Empregada de limpeza enganou-se na casa – foi morta a tiro

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Tinha 32 anos e só se tinha enganado na morada. Autoridades locais estão a avaliar se há motivos para acusar um habitante local.

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A Austrália tem agora tanta energia solar que está a oferecer eletricidade gratuitamente

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O governo australiano está a incentivar a população a usar os aparelhos que gastem mais energia — a determinadas horas do dia. Na Austrália, captar energia solar é barato; armazenar o seu excedente para uso posterior é um grande desafio logístico. Mais de metade da população da Austrália, com 27 milhões de habitantes, vai passar a beneficiar de pelo menos três horas diárias de eletricidade solar gratuita, mesmo que não tenha painéis solares instalados nos telhados das suas habitações. Segundo o The Guardian, a medida aplica-se aos residentes de três estados australianos — Nova Gales do Sul, sudeste de Queensland

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também a terra treme no norte de s miguel

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ALGUEM SENTIU … entre ribeirinha e ribeira grande
Atividade sísmica a norte da ilha de S. Miguel
O Centro de Informação e Vigilância sismovulcânica informa que nas últimas 24 horas tem sido registada alguma atividade sísmica a N da ilha de S. Miguel, mais concretamente, num sector entre a Ribeira Grande e a Ribeirinha. Embora a maioria dos eventos se localizem no mar, alguns dos eventos tiveram epicentro em terra, na área de influência do Vulcão do Fogo.
A sismicidade observada até ao momento tem sido marcada por microssismos (ML inferior a 3), tendo o evento de maior magnitude sido registado às 9h35.​
O CIVISA continua a acompanhar o evoluir da situação.

tragam de volta o bidé

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BIDÉ OU PAPEL HIGIÉNICO?
Especialistas de Harvard recomendam trocar o papel higiénico por esta alternativa mais sustentável
História de Vítor Paulo Carvalho.
Durante séculos, a humanidade inventou soluções engenhosas (e por vezes bizarras) para a higiene após a sanita: desde esponjas partilhadas entre legionários romanos até conchas nas Filipinas. No entanto, o papel higiénico tornou-se rei no Ocidente, símbolo de civilização e até objeto de pânico durante a pandemia, quem
não se lembra das prateleiras vazias nos supermercados?
Trisha Pasricha, médica de Harvard, aconselha… abandonar o papel higiénico. Espantoso, não? A base é um estudo de 2022 com estudantes de enfermagem no Japão: as luvas usadas por quem limpava com papel higiénico tinham quase 40 000 bactérias viáveis, enquanto quem usava bidé viu esse número cair quase dez vezes.
Mas agora, especialistas começam a levantar uma questão desconfortável: e se estivermos a insistir num método não só ultrapassado como prejudicial para a saúde?
O que os especialistas dizem sobre o papel higiénico?
Médicos recomendam o bidé, pois um bidé limpa mais eficazmente do que o papel higiénico. A água remove bactérias, resíduos fecais e irritantes que o papel… simplesmente não consegue. E ainda, um estudo de avaliação de ciclo de vida demonstra que substituir o papel higiénico pelo bidé reduz drasticamente o impacto ambiental em todas as categorias, exceto a água.
Para além da questão microbiológica, há também a pele. Pessoas com problemas como síndrome do intestino irritável, hemorroidas ou fissuras anais sofrem bastante com a fricção repetida do papel. E segundo Pasricha, até a recuperação pós-parto pode ser facilitada com um bidé. No fundo, limpar não tem de doer.
Porque o bidé devia ser mais usado?
1. Limpeza
A água é uma arma silenciosa, poderosa e eficaz. Em vez de esfregar com papel higiénico, o bidé alivia cargas incómodas e potenciais irritações, especialmente para quem sofre de hemorroidas ou fissuras anais, ou tem problemas de mobilidade. E convenhamos, uma limpeza suave, precisa e aquosa soa muito mais… elegante.
2. Sustentabilidade
Um único rolo de papel higiénico pode consumir do equivalente de mais de meio kilo de madeira e 22 litros de água, para uma utilização única. Em contraste, cada ato com o bidé utiliza apenas cerca de meio litro de água, com poupança maciça em recursos e resíduos. O LCA («life-cycle assessment») confirma: em praticamente todas as métricas ambientais, o bidé é mais amigo do planeta. Só a água é exceção, mas é um exagero percentual: o total de água é modesto.
3. Taboos culturais
Mesmo com os benefícios evidentes, há uma barreira social. Em muitos lugares, o bidé veio com uma aura de sofisticação, erotismo até, especialmente nos EUA, onde era associado a bordéis na II Guerra Mundial. Mesmo na europa, onde o bidé é comum em quase todas as casa, o papel higiénico continua a ser um velho companheiro, embora menos eficaz. A transição ainda é desconfortável para muitos, mas a ciência não mente.
4 – Vais mudar a tua rotina?
Durante séculos, acreditámos que o papel higiénico era suficientemente limpo. Mas agora sabemos a verdade, ele deixa-nos com milhares de bactérias nas mãos, 10 vezes mais do que o bidé. E não só, o papel tem um custo maior para o planeta, não só em madeira, mas em poluição e desperdício.
Assim, para a nossa pele, o nosso conforto e a nossa carteira, o bidé é superior, suave, eficaz e, a longo prazo, mais económico. Vais continuar a resistir ao charme do bidé ou vais dar-lhe uma oportunidade?

