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NOTÍCIAS || LUSOFONIA em destaque || Annabela Rita recebeu o Prix Littéraire “Personnalité de l’Année” – 2022 | Revista AUTORES da SPA | VIII Congresso Internacional sobre Culturas | Bolsas CRIAR LUSOFONIA | João Morgado no Ubud Writers & Readears Festival

From:

Academia LLC <academia.divulgacao@gmail.com>

Date:

7/11/2022, 2:32 pm

To:

undisclosed-recipients:;

 

Annabela Rita distinguida com o

Prix Littéraire “Personnalité de l’Année” – 2022

“pour l’excellence des oeuvresem França (Louvre, 2022).

 

Outorgantes:

Académie LUMINESCENCE (França), Association Internationale des Écrivains et Artistes du Brésil, ArtCom (Noruega)

Lembramos que a professora e ensaísta da Faculdade de Letras de Lisboa foi recentemente distinguida em França (Prix Littéraire Jules Verne 2022), Áustria (DIAMANT Der Kuntle and Bildung Austria/ Prémio Diamonds de Artes e Educação – Áustria), Brasil (Prémio LITERARTE2022 e a Medalha de Destaque Literário 2022; Académica Correspondente Internacional da Academia de Letras e Artes de Fortaleza), Galiza (“Certificacion de Homenaje, Honor, Merito y Valor” & estatuto de “Membro Académico Internacional” do Círculo de Escritores da Galicia). »»»

O TRIPLOV dedicou-lhe o “TRIBUTO A ANNABELA RITA”, um número especial da SÉRIE VIRIDAE sob o signo do que Miguel Real designou por “a revolução operada por Annabela Rita”

 

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SPA: REVISTA AUTORES | DIGITAL Nº 8

Veja Aqui

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chamada de trabalhos, disponível aqui

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A partir de 1 de novembro estão abertas as candidaturas para o concurso Bolsas Criar Lusofonia, gerido pelo Centro Nacional de Cultura com o apoio do Ministério da Cultura.

Este programa tem por objetivo a atribuição de Bolsas no domínio da escrita, para cidadãos oriundos de países da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa.

»» mais informações e regulamento aqui

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NOTA DE IMPRENSA PARA DIVULGAÇÃO

ESCRITOR PORTUGUÊS JOÃO MORGADO
DEFENDEU A LÍNGUA PORTUGUESA NA INDONÉSIA

Por: Ígor Lopes

 

 

João Morgado, escritor e presidente da Casa do Brasil – Terras de
Cabral, participou no Ubud Writers & Readears Festival, que decorreu de
27 a 31 de outubro, em Bali, na Indonésia. Durante o evento, Morgado
defendeu que “a história não é fixa, vai mudando. O nosso trabalho é
mudar as perguntas para que a história nos mude as respostas”.

No painel “Looking to the Past: Writing about History”, João Morgado
ressaltou a necessidade de ir além da “história oficial dos povos” e
“humanizar o passado” para além do elencar de datas e acontecimentos.
Neste que foi o último dia deste evento internacional, contou com a
presença da embaixadora de Portugal em Jacarta, Maria João Lopes
Cardoso.

A presença do autor português neste que é considerado o maior
festival literário da Ásia teve o apoio da embaixada de Portugal e do
Instituto Camões. João Morgado lançou o seu livro “Surga Laut”,
versão em bahasa indonésio da obra “O Céu do Mar”, editado pela
Amazon australiana. O livro serviu de mote para a sua participação
numa tertúlia no bar Boliche, em Ubud, que contou com outros autores
internacionais para falarem de viagens não exploradas — The Uncharted
Voyage.

“A morte ainda é uma viagem desconhecida, que por isso fascina a
literatura. Ainda inventamos céus para pacificar as almas dos que
permanecem vivos!”, defendeu o autor.

No painel “O Poder da Poesia” houve ainda tempo para ler poesia em
português. Para compreensão de todos os que estavam no auditório, os
poemas foram traduzidos para inglês por uma portuguesa que vive em
Bali, Sílvia Barros, mas João Morgado fez questão de os ler em
Português.

“Por si só, a nossa língua já é carregada de poesia, mas que não
entendam o que se diz. É como ouvir fado, há um sentimento que vai
para além das palavras. A reação das pessoas foi excelente! Estava
presente uma portuguesa, da Madeira, que foi aos dois anos de idade para
a Austrália. Não falava português, mas emocionou-se com a leitura.
Por vezes andamos quilómetros para sentir um pedaço da nossa casa —
disse ela”.

ÍGOR LOPES
Agência Incomparáveis
T: 925690018

Contactos do escritor
João Morgado
T: +351 968812971
mail@joaomorgado.net
www.joaomorgado.net [1]

Links:
——
[1] http://www.joaomorgado.net

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ENVELHECIMENTO Diz Lídia Jorge:

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ENVELHECIMENTO
Diz Lídia Jorge:
” Nem todos envelhecem de igual modo. Há quem envelheça com raiva, e outros com despeito, e outros sentem-se vítimas de uma melancolia sem fim, e há quem não sinta nada disso porque simplesmente deixa de ter consciência. A maior parte, contudo, pelo que me é dado ver, quer viver, continua a ter objectivos, faz amizades, sonha com o amor, ri-se e troça. Resiste, debate-se, discute, envolve-se com o andamento do mundo, cumpre um tempo comum. “
In Jornal de Letras, 19 de Outubro 2022, pág.9.

