CAPELINHOS. O Farol «oscilava de uma forma assustadora» | Faial Global

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Diário do Vulcão

Source: CAPELINHOS. O Farol «oscilava de uma forma assustadora» | Faial Global

TRAGAM DE VOLTA A MINHA GERAÇÃO

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May be an image of 4 people, people standing and people playing musical instruments
Ó florzinhas de estufa, ressabiados e Mamadous deste mundo, promotores de ódios fortuitos.. Deixo-vos este belo texto.
Aceitem que dói menos:
A nossa geração foi tolerante e muito, sem sequer pensar nisso.
Vocês sim, inventaram os problemas de género, ódios e fobias.
Somos de gerações que ouviram e amaram David Bowie, Lou Read e que nunca colocaram problemas às preferências sexuais que eles tinham.
Não ligamos a isso e ficamos satisfeitos e felizes porque a música deles nos tocou!
Elton John, Freddy Mercury e George Michael..
Nós também somos as gerações que amavam Led Zeppelin, Deep Purple, Neil Young ou Eagles, sem criar problemas com as suas letras, hoje consideradas machistas!
Quando Boy George surgiu, com a sua imagem diferente, não perguntamos se era gay, hetero ou bi! Apenas curtimos a sua música.
E quando Jimmy Sommerville nos contou sua história de infância, nos emocionamos e cantamos com ele.
Não havia leis que nos obrigassem a sermos solidários ou a mostrarmos posições publicamente.
Não existiam ameaças de sanções ou autoproclamados que nos censurassem quando alguém fazia uma piada sobre algum destes assuntos.
Alyson Moyet era definitivamente gorda, mas ninguém achava que ela valia menos que uma Claudia Schiffer.
Gostaria de entender o que aconteceu entretanto pois, na minha opinião, todos esses censores têm o único efeito de gerar o que censuram. A tolerância nunca cresce por intolerância, mas sim o ódio e a divisão!
Não precisávamos de restrições. A educação que os nossos pais nos transmitiram e valores como assistência, empatia, amor ao próximo e tolerância são reais e infracções traziam desvantagens sociais!
Agora vieram impor-nos um culto de crítica e culpabilização, colocando-nos uns contra os outros!
De: Inga Grimme
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MORREU O BISPO HILTON DEAKIN DE MELBOURNE APOIANTE DE TIMOR

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Timor supporters in Melbourne and everywhere are saddened to learn of the death today of Bishop Hilton Deakin.
Uma das vozes mais constantes da Igreja australiana, especialmente em Melbourne, contra a ocupação indonésia de Timor-Leste, o bispo Hilton Deakin morreu hoje.
Do seu perfil:
Born in Seymour on 13 November 1932 to Arthur and Ruby, the young Hilton Deakin took up his early education at St Joseph’s Finley (in NSW), St Mary’s Thornbury and Parade College East Melbourne.
He entered Corpus Christi College Seminary, then in Werribee, in 1951 and was ordained to the Priesthood by Archbishop Justin Simonds on 27 July 1958. Appointments were many – Moonee Ponds; St Patrick’s Cathedral; Box Hill; Glen Iris and Mount Eliza (as the Parish Priest to the new Parish).
In 1987, Fr Deakin was appointed Vicar General of the Archdiocese. On 30 December 1992, he was named as Bishop for Melbourne (Titular Bishop of Mortlach) and was ordained on 3 March 1993, and appointed an Auxiliary – serving under three Archbishops.
His ministry to the Archdiocese of Melbourne was broad and rich, and included appointments to the Pastoral Leadership Board, Personnel Advisory Board, College of Consultors, the Diocesan Finance Council, Chair of Catholic Capital Grants, Chair of Mannix College Council, Member of the Priest’s Retirement Fund, and ex-officio Member of the Council of Priests. Bishop Deakin was also appointed as Episcopal Vicar for Migrants and Refugees. He held a great love and interest in Church music, and the special work of the St Patrick’s Cathedral Choir.
With a focus on the just provision for under-privileged people, Bishop Deakin ministered for more than 30 years for people who suffer economic, spiritual and cultural deprivation.
During the 1970s he obtained a BA (Hons from Monash University and completed a PhD in Anthropology (Monash) in 1977. These years of study and research, particularly into Aboriginal matters, led to international projects and roles including that of President of Caritas Oceania and Vice President of Caritas Internationalis. He was involved heavily in the affairs of East Timor and the support of the Timorese people at many levels, and did extensive work for the 40th Eucharistic Congress.
In recognition of this extensive work, Bishop Deakin was awarded a Member of the Order of Australia in 2003 along with the Centenary Federation Medal.
Bishop Hilton Deakin retired on his 75th birthday in 2007 and was appointed Bishop Emeritus. In 2008 he celebrated his Golden Jubilee – receiving a congratulatory message from His Holiness Pope Benedict XVI, and further celebrated his Diamond Jubilee in 2019.
After several months of ill health, Bishop Hilton Deakin died peacefully on Wednesday 28 September, 2022 aged 89 years.
A man who was held in deep admiration for the many gifts he so generously shared throughout his long and dedicated service to God’s people.
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UM POETA NO TURISMO

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que beleza a Idade >Média..

