PARABÉNS LELOUCH

Views: 1

 

 

Feliz Aniversário, Claude Lelouch!
Claude Lelouch, o realizador francês de ” Um homem e uma mulher”, faz hoje 85 ANOS
Em 30 de outubro de 1937 nasceu Claude Lelouch, argumentista, produtor e cineasta francês. Dirigiu filmes como “L’Amour avec des Si” (1964), “Um Homem, Uma Mulher” (1966), “Viver por Viver” (1967), “Loin du Vietnam” (1967), “O Homem Que Eu Amo” (1969), “Um Homem Como Poucos” (1970), “L’Aventure C’est L’Aventure” (1972), “A Dama e o Gângster” (1973), “Toda uma Vida” (1974), “Le Bon et les Méchants” (1976), “Se Tivesse Que Refazer Tudo” (1976), “Outro Homem, Outra Mulher” (1977), “Roberto e Roberto” (1978), “Retratos da Vida” (1981), “Viva la Vie!” (1984), “Um Homem e Uma Mulher: 20 Anos Depois” (1986), “Itinerário de um Aventureiro” (1988), “Os Miseráveis” (1995), “Mulheres e Homens – Modo de Usar” (1996), “Hasards ou Coïncidences” (1998), “11 de Setembro” (2002), “Amantes e Infiéis”, (2002) “Crimes de Autor” (2007), “Esses Amores” (2010)
Chrys Chrystello
Like

Comment
Share

ode a são miguel 2011

Views: 0

O dia radioso como foi apanágio neste verão. A terra lançada como grão de poeira, é um mero escolho no Grande Oceano, a colorir o mar em tons de verde, a cor da ilha. Neste matrimónio desigual, a terra é finita, mais nova e apelativa, saída das entranhas do fogo, em eflúvios de magma, a mágica lava que encanta e seduz, à distância segura de um qualquer abrigo. O mar, condescendeu a envolver a ilha num manto de espuma, a burilar as abruptas escarpas, numas baías acedeu a depositar areia fina e enegrecida, sem jamais deixar de as banhar, pondo e tirando a seu bel-prazer. Para resguardar o brinquedo não dotou a ilha de angras, dificultando o acesso a corsários, obstando a que a perturbassem com seus botes. Nem sempre com sucesso, que a arte da pirataria tinha meios de violar as ilhas que se querem sem invasores. Repeliram investidas de fenícios, berberes, corsários, franceses, ingleses e outros, remetidos à proveniência depois de raziarem as terras, tomarem cativos para escravos e usando as mulheres para fins soezes como era hábito. Os que ficaram, tementes a deus, escravos dos elementos, volveram a cultivar a terra, arando os solos úberes, que a fúria dos fogos e tremores das entranhas ia vomitando, tentando aplacar a fúria e o castigo divino com preces, procissões e romarias.

Na ilha micaelense, olham para o umbigo, seja de vacas leiteiras que poluem montes, lagoas e ribeiras, sejam campos de milho, batata, beterraba, inhame, que as generosas chuvas insistem em regar de forma copiosa, até conseguirem mais do que uma colheita.

Não se pode confiar no mar que os invernos agrestes trazem ventos e marés de virar barcos, como em março 2011 o “Ana da Quinta”, de Âncora que desapareceu sem rasto, a 150 milhas das Flores. Não houve contacto e nunca apareceu.

Enquanto noutras ilhas as pessoas vivem do mar e para o mar, nesta, de costas para ele, ignoram-no, esquecem o único passaporte de saída para a alforria do feudalismo que impera e as agrilhoa. Na baía dos Moinhos sem baleias, golfinhos ou tubarões, as ondas cumprem o ritual lunar. Parado, a vê-las deixo-me encantar com a cadência incerta que as leva para onde só o pensamento conta e a vontade dos homens não domina. Hoje, nem náufrago nem perdido, mero marinhante, embalado pelos ventos, à deriva. Gostava de perpetuar momentos destes e torná-los permanentes, libertar-me da escravatura que nos impõem como preço de viver.

