Views: 2
Está formalizada a entrada do Grupo Barraqueiro na ilha de São Miguel.
Views: 2
Está formalizada a entrada do Grupo Barraqueiro na ilha de São Miguel.
Views: 0
Views: 4
A aproximação de um anticiclone provocará o aumento das temperaturas. Algumas regiões vão atingir os 40 graus. fim
Source: Após um fim de semana fresco, calor de 40 graus regressa nos próximos dias — NiT
Views: 0
Views: 1
Um ano e meio depois posso afirmar que o luto nunca diminui mas uma pessoa começa a acostumar-se à dor. A dor nunca passa, vamo-nos habituando a viver com ela e com a saudade. O tempo não cura nada, e o luto não diminui..apenas vamos encaixando. Mas a dor não passa, nem as saudades. As saudades, são mais que muitas e surgem a qualquer momento. A saudade vai existir acompanhada por novas vivências. O luto é um processo para a vida. O luto fica sempre assim como a saudade. Temos de saber viver com ele. Mas sentindo sempre que também nós morremos um pouco.
O luto não passa. Tem fases. Em todas estamos vencidos. Em nenhuma há alívio. Quando perdemos alguém que amamos, nunca mais voltamos ao que éramos. O nosso mundo era com aquela pessoa. Sem ela, será outra coisa, outo mundo.
Ajustar-se ao mundo sem a pessoa que morreu é tarefa fundamental ao processo de luto. O enlutado terá de fazer ajustes externos (criar novas rotinas, reajustar velhas, eventualmente desenvolver novas competências, etc), ajustes internos, ligados por exemplo a aspetos da sua identidade que com a perda do outro se alteram, e ajustes espirituais, ligados ao seu papel e propósito no mundo, bem como ao significado da vida.
Outra tarefa passa por encontrar uma forma de manter a pessoa perdida presente na vida do enlutado, adaptando-se à vida sem essa pessoa. Recordar histórias, utilizar objetos que lhe pertenciam, seguir os seus valores, são uma forma de concretizar esta tarefa.
Do ponto de vista psicológico, o luto é compreendido como um processo dinâmico, que não desaparece, mas se transforma ao longo do tempo. A intensidade da dor pode diminuir, mas a lembrança e o significado permanecem. Assim, o luto não é algo que “acaba”; manifesta-se de forma transitória, mudando conforme os eventos e as novas situações da vida, mas sempre presente num qualquer nível. O luto não tem um fim, mas passa por constantes transformações. No início, pode ser uma dor constante e intensa. Com o tempo, a intensidade diminui – e as sensações também vão se transformando.
Como todo o sentimento, o luto pode-se fortalecer ou atenuar, dependendo das novas experiências e do contexto emocional em que a pessoa se encontra. Não se deve buscar um “fim” para o luto, mas aprender a conviver com ele e permitir que a dor se acomode dentro da nossa trajetória de vida, sem nos impedir de avançar.
Views: 0
Views: 2


Views: 0
…visitantes.
Views: 0
Para evitar uma “paragem de digestão”, há quem recomende esperar 3h após a refeição antes de dar um mergulho. Mas será mesmo necessário? Conheça a resposta.
Source: “Paragem de digestão”: mergulhar depois de comer faz mesmo mal? | CUF
Views: 0
Museu de Angra do Heroísmo recebe exposição de Vasco Pereira da Costa – Reportagem RTP Açores
Views: 5
O grupo açoreano Bensaúde Hotels reforça a sua presença no sector hoteleiro nacional com a reabilitação e expansão do Convento da Alpendurada, em Marco de Canaveses, Monumento de Interesse Público.
Source: Douro: Bensaude Hotels entra no Douro com investimento superior a 10 M€ no Convento da Alpendurada
Views: 2
Há semanas tive de recorrer ao 112 pela primeira vez para me transportar e à minha infeção urinária para o HDES modular. Um dos bombeiros fora aluno da minha mulher e o outro lia regularmente o jornal onde publico estas crónicas.
Estive dois dias nas urgências até detetarem a bateria que me infetava o sangue na sépsis que tive e me recambiarem para o velho edifício do HDES. Enquanto estive nas urgências assisti a dezenas de entradas e saídas de doentes e fiquei com a sensação de que se os Centros de Saúde tivessem equipamentos e pessoal, nem metade dos casos viria para aqui (opinião de leigo). Outra coisa que me impressionou foi a quantidade de doentes com demência (quase sempre desacompanhados de membros do núcleo familiar). Chegou a parecer uma cena de um filme dos anos 60!
Fui transferido ao fim do segundo dia para a Enfermaria 1, onde, por coincidência, o turno em serviço era todo da Pneumologia e tinha assistido aos últimos dias da minha mulher, pelo que me senti acarinhado por caras familiares.
Durante a semana e meia que ali passei, cuidado por médicas, enfermeiras (a maioria muito jovem) e pessoal auxiliar, de forma exemplar o que mais me chamou a atenção foi a paciência de todo o pessoal para com os doentes com demência e as suas constantes exigências.
Sei que o HDES tem muitos problemas, deficiências, equipamento decrépito, mas mais uma vez ali fui bem tratado de forma gratuita graças ao deficitário SRS, o que contraria as opiniões negativas que se encontram diariamente nos meios de comunicação e ciberespaço.
Views: 1
Idealiza uma quinta que é, em simultâneo, um “laboratório agrário”.
Source: Açoriana Marta Gouveia ganha prémio de arquitetura Archiprix Portugal 2025 | Antena 1 Açores