Opinião: Joaquim Machado | The Day After – Jornal Açores 9 O CORVO, TRANSPORTES E A AZIA PS

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A expressão que dá título a esta crónica não é nova, muito pelo contrário. Mas tornou-se simbólica e comum após o filme de Nicholas Meyer, de 1983, transpondo a angústia dos habitantes da pequena cidade Lawrence, nas proximidades de Kansas City, para muitas circunstâncias do indivíduo e das comunidades. Incluindo, obviamente, a política. Creio, aliás, […]

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venha a indemnização

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P: Se você é de um país que foi colonizado no passado, você acha que a nação colonizadora deveria pagar indemnizações ao seu país?
Sim.
R: Sou de Portugal e o meu país foi colonizado por fenícios (os actuais libaneses). Gregos, Romanos, germanos vários, árabes, berberes e vários outros.
Também fomos invadidos por espanhóis e franceses.
Conto com indemnizações dessa gente toda.
Até já estou a pensar no que vou comprar.

o café do laco, de Timor

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Para os amantes de café. Assim também acontece em Timor.
One of the most expensive and sought after Coffees in the world is called “Kopi luwak” or Civet Coffee.
It’s made from Coffee Cherries literally shit out by an Asian Civet. The digestion process causes the beans to ferment making them an extraordinary quality.
Alberto Borges, Maria João Moniz Barreto and 52 others
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Synagoga Sahara Hassamain in Ponta Delgada, Azores

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Thought the group would like this Nós Portugueses visits the beautiful museum Synagoga Sahara Hassamain in Ponta Delgada, Azores
Sinagoga Sahar Hassamain | Paisagens e Sabores
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Sinagoga Sahar Hassamain | Paisagens e Sabores
No próximo Paisagens e Sabores, embarquem connosco numa visita à espectacular sinagoga Sahar Hassamain, uma relíquia de origem judaica situada em Ponta Delga…

Clélio Meneses pede explicações à TAP sobre a falta de lugares para doentes oncológicos açorianos – Rádio Atlântida

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O secretário regional da Saúde e Desporto afirmou hoje nas […]

Source: Clélio Meneses pede explicações à TAP sobre a falta de lugares para doentes oncológicos açorianos – Rádio Atlântida