Neste paraíso que o inverno torna inclemente, as palavras fluem e vêm desaguar numa qualquer folha de papel. A mente liberta-se das peias do quotidiano e voga, como se viver fosse útil ou necessário. Por vezes, preciso sair das ameias do “castelo” e libertar-me da prisão sem grades que as ilhas tendem a ser. Podemos ser livres. Não precisamos de voar como os pássaros, nem nadar como os peixes, basta mar e sol, e a mente a vaguear no salgado eflúvio. A ilha é linda, mas, digo-vos, do outro lado só há mar.

Ouço as ondas aqui

onde o mar é rei

e senhor de todas as horas.

fui ao lado outro da ilha

lá onde nunca ninguém vai

e vi que era verdade

só há mar, nada mais

por todos os lados menos por um

Francês abandonou jantar com americana porque ela não comia glúten nem bebia álcool – Relacionamentos – MAGG

Views: 0

https://magg.sapo.pt/assets/static/instagram_embed.html?url=https://www.instagram.com/p/CkTnjC_JfIX/

Renan Pacheco, um ator francês a viver em Los Angeles, Estados Unidos, descreveu no TikTok o “desastre” que foi o encontro com uma mulher norte-americana chamada Kimberley. Vídeo tornou-se viral.

Source: Francês abandonou jantar com americana porque ela não comia glúten nem bebia álcool – Relacionamentos – MAGG

angola desastre

Views: 0

ANGOLA
CARMONA
.
Aeroporto de Carmona – Uíge, não resistiu as chuvas da semana passada e sucumbiu, praticamente só a torre de controlo permaneceu em pé, mas com a alvenaria altamente danificada…

Milhares excluídos do apoio apesar de entregarem IRS

Views: 1

Fisco recusa atribuir os 125 euros a contribuintes sem rendimentos e que não estão inscritos no centro de emprego. Deco critica violação do princípio da igualdade.

Source: Milhares excluídos do apoio apesar de entregarem IRS

crimes de guerra

Views: 2

Para não se esquecerem cada vez que acharem que a Ucrânia deve ceder… Leiam bem o relatório!
May be an image of 3 people and outdoors
Recently the UN has published a report of Independent International Commission of Inquiry on Ukraine, which was investigating war crimes and human rights violations happening during Russian invasion in February-May 2022 in parts of Kyiv, Chernihiv, Kharkiv, and Sumy regions of Ukraine occupied by the russian army.
I think, everyone has to familiarize themselves with the contents of this document, which can be found here: https://www.ohchr.org/…/a77533-independent…
The number of registered russian war crimes is vast and the character of those is absolutely mind boggling. While I think that all of the sections have to be read by everyone, I would like to draw your attention to the one called “Sexual and gender-based violence”. Here is just an excerpt from the opening of it:
“88. In the period and locations under review, the Commission has been investigating cases of rape committed by some Russian armed forces soldiers in localities that came under their control, which are war crimes. Victims range from four to over 80 years old. Perpetrators raped the women and girls in their homes or took them and raped them in unoccupied dwellings. In most cases, these acts also amount to torture and cruel or inhumane treatment for the victims and for relatives who were forced to watch. Other incidents of sexual violence were also documented against women, men, and girls. The Commission continues to investigate the extent to which sexual and gender-based violence constituted a widespread pattern.”
I recommend everyone, who suggests Ukrainians to make concessions to russia, to read these lines again, if your opinion does not change, then do it again, and go through the whole section in the report. If this does not help, then just imagine that the data in this report is only about February-March and only about several regions, how much more of these has happened after that, how much more of horrors like these are happening now in the occupied territories just as you read this text…
When you suggest to give up territories to russia, you suggest to condemn the inhabitants of those territories to the life in terror, why would anyone in their clear mind do that?
The current russian war against Ukraine is a genocidal war, the evidences for that are overwhelming. I recommend you to watch a speech by Timothy Snider at the conference International Law Against Genocide: https://youtu.be/5wUWN2am8QI
Not only russian regime, not only russian soldiers and propagandists are guilty for this genocide, but people, who retranslate messages of russian propaganda on the West, as well as the companies which keep working in russia like Ecco and Rokwool are aiding russia in executing genocide of Ukrainians.
Russian regime and army have to be stopped and the only way to make it happen, is to ensure the defeat of the russian forces on the battlefield, unfortunately, current russian regime understands only the language of force.
You