RELHEIRAS EM BASALTO

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Relheiras da Ribeira da Areia. Ilha de São Jorge.
Fotografia de Regina Tristão da Cunha.

Relheiras da Ribeira da Areia. Ilha de São Jorge.
Fotografia de Regina Tristão da Cunha.
Vê-se mesmo que esse fenómeno se explica pela passagem sucessiva de carros de bois….
No Pico resultou do transporte de vinho no século XVII-XVIII.
Na Terceira do transporte de lenha para a cidade, desde o povoamento, mas essa só foi Vila no século XV e cidade em meados do século XVI.
Em São Miguel, resultaram do transporte de bens agrícolas.
No Corvo, para ir trabalhar a terra.
E em São Jorge? Para apanhar inhames?

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Carlos Mendes Estas são na Serra do Açor, bem no centro de Portugal…memórias dos tempos e dos nossos antepassados.
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VIOLÊNCIA DOMÉSTICA apresentam queixa e depois morrem….

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Falhas e mais falhas. São muitas falhas. Demasiadas.

obit Sen Gordon McIntosh

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John Waddingham
5 hrs

Very sad to learn of the death yesterday of my long-time friend and indefatigable supporter of Timor-Leste, Gordon McIntosh. He will be sorely missed by me. The Timor community has lost a great friend.

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TIMORARCHIVES.WORDPRESS.COM
A highly-principled and tenacious supporter of East Timorese self-determination and independence since 1975, former Australian Senator Gordon McIntosh sadly passed away on Sunday, 10 March 2019. We…

Beads found in 3,400-year-old Nordic graves were made by King Tut’s glassmaker

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Stunning glass beads – with a rare blue color due to Cobalt impurities in the glass composition – were found in Danish Bronze Age burials dating to 3400 years ago.

The blue glass beads were analyzed using plasma-spectrometry, a technique that enables comparison of trace elements in the beads without destroying them. The result proved that the rare blue beads came from a glass workshop in Nippur, Mesopotamia, about 50 km southeast of today’s Baghdad in Iraq. This glass workshop was the same workshop that made the blue beads buried with the famous boy-king Tutankhamen in Egypt.

The discovery proves that there were established trade routes between the far north and Levant as early as the 13th century BCE. (Link courtesy Eleanor Wynn)

The Mesopotamian glass beads found in the graves in Denmark indicate that trade between Nordic countries and Egypt-Mesopotamia was established already 3000 years ago. Conversely, Nordic amber has been found as far south as in Mycenae, Greece and at Qatna, near Homs in Syria.

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HAARETZ.COM
Cobalt glass beads found in Scandinavian Bronze Age tombs reveal trade connections between Egyptians and Mesopotamia 3,400 years ago — and similar religious rituals.

como nos anos 1970 Díli inundado (agora pior…)

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já o escrevi em 2016..

685 Díli inundado, fevº 2016

maromác zangou-se

as ribeiras transbordantes

em díli nada mudou

tudo alagado como dantes

décadas depois

nem os milhões do petróleo

dominam as águas

passados quarenta anos

sem dinheiro para voltar

dominam-me as mágoas

a minha saudade

rima com verdade

Jose Teixeira and Furak Alves shared a post.

Depois da tempestade

Agora no Largo de Lecidere.
Hafoin udan bo’ot.

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Claudio Savaget Timor-Leste is with Geiza Marques d’Oliveira at Dili,Timor Leste – East Timor.

DOMINGUEIRA HUMIDA
Depois da tempestade

Agora no Largo de Lecidere.
Hafoin udan bo’ot.

castelos e aldeias históricas

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https://www.facebook.com/ALDEIASHISTORICASDEPORTUGAL/videos/2528022533905800/?t=0

Do alto de cada Aldeia Histórica, há um Castelo que vigia, imponente e altivo, as suas queridas gentes. ❤️ Percorrer as suas muralhas, torres e ruínas é embarcar numa emocionante viagem ao passado, até às origens do nosso país. 😍 Viaje connosco neste vídeo, à descoberta dos Castelos das Aldeias Históricas de Portugal… 🏰😉

-2:39

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nova moda_ Câmara processa cientista

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Pelos vistos o processo é para avançar…..

