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desabafos

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nov 2025

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Açores assustados com saída da Ryanair.

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Açores assustados com saída da Ryanair.
Vou partilhar a minha visão sobre este assunto do momento.
Não precisamos entrar em pânico; este é um momento para pensar em soluções inteligentes e práticas que beneficiem tanto os residentes quanto os visitantes, além de toda a economia regional.
Historicamente, a Ryanair já utilizou situações semelhantes para pressionar governos e aeroportos a melhorar condições, pelo que esta pode não ser uma saída definitiva. Portanto, é importante negociar, mas com consciência de que se trata de uma tática de pressão da companhia.
Ao mesmo tempo, podemos aproveitar este momento para refletir sobre o tipo de turismo que queremos para os Açores. Talvez seja hora de apostar num turismo de maior qualidade, que atraia visitantes interessados em conhecer e gastar na ilha, sem depender exclusivamente de voos low-cost. Isso pode incluir, por exemplo, pacotes turísticos que promovam atividades culturais, contacto com a natureza e gastronomia local pago.
Um turismo de qualidade e sustentável pode valorizar a economia local e melhorar a vida de toda a comunidade, mantendo os Açores como um destino atrativo e vibrante.
Desde que as operadoras low-cost vieram, reconhecemos que ajudou imenso no crescimento da economia, mas, também tirou qualidade de vida para quem uma grande maioria. Pois as enchentes de turistas influenciam o lazer e bom descanso para quem quer sentir a natureza.
E temos de nos lembrar que vivemos numa ilha. Se não pudermos usufruir das nossas paisagens sem pagar valores elevados para o poder de compra da maioria dos residentes, ou estar a visitar os lugares sem tantas enchentes acabamos por ficar desapontados. Muitos podem dizer, que isto é normal com o turismo. Sim, até agora era “o normal”. Mas, como os Açores começaram a apostar no turismo mais tarde, ainda é possível aprender com outros destinos sobre o que não se deve fazer para preservar as paisagens, a qualidade de vida e o bem-estar da população. Temos o privilégio de morar ou estar num dos destinos mais belos do mundo, então, em vez de nós vendermos tão barato, que reconheçamos nosso real valor.

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óbito ORNELLA VANONI

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Ornella Vanoni — 1934 • 2025
Hoje nos despedimos de uma das vozes mais marcantes da música italiana.
Ornella Vanoni foi sinônimo de elegância, sensibilidade e coragem artística.
Atriz formada no teatro e dona de uma presença única, ela atravessou mais de sete décadas de carreira misturando bossa nova, jazz, baladas e interpretações que tocaram gerações.
Com clássicos como “Senza fine” e “L’appuntamento”, Ornella nos ensinou que a maturidade pode ser potente, luminosa e profundamente feminina.
Ela nunca deixou de se reinventar, mostrando que a longevidade é um território fértil para criar, expressar e viver com propósito.
Seu legado permanece para todas as mulheres que desejam honrar sua história, reinventar seus capítulos e seguir usando a própria voz — em qualquer idade.
Boa viagem, Ornella.
@ig_italia
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 #Timor #Tempo #Português | Tolentino…

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#Timor #Tempo #Português

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A Crise Aérea dos Açores: Quando o Governo Perde o Rumo – Diário da Lagoa

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«A decisão da Ryanair de cancelar todos os voos de e para os Açores a partir de 29 de março de 2026 não é apenas mais um episódio turbulento (…) É um sinal claro de que algo (…) falhou»

Source: A Crise Aérea dos Açores: Quando o Governo Perde o Rumo – Diário da Lagoa

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contrariar-o-despovoamento.jose-gabriel-avila.pdf

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longe do centro perto da periferia arnaldo ourique

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CTT DISCRIMINAM AS ILHAS

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JESUS NÃO VAI VOLTAR?

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Jesus is not coming back.

Here’s why…

The bible makes it very clear, repeatedly, that Jesus vowed to return while his disciples, accusers and executors were still living.

