o piso na estrada das furnas (lagoa)

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A Estrada Sul – S. Miguel
Depois de um fim-de-semana bem passado no Vale das Furnas, iniciámos o regresso a Ponta Delgada pela Estrada Sul.
O dia estava chuvoso e enevoado, com as cautelas que o piso, em paralelepípedo, recomenda por se encontrar escorregadio pelo desgaste do seu uso em muitas décadas da sua existência, rapidamente nos apercebemos da ratoeira por onde circulávamos: os lençóis de água que se juntavam provocando enormes lagos; a folhagem das plantas que ladeiam a estrada em abundância no chão; os buracos da estrada e galhos de árvore escondidos pela água; as curvas e contracurvas que tinham de ser executadas com prudência redobrada; os autocarros com turistas, os turistas que por ali circulavam a pé, devidamente equipados para a chuva, e outro tipo de veículos com os quais nos cruzávamos. Tudo isto, eram e são fragmentos de uma enorme armadilha que representa o troço da estrada entre a Lagoa das Furnas e a freguesia de Furnas. Senti medo!
É esta estrada uma das principais vias de acesso à Lagoa das Furnas, à freguesia de Furnas, ao Vale das Furnas, um dos pontos principais turísticos da ilha e dos Açores, pela sua formação geológica única, pela integração do homem e a natureza indomável, pelas águas termais e lamas medicinais, pelos seus belos jardins, pela sua famosa gastronomia; tudo isto usado e bem pelo homem em oferta distinta ao turista que nos visita. Saí maravilhado deste paraíso! Uma mina de ouro nas receitas e no enriquecimento da ilha e da Região.
A insegurança vivida neste troço de estrada é lamentável. Coloca em risco a circulação de pessoas e bens e em nada enobrece tão nobre destino turístico!
May be an image of nature, road, grass and tree
Manuel Moniz and 77 others
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  • Bruno Botelho

    Esse troço de “calçada” é, realmente, muito traiçoeiro ou perigoso em dias de chuva. E para quem vai de mota pior. Além disso, está em mau estado, com remendos e diversas irregularidades. Há muito que merece a melhor atenção a quem de direito.

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  • Tiago Santos

    Faço este percurso diariamente há mais de 10 anos. Apesar da calçada não estar nas melhores condições, e efetivamente precisar de reparação, a maior parte dos acidentes que tenho assistido acontecem entre a calçada e o cruzamento para o castelo branco.
    Na minha opinião, é esta a parte mais perigosa do percurso.

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  • Rafael Soares

    um estágio na estrada das caldeiras da ribeira grande resolve o “medo” de andar nessa

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  • Alda Medeiros

    Lindíssima foto,quando está húmido e chuvoso os verdes adquirem uma tonalidade especial. 🤩
    May be an image of flower, road, nature and tree

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  • Jose Pacheco

    Se a entidade que tem a alçada daquela estrada quer manter aquele troço, que crie condições só par percurso pedonal e ciclovia e faça um bypass alternativo em condições para o transito em terreno ao lado. É a minha opinião, vale o que vale.
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  • Joao Brito Sousa

    Não sei do que as autoridades competentes estão á espera de alcatroar esta estrada, perigosa como ela é!!
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    • 4 h
  • Rui Medeiros

    ” Medo ” 🤣🤣🤣
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  • Cristina A Pimentel

    Odeio esse troço de estrada, na minha família já houve dois acidentes. Prefiro ir a pdl pela costa norte do que ter de atravessar essa ratoeira.

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    • 3 h
  • Miguel Bettencourt

    Falta aí no texto os remendos em alcatrão… e a sinalização provisória que se trocou permanente!
    Nem rosas… em décadas… nem laranjas projectos se ouve.
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    • Carlos Nuno Lopes

      Miguel Bettencourt experimenta fazer a estrada para o Monte Escuro… Ou se tiveres muita coragem… O “trilho” turístico que liga as caldeiras da Ribeira Grande ao turístico spot das Lombadas. Ou então… A prova de buracos e remendos que é a estrada para a Lagoa S.Bras.
      Ambas as estradas são usadas por muitos turistas…
      Esta estrada das Furnas até parece uma pista quando comparadas com lombadas/monte Escuro ou S.Bras
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  • Luís André Melo

    E os remendos e buracos na calçada?
    Uma vergonha autêntica.
    Acabem com esta calçada e metam asfalto.
    Que acabem com a desculpa de património de lixo.
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    • 2 h
  • Jorge Almeida E Sousa

    Trocar calçada por asfalto na envolvente da Lagoa das Furnas é um erro . Façam as reparações necessárias e coloquem a sinaletica de piso escorregadio . A andar na velocidade adequada ninguém tem acidentes ali .

