regulamento do Plano de Urbanização de Ponta Delgada e Áreas Envolventes, ratificado pelo Decreto Regulamentar Regional n.º 37/2000/A, de 14 de Dezembro.
Quem terá sido o “projetista” artista deste disparate?
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NOVO LIVRO DE DOM XIMENES BELO

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MISSIONÁRIOS DA ÍNDIA PORTUGUESA (GOA) EM TIMOR-LESTE,
Dom Carlos Ximenes Belo
Universidade Católica Editora,dezembro 2020 edição em Português
A partir de mais de cinquenta biografias inéditas, o presente volume Missionários da Índia Portuguesa (Goa) em Timor-Leste intenta dar a conhecer o meritório e louvável labor destes filhos da “Roma do Oriente” que, com a sua actividade missionária na ilha “donde provém o sândalo” contribuíram, com devoção e afecto, para a evangelização do povo timorense.
Entre os vários sacerdotes oriundos de Goa, como frades dominicanos, padres seculares ou diocesanos, reconhece-se o mesmo ardor e fé: a de se tornarem mensageiros da Boa Nova em Timor-Leste.
D. Carlos Filipe Ximenes Belo (Uailacama-Venasse, Baucau, Timor português, 3 de fevereiro de 1948), bispo católico timorense que, em conjunto com José Ramos-Horta, foi agraciado com o Nobel da Paz de 1996, pelo seu trabalho “em prol de uma solução justa e pacífica para o conflito em Timor-Leste”.
Bispo-titular de Lorium; Administrador Apostólico emérito de Díli.
You, Henrique José Martins Semedo, José Bárbara Branco and 3 others