Fotografia de “cemitério” de carros elétricos na China é autêntica? – Polígrafo

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“Um imenso cemitério de automóveis, todos idênticos e imundos, abandonados aos milhares num estacionamento, como símbolo de mais uma bolha de consumo que explode deixando um rastro de desperdício e poluição”, lê-se numa das publicações amplamente partilhadas nas redes sociais. As imagens são autênticas?

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OS TUGAS COMIDOS POR TODOS

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Os americanos fizeram um filme do Colombo para mostrar a importância da América no mundo…
Hollywood realizou o filme dos piratas das Caraíbas para retratar malucos da Europa que lá andaram a lutar e a degladiar-se…
Os espanhóis produziram um documentário sobre a circum-navegação do mundo por Magalhães atribuíndo o feito ao espanhol Elcano e à superior grandeza do império de Espanha na época dos descobrimentos…
Os malaios realizaram um documentário sobre Enrique de Malaca, o escravo de Magalhães que terá sido o primeiro ser humano a dar a volta ao mundo, e não Magalhães, pelo facto de se aventar que Enrique seria afinal um nativo das ilhas Visayas, o qual desapareceu após a morte de Magalhães justamente aí, e portanto, regressado, após dar a volta ao mundo, fugiu com a sua herança de 10,000 maravedis conforme o testamento de Magalhães que prometia pagar a Enrique uma soma pelos seus préstimos.
Os filipinos acabam de anunciar um filme que vai retratar a invencibilidade e nacionalismo em defender a sua terra dos invasores, fazendo uso simbólico da morte do português Magalhães em 1521 em combate na ilha de Mactan, Cebu às mãos dos nativos, os quais diga-se em face dos factos, estavam em guerra com os rajás locais que se converteram e fizeram pacto de sangue com Magalhães na esperança que o português os livrasse dos maometanos que ali tinham invadido as ilhas dos Rajás anos antes.
E os portugueses? Nada. Zero. Não têm desejo de revelar material para defender o seu legado, e a verdade histórica que representa o nome do português Fernão de Magalhães e a viagem de circum-navegação por ele planeada e capitaneada; hoje os inertes portugueses são comidos por todos os outros povos ao nível da economia, da cultura, do intelecto, não se faz jus ao engenho e ao saber portugueses, à tecnologia e ao conhecimento da época dos portugueses que se fez sempre acompanhar por grandes filósofos, pensadores, génios, sábios, com espírito de missão, que levou o Padroado ao Oriente, e proporcionou o ensino, os valores, o progresso a pessoas de mundos isolados e distantes durante a época das descobertas, sendo que alguns dos povos educados pelos portugueses hoje esfaqueiam pelas costas quem os ensinou a falar, a escrever, e a pensar, porque era algo fundamental que não existia, mas cujos benefícios os intelectuais da esquerda recusam aceitar, e por isso o tuga é um “invasor vilão” que os ignorantes anti-Portugal crucificam para consolo geral, impedindo o povo global de constatar que o português Magalhães é afinal uma lenda viva que continua a mudar o mundo tal foi o impacto.
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NÓMADAS DIGITAIS ABANDONAM LISBOA

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« (…) Os nómadas digitais chegaram à conclusão de que Lisboa é uma cidade demasiado cara. Pelo menos, é o que afirma Gonçalo Hall, criador da Digital Nomad Association, uma benemérita instituição de caridade para nómadas digitais desfavorecidos (acredito eu). “O aumento do custo de vida e excesso de turistas em Lisboa levou ao grande aumento dos preços e a cidade deixou de ser um destino atrativo para os nómadas”, suspira Gonçalo.
A julgar pelas prioridades políticas que conduziram a esta situação, é provável que já esteja em marcha um programa de habitação social para nómadas digitais. Um condomínio de luxo a preços acessíveis no meio de Chelas chamado Marvillage, ou assim.
Portanto, depois de uma década em que se inviabilizou que os locais habitassem a cidade para abrir espaço para os entusiastas de chinelos com meias e os bebedores de matcha latte, são eles que se vão embora. Não é que nos estejam a ensinar nada. Nós começámos a fugir de Lisboa antes de fugir de Lisboa ser fixe. Por outro lado, batemos no fundo. Uma coisa é os portugueses pobres emigrarem em busca de uma vida melhor; outra é os imigrantes ricos emigrarem em busca de uma vida melhor.
Mais humilhante ainda é ler as críticas dos nómadas digitais a Lisboa, disponíveis neste site da especialidade. Segundo alguns desalentados, Lisboa “está cheia de turistas” e “quase não se vê portugueses”, que “têm pouco dinheiro”. Tem “casas muito caras”, para além de ser afetada por um “sol muito forte”. Mais, “não há muitas mulheres” e “a única coisa vantajosa é a ausência de impostos”. Foi isto que decidimos ser quando escolhemos o caminho da economia de serviços com baixos salários: o destino favorito das Karens.
Um nómada digital queixar-se dos preços em Lisboa é como um golden retriever queixar-se de que o carro de família está cheio de areia. Certo, haverá outros responsáveis, mas tudo indica que sejas tu o principal culpado. No fundo, o gentrificador foi gentrificado — por isso, decidiu ir gentrificar para outro lado.
Note-se que os nómadas não estão a abandonar o país em massa, simplesmente Lisboa está demasiado cara até para eles. Segundo o tal Nomadlist, a moda agora é a Ericeira. Quando a Ericeira ficar demasiado cara, gentrifica-se a Charneca da Caparica. Quando a Charneca da Caparica ficar demasiado cara, gentrifica-se o Samouco. Primeiro, foram os bairros. Agora, cidades. Só se tomarão medidas quando for impossível arrendar um estúdio por menos de 1800 euros em Rabo de Peixe. (…)»
EXPRESSO.PT
Nómadas digi-tchau, até à próxima
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Folha com 27 linhas rende 61,5 mil euros a Capitão Ferreira

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O texto de cinco parágrafos foi enviado por Capitão Ferreira à equipa de negociação dos contratos de manutenção dos helicópteros ainda antes de o ex-Secretário de Estado ter assinado o contrato com a DGRDN.

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