LUIS FILIPE SARMENTO

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O observador tenta recordar-se de quem afirmou que é preciso acreditar em alguma coisa para se ser grande. Procurou e encontrou. Foi Almeida Garret. E transferiu a ideia para estes jovens espalhados por vastos territórios, isolados de conceitos passados, promovendo o corte radical com a geração anterior. Eles acreditam nas suas microcomunidades, creem no amor que nutrem entre si como um novo desenho de família, de relação, como uma nova estrutura que quer combater o que mais os aflige: a hipocrisia do mundo sobre a sua própria existência. Eles não querem ser réplicas dos erros passados. Eles estão a inventar uma nova linguagem que deixou de estar ao alcance dos pais que, aflitos na sua ignorância e incompetência, os agridem com enxovalhos, com imposições segundo os seus critérios – que os jovens repudiam –, com proibições anacrónicas, com ameaças escutadas pelos seus pais quando eram igualmente jovens e que agora replicam como se fossem leis inabaláveis da boa educação. Não são. Nem nunca foram. Não conseguem entender e não querem fazer o mínimo esforço para compreender que os seus filhos, no fim da adolescência ou jovens adultos já, não têm qualquer interesse nos padrões de vida proclamados pelos pais. Estão a criar um mundo novo, que lhes pertence no seio dos pequenos grupos que constituem como defesa dos ataques a que estão sujeitos por uma sociedade incapaz de interiorizar que o mundo mudou radicalmente nos últimos quinze anos. Eles são a nova sociedade que em poucos anos transformará a ideia de civilização que configurou as gerações dos últimos dois séculos. Esta foi a sua grande descoberta: não querem continuar com os modelos falidos de uma civilização que não soube sair da barbárie. Eles não querem guerras nem intrigas nem fome nem desigualdades entre os humanos nem fronteiras nem tudo o que está errado e que foi proclamado pelas gerações que os antecederam. Eles não querem que os incomodem. A sua organização ultrapassa em anos-luz tudo o que os progenitores calcinados no passado poderiam imaginar na sua melhor bonomia para entender filhos que nunca conheceram.
Num rápido olhar, estes jovens organizam-se em grupos de quatro ou de seis, talvez oito, nunca mais do que oito, o que é raro, e estabelecem protocolos entre si que, na sua visão de futuro, serão para sempre. Juntam-se por afinidades, gostos, amor, desejos, projectos, sonhos, corpo ideológico até, desde muito cedo, desde os quinze ou dezasseis anos, e cortam radicalmente com os pais que, para eles, são os representantes próximos de um mundo castrante, que nunca tiveram a coragem de confrontar. Admitem, contudo, que há algo que os aproxima mais aos avós do que aos pais. Os avós eram jovens na década de 1960 e 1970, alguns ainda testemunharam a revolução estudantil de Maio de 1968, em Paris, ou o gigantesco concerto rock em Woodstock, na América, que deixaram crescer os cabelos contra as normas impositivas da ditadura, que acreditaram e praticaram o amor livre, que gritaram «make love not war», que acreditaram no «flower power», na emancipação da mulher, que lutaram contra todos os senhores da guerra, fosse na África colonizada fosse no Vietnam, fosse onde fosse, mas que, perante circunstâncias tão adversas, se deixaram submeter às leis de sobrevivência promovidas pela grande finança mundial; e foram absorvidos por um ritmo de vida em cuja harmonia nunca se sentiram confortáveis. É por estas e por outras que os jovens sentem uma grande ternura e afecto pela loucura dos avós, acham graça às suas aventuras com drogas, às suas trips, aos anos loucos do rock’n rol, e desprezam profundamente aqueles que na geração seguinte traiu os seus ideais de libertação, ou seja, os seus pais perdidos na ignorância do dinheiro, do futebol, da frivolidade das televisões, alimentando este cânone desviante sem moverem uma palha para que as sociedades fossem mais solidárias, mais cultas, mais fraternais, mais inclusivas. Não, não mexeram uma palha, estão-se a cagar. E admiram-se que não conseguem comunicar com os filhos que estão nos antípodas do seu modus vivendi. E que estão a criar entre si um novo mundo, originado nas suas microcomunidades cuja linguagem é inacessível a todos os que estão fora dela. Eles acreditam em alguma coisa ao contrário dos pais que nunca acreditaram em nada para além do seu pequeno umbigo. Commedia.
Luís Filipe Sarmento, «Commedia», 2022
Pode ser um grande plano de 1 pessoa
Artur Arêde, Luis Cardoso de Noronha and 115 others
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