Bolsonaro tenta vender relógio de ouro oferecido ao Brasil pelo Rei da Arábia Saudita – Mundo – Correio da Manhã

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Tentativa foi descoberta pela comissão de inquérito do Congresso que apura atos de Bolsonaro, assessores e apoiantes contra a democracia e as instituições.

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Circulação do Tum Tum em Díli divide opiniões – DILIGENTE

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A Direção Nacional de Transportes Terrestres (DNTT) proíbe o funcionamento do meio de transporte na capital, mas os condutores, em Tasi Tolu, não desistem. O transporte público é essencial na vida da sociedade por ajudar a população a se deslocar. […]

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MERCEARIA NA LOMBA DA MAIA

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Mercearia histórica tornou-se atração na Lomba da Maia

Memória viva do comércio da primeira metade do século XX, a Mercearia Popular é hoje um espaço museológico com venda de artesanato, que dinamiza a economia local e até já despertou a atenção de famosos

Com 87 anos de existência, a Mercearia Popular foi outrora o centro da vida comercial da Freguesia da Lomba da Maia e é hoje um espaço museológico, visitado por locais e turistas e onde os artesãos da freguesia expõem e vendem os seus produtos, dinamizando a economia local.
Fundada em 1936 por António Rebelo, a Mercearia Popular é hoje, praticamente inalterada, uma das mais antigas e típicas mercearias da ilha de São Miguel e uma memória viva do comércio da primeira metade do século XX, antes da era dos equipamentos eletrónicos e dos produtos embalados. Depois de passar de geração em geração como um espaço de referência na freguesia da Lomba da Maia, a Mercearia Popular acabou por encerrar já no século XXI, com a crise financeira e face à abertura um pouco por toda a ilha de São Miguel de novos e mais modernos espaços comerciais.
Em 2016, numa parceria entre o proprietário da mercearia, José Manuel Pimentel, a Junta de Freguesia da Lomba da Maia e a Câmara Municipal da Ribeira Grande, foi possível reabrir a Mercearia Popular, agora gerida pela Junta de Freguesia, como espaço museológico e ponto de venda de artesanato local.
Conforme explica em declarações ao Açoriano Oriental o presidente da Junta de Freguesia da Lomba da Maia, Alberto Ponte, neste momento, a Mercearia Popular é um espaço “que tem tido muito sucesso” e que tem funcionado como uma forma de “ajudar os artesãos”, ao mesmo tempo que se “mantém viva a cultura” da freguesia e um espaço histórico aberto.
Além disso, como a passagem pelo centro da freguesia e pela Mercearia Popular está incluída no trilho pedestre da Barquinha, “passam aqui muitos turistas que compram muita coisa”, afirma Alberto Ponte. Mas também os emigrantes, que normalmente regressam à Lomba da Maia durante o período do verão, mostram muito interesse na Mercearia Popular, que faz lembrar a vida no tempo em que saíram dos Açores, o que os leva a comprar os produtos artesanais, que levam como lembrança para os familiares e amigos na América do Norte.
E a fama da Mercearia Popular chegou também até ao continente português, tendo recebido já a visita de famosos, como foi o caso de Catarina Portas, fundadora da rede de lojas “A Vida Portuguesa”, que mostrou interesse no espaço e nos seus produtos, tendo deixado uma mensagem no Livro de Honra.
Trilhos, moinhos e ondas gigantes na Lomba da Maia
Os trilhos pedestres da Praia da Viola e da Barquinha e o facto da Lomba da Maia ter uma ligação direta à SCUT, têm ajudado a desenvolver o turismo nesta freguesia da zona nascente do Concelho da Ribeira Grande.
A recuperação recente de um conjunto de cinco moinhos de água no trilho da Praia da Viola reforçou ainda mais o interesse pela freguesia da Lomba da Maia, que entrou também no circuito do surf de ondas gigantes quando em 2017 João de Macedo surfou uma onda no Pico da Viola, que correu o mundo.
  • Rui Jorge Cabral
in, Açoriano Oriental, 05 de Agosto / 2023
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Ele provou que Portugal estava “colado” aos EUA há 300 milhões de anos. E agora descobriu, no Buçaco, um fóssil de planta com a mesma idade – Atualidade – SAPO

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O paleobotânico Pedro Correia fez da Serra do Buçaco a sua segunda casa. Foi aí que encontrou o fóssil da estrutura reprodutora (órgão bem raro de descobrir) de uma planta primitiva até hoje desconhecida, datada do período Carbónico, quando Portugal estava situado no centro de um dantesco supercontinente. A flora de clima húmido que aí existia desapareceu devido a alterações climáticas, dando lugar a uma região seca e árida. Histórias com 300 milhões de anos.