Bidet - Wikipedia

72nd Macau Grand Prix officially opens as Tap Seac Square Auto Show attracts fans – (saudades dos anos em que fiz a cobertura rádio TDM…)

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The 72nd Macau Grand Prix will be held from November 13th to 16th. The Macau Grand Prix Organizing Committee (MGPOC) held an opening ceremony at Tap Seac Square

Source: 72nd Macau Grand Prix officially opens as Tap Seac Square Auto Show attracts fans – Macao SAR Government Portal

Ana Maria Gonçalves assume cadeira na Academia Brasileira de Letras substituindo EVANILDO BECHARA| Agência Brasil

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Ana Maria tornou-se a 13ª mulher a ocupar uma cadeira na instituição fundada em 1897 e a primeira mulher negra eleita para o quadro de imortais.

Source: Ana Maria Gonçalves assume cadeira na Academia Brasileira de Letras | Agência Brasil

“Nicolinas” e “nicolino” passam a figurar oficialmente no Dicionário da Língua Portuguesa – Mais Guimarães

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O reconhecimento formal destas expressões resulta de uma iniciativa do historiador vimaranense António Amaro das Neves, que submeteu ao Instituto de Lexicologia e Lexicografia da Língua Portuguesa (ILLLP) uma proposta de inclusão de três unidades lexicais de uso estabilizado em Portugal, entre as quais figuravam os termos ligados às Festas Nicolinas. Em resposta, o ILLLP comunicou

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Está em Portugal desde 1987, é funcionária do Estado – e agora não existe na AIMA

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A situação insólita de Lilian Kopke, pianista brasileira que deixou de aparecer nos dados da imigração. Sente-se “refém da AIMA”.

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O CAOS SATA

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Temos voos com 50, 70 pessoas ida e volta azores /LIS. Somos obrigados a fazer apesar de darem prejuízo. Temos tarifas interilhas com preço que nem paga metade de uma cadeira. Temos voos para países que o governo quer. Claro que tem de dar prejuízo… Há administrações e administrações! Mas as últimas foram destrutivas para a Sata com ajuda do governo.
Salvem a SATA para o bem dos Açores.