Partilha-se notícia do jornal Diário Insular com o título:
“PROCESSO MOVIDO PELA AUTARQUIA E PELA PRAIA AMBIENTE A FÉLIX RODRIGUES DEVERÁ DAR ENTRADA EM BREVE, DIZ TIBÉRIO DINIS”, com o subtítulo:
“Câmara da Praia da Vitória reúne documentação contra Félix Rodrigues”.

O processo judicial movido pela Câmara Municipal da Praia da Vitória e pela empresa Praia Ambiente contra Félix Rodrigues deverá ter seguimento em breve. A garantia foi dada ontem pelo presidente da autarquia, que sublinha que a matéria probatória contra o professor e investigador da Universidade dos Açores está a ser reunida.
Em causa, avançou Tibério Dinis, está um volume considerável de documentação – “documentação bastante antiga” – que está ainda a ser preparada do ponto de vista jurídico.
O autarca praiense respondia, assim, a uma questão colocada pelo deputado do CDS-PP na assembleia municipal da Praia da Vitória, Pedro Pinto, sobre o desenvolvimento do processo.
Recorde-se que a Câmara Municipal e a Praia Ambiente anunciaram, em setembro passado, que iriam processar Félix Rodrigues por alegados danos à empresa e ao concelho provocados pelas declarações sobre a qualidade da água fornecida.
Na altura, o investigador considerou que a autarquia estaria a assumir uma posição política sobre uma questão científica. “É uma mistura inconcebível. O presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória quer comprovar em tribunal uma questão de ciência. Não conheço nada semelhante, nem no país, nem no mundo”, avançava.
Na primeira reunião da assembleia municipal da Praia da Vitória em 2019, o presidente da autarquia deu a conhecer, também, os contactos mantidos com a TVI para a cedência da documentação que serviu de base à reportagem “Lajes confidencial”. Os documentos, lembre-se, já estão disponíveis no site www.cmpv.pt.
Segundo o autarca, a equipa “multidisciplinar externa” que ficará responsável por analisar, a pedido do município, os dados fornecidos pela estação de televisão, ainda está a ser criada.
Tibério Dinis referiu-se, ainda, ao documento produzido pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), a pedido do Ministério dos Negócios Estrangeiros, e apresentado na última reunião da Comissão Bilateral entre Portugal e os Estados Unidos.
De acordo com o autarca, o relatório só chegou às mãos do município há uma semana, pelo que, defende, importa que, no futuro, a cedência dessa documentação seja mais expedita.
Quanto aos resultados aí plasmados, Tibério Dinis não se pronuncia. O autarca diz esperar pelos dados finais da monitorização à alegada descontaminação na Base das Lajes.
Entretanto, em resposta ao líder da bancada social-democrata, Clélio Meneses, sobre o processo de legalização do chamado bairro de Santa Rita, Tibério Dinis disse estar “preocupado” por ainda não ter conseguido estabelecer contacto com o novo responsável pela pasta da Habitação na República.
Recorde-se que o parlamento nacional aprovou, em novembro, uma proposta que incita a República a apoiar o processo, mas até agora essa ajuda não está definida. Tibério Dinis diz que se trata de uma formalização importante, para que o processo possa ser remetido ao Tribunal de Contas.
A escritura das casas deverá ser formalizada a 31 de março.

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as boias da memória de Manuel Leal, visita virtual ao Faial

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visita virtual ai faial as boias de manuel lealPages from 2019-02-24

o futuro agrícola dos Açores: COMO CULTIVAR A MARIJUANA NO EXTERIOR: PASSO A PASSO

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No artigo a seguir, mostramos os passos a seguir e as técnicas a utilizar para obter uma boa colheita de marijuana ao ar livre. Obviamente, podemos nos SUJEITAR A UMA VISITA DA gnr E SUBSEQUENTE DORMIDA NOS CALABOÇOS ANTES DO JULGAMENTO E CONDENAÇÃO….

Source: COMO CULTIVAR A MARIJUANA NO EXTERIOR: PASSO A PASSO

 

Continuar a ler

a descoberta da Austrália (e a minha monografia sobre o tema)

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ler a minha monografia crónicas austrais 1976-1996 em

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Mendo Henriques

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Quem descobriu o quê?
O Tratado de Tordesilhas levado a sério.
O hemisfério português passa no Brasil pela Lagoa dos Patos e na Austrália pelo meio do continente.

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carros elétricos sem trilhos nem cabos

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Carlos Fino shared a post.

