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Ilha de Páscoa: Puna Pau, a “fábrica de chapéu” dos moai

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Actualidade: Morreu Arquimínio Rodrigues da Costa, último bispo português de Macau

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Ascenção e Queda História do aeroporto de Santa Maria

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AEROPORTO DE SANTA MARIA
Ascenção e Queda

Numa altura em que se fala cada vez mais nas acessibilidades ao nosso arquipélago e na mobilidade da nossa população, quer no interior, quer para o exterior, é bom lembrar quem fez, quem manteve e quem pagou as nossas estruturas aeroportuárias, e como elas estão a «voar» para mãos estrangeiras conforme os interesses de Lisboa…
*….«Santa Maria Connection», um documentário que passou na RTP-Açores há algum tempo e que conta a história fantástica do aeroporto da nossa ilha primeira.

Presidente Condecora Bispo Belo com o Colar da Ordem de TIMOR-Leste

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Presidente Condecora Bispo Belo com o Colar da Ordem de TIMOR-Leste

ASSIM RECEBE A BEM MERECIDA CONDECORAÇÃO O NOSSO SÓCIO HONORÁRIO Nº 1

Presidente Condecora Bispo Belo com o Colar da Ordem de TIMOR-Leste

A cerimónia teve lugar esta manhã na Presidência da República com a presença do Presidente d…

Reproduzo aqui o que ele disse hoje na Presidência da República:

“Vejo no Sr. Presidente um exemplo a seguir na proximidade ao povo, sobretudo ao povo das aldeias. O nosso Papa atualmente reinante, o Papa Francisco, e também seguindo um bocadinho exemplo o Presidente República Portuguesa, Dr. Marcelo Rebelo Sousa e o Presidente Taur Matan Ruak, são pessoas que nos indicam o caminho como nós devemos estar próximos das pessoas. ”

“Servir a população, o servir o bem público é isso mesmo.
Primeiro, dar atenção às pessoas e sobretudo às pessoas mais pobres, sobretudo às pessoas nas aldeias e sobretudo às pessoas analfabetas, pobres, marginalizadas, doentes. São essas que mais precisam.”

“Eu lá de longe admiro o trabalho do Sr. Presidente República por ter já visitado praticamente todos os sucos. Tem dormido nos sucos, dialogado com as pessoas, ouvindo as suas lamentações e procurando também com a ajuda do Governo resolver os problemas.”

Além das fotos da cerimónia partilho também algumas outras muito interessantes e comoventes, do contacto íntimo do Presidente Taur Matan Ruak com pessoas humildes, pobres e dignas. Ressalta uma relação muito íntima com o povo.

O nosso irmão Xanana também tem uma conexão muito especial, genuína, com o povo simples, humilde. Tenho observado igualmente estas qualidades humanas no Presidente Francisco Luolo e Dr. Mari Alkatiri.

A dedicação de todos eles, de cada um deles, pela causa da verdadeira libertação do povo, libertação da extrema pobreza, é genuína, inquestionável.

E gostei muito de ver o Presidente do PN e o PM na cerimónia.

J. Ramos-Horta

Maria C. Delcourt

Técnico Superior

Divisão de Ação Cultural Externa

Camões, Instituto da Cooperação e da Língua, IP

Rua Rodrigues Sampaio, 113

1169-231 Lisboa – Portugal

Tel.: +351 21 310 91 96

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Lost cities #8: mystery of Cahokia – why did North America’s largest city vanish? | Cities | The Guardian

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Monk’s Mound, centrepiece of the Cahokia world heritage site in southern Illinois. Long before Columbus reached the Americas, Cahokia was the biggest, most cosmopolitan city north of Mexico. Yet by 1350 it had been deserted by its native inhabitants the Mississippians – and no one is sure why

Fonte: Lost cities #8: mystery of Cahokia – why did North America’s largest city vanish? | Cities | The Guardian Continuar a lerLost cities #8: mystery of Cahokia – why did North America’s largest city vanish? | Cities | The Guardian

Cancro – Morreu Margarida de Sousa Uva, mulher de Durão Barroso

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Tinha 60 anos e morreu vítima de doença oncológica

Fonte: Cancro – Morreu Margarida de Sousa Uva, mulher de Durão Barroso

A terrifying skywalk opens to the public in China’s Tianmen Mountain.

