Ex-combatentes da Guerra Colonial anunciam greve de fome a partir de 17 de agosto – Observador

Views: 0

Cerca de meia centena de antigos combatentes da Guerra Colonial protestaram no Porto contra o incumprimento do Estatuto do Antigo Combatente e anunciaram uma greve de fome a partir de 17 de agosto.

Source: Ex-combatentes da Guerra Colonial anunciam greve de fome a partir de 17 de agosto – Observador

Sismo de magnitude 4,5 na escala de Richter sentido no Faial e no Pico

Views: 3

O sismo foi registado às 12:33 (13:33 em Lisboa) e teve epicentro a cerca de 42 quilómetros a oeste de Capelo, no Faial.

Source: Sismo de magnitude 4,5 na escala de Richter sentido no Faial e no Pico

A ciência e a sua espiritualidade – PGL

Views: 0

“A tua vontade bloqueia teu ouvido, introduz-te num abismo e cobre-te com a sombra do que queres, de tal forma que não te podes elevar às coisas sobrenaturais e supra-sensíveis” (Jacob Böheme – A vida Espiritual) Uma ciência esotérica? Como nos dá a entender Nelson Job, no seu artigo “Miséria da Ciência e da Filosofia

Source: A ciência e a sua espiritualidade – PGL

HÁ 11 ANOS ERAM ESTES OS LIVROS

Views: 0

https://scontent.fpdl1-1.fna.fbcdn.net/v/t31.18172-8/1077075_10201700235772307_1151170215_o.jpg?_nc_cat=104&cb=99be929b-59f725be&ccb=1-7&_nc_sid=2c4854&_nc_ohc=iqyPBeh6pEwAX8STeyX&_nc_ht=scontent.fpdl1-1.fna&oh=00_AfBvhfjEbh281RuiX9UcHlDeB_SPMRaE9GIVz8gkAacLyg&oe=64E46914

 

No photo description available.

Turista português fica 19 dias preso na Turquia por “aparentar ser gay”

Views: 0

Miguel Álvaro estava a passeio em Istambul quando ocorreu a parada LGBT na cidade e acabou preso por ser confundido com uma pessoa gay

Source: Turista português fica 19 dias preso na Turquia por “aparentar ser gay”

Crónica 505 Turismo e estradas julho 2023

Views: 1

Crónica 505 Turismo e estradas julho 2023

 

Ao longo de quase duas décadas sempre que tive oportunidade de servir de guia aos nossos visitantes ouvi como eles se mostravam surpresos e enalteciam encarecidamente o facto de as estradas regionais, vias rápidas e estradas secundárias (de agricultores e vaqueiros) serem um “brinquinho” com as ervas bem cortadas rente aos rails de proteção, sem crescerem avassaladoramente para o meio da via. Todos eram unânimes em invejar os cantoneiros que assim permitiam termos as estradas mais belas e mais bem tratadas. Não consigo determinar se foi com a pandemia, se foi com a mudança de governo ou seria da mudança de lua, que tudo se desmoronou e hoje qualquer estrada que se preze (falo apenas de São Miguel nesta instância) está com sebes e arbustos por cima dos rails de proteção e dos muretes, as bermas nem se distinguem do mato, nem se sabe onde começam ou acabam.

 

Aqui na costa norte onde vivo o fenómeno é particularmente visível agora que a via Lombinha da Maia – Maia foi cortada para obras de requalificação depois das derrocadas de 2015. As pessoas são obrigadas a desviarem-se pela Lombinha rumo aos Calços da Maia (Barreiros) e descer pelos Calços ou pela Gorreana para a MAIA. Nos poucos quilómetros dessa via é só ervas sem que se saiba onde ficam as bermas. Nas vias circundantes, nem todas de lavoura, o fenómeno é idêntico…

 

Tenho prestado atenção ao ciberespaço, mas parece que sou o único que se preocupa com a perda daquela distinção de vias limpas e bem tratadas com que recebíamos os turistas.

Não sei se a responsabilidade é só das Juntas de Freguesia ou se sobra alguma para os departamentos regionais mas o que convinha era que viessem ver o estado miserável das bermas (parecem mesmo as do continente) e arranjassem umas companhias de cantoneiros para meterem mãos à obra, mensalmente, como era costume.

 

A partir de janeiro 2024 os passageiros dos cruzeiros vão pagar 3 euros de taxa turística (quem paga pelos cruzeiros nem dará conta dos 3 euros), mas convinha aplicar também taxas a quem polui as ribeiras e montes das ilhas com detritos de toda a espécie, que causam desmoronamentos e inundações até serem lançados no mar. O chão das cidades, vilas e freguesias nunca primou pela limpeza, apesar de nas freguesias termos recipientes do RIS a limparem o chão das vias. Dizem que está melhor do que quando aqui cheguei no início do século mas a falta de civismo é bem visível e não só por altura das festas paroquiais.

 

Este governo teve o mérito de introduzir a tarifa reduzida nos voos interilhas , para residentes, limitadas a 60 euros, o que permitiu reduzir o desconhecimento que os nativos tinham das restantes ilhas, mas simultaneamente ostracizou São Miguel e Santa Maria ao cortar, há 3 anos, as ligações marítimas com que podíamos viajar entre maio e setembro. E nem vale a pena ficar à espera dos navios elétricos que vão construir ou do desvio de dois navios do Grupo Central. Obviamente que o Grupo Oriental está fora da escala de viagens interilhas. Mas também não temos avião de carga nem navios mistos daqui para a Ibéria, pelo que nos devemos dar por satisfeitos por ainda haver SATA.

 

Com a febre do turismo (parece a corrida ao ouro em 1880) e da construção de hotéis, AL, turismo rural e não sei que mais, nem se dão conta de que este turismo massificado não dura para sempre. E a sustentabilidade de que tanto se fala é uma palavra vã enquanto os turistas destroem a natureza e os seus encantos nas ilhas. Bem, resta a consolação de que podem converter os hotéis de luxo em asilos para idosos…

Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713 [Australian Journalists’ Association – MEEA]

drchryschrystello@journalist.com,

Diário dos Açores (desde 2018)/ Diário de Trás-os-Montes (2005)/ Tribuna das Ilhas (2019)/ Jornal LusoPress, Québec, Canadá (2020)/ Jornal do Pico (2021)