We find this promise in the gospels, in the epistles of the apostle Paul, and in the book of Revelation.

THE EVIDENCE

  • Jesus vowed that he would return during the lifetimes of his disciples. When this didn’t happen and Christians started dying, the evangelist Paul had to “talk down” his followers, as he did in 1 Thessalonians 4:13-18.
  • This was disputed in previous comments, so I will give Jesus’s prophecy: “Verily I say unto you, This generation shall not pass, till all these things be fulfilled.” (Matthew 24:34) Here is that verse in context, explaining what was to be fulfilled while the generation listening to Jesus was alive: 29 Immediately after the tribulation of those days shall the sun be darkened, and the moon shall not give her light, and the stars shall fall from heaven, and the powers of the heavens shall be shaken: 30 And then shall appear the sign of the Son of man in heaven: and then shall all the tribes of the earth mourn, and they shall see the Son of man coming in the clouds of heaven with power and great glory. 31 And he shall send his angels with a great sound of a trumpet, and they shall gather together his elect from the four winds, from one end of heaven to the other. 32 Now learn a parable of the fig tree; When his branch is yet tender, and putteth forth leaves, ye know that summer is nigh: 33 So likewise ye, when ye shall see all these things, know that it is near, even at the doors. 34 Verily I say unto you, This generation shall not pass, till all these things be fulfilled. (Matthew 24:29-34)

    Elsewhere Matthew makes it clear that “this generation” means the disciples standing before Jesus: “27 For the Son of man shall come in the glory of his Father with his angels; and then he shall reward every man according to his works. 28 Verily I say unto you, There be some standing here, which shall not taste of death, till they see the Son of man coming in his kingdom.” (Matthew 16:27-28)

    Luke agrees:

    “But I tell you of a truth, there be some standing here, which shall not taste of death, till they see the kingdom of God.” (Luke 9:27)

    “Verily I say unto you, This generation shall not pass away, till all be fulfilled.” (Luke 21:32)

    Mark agrees:

    “Verily I say unto you, That there be some of them that stand here, which shall not taste of death, till they have seen the kingdom of God come with power.” (Mark 9:1)

    “Verily I say unto you, that this generation shall not pass, till all these things be done.” (Mark 13:30)

    Jesus told his accusers that they would see his return:

    “And ye shall see the Son of man sitting on the right hand of power, and coming in the clouds of heaven.” (Mark 14:62)

    Revelation’s author agreed because he said “the time is at hand” and that the horrors he predicted would “shortly come to pass” and that “every eye” of all people alive at the time — including those who pierced and murdered Jesus — would see him descend from the clouds. (Revelation 1:1-7, 22:10)

    Nothing could be clearer, and it’s obvious the earliest Christians were expecting Jesus to return during their lifetimes, which is why Paul had to talk them down. And Paul echoed the claim that some Christians living at that time (“we”) would still be alive when Jesus returned. (1 Thessalonians 4:15, 1 Corinthians 15:51-52)

    “Listen, I tell you a mystery: We will not all sleep [die] but we will all be changed.” (1 Corinthians 15:51-52)

    To recap, the things to be fulfilled while the people of that generation were still alive included:

    • The sun darkened.
    • The moon no longer shining.
    • Stars falling from the sky and the heavens shaken.
    • Jesus appearing in the clouds with power and great glory, to be seen by all the people of the earth.
    • The angels appearing with the great sound of a trumpet to gather the elect from every part of the earth.
  • Quite obviously, none of these things happened during the first century AD, when that generation was alive.
  • Amusingly, Jesus prophesied that Judas Iscariot would sit on a throne, judging the 12 tribes of Israel. (Luke 22:30, Matthew 19:28)

In conclusion, the bible is full of false prophecies and the authors of the new testament turned Jesus into a false prophet when they put these ludicrous predictions on his lips.

by Michael R. Burch

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Where can you buy a house in Portugal for under €500/m2? – The Portugal News

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There are three municipalities in Portugal where buying a house costs less than €500/m2.

