Cônsul dos Estados Unidos despede-se dos Açores no meio de incerteza sobre continuidade deste consulado – RTP Açores

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…sobre continuidade deste consulado.

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pirâmides dos açores

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NOTA
de imprensa
Datação absoluta confirma antiguidade das pirâmides da Madalena do Pico. Açores
A APIA – Associação Portuguesa de Investigação Arqueológica, vem informar que foi datado do Século X d. C. um fragmento de carvão proveniente da única intervenção arqueológica realizada nas pirâmides da Madalena na Ilha do Pico, apoiadas pela Câmara Municipal da Madalena. (Açores)
Já antes provenientes da mesma escavação arqueológica, tinham sido datados carvões que datavam os períodos de 1450-1500 e 1700 d. C.
A intervenção arqueológica foi realizada em 2013 por uma equipa da APIA ( Nuno Ribeiro, Anabela Joaquinito, Fernando Pimenta) e do investigador Americano Romeo Hristov, em colaboração com outros investigadores dos Açores e de Portugal.
As sondagens foram desenvolvidas no interior de uma estrutura piramidal de degraus já violada, formada por muitas toneladas de blocos de basalto alguns pesando mais de uma tonelada. No interior desta estrutura piramidal encontra-se um corredor de acesso a uma câmara quase quadrada, esta estrutura de planta uterina, subterrânea tem cerca de 5 metros de comprimento da entrada até ao fim. Foram recolhidos durante os trabalhos no corredor do monumento e na câmara, ossos, pontas de seta em metal, anzóis de metal, indústria lítica, fauna malacológica, espinhas de peixe, e uma grande quantidade de restos de fogueiras quase exclusivamente na câmara, ou seja na parte mais afastada da porta do monumento.
A datação agora obtida resulta de um carvão recolhido numa das partes mais profundas da câmara que tem quase um metro de potência arqueológica.
Refira-se que esta estrutura piramidal se encontra próximo de uma outra com quase 13 metros de altura equivalendo a um prédio de mais de 3 andares ( foto da imagem).
Existindo na área mais de 80 estruturas piramidais. Os resultados desta datação e deste estudo vão ser publicados numa revista internacional especializada. Contou com o apoio financeiro e Institucional do projecto de investigação internacional ABORA, sob a coordenação do arqueólogo Alemão Dominique Görlitz. A datação foi efectuada num laboratório da Universidade de Kiel na Alemanha.@destacar

ameixoeira

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a idosa ameixoeira este ano frondosa resolveu não dar fruto, e os seus 8 rebentos espalhados pelo quintal ainda nunca deram fruto

em 2022 deu mais de uma centena que a Nini comeu deliciada pois eram sumarentas e doces, depois veio o aquecimento global em 2023 e 2024 teve floração fora de tempo em novembro e deu umas ameixas bonsai e, fevereiro e em junho e este ano nem isso…

Piloto da TAP diz estar sem ‘toilet’. Torre percebe ‘pilot’ e gera o caos

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Torre de controlo achou que o avião seguia sem piloto e momento de ansiedade tornou-se viral nas redes sociais.

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Crónica: Mariana Silva | Faturas esquecidas? Há uma forma (legal) de refrescar memórias – jornalacores9.pt

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Se já tentou, com toda a paciência, que lhe pagassem o que lhe devem — e continua a receber desculpas ou simplesmente silêncio — saiba que não está sozinho. Muitas pessoas e pequenos negócios enfrentam esta realidade e a boa notícia é que existe uma solução legal, simples e eficaz: o procedimento de injunção. Este […]

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desvendado o mistério da doença do meu gato

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601. desvendado o mistério da doença do meu gato 18.7.2025

 

(esta crónica e anteriores está em https://www.lusofonias.net/mais/as-ana-chronicas-acorianas.html)

Subitamente o meu felino começou a ter sinais do sistema nervoso central (por exemplo, desorientação, descoordenação, colapso ou convulsões), apatia, inapetência, aumento excessivo de sede, salivação excessiva, vómitos, diarreia, dificuldade em respirar, tremores musculares, comportamento alterado, como hiperatividade, bem como outros sinais mais subtis, como redução da micção, pressão baixa, frequência cardíaca lenta ou rápida e aumento ou diminuição da temperatura corporal.

Não restou solução que não fosse levar o gato a uma clínica veterinária devido ao estranho comportamento apresentado depois de ter passado a noite trancado em um armário. Os sintomas eram de extrema agitação, pupilas dilatadas e ritmo cardíaco acelerado.

Depois de realizar alguns testes, os médicos descobriram a presença de benzodiazepinas e cocaína no organismo do animal. Foi colocado numa gaiola, mas estava agitado demais para ficar quieto para que os veterinários pudessem medir a temperatura ou coletar uma amostra de sangue.

Sem os dados necessários, os médicos questionaram o dono se o animal poderia ter sido exposto a plantas tóxicas ou alimentos estragados, quando subitamente o dono lê no jornal “A Polícia Judiciária (PJ) anunciou a detenção de dois homens no Bombarral, distrito de Leiria, e a apreensão de cerca de 800 quilos de areia para gatos impregnada com mais de 200 quilos de cocaína.”

“Os animais são altamente sensíveis aos efeitos estimulantes e simpaticomiméticos da cocaína e da metanfetamina”,

Estava explicada doença misteriosa, e o veterinário teve de descontaminar o trato digestivo (enemas), ou lavar o gato usando uma técnica especial (se o veneno estiver na pelagem). Agora não sei o que fazer com os sacos de areia, não sei se os devolva ao hipermercado ou se os ponha à venda.

