Francisco César deveria demitir-se de líder do PS-Açores

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Francisco César deveria demitir-se de líder do PS-Açores
O líder do PS-Açores, dr. Francisco César, é o grande responsável pelo resultado eleitoral na Câmara Municipal de Ponta Delgada. Recusou apoiar a drª Sónia Nicolau, para impor a drª Isabel Almeida Rodrigues, que, como era de esperar, teve um resultado desastroso. Importa salientar que a drª Isabel Almeida Rodrigues é uma pessoa muito digna e fez uma campanha também muito digna, mas revelou cansaço e falta de vocação para autarca. Com a divisão do eleitorado socialista, o PSD conseguiu manter a Câmara Municipal de Ponta Delgada. Esta é a maior e a mais importante autarquia concelhia açoriana, pelo que a derrota humilhante do PS deve ter consequências na liderança do partido nos Açores. Depois de já ter registado uma grande derrota nas últimas legislativas nacionais, o dr. Francisco César mostrou que não tem “dedos” para tocar o “violino” do PS-Açores. A drª Sónia Nicolau, através de um movimento independente após se desvincular do PS, não alcançou a presidência da autarquia, apesar de uma boa campanha, mas afirmou-se como uma personalidade política com notável valor. Dela ainda há muito a esperar. Quanto ao dr. Pedro do Nascimento Cabral, que era recandidato, venceu mais pela divisão que se criou na oposição. O dr. Francisco César, com a sua insensata estratégia, contribuiu muito para a reeleição do dr. Pedro do Nascimento Cabral como presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada.
Alexandre Moniz

O líder do PS Madeira já se demitiu este devia seguir o caminho

NOBEL…José Pacheco Pereira, publicado no jornal PúblicO

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Artigo de Opinião de José Pacheco Pereira, publicado no jornal Público em 11 de Outubro de 2025.
Porque é que Trump nunca, jamais, em tempo algum, deveria ter o Nobel da Paz
Trump nunca fez nada pela paz, fez tudo pelo Prémio Nobel, o que não é de todo a mesma coisa.
Embora o mundo esteja bizarro, caótico, esquisito,
acreditei sempre que seria um absurdo se gente civilizada e com um módico de lucidez
desse o Prémio Nobel da Paz a Donald Trump.
Felizmente tal não aconteceu
e eu imagino a raiva do próprio e dos seus pela recusa,
depois de passar um ano a pressionar tudo e todos a renderem-se ao seu narcisismo agressivo.
Trump nunca fez nada pela paz, fez tudo pelo Prémio Nobel, o que não é de todo a mesma coisa.
E como há sempre um esforço dos “cientistas políticos” para encontrarem racionalidade no que ele faz,
faz-se tábua rasa de que o seu único argumento é a força,
a ameaça, e a pressa (para o Nobel),
e isso pode aparentar resultados a curto prazo,
mas nada que se sustente no tempo.
Aliás, só quem não conhece o Médio Oriente
pode confundir o que é um plano de rendição do Hamas com um plano de paz para a Palestina,
como se verá a curto prazo.
No entanto, havia dez grandes razões para não dar a este homem violento e ameaçador o Prémio Nobel.
Aqui vão:
1. Viola todas as leis, organiza a violência,
deporta pessoas sem julgamento para prisões em ditaduras que suborna,
cria um ambiente de guerra civil.
2. Conduz uma guerra contra aquilo a que chama o “inimigo interno”,
os americanos que dele discordam e exercem os seus direitos cívicos
debaixo da ameaça de despedimentos, espancamento, prisões.
A classificação de “guerra” é dele.
3. Mudou o nome do Departamento de Defesa para Departamento da Guerra,
introduzindo uma linguagem bélica nas forças armadas americanas
muito para além das ameaças à segurança americana.
4. Conduz uma nova guerra contra a Venezuela a pretexto de combater os cartéis da droga,
procedendo a execuções extrajudiciais,
e criando um risco, por exemplo, para os pescadores venezuelanos
que temem sair para o mar e serem tomados por barcos de drogas.
5. Nunca seria possível Israel ter feito o que fez em Gaza sem o apoio de Trump.
O que ele agora diz que quer “remediar” para haver “paz” foi aquilo que ele incentivou,
consentiu e a que fechou os olhos.
Se há genocídio em Gaza há dois responsáveis: Trump e Netanyahu.
6. Traiu e trairá aos soluços a defesa da Ucrânia de uma invasão estrangeira,
impedindo a sua defesa eficaz e estendendo o tapete a Putin,
que ameaça sem nunca cumprir.
A defesa da paz implica que nunca haverá vantagem para o infractor,
e Trump é mais hostil ao invadido do que ao invasor.
7. Ameaçou invadir a Gronelândia, o Canal do Panamá, e outros territórios soberanos,
não de forma simbólica, mas real.
Nunca afirmou que não usará a força para os subjugar.
8. A maioria das guerras com que ele diz ter “acabado” não sabe quais são,
nem se existiam à data em que “acabou” com elas, ou se continuam,
haja ou não haja acordo assinado na Casa Branca,
apoiado por subornos e ameaças,
as suas armas principais.
Uma, entre o Egipto e a Etiópia, não existia;
outra, entre a Sérvia e o Kosovo, está longe de acabar,
embora o truque que ele usa seja chamar “guerras” a todos os conflitos,
mesmo que não tenham expressão militar
ou que, se a tiverem, se tratem de pouco mais do que escaramuças fronteiriças,
que se repetem periodicamente e que tornarão a repetir-se.
9. Nalguns casos, como no conflito entre a Índia e o Paquistão,
os responsáveis indianos literalmente gozaram com a afirmação de Trump de que tinha sido ele a “acabar” com o conflito.
Na verdade, na Casa Branca devem andar a ver catálogos de conflitos pelo mundo inteiro
para que o Presidente tenha mais uma “guerra” com que “acabar”.
10. Sim, acabou com uma guerra,
a que disse que existia entre o Camboja e Arménia,
como ele afirmou no seu discurso nas Nações Unidas.
Acontece que essa guerra não existia,
e seria absurda se alguém visse um mapa ou tivesse a mínima noção de geografia.
Se houver algum dia uma guerra entre o Camboja e a Arménia,
então merece mesmo o Prémio Nobel da Paz porque acabou com ela por antecedência.
Foto: Trump e o Prémio Nobel da Paz 2025, cartoon by Paulo Fernandes.

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“Uma garrafa de água tem uma lista de ingredientes maior que a do vinho. O álcool é cancerígeno, como é que circula livremente?”

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Autárquicas 2025: Há mais de 230 mil açorianos inscritos nos cadernos eleitorais | Antena 1 Açores

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Urnas abertas parta as Eleições Autárquicas.

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…há 20 anos em São Miguel.

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…que é também via de acesso à Fajão do Belo e da Caldeira do Santo Cristo.

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Hamas recusa desarmar-se e não vai assinar acordo pela paz com Costa e Trump no Egito

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Ao que tudo indica, segunda fase do plano de paz para Gaza, que prevê a desmilitarização do grupo islamita, cairá por terra: desarmamento “fora de questão”. Hamas não vai estar presente para assinar o acordo com Israel. Um responsável do movimento islamista palestiniano Hamas disse este sábado que “está fora de questão” o desarmamento deste grupo previsto no plano de paz do presidente norte-americano Donald Trump para pôr fim à guerra em Gaza. “A entrega das armas proposta está fora de questão e não é negociável“, afirmou à agência de notícias France Presse (AFP) aquele responsável, sob condição de anonimato.

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