Source: Where can you buy a house in Portugal for under €500/m2? – The Portugal News

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Tiraram a espada à estátua de D. Afonso Henriques em Guimarães porque desapareceu uma peça (Já nem Afonso tem espada!)

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PJ está a investigar eventual crime contra o património cultural

Source: Tiraram a espada à estátua de D. Afonso Henriques em Guimarães porque desapareceu uma peça

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(1) Capturing Xanana – YouTube

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A matemática do fracasso educativo

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A matemática do fracasso educativo
Na semana passada, voltaram a sair as “notas” do sistema educativo e, mais uma vez, os Açores ficaram na pior fila da turma. Enquanto o país discute médias e rankings como quem comenta resultados de futebol, por cá o resultado é o mesmo de quase sempre, ou seja, estamos no fundo da tabela.
Em português e em matemática, as provas finais do 9.º ano voltam a mostrar-nos com total clareza aquilo que muitos preferem continuar a empurrar para debaixo do tapete: continuamos na cauda do país e, em termos europeus, na cauda da cauda. Em português, a média regional é de 55%, abaixo dos 58% nacionais e em matemática, o retrato é ainda mais duro: 45,5% nos Açores, face a 51,8% a nível nacional. E assim continuamos em frente, apesar de sermos os últimos dos últimos, até porque na verdade a sensação que fica é de que já quase ninguém se espanta.
E é exatamente nestes momentos que o contraste dos resultados oficiais e o discurso político se torna mais evidente, socorrendo-se da habitual estratégia de transformar a frieza dos dados, num discurso mais ou menos aquecido.
Perante estes resultados, o Governo Regional dos Açores não resistiu a falar em “tendência consistente de convergência” com a média nacional e em “melhor resultado desde 2012” a matemática. De facto, não deixa de ser curioso, que perante a constatação de que os nossos alunos continuam com médias negativas a matemática e abaixo da média nacional a português, o enquadramento oficial seja quase de uma perigosa celebração.
Sejamos responsáveis… se é verdade que as médias melhoraram face a anos anteriores, também é verdade que continuam abaixo do limiar desejável e abaixo da média nacional, pelo que aquilo que releva para o caso, não é saber se estamos um pouco menos mal do que ontem, mas sim saber porque é que à data de hoje, continuamos tão atrás.
Talvez já esteja mais do que na altura de deixarmos esta narrativa de “vitória na derrota”, até porque ela não serve nem os alunos, nem as famílias, nem os professores, nem qualquer interveniente da comunidade escolar. A servir para alguma coisa, será apenas para a necessidade de maquilhar uma realidade que incomoda, que preocupa, que entristece, e que só se conseguirá modificar, quando for encarada por todos, como a principal batalha de uma sociedade saudável.
A educação é, talvez, o maior fator de mobilidade social e de desenvolvimento económico de uma região periférica como a nossa. Num arquipélago marcado pela insularidade, pela pobreza e pela desertificação, cada ponto percentual perdido nas aprendizagens representa oportunidades que se fecham: menos jovens a prosseguir estudos, menos qualificações, menos capacidade de atrair investimento e criar emprego qualificado.
Cabe, por isso, ao Governo Regional assumir com transparência a gravidade destes resultados. Reconhecer o problema não é um fatalismo, mas sim o primeiro passo para a mudança. Isso implica olhar para as condições reais das escolas, para os recursos disponíveis, para a estabilidade das equipas docentes, para o apoio às famílias, para o combate às desigualdades entre ilhas e até mesmo dentro das próprias ilhas.
Os açorianos não precisam de comunicados otimistas, mas sim de um compromisso político claro de colocar a educação no centro da agenda, com metas exigentes, investimento consistente e avaliação séria das políticas implementadas. Enquanto a prioridade for controlar a narrativa em vez de transformar a realidade, continuaremos a aplaudir pequenos avanços, enquanto nos mantemos no fim das tabelas nacionais e europeias, permitindo que o futuro de uma geração inteira fique, literalmente, abaixo da média.

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