Países lusófonos buscam extensão da plataforma continental | ONU News

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Angola, Brasil, Cabo Verde, Moçambique e Portugal entregaram propostas à Comissão da ONU responsável por avaliar solicitações; especialistas realizam análises minuciosas até chegar a resultado; presidente é o português Aldino Campos que explica etapas do processo e interesse das nações de língua portuguesa, todos banhados pelo mar.

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OS NEGREIROS

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Miguel Rm shared a memory.

É só para recordar que há 3 anos recomendei este livro essencial para se compreender o tráfico de escravos em África. E não, não é sobre Portugal. É sobre os árabes, aqueles que internacionalizaram o tráfico muito antes dos portugueses do Brasil. Claro que houve, a partir do século XVI, traficantes que viviam aqui no Reino (conhecidos no Brasil como reinóis), mas eram uma minoria, pois o tráfico para as plantações de açúcar era um negócio dominado pelos portugueses do Brasil,…

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Os que querem apagar a nossa História e vandalizar as estátuas que erguemos DEVIAM TER PUDOR.
O TRÁFICO ÁRABE E NEGRO foi maior do que o Europeu.
Começou sete séculos antes E CONTINUA HOJE.…

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3 years ago

Livraria Barata passa a ser Loja FNAC mantendo legado histórico e trabalhadores – SIC Notícias

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O objetivo “é salvaguardar o que a Barata trouxe aos amantes de livros e cultura, acrescentando aquilo que é uma experiência FNAC”, explica o responsável.

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PEDRO ARRUDA E RABO DE PEIXE

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Passado todo o hype finalmente fui ver Rabo de Peixe, provavelmente, à boleia da marca NetFlix, a mais badalada e mundialmente famosa ficção portuguesa dos últimos anos. Dentro do género não decepciona, como dizia um amigo meu é uma especie de Morangos com Açúcar só que com coca em vez de açúcar. Tem caras bonitas, tiros, bons puros e inteligentes e injustiçados, maus burros e obtusos e mais todos os clichês básicos de uma série deste tipo, fosse ela na Colômbia, no Novo México ou, no caso, em Rabo de Peixe. Em jeito de elogio pareceu-me que essa foi talvez a crítica mais injusta e irracional feita por muitos à série. Rabo de Peixe não é um documentário nem sequer pretende ser, creio eu, uma ficção baseada em factos reais, embora a premissa de fundo se baseie livremente num episódio verídico, mas tirando isso é um produto de ficção feito para agradar a um público global. E, essa é talvez ironicamente a sua maior falha. Nesse esforço de resultar no combate dos ratings do algoritmo Rabo de Peixe está cheia de uma quantidade enorme de clichês por metro quadrado quase maior do que as toneladas de pó que o Bonino despejou no mar dos Açores. O protagonista pobre, mas superiormente inteligente e esbelto apaixonado pela namorada do melhor amigo. O padre gay que tem uma overdose. A Inspetora solitária e frígida. O sexo no terramoto. A coca dentro das santas. A filha rebelde do Chefe da Polícia. Entre tantos outras piscadelas de olho ao main stream hollywoodesco, onde, de resto, a fotografia e a realização não falham até, também, nos saltos narrativos o que numa série sobre cocaina talvez não seja de estranhar… Outra pequena crítica seria ao facto de as personagens femininas serem confrangedoramente pouco desenvolvidas, tanto a Sylvia como na Inspetora fica a sensação de que metade das personagens ficou ou na cabeça dos argumentistas ou na mesa de edição o que aliado ao inexplicável guarda roupa exclusivamente feito de tops de biquíni e soutiens da loja do chinês objetifica-as e a série sofre com isso. Por fim uma última nota mais ou menos negativa: o uso excessivo de foda-ses e caralhos que se tornam inúteis e cansativos e surpreendentemente não há um único “caralha” que é uma das mais interessantes originalidades do vernáculo Micaelense. Tirando isso Rabo de Peixe é uma boa série da NetFlix com o correspondente ritmo pop publicitário ao melhor estilo vídeo MTV com bons actores e realização competente. Numa pequena nota pessoal, foi naquelas rochas do Pisão que passei alguns dos melhores momentos da minha infância e adolescência, foi ali que aprendi a nadar, a correr descalço sobre as pedras, que dei os primeiros beijos e onde também fui feliz como o Eduardo e a Sylvia. Veremos o que conseguem a seguir já sem o Arruda o que, como homónimo, acho mal…
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Isabel Gomes