 

 

Açores com sete empresas instaladas do setor aerospacial – jornalacores9.pt

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Um total de sete empresas do setor aerospacial estão instaladas nos Açores e mais duas deverão instalar-se na região até ao final do ano, revelou hoje o secretário regional dos Assuntos Parlamentares e Comunidades. Paulo Estêvão falava na apresentação de diversos ‘workshops’ do primeiro encontro regional da Azores Space Teachers Network (ASTN), na Lagoa, ilha […]

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Google constrói edifício de telecomunicações no concelho açoriano da Lagoa – jornalacores9.pt

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A empresa multinacional Google, responsável pelo projeto transatlântico dos cabos submarinos Nuvem e Sol, vai construir um edifício de telecomunicações no Tecnoparque, na cidade da Lagoa, na ilha de São Miguel, informou hoje a Câmara Municipal. Em comunicado, a autarquia referiu que “o gigante tecnológico [Google] irá instalar-se no Lote 32 B do Tecnoparque, numa […]

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MORREU CONNIE FRANCIS

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Singer Connie Francis, a star of the 1950s and ‘60s known for her hits “Pretty Little Baby” and “Stupid Cupid,” has died, her publicist announced.
She passed away on Wednesday at the age of 87. No cause was disclosed.
“It is with a heavy heart and extreme sadness that I inform you of the passing of my dear friend Connie Francis last night,” Ron Roberts, the president of Concetta Records, wrote on Facebook.
Born Concetta Rosemarie Franconero, she grew up in an Italian-American family in New Jersey. She often participated in talent contests and pageants, singing and playing the accordion, as described in her 1984 autobiography, “Who’s Sorry Now?”
May be an image of 1 person, phone and text that says "Singer Connie Francis, known for 'Pretty Little Baby' and 'Stupid Cupid, dies at 87 12 NBC NEWS"

açores, crise da habitação

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A crise da habitação que se vive nos Açores, com especial gravidade em ilhas como São Miguel, tornou-se um dos principais entraves ao desenvolvimento harmonioso e à fixação de população jovem e ativa no arquipélago. A dificuldade de acesso a uma habitação condigna, a preços acessíveis, não é hoje apenas um problema social. É, cada vez mais, um problema económico, demográfico e político.
Apesar de existir uma consciência generalizada da gravidade da situação, a verdade é que pouco ou nada se tem conseguido traduzir em ações concretas que possam fazer a diferença. A razão não está apenas na falta de recursos. Pelo contrário, há terrenos disponíveis, projetos de loteamento aprovados, iniciativas privadas com vontade de colaborar e até zonas urbanas com potencial de crescimento. O problema está na estrutura pesada e descoordenada do próprio sistema.
As entidades públicas, nomeadamente o Governo Regional e os municípios, vivem presas a uma teia legislativa e procedimental que herdaram do pós-25 de Abril. Este quadro legal, concebido com a intenção de garantir transparência e igualdade, tornou-se hoje num autêntico emaranhado que inibe a acção. Governos e câmaras reconhecem a urgência, mas sentem-se amarrados por normas que dificultam qualquer parceria direta com empresas privadas. A construção de habitação social, por exemplo, exige processos longos, concursos complexos e uma burocracia que frequentemente desincentiva os próprios investidores.
Curiosamente, sempre que a iniciativa parte de cooperativas de habitação, os entraves parecem desaparecer como por magia. Este desequilíbrio revela uma falha de fundo: o sistema beneficia modelos formais e rígidos, mas penaliza propostas inovadoras e diretas. Quando uma empresa detentora de terrenos e com projeto pronto pretende avançar com um plano de habitação acessível, os obstáculos são tantos que o mais provável é o projeto morrer na gaveta.
Ainda mais contraditório é o facto de continuarem a ser canalizados apoios públicos para setores como o alojamento local, onde o mercado já se encontra maduro e, em muitos casos, saturado. Em vez de reorientar esses apoios para o setor habitacional de longo prazo, que é onde reside a verdadeira necessidade, o Estado continua a alimentar dinâmicas que agravam o problema.
O que falta, portanto, não são meios nem vontade. Falta um enquadramento legal que permita ao Governo Regional e às autarquias trabalhar lado a lado com promotores sérios e qualificados, estabelecendo contratos de desenvolvimento para habitação que combinem celeridade com escrutínio público. O atual sistema, pensado para outra época, já não serve a realidade presente. A mudança legislativa é essencial e urgente.
Importa ainda reconhecer que este é um problema transversal e não apenas técnico. Trata-se de uma escolha política. A falta de habitação acessível compromete o futuro da Região Autónoma dos Açores. Impede o regresso de emigrantes, bloqueia a fixação de jovens, agrava desigualdades sociais e dificulta o crescimento sustentável da economia local.
A mensagem é clara. Se queremos resolver o problema da habitação nos Açores, temos de começar por libertar quem está disposto a construir. Isso implica confiar mais, rever as leis, simplificar procedimentos e, sobretudo, tomar decisões que permitam ao poder público agir com a agilidade que esta crise exige.
Num momento em que tantos querem contribuir para a solução, não podemos continuar a ser reféns de um sistema que transforma cada boa ideia numa causa perdida.
Boa noite e uma abraços do amigo,