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Seita Reino do Pineal arrisca perder guarda das crianças – Portugal – SÁBADO

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Pai é obrigado a ir registar o filho que já nasceu na seita. Caso contrário, o menino será retirado.

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FALTA ETIQUETA SR PRESIDENTE

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CARTA ABERTA AO SR, PRESIDENTE; DA ETIQUETA
Ilustre professor Marcelo, insigne Presidente da República pela graça dos eleitores – eles próprios iluminados por outra graça, quiçá vinda do Alto: permita-me a ousadia de lhe ministrar uma breve aula de etiqueta básica, em benefício de V.Exa., sim, mas também do povo em geral, com cuja educação e higiene V.Exa. se deve preocupar tanto como eu, pelo que o Vosso alto exemplo a todos beneficiará.
Vamos lá então: Quando se beija a mão a uma alta entidade religiosa, um Cardeal, um Papa, enfim, gente do alto, beija-se o anel, não a mão – a parte com pele. Além de anti-higiénico, é embaraçoso para o homenageado. Claro que o senhor, na condição de Chefe de Estado, nem devia fazê-lo. Também não devia prostrar-se de tal modo – aquelas vénias ainda lhe arranjam uma hérnia discal. Mais adequado é dar um laico bacalhau à autoridade religiosa. O aperto de mão chega. Se alguém devia beijar a mão a alguém, deveriam ser as autoridades religiosas a beijar-lhe a sua, que tem uma legitimidade que do povo lhe vem, enquanto a deles decorre de uma entidade da qual ninguém consegue, sequer, provar a existência.
Também no caso de princesas, rainhas e outras personalidades de subido estatuto – embora de duvidosa legitimidade, mas as coisas são o que são -, não deve V.Exa. lambuzar, como costuma fazer, as delicadas mãos de tais senhoras – por muito que algumas lhe provoquem tentações inapropriadas. Deve tomar – por assim dizer – a mão da dama e, com um esboço de vénia, beijar o seu próprio polegar que, se fizer as coisas adequadamente, estará a jeito da sua presidencial boca.
Se a ilustre senhora que V.Exa. quer cumprimentar de tal modo for uma alta figura do mundo da cultura, das artes, deverá proceder do mesmo modo. Note que, no caso de algumas actrizes mais dotadas – honi soit qui mal y pense – deve V.Exa. ter especiais cuidados, já que o povo está a ver e, nestas como noutras, nem sempre a voz do povo é a voz de Deus.
Estas recomendações e este subido saber, decorrem da minha esmerada educação, das minhas tias, do Manual de Etiqueta da Condessa de Ségur e outra bibliografia igualmente relevante para o assunto em questão, não dos conselhos das autoridades médicas em tempos de pandemia, já que estas ignoraram este hábito de V.Exa., talvez temerosos de enfrentar uma figura de poder da sua estatura.
Uma recomendação final: não deve V.Exa., em caso algum, abanar o esqueleto e todas as partes que nos garantem uma condição ortopédica saudável, sobretudo se o cumprimentado por V.Exa. for pessoa idosa e de saúde frágil. Por exemplo, o cumprimento que V.Exa. fez ao Papa à sua chegada teve mais de atentado que de saudação.
E, por hora, fico-me por aqui nas minhas recomendações. Note V.Exa. que são gratuitas. Jamais me ocorreria cobrar honorários, sobretudo pelo meu escrúpulo em não desperdiçar dinheiros públicos.
As minhas respeitosas saudações a V.Exa., as quais apresento com a adequada vénia.
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