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A new glass walkway opened to the public in China this week. The walkway spans 100 meters along the side of Tianmen Mountain.

Tourists stretch in preparation for their walk on the glass bridge.

Fonte: A terrifying skywalk opens to the public in China

Once a magnificent medieval city and home to 200,000 people, the ghost city of Ani is now completely abandoned and has stood empty for centuries

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Some call it the “City of 1001 Churches” and some know it as the “City of 40 Gates:” the now-abandoned medieval city stands on a…

Fonte: Once a magnificent medieval city and home to 200,000 people, the ghost city of Ani is now completely abandoned and has stood empty for centuries

Some call it the “City of 1001 Churches” and some know it as the “City of 40 Gates:” the now-abandoned medieval city stands on a lonely plateau in Armenia, 45km away from Kars, Turkey.

Founded more than 1,600 years ago, Ani stood on various trade routes and its many religious buildings, palaces, and fortifications were amongst the most technically and artistically advanced structures in the world. The blame for its ruin lies in the hands of many: vandals, looters, Turks, Mother Nature herself, poor restorations and inept archaeologists.

The walls of Ani showing a defensive tower. Source

The walls of Ani showing a defensive tower. Source

Ruins of the Mausoleum of the Child Princes in citadel. Source

Ruins of the Mausoleum of the Child Princes. Source

Saint Gregory of Tigran Honents, western side. Source

Saint Gregory of Tigran Honents, western side. Source

Damaged frescoes of the church of St Gregory of Tigran Honents. Source

Damaged frescoes of the church of St Gregory of Tigran Honents. Source

Long ago renowned for its splendor and magnificence, Ani was sacked by the Mongols in 1236 and devastated in a 1319 earthquake, after which it was reduced to a village and gradually abandoned and largely forgotten by the seventeenth century.

Rediscovered and romanticized in the 19th century, the city had a brief moment of fame, only to be closed off by World War I and the later events of the Armenian Genocide that left the region an empty, militarized no man’s land.

Once lodged as many as 200,000 people. Source

Once lodged as many as 200,000 people. Source

Ani is a widely recognized cultural, religious, and national heritage symbol for Armenians. According to Razmik Panossian, Ani is one of the most visible and ‘tangible’ symbols of past Armenian greatness and hence a source of pride. All the structures at Ani are constructed using the local volcanic basalt, a sort of tufa stone. It is easily carved and comes in a variety of vibrant colors, from creamy yellow to rose-red, to jet black.

Ruins of the Cathedral of Ani and the church of Redeemer. Source

Ruins of the Cathedral of Ani and the church of Redeemer. Source

Inside the Cathedral of Ani. Construction of the structure began in 989, completed in either 1001 or 1010. Source

Inside the Cathedral of Ani. Construction of the structure began in 989, completed in either 1001 or 1010. Source

The Church of the Redeemer (Surb Prkich). Source

The Church of the Redeemer (Surb Prkich). Source

Zoroastrian fire temple in Ani. Source

Zoroastrian fire temple in Ani. Source

The medieval walls of Ani. Source

The medieval walls of Ani. Source

The minaret Menüçehr Mosque, newer than many of the churches but still nearly a thousand years old, still stands as a testament to the city’s long history and diverse cultural influences. The city’s many enduring churches are particularly beautiful, even in their ruined states.

They stand as a testament to the city’s diverse cultural and long historical influences. Despite Ani’s past as a field of warfare, the ruins of the city also symbolize many eras through history where the city saw an extraordinary exchange of religions, cultures, and artistic themes.

The ruins of Manucehr Mosque, an 11th century mosque built among the ruins of Ani. Source

The ruins of Manucehr Mosque, an 11th-century mosque built among the ruins of Ani. Source

The meager remains of King Gagik's church of St Gregory, a structure built between 1001 and 1005. Source

The meager remains of King Gagik’s church of St Gregory, a structure built between 1001 and 1005. Source

A gorge below Ani, showing numerous caves dug into cliffs, as well as fortifications. Source

A gorge below Ani, showing numerous caves dug into cliffs, as well as fortifications. Source

Remains of an ancient bridge over Akhurian River, below Ani. Source

Remains of an ancient bridge over Akhurian River, below Ani. Source

The World Monuments Fund (WMF) placed Ani on its 1996, 1998, and 2000 Watch Lists of 100 Most Endangered Sites. In May 2011, WMF announced it was beginning conservation work on the cathedral and Church of the Holy Redeemer in partnership with the Turkish Ministry of Culture.