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Na Idade Média, não havia escovas de dente, perfumes, desodorantes e muito menos papel higiênico. Excremento humano era jogado das janelas do palácio.
Num dia de festa, a cozinha do palácio podia preparar um banquete para 1500 pessoas, sem a mínima higiene.
Nos filmes de hoje, vemos pessoas daquela época se sacudindo ou se abanando.
A explicação não está no calor, mas no mau cheiro que exalavam sob as saias (feitas de propósito para conter o cheiro das partes íntimas, já que não havia higiene). Também não era costume tomar banho devido ao frio e à quase inexistência de água corrente.
Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, dissipar o mau cheiro que o corpo e a boca exalavam, além de afugentar os insetos.
Quem esteve em Versalhes admirou os imensos e belos jardins que, naquela época, não eram apenas contemplados, mas serviam de banheiro nas famosas baladas promovidas pela monarquia, por não haver banheiros.
Na Idade Média, a maioria dos casamentos acontecia em junho (para eles, o início do verão). O motivo é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; então, em junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável. Porém, como alguns cheiros já começavam a incomodar, as noivas carregavam buquês de flores perto do corpo para disfarçar o fedor. Daí a explicação da origem do buquê de noiva.
Os banhos eram feitos em uma única banheira enorme cheia de água quente. O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho em água limpa. Então, sem trocar a água, os demais chegaram à casa, por ordem de idade, mulheres, também por idade e, por fim, filhos. Os bebês eram os últimos a se banhar.
As vigas de madeira, que sustentavam os telhados das casa, eram o melhor lugar para os animais, cachorros, gatos, ratos e besouros, se aquecerem. Quando chovia, as goteiras obrigavam os animais a pularem no chão.
Quem tinha dinheiro tinha chapas de lata. Certos tipos de alimentos oxidam o material, fazendo com que muitas pessoas morram de envenenamento. Os hábitos de higiene da época eram terríveis. Os tomates, por serem ácidos, foram considerados venenosos por muito tempo, as xícaras de lata eram usadas para beber cerveja ou uísque; essa combinação às vezes deixava o indivíduo “no chão” (numa espécie de narcolepsia induzida pela mistura de bebida alcoólica com óxido de estanho).
Alguém andando na rua pensaria que ele estava morto, então eles recolhiam o corpo e se preparavam para o funeral. Em seguida, o corpo era colocado na mesa da cozinha por alguns dias e a família observava, comia, bebia e esperava para ver se o morto acordava ou não.
A Inglaterra é um país pequeno, onde nem sempre havia um lugar para enterrar todos os mortos. Os caixões foram então abertos, os ossos removidos, colocados em ossários e a tumba foi usada para outro cadáver. Às vezes, ao abrir os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas internas, indicando que o morto havia, de fato, sido enterrado vivo.
Assim, ao fechar o caixão, surgiu a ideia de amarrar uma alça do pulso do falecido, passando-a por um orifício feito no caixão e amarrando-a a uma campainha. Após o enterro, alguém foi deixado de plantão ao lado do túmulo por alguns dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria soar a campainha. E seria “salvo pelo gongo”, que é uma expressão popular que usamos até hoje.
Douglas Brizzante
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Livecon Consórcios, Rafa confeiteira. and 21K others
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lavem os pecados mas sem direito a 70 virgens

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O homem da lavandaria.
Patriarca russo diz que sacrificar a vida na guerra lava todos os pecados
JN.PT
Patriarca russo diz que sacrificar a vida na guerra lava todos os pecados
O patriarca ortodoxo russo Kirill afirmou que os russos que sacrificam as suas vidas no campo de batalha na Ucrânia têm lavados “todos os seus pecados”.
Samir Delgado and 8 others
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Voo da Colômbia para Londres desviado para os Açores

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Um avião da Avianca, que voava de Bogotá para Londres, teve de aterrar na ilha Terceira, no arquipélago dos Açores, devido a um problema técnico, avançou a companhia aérea colombiana.

Source: Voo da Colômbia para Londres desviado para os Açores

Diário As Beiras – Timor-Leste apoia reabilitação dos Estaleiros Navais na Figueira da Foz

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Santana Lopes e a administração do Porto da Figueira da Foz receberam, ontem, uma delegação dos acionistas dos estaleiros navais Atlanticeagle, liderada por Mário Alkatiri, ex-primeiro-ministro de Timor-Leste e primeiro presidente da Região Administrativa Especial de Oe-Cusse Ambeno.

Source: Diário As Beiras – Timor-Leste apoia reabilitação dos Estaleiros Navais na Figueira da Foz