Não consigo entender esta comparação com o Morangos com Açúcar. Devia ser explicada.
Pedro Arruda

Isabel Gomes têm a ver com a beleza física dos protagonistas, o ritmo pop da realização e a simplificação dos processos narrativos… 😉

EDUCAÇÃO É A CHAVE

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Populist politicians are power mongers by definition. They only care about their own power projects, never attend to public service and always feed on ignorance and stupidity. To push them aside, societies must raise education levels to target intellectual autonomy. Intellectually autonomous people are the best antidote to populist politicians. Do not be fooled.
As a side note, the worse kind of populists are religious fundamentalists. Populists, in general, use a distorted description of reality to manipulate people, while religious fundamentalists use fictions without any connection to reality for the same purpose. This approach is much more dangerous.
Examples: the Taliban and the Jewish religious fanatics now grabbing power in Israel. Both aim for an uneducated population that will be easier to manipulate. Jewish madrassas are as dangerous and criminal as Muslim madrassas.
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AFONSO HENRIQUES FALAVA MIRANDÊS

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Trazido do Quora:
P.: O Primeiro Rei de Portugal, D. Afonso Henriques falava português?
R.: Não.
Como qualquer mirandês, orgulhoso da sua língua prontamente lhe dirá, Afonso Henriques falava mirandês.
Sim, este será o facto mais desconhecido do rei mais famoso de Portugal.
O mirandês de hoje vem da evolução que teve a língua do Reino de Leão, na terra de Miranda, ao longo de centenas de anos, sofrendo a influência do português, do castelhano e de outras línguas, mas mantendo a sua matriz original: língua filha do latim e pertencente à família das línguas asturo-leonesas.
Quando o reino de Portugal se constituiu, separando-se do Reino de Leão, já na terra de Miranda se falava leonês e assim também seria na maior parte do atual distrito de Bragança.
Como é sabido, o primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques era filho de uma princesa filha do rei D. Afonso VI de Leão e essa falaria leonês, como toda a corte leonesa desse tempo, a começar pelo rei. À volta de D. Teresa estavam as suas aias, também damas leonesas, falando a principal língua do reino. Assim sendo, não pode haver dúvidas de que o filho de D. Teresa, D. Afonso Henriques, terá aprendido a falar o leonês e seria essa a língua que falava com sua mãe, as aias que a circundavam e os seus familiares leoneses.
Todos sabemos, também, que D. Afonso Henriques foi educado por D. Egas Moniz na região de Lamego, onde se falava o galaico-português, e também terá aprendido esta língua, o que não quer dizer que tivesse esquecido a outra.
Podemos dizer que quando foi armado cavaleiro na catedral de Zamora, rodeado pelos seus familiares, D. Afonso Henriques falaria leonês com eles. O mesmo se terá passado mais tarde quando assinou o tratado de Zamora, feito na mesma cidade. Ao longo da vida vários contactos teve com seu primo, rei de Leão, e com ele falaria leonês. Ainda que nada disto esteja escrito em nenhum documento, penso que dúvidas não haverá de que assim foi: D. Afonso Henriques falava leonês, quer dizer, falava uma língua a que agora damos o nome de mirandês.
Tal como muitos portugueses, que não o são menos que os outros, D. Afonso Henriques não poderia dizer “A minha pátria é a Língua Portuguesa”. Por um lado, porque a pátria teve que se construir com luta; e por outro, porque o reino que tornou independente falava duas línguas: o galaico-português e o asturo-leonês. E, esta última, seria também a língua principal do seu cunhado, D. Fernando Mendes II de Bragança, casado com D. Sancha Henriques, irmã do nosso primeiro rei; mas sobretudo porque o mito da língua ainda não havia sido construído.
Portugal no século XII Terra de Miranda em mirandês
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Souto Gonçalves and 2 others

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Jorge Ávila da Silva

Acresce dizer que o Português apenas se torna língua oficial a mando de D. Dinis, uns aninhos depois…
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