memória de há um ano

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413. Do Cristóvão de Aguiar, do Francisco Madruga, dos colóquios da lusofonia e das amizades 22.8.2021
Tinha desde há muito para ler em agosto, pretensiosamente fingindo que estava de férias, um dos livros de Cristóvão de Aguiar das suas Obras Completas que eu desconhecia e que decidira ir fruir lenta e devagarosamente para melhor aprender. É o volume X, Memórias e Evocações de Gente com Quem (Con)Vivi com excelentes incursões nas memórias de amizades profundas com Paulo Quintela, Miguel Torga e Vitorino Nemésio.
Porque sou amigo dele (se bem que recente, desde 2009) e sei da sua relação privilegiada com aqueles mestres tenho-me deliciado na leitura e ponderado sobre a importância da amizade e seu caráter intemporal. Conheci o autor quando o convidei para estar presente no 11º e 12º colóquios da lusofonia (respetivamente na Lagoa e em Bragança).
Nessa altura conheci o seu editor Francisco Madruga, um conterrâneo meu transmontano de Vale da Madre, Mogadouro (onde tenho família) com o qual se criaria outra amizade sólida e viria a ser Presidente do Conselho Fiscal dos Colóquios até hoje, além de ter editado várias obras nossas (antologias, ChrónicAçores, etc) e de vários autores nossos associados. O Madruga foi ali lançar essa satírica obra do Cristóvão Os Cães Letrados, que muitos sorrisos me arrancaram.
Com o tempo acabei por conhecer a família do Francisco Madruga, a sua mulher médica e as filhas com quem privamos ao longo dos anos, quer no ambiente dos colóquios (Bragança, Brasil, Macau, Santa Maria, Montalegre, Graciosa, Lomba da Maia, etc., ) quer em repastos de posta mirandesa, matando as minhas saudades da mátria Bragança que ele sempre teve o cuidado de preparar quando passava no norte de Portugal.
A vida, como todos sabem, não tem sido fácil para ninguém nesta pandemia, isolamentos profiláticos, confinamentos, adiamentos e cancelamentos de colóquios, a quebra involuntária dos laços e do contacto fiel duas vezes ao ano nos nossos colóquios, e um sentimento de eremita à força que me tem perseguido. A isto acrescem os cuidados adicionais com a débil saúde da minha mulher e a tentativa de evitar qualquer contágio que a debilite mais, o que criou um afastamento involuntário de contacto humano por razões preventivas.
Dito isto contam-se pelos dedos de uma mão os encontros com pessoas queridas, familiares e amigas ao longo deste tormento pandémico e cada um deles, tem-nos enchido de alegria e da falsa sensação de regresso à vida que nos andam a tirar desde o começo da pandemia.
Pois bem, o amigo Madruga que já conhecia quase todas as ilhas (onde os colóquios foram e não foram) há muito tinha prometido vir conhecer as que lhe faltavam, Flores e Corvo, e sobre as quais perorá, decerto, mais tarde nos seus escritos que vem dando a conhecer como a continuação do seu primeiro livro Histórias (de) Vida.
Logo que a malha apertada das restrições o permitiu assim o fez e marcou encontro connosco no regresso a penates em que passaria a noite em São Miguel. Para o caso não interessa, mas fica aqui a ressalva de que continua a haver “overbooking” e o Hotel para onde reservaram mandou-os para outro na outra extremidade de Ponta Delgada, o que será bom sinal de retoma económica dum setor muito afetado pela pandemia.
Entre as 20 e as 23 passamos três horas de amena cavaqueira recordando inúmeros episódios que ficaram na memória, alguns dos quais não tinham sido presenciados pela sua mulher, filha e genro que connosco jantaram. Uns mais hilariantes, outros mais banais, evocando os nossos patronos Malaca Casteleiro (recentemente falecido) e Evanildo Bechara nestes últimos doze anos. Recordamos momentos alegres com o bon vivant Vasco Pereira da Costa, o Vamberto Freitas, Álamo Oliveira e tantos outros a quem chamamos amigos e que nos ajudaram a construir os Colóquios da Lusofonia.
E durante essas horas enganamos a saudade e vivemos a ilusão da vida como era antigamente. Para isso, servem os amigos e agradeço esta oportunidade de regressar por momentos à memória de tempos idos, apenas enevoada pelas máscaras que usávamos nos intervalos do repasto.
Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713
[Australian Journalists’ Association MEEA]
Diário dos Açores (desde 2018)
Diário de Trás-os-Montes (desde 2005)
Tribuna das Ilhas (desde 2019)
Jornal LusoPress Québec, Canadá (desde 2020)
You, Helena Olga Jesus, Francisco Madruga and 8 others
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sermão aos peixes

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Que queriam que o Marcelo PR fizesse?
Ele, no íntimo, preferia ‘pregar o sermão ‘ aos peixes, porque a nós, fá-lo diariamente.
O problema, é que os peixes não têm a nossa paciência, e não estiveram para o ‘aturar’.
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Passageiros da TAP recusam-se a embarcar em aviões alugados de outras companhias

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“Atraso na entrega de aviões Embraer e pico na procura” têm levado a companhia a recorrer a contratos de aluguer, admite a CEO da transportadora aérea, Christine Ourmieres-Widener.

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Surprise: Its officially confirmed, Earth Has Not One, But Three Moons – Siamtoo

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A team of astronomers in Hungary has confirmed that earth has not one but three moons. As per the Hungarian researchers, these moons are made up entirely of dust, and these mysterious clouds are orbiting the planet 250,000 miles away, roughly the same distance as the moon. Interestingly, a debate over the existence of these two […]

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Max Laughlin and his controversial theory: CERN sent us to a parallel universe?

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Max Laughlin has amazed the world for a few years now with his incredible intellect. Max Laughlin is considered the smartest young man in the world.

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