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CHINA – NOVOS ELÉCTRICOS SEM TRILHOS NEM CABOS

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Greenpeace International

This new type of tram has got climate scientists excited 🚊

#CleanAirNow

a visita de Freycinet a Dili 1818

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José Bárbara Branco to Foto do “Menino Descalço”- Identidade de antigos portugueses em Timor.

Em 17 de Novembro de 1818 arribava à baía de Díli a corveta francesa L’Uranie, na viagem à volta do mundo que ficou célebre pelas investigações científicas pioneiras (costumes, antropologia, botânica e zoologia) que levou a cabo em diferentes partes do globo. As descrições publicadas por Louis de Freycinet (Voyage Autour du Monde, 1824, Paris) e o “Diário” (A Woman of Courage: The Journal of Rose de Francynet on Her Voyage Around the World 1817-1820, na versão inglesa publicada pela National Library, Austrália) de sua mulher Rose (que viajou “clandestinamente” no navio) são muito interessantes. Rose Marie Pinon de Freycinet descreve no seu Diário a chegada a Díli (onde permaneceram 4 dias) e a recepção muito calorosa pelo Governador José Pinto Alcoforado de Azevedo e Sousa. Relata os pormenores da vida no “Palácio do Governo”, a baixela, a variedade e requinte das refeições, o vestuário dos portugueses (europeus e timorenses). Devo dizer que fiquei surpreendido, pois estou habituado a outros relatos coevos miserabilistas.
Acho interessante publicar uma das gravuras que acompanham a obras citadas e que mostra o desembarque em Díli. A verosimilhança com a topografia real é muito interessante: a tranqueira de Díli (mais ou menos em frente ao Quartel, actual Casa Europa, onde, na marginal, está a praceta com canhões antigos), ao fundo a ponta de Fatucama que limita a baía e, à esquerda, a ilha de Ataúro.

A Estátua Equestre da Ilha do Corvo

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Fernando A. Pimentel added a newphoto.

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A Estátua Equestre da Ilha do Corvo.
Já passava de meados do século quinze, quando os marinheiros portugueses, que iam rumo a ocidente à procura de mais terras, depararam, por fim, com um pequeno ilhéu negro, no meio do mar. Era a mais pequena ilha dos Açores que encontravam e, aproximando-se pelo lado do noroeste, viram, inesperadamente, no cume de um penhasco, que parecia servir de marco aos navegantes, o vulto de um homem grande de pedra, montado num cavalo sem sela.
Era uma estátua profética, construída não se sabe por quem, e representava um homem, coberto com uma espécie de manto, com a cabeça descoberta. As faces do rosto e outras partes estavam sumidas, cavadas e quase gastas do muito tempo que ali tinha estado. Sobre as crinas do cavalo, que tinha uma perna dobrada a outra levantada, estava colocada a mão esquerda do homem, enquanto que o braço direito estava estendido e com os dedos da mão encolhidos. Só o indicador continuava aberto e apontava para o poente ou noroeste, para as regiões onde o sol se oculta, a grande terra dos bacalhaus, as Indias de Castela ou o Brasil, terras que ainda não tinham sido descobertas.
A estátua assentava sobre uma laje também de pedra, na qual estavam escritas algumas palavras, que, embora muito gastas da antiguidade e do rocio do mar, ainda deixavam ler: “Jesus, avante!”. Era uma incitação aos descobridores portugueses para que avançassem e expandissem a fé cristã para o ocidente. Os nossos marinheiros seguiram o conselho, viajaram para ocidente e descobriram muitas terras onde semearam a fé em Jesus.
Hoje a estátua já não se encontra lá porque, no tempo de D. Manuel, veio do reino um homem, mandado pelo rei, para a apear e levar. Descuidando-se, a estátua quebrou-se em pedaços, dos quais alguns foram levados ao rei. Mas ainda, na parte noroeste da ilha, encontramos o promontório onde se levantou a estátua equestre e, mais abaixo, o marco que deu o primeiro nome à ilha — ilha do Marco.
A esta estátua se devem as descobertas para o ocidente, porque, com aquele dedo apontado, anunciou a existência de outros mundos e bastou que os navegadores compreendessem e interpretassem essa escultura em pedra para avançarem em direcção às Américas.

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leia mais sobre este tema no livro ChrónicAçores uma circum-navegalção de Chrys Chrystello ou aqui https://blog.lusofonias.net/?p=87433