Luna Telles Ribeiro

Tb Temos meninos e meninas metidos em lugares que não se sabe o que fazem e foram metidos pelo PSD e PS… Metidos em lugares de chefia…tb temos trabalhadores que estão de folga e são chamados para trabalhar quando podem chamar quem está em standby. Mas fazem jeitos aos amigos
. Tb temos chefias a mais…

JOVENS E SUICÍDIO: Catarina Valadão Quando o coração apanha pouca rede

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Quando o coração apanha pouca rede
Vivemos na época mais conectada da história da humanidade. Podemos falar com alguém do outro lado do mundo em segundos, enviar fotografias, partilhar pensamentos, pedir conselhos, confessar saudades e, no entanto, nunca estivemos tão sós. É um paradoxo cruel: quanto mais nos ligamos, mais nos afastamos. O Wi-Fi é forte, mas o coração apanha pouca rede.
Os números não mentem, embora falem baixo. Em Portugal, em 2022, cinquenta e três jovens entre os 15 e os 24 anos tiraram a própria vida. Cinquenta e três rapazes e raparigas que, no papel, tinham tudo à frente – menos o apoio para de lá chegar. É o valor mais alto dos últimos vinte anos – 67% eram do sexo masculino. Mais assustador, 23% dos jovens já tiveram pensamentos ou atos suicidas. Estatísticas que parecem frias, até nos lembrarmos que cada número é um ser humano que deixou de viver.
A saúde mental tornou-se a epidemia discreta do século XXI. A ansiedade, a depressão, o medo do fracasso – tudo isso cresce em miúdos que ainda deviam estar a descobrir o mundo, não a sobreviver-lhe. É a adolescência mais cansada de sempre: dorme mal, pensa demais e sente tudo. Vive num mundo em que a felicidade é obrigatória e a comparação é permanente.
Mas há outra parte da história: os pais. Tão ocupados, tão exaustos, tão centrados em sobreviver, que se demitiram – devagarinho – de serem pais. Trabalham até tarde, correm atrás de contas, de metas, de reconhecimento, de qualquer coisa que os prove. Querem dar tudo aos filhos, mas esquecem-se de lhes dar o essencial: tempo, presença, limites, colo. A autoridade evapora-se com o medo de traumatizar; a ternura confunde-se com permissividade.
Entretanto, os filhos crescem sem resistência, sem frustração, sem “nãos” e quem nunca ouviu um “não” em casa, quando o mundo lho diz, desaba. Educar é também frustrar com amor: é ensinar a esperar, a perder, a aceitar. É provocar pequenas quedas para que saibam levantar-se sozinhos. O afeto verdadeiro não é dizer sempre “sim”, é explicar que a dor do “não” é humana.
Os miúdos precisam de adultos que aguentem o choro sem fugir, que saibam escutar sem julgar, que não tenham medo de serem impopulares. Precisam de pais que não estejam apenas presentes fisicamente, mas emocionalmente disponíveis. Porque se os pais não ensinam os filhos a lidar com as emoções, o mundo ensina – e o mundo, geralmente, ensina mal.
As redes sociais mostram-lhes vidas perfeitas, corpos filtrados, amores fáceis. Tudo parece acessível e instantâneo, mas ninguém ensina a lidar com o que é lento, imperfeito, frustrante – com o que é humano. É aí que nasce a solidão: nesse buraco entre o que se mostra e o que se sente. Os jovens não querem morrer; querem que a dor faça sentido. Só que ninguém lhes ensinou a lidar com ela e a esperar que ela passe.
A saúde mental não se cura com slogans nem campanhas coloridas. Cura-se com tempo. Com pais que voltam a ser pais. Com conversas à mesa, sem ecrãs. Com perguntas que esperam resposta. Com adultos que mostram que sentir é normal e que errar não é o fim. Com amor firme, não apenas amor doce.
Vivemos rodeados de notificações, mas quase sem toque humano. Falamos com máquinas que respondem melhor do que pessoas e depois perguntamo-nos porque é que ninguém aguenta. Talvez porque não basta estarmos ligados; é preciso estarmos juntos.
A verdadeira conexão demora, exige paciência, silêncio e ternura. É olhar nos olhos, é ouvir para compreender, é ficar mesmo quando o outro não sabe o que dizer. É educar: esse milagre simples que pode salvar vidas.
Catarina Valadão
Publicado no jornal Açoriano Oriental a 08.11.2025