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    • Antonio Tavares

      Jorge Almeida E Sousa Caro Jorge, dizes isso porque não fazes a mínima ideia do barulho constante que as viaturas fazem com a calçada na Lagoa das Furnas. No verão torna-se insuportável. Estás convidado para passar duas horas no local para mudares na hora de opinião. Abraço

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    • Luisa Câmara

      Jorge Almeida E Sousa crescemos assim ainda cá estamos vão devagar.
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      • 1 h
    • Zinha Baptista

      Jorge Almeida E Sousa concordo estas calçadas fazem parte do nosso ptrimónio para betão já temos as vias rápidas
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      • 50 m
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  • Rafael Isidoro

    Nós condutores temos que nos adaptar às condições da estrada e condições meteorológicas para conseguirmos chegar ao nosso destino , seja esta ou outra estrada a competência de circular em segurança é nossa e só nossa …
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    • 2 h
  • Ruben Melo

    Não pode é património para o governo e mal passam por aí 👌
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    • 1 h

Opinião: Rui Martins | O contributo serôdio de Vasco Cordeiro – Jornal Açores 9

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Vasco Cordeiro, talvez agastado por lhe ser imputada a responsabilidade de não ter feito propostas de alteração ao Plano e Orçamento da Região Autónoma dos Açores para 2022, que considerava péssimo para os Açores e para os açorianos, decidiu agora apresentar contributos. Pensava eu que seria para 2023, para não incorrer no mesmo pecado de […]

Source: Opinião: Rui Martins | O contributo serôdio de Vasco Cordeiro – Jornal Açores 9

LUIS FILIPE SARMENTO

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Não é a primeira vez que acontece. Quando decidi fazer um pequeno intervalo na escrita de «Commedia» enquanto fumava um cigarrinho artesanal e olhava para o tecto do cérebro, de olhos bem fechados e abertos ao imprevisto, surgiu-me um novo livro, já com título, «ÁCIDO». Pus-me de novo ao teclado e deixei que as potenciais cenas do livro se concentrassem no texto Zero. Parece que está lá tudo. Ainda não sei. Ora vejam lá se vos parece bem.
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Há ali uma aluvião. Uma merda. Pequena catástrofe do intelecto. Dois tiros. A coisa resolve-se. A aldeia aos gritos. Chega à cidade. O que importa é o café. Três amantes no duche. A claridade da chuva. O risco de ficarem secos é medonho. As ruas atravessam charcos e os doentes espalham-se nas curvas apertadas. A transparência da indiferença. Por que não uma bomba? Os pedintes testemunham aos microfones. São notícia aos farrapos. E na praia um gin tónico concede ao cliente um toque de contemporaneidade. Incham colhões de biquínis nas rochas nudistas. Também há bandeiras para todas as cores. Micoses. Artefactos médicos no canto impúdico. Falsamente solitário. Remessas de emigrantes para pagamentos externos. Chega a noite ao cais, os transportes iluminados de uma pobreza feliz cantam como se as cantorias os libertassem. E libertam. Os transportes. Este é um mistério ancestral. Cantam inundados de esgoto. O preço é um cartão de visita para o impossível. Sem acesso. Raios e Aspirinas contra a contrafacção do enfarte. Iludem-se nas campanhas. Felinas e passerelles como se nada. Há um machado em néon para quem pensa. Anunciado o desastre corre o sangue metafórico na notícia dos especuladores. Na dobra do colar ocultam-se ácidos para uma festa íntima garantida. Um solo de guitarra e pouco mais para um momento inesquecível. Até que a morte. Raspam-se sexos para que tudo fique mais nu às línguas suculentas do festival agridoce da pele. Com quem? Sem face nem máscara. A identificação não faz sentido. Nada faz sentido. O sentido está em desuso. Coisas do passado. Segue e siga para o advento do novo espelho. Sim, temos pena. Dizem os abençoados pela distracção. E riem-se. Colares e amendoins. Decotes e nas mãos os olhos trementes e injectados de ácidos. Lubrificantes para o esquecimento. Ressacas. Faz parte do hediondo espectáculo. Mas é bom. Vendem-se ressacas. Os moribundos facturam esperanças à porta das discotecas. Sim, sim: as cidades sem becos não seriam cosmopolitas. Os painéis de vidro nas alturas chegam à conversa com deuses sentados nas poltronas multicoloridas do desperdício. Riem-se porque faz parte do instinto social para cada minuto de espera. À espera que nada faça sentido e sem sentido atacar e deixar-se ser atacado para que se venham sem se identificarem. Coisa horrorosa, matéria do passado. Agora sim, sem nome, sem rosto, apenas corpo disponível ao furacão, depois o que resta é a repetição do filme: uma aluvião à entrada da morte onde se sobrevive de merda com colares de ácido à socapa da noite. Para um brinde ao rigor do não acontecimento. Um copo mais e a ilegibilidade torna-se legenda do instante. Despertam-se com um sibilino foda-se. Hienas. O riso predador de quem não conhece o sabor da existência. Lixo de contrabando. Tudo bem. Faz parte do quotidiano temente a deus. Sim, a literatura reserva-se ao desenho da lucidez que se deixa perverter pela solidão festiva do refúgio onde se testemunha o prazer do texto. Automaticamente purulento. Como deve ser. O capital incha, explode e reconverte-se. O que tem graça nos velórios despedidos pela modernidade da segurança. O que dizes? Nada. A real gana de me subverter ao aspecto.
Luís Filipe Sarmento, «ÁCIDO», 2022.
Pode ser uma imagem a preto e branco de 1 pessoa e barba
You, Artur Arêde, Telmo R. Nunes and 76 others
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  • Jose Manuel R Barroso