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Atauro Island (Timor): scientists discover the most biodiverse waters in the world | World news | The Guardian

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Conservation International finds 643 species around Timor-Leste island, some of which are believed to be entirely new

A blacksaddle filefish near the coast of Timor-Leste, Atauro Island

Fonte: Atauro Island: scientists discover the most biodiverse waters in the world | World news | The Guardian Continuar a lerAtauro Island (Timor): scientists discover the most biodiverse waters in the world | World news | The Guardian

O MUNDO CARTOGRAFADO PELOS PORTUGUESES

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Nova Portugalidade
14 hrs ·
O MUNDO CARTOGRAFADO PELOS PORTUGUESES
Mapas arrumados no esquecimento
Os portugueses foram grandes desenhadores de mapas. E com isso mudaram a percepção do mundo. Como escrevia D. João de Castro na sua obra «Da Geografia por modo de Diálogo», datada de 1535: «…achada a maneira de pôr cada uma destas terras e mares deste mundo em seu certíssimo lugar ficaram muito fáceis todas as navegações antigas, descobriram-se muitos mares e terras de novo, facilitaram-se todos os comércios, descobriu-se outro mundo novo, e ficou agora tão fácil dar uma volta a todo o mundo, como era antigamente navegar de Itália para África e finalmente, com muita facilidade agora se comunica com todo o mundo e se navega…».
Garcia da Horta no «Colóquio dos Simples e das Drogas», redigido em Goa em 1563, vai mais longe: «…se sabe mais em um dia agora pelos portugueses do que se sabia em cem anos pelos romanos…»
Infelizmente, hoje em dia, dos mapas que esmiuçamos quase nenhum se encontra em nossa posse. A muitos deles alteraram-lhes os nomes, “desaportuguesando-os”, aliás, à semelhança do que se tem feito com muitas das nossas personagens históricas. Outros, foram-nos roubados e repousam agora em museus da Europa e da América. Outros ainda enriquecem colecções particulares. E quem diz mapas, diz cartas náuticas, ilustrações, fac-smiles de primeiras obras, etc..
«Em Busca da Atlântida», um documentário televisivo recentemente produzido, menciona frequentemente a Espanha. Apresenta-a como a pátria dos grandes exploradores do século XVI e XVII. Sobre Portugal, nem uma única referência. «Em Busca da Atlântida» fala de Platão, de quem se diz ter ouvido dos mais velhos, entre os quais Sócrates, estórias da mítica ilha de Antioha (de onde resultou o nome Antilhas) e do seu desaparecimento. Transcreve declarações de vários historiadores sobre o assunto. Fala do antigo conceito de mundo fechado, pré e pós ptolemaico. De mapas e de comércio. Refere, inclusive, que esses mapas eram objecto apetecido dos ladrões, já que se tratavam dos verdadeiros documentos secretos da época. Contudo, nem uma palavra em memória dos cartógrafos lusos, que têm suficiente razão de queixa pelos danos causados.
Muito do que produzimos nessa época está hoje na posse de outrem. O que até, à primeira vista, poderia ser considerado como um trunfo, caso essas cartas náuticas, mapas-mundis, quadros e peças de arte que nos foram subtraídas servissem, de facto, para divulgar a nossa real dimensão na história da humanidade. Tal não acontece, lamentavelmente. Assim, o verdadeiro papel dos portugueses permanece segredo de uns quantos historiadores, muitos deles estrangeiros, sem dúvida bem mais entusiastas pelo estudo da nossa história do que muitos portugueses de direito.
Joaquim Magalhães de Castro
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Festival da espingarda no Japão

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Nova Portugalidade’s photo.
5 hrs ·
O Festival da Espingarda, realizado anualmente no último fim de semana de Julho na Ilha de Tanegashima, província de Kagoshima, para comemorar a introdução pelos Portugueses no Japão, em 1543, de um tipo de arcabuz a que foi dado o nome de tanegashima.
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Nova Portugalidade
2 July ·
A PRIMEIRA ESPINGARDA NO JAPÃO
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