    Que vulcão, Luís! Que vulcão de imagens! Fica-se enredado na rede das palavras. “Raspam-se sexos para que tudo fique mais nu”. É isso.
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    • 1 h
  • Gabriela Santos

    Ácido, ácido. Imagino a acidez dos próximos textos👌
    Estás muito bem na foto😊
    Beijinhos
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    • 1 h
  • Sao São Onca

    Amigo cada vez surpreende mais ,abraço .
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  • Analua Zoé

    Em cada frase, um filme mental. Construo todas as cenas mentalmente, voo de forma consciente, imagino os personagens , os locais, os silêncios, os gestos, as expressões… As palavras são tuas e é para isso que existe o prazer: de te ler, de viajar por…

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  • Nuno Nazareth Fernandes

    Infernalmente bem escrito com resíduos tóxicos de genialidade própria da esquizofrenia da Academia Sueca. Não tomes a medicação anti – radiação da Agartha e depois queixa-te. Bravo!
    Mabuhay A purple tarsier nods its head in agreement with the exclamation 'OPO!' written above it. sticker
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    • 7 m

mísseis, provocações, mentiras, morte, guerra

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Enquanto ouço uma verdadeira constelação, pergunto-me, porque iriam os russos disparar mísseis para um território da Nato, no final de uma guerra que já tinham no bolso? (Segundo o amigo Joe)
Parece algo estupidamente surreal e um gigante tiro no pé do Kremlin, que faria desta forma um enorme favor à Ucrânia (e um péssimo serviço ao resto da Europa).
Ainda assim, sem dizerem muito, porque nada sabem nesta altura, os comentadores de serviço admitem apenas uma hipótese. Surprise, surprise.
Há até alguma excitação. Pode estar aí finalmente a III GG.
Ps – Sónia Sénica foi a primeira a dizer, ao fim de 2h de comentários, que este cenário interessava à Ucrânia.
May be an image of 5 people, people standing and text that says "BREAKING NEWS BREAKING Przewodów, Polónia Twitter @wolski_jaros CNN Portugal, Porto BREA S·BR DIRETO BREAKING NEWS CNN RÚSSIA NEGA DISPAROS PARA FRONTEIRA UCRÂNIA UCRÂNIA-POLÓNIA PORTUGAL 20:30 Isidro de Morais Pereira CNN Especialista em Assuntos Militares RÚSSIA NEG CNN FIM DE TARDE nóc MISSIL TER ATINGIDO A POLÓNIA"
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  • Paula Joyce

    No meio disto , um mar de provocações, sabotagens e desmentidos, quem se lixa é o povo, mexilhão. Essa é que é essa. (in Amsterdam).
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″A guerra prometida″ de autor açoriano vence Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís

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Marco Pacheco, com o romance “A guerra prometida”, venceu “por unanimidade” o Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís, no valor pecuniário de 10 mil euros, disse à agência Lusa fonte da Estoril Sol.

Source: ″A guerra prometida″ vence Prémio Literário Revelação Agustina Bessa-Luís

MARIA MADALENA

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😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂😂
May be an image of food and text that says "Maria Madalena"
Roberto Y. Carreiro and 20 others
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em breve em ponta delgada

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May be an image of road
The Qiachun detachment in Guiyang, capital of southwest China’s Guizhou Province, is one of China’s most complex interconnections.
The complicated tangle consists of five levels, 20 ramps going in eight different directions stacked over five layers. With its highest elevation of 55 meters, the detour has been dubbed a super “rollercoaster”.
Construction began in 2009 and the project was completed on May 31 of the same year.
The tangled shape vaguely resembles the human connectome

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Capital Europeia das Lombas e Cones da Especialidade

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O tempo de reparação das lombas na Avenida marginal é escandalosamente lento, enfim
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Temos que sorrir e muito… ao menos sorrir as obras não atrasam ❤️🤣
“Capital Europeia das Lombas e Cones da Especialidade
Parabéns Ponta Delgada por mais esse título honorífico! Há mais de um mês… com estes cones mais lindos e lombas de excelência.
Dignifica qualquer capital europeia e suspensão de veículos! Quanto mais com 6 mil pessoas de cruzeiros e afins… qual Nova Iorque qual quê com as suas 24 horas… de hora de ponta!
Mais valia colocar uma pista de gelo agora pelo Natal entre as lombas mais lindas…
….Só que NÃO!
Triste sina.”
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visite belmonte sede continental dos colóquios da lusofonia

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INAUGURAÇÃO WELCOME CENTER BELMONTE
22 DE NOVEMBRO, 17h, Largo do Pelourinho de Belmonte
O Município de Belmonte tem vindo a preparar a inauguração de um espaço destinado ao funcionamento de um posto de turismo. Este projeto ganhou a denominação de Welcome Center Belmonte, acompanhando uma perspectiva mais internacional, adequada ao público cada vez mais multicultural que nos visita.
No seguimento da última visita a Belmonte do Sr. Presidente do Turismo do Centro de Portugal, Dr. Pedro Machado, no dia 14 de novembro, para uma visita prévia ao espaço que causou um impacto muito positivo no responsável pelo turismo desta região, foi feito um esforço de acerto na agenda de todas as partes para que a inauguração do Welcome Center Belmonte fosse uma realidade já neste mês de novembro, aproveitando assim a época natalícia que se aproxima e propicia à movimentação de pessoas entre destinos turísticos.
O Welcome Center em Belmonte pretende ser, primordialmente, um espaço de excelência no acolhimento a todos aqueles que nos visitam.
Um lugar de introdução a esta vila histórica que, nos últimos anos, se tem desdobrado em múltiplos espaços para visitar e um conjunto de atividades e património de grande interesse para um número crescente de turistas de várias idades, credos e nacionalidades.
Situado no Largo do Pelourinho, no edifício dos antigos Paços do Concelho, o Welcome Center terá uma localização central nesta zona nobre de Belmonte, de forma a poder ser acessível a todos e também respirar a envolvência histórica do local.
Este posto de turismo tem um conceito de decoração contemporâneo, com recurso a mobiliário minimalista, de forma a poder ser um espaço com várias valências para além do acolhimento de turistas, como são exemplo mostras gastronómicas, lançamento de produtos e apresentação de obras literárias, entre outras.
O espaço está ainda dotado de uma sala de exposições no piso superior, que dará prioridade a mostras de trabalhos artísticos acerca do Concelho de Belmonte, aos seus artistas, às suas raízes e heranças culturais.
Com inauguração marcada para o dia 22 de novembro, pelas 17 horas, a cerimónia contará com a presença da Exma. Sr.ª Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Dra. Rita Marques e do Exmo. Sr. Presidente do Turismo do Centro de Portugal, Dr. Pedro Machado, bem como outros convidados de relevo nas boas relações e parcerias que o Município de Belmonte se preza em manter, com principal destaque para as Aldeias Históricas de Portugal, promotor deste recém criado espaço que, com recurso ao programa PROVERE, permitiu o cofinanciamento através dos programas Mais Centro – Programa Operacional Regional do Centro, QREN – Quadro de Referência Estratégico Nacional e do Fundo de Desenvolvimento Regional da União Europeia.
Na abertura oficial haverá ainda espaço para a inauguração da exposição fotográfica itenerante “9 Olhares”, uma criação do Estrela Geopark, associação que o Concelho de Belmonte também integra.
O Welcome Center Belmonte será gerido pelo Município de Belmonte, entidade responsável pela conceção e renovação do espaço e pretende estar aberto todos os dias da semana (incluindo feriados e fins de semana) e disponível a receber não só visitantes e turistas, como toda a população civil e empresarial do concelho que necessite de informações acerca da oferta turística do concelho.
O Sr. Presidente da Câmara Municipal de Belmonte, Dr. António Dias Rocha, numa referência ao processo de construção deste espaço, afirmou que “queremos que todos se sintam em casa, como é o hábito das nossas gentes”, e acrescenta que “este espaço foi construído com este sentimento de receber bem. Quando surgiu esta oportunidade não pedi muitas coisas, imaginei algo simples, mas sempre com uma ideia orientadora – que seja um espaço aberto, adequado a bem receber e disposto a não poupar esforços no melhor atendimento e prestação de informações”.
PROGRAMA INAUGURAÇÃO WELCOME CENTER
17h00 | Receção aos convidados nos Paços do Concelho do Município de Belmonte;
17h15 | Inauguração oficial do Welcome Center de Belmonte, no Largo do Pelourinho de Belmonte;
17h30 | Momento Musical;
17h45 | Inauguração da exposição fotográfica “9 OLHARES”, no piso superior do Welcome Center de Belmonte, no Largo do Pelourinho de Belmonte;
Para mais informações:
T. (+351) 275 910 010