UE O ERRO DAS VACINAS

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VACINAS – O ERRO DA UE
O nosso pior erro político
(Wolfang Munchau, 23/01/2021)
Com a sua desastrosa política de aquisição de vacinas, a UE cometeu o erro final: deu às pessoas uma razão racional para se oporem à integração europeia.
Parece que fui um pouco precipitado quando previ que a austeridade ficaria como o pior erro político da UE durante a minha vida. Em certo sentido, esta previsão sobre a época da crise da zona euro revelar-se-á provavelmente correcta. A austeridade desencadeou divergências económicas que serão difíceis de inverter.
Mas a política de vacinas da UE deve tornar-se num candidato forte a esse título. A 22 de Janeiro, a UE tinha vacinado apenas 1,89% da sua população, enquanto que o Reino Unido tinha vacinado 9,32%. Além disso, a taxa diária de aumento é mais rápida no Reino Unido. As vacinações britânicas não só começaram mais cedo, como a diferença ainda está a aumentar.
Não se pode culpar os erros logísticos. O que aconteceu é que a UE não conseguiu assegurar vacinas suficientes. Isso, por sua vez, atrasou a passagem. Os números anunciados pela Comissão não são entregas. Já em Novembro, o chefe do Moderna avisou que a UE estava a arrastar as negociações. A AstraZeneca, que está a distribuir a vacina de Oxford, disse que as entregas à UE vão demorar mais tempo do que o anteriormente previsto. A Pfizer, que distribui a vacina alemã BioNTech, está agora a avisar a UE de estrangulamentos no fornecimento devido a problemas com um local de produção na Bélgica.
O que aconteceu aqui é que a UE fez um acordo comercial Brexit com a indústria farmacêutica: tentou assegurar uma vantagem percetível de preço a curto prazo à custa de tudo o resto. Em vez de dar prioridade à rapidez e segurança dos fornecimentos a qualquer preço, a UE deu prioridade ao preço. A UE pagou 24% menos pela vacina Pfizer do que os EUA, por exemplo. Para a vacina Oxford/AstraZeneca, a diferença de preço é de 45%. O Reino Unido pagou quase de certeza muito mais. Não é de admirar que os fabricantes estejam a dar prioridade às encomendas por ordem de chegada, sendo as dos primeiros a chegar, as primeiras a serem servidas, e dos países que pagam o preço total. A diferença de preço é macroeconomicamente irrelevante. Mas se a escassez de vacinas levar a bloqueios mais longos, o efeito indireto dessa política de vistas curtas será enorme.
A certa altura, o custo deste erro político será também mensurável em termos de vidas humanas. Isto não é possível agora porque não conhecemos a futura propagação do vírus. Sabemos que a variante do Reino Unido chegou ao continente, mas ainda não libertou toda a sua força pandémica. No cenário mais benigno, o actual confinamento pode evitar o pior. No pior cenário, o atraso da vacinação será uma calamidade que poderia custar dezenas de milhares de vidas.
Então porque é que os governos da UE transferiram a responsabilidade pela aquisição de vacinas para a UE em primeiro lugar? Angela Merkel raciocinou que a coesão da UE teria sido prejudicada se a Alemanha tivesse adquirido fornecimentos privilegiados da vacina BioNTech. O que ela não considerou é que a UE está mal equipada para esta tarefa. Até hoje, o ADN da UE é o de um cartel de produtores. A sua prioridade não é garantir o abastecimento, mas reduzir os custos e alcançar algum equilíbrio entre os interesses franceses e alemães. A triangulação é o que Bruxelas faz para viver. Fazer tudo o que for preciso [1], não faz parte da sua cultura.
Numa perspectiva mais ampla, a catástrofe da vacina é o culminar de uma tendência que começou com o Tratado de Maastricht. Até então, a UE fez apenas algumas coisas bem: a união aduaneira, a zona de viagens Schengen, e, em menor medida, o mercado único. As competências da UE têm vindo a alargar-se progressivamente desde então, mas os resultados são na sua maioria decepcionantes. No início dos anos 2000, a UE estava obcecada com a Agenda de Lisboa para as reformas estruturais, que trouxe poucos benefícios concretos. O mesmo sucedeu com o programa de investimentos Juncker uma década depois. A catástrofe da vacinação difere apenas num aspeto: será culpada pela perda de vidas humanas.
Haverá, sem dúvida, pedidos de demissão. Mas para mim, a questão mais importante são as conclusões que os cidadãos da UE tirarão desta situação. Para começar, a UE acaba de apresentar um argumento retrospectivo a favor do Brexit. O Reino Unido não teria procedido às vacinas tão rapidamente se se tivesse submetido à mesma política. A última coisa que a UE pode querer fazer é dar às pessoas uma razão racional, não ideológica, para o eurocepticismo.
Acaba de o fazer.
__________
[1] Nota do Tradutor. Trata-se de uma alusão à frase de Mario Draghi sobre fazer tudo o que fosse possível para salvar o euro.
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o seminarista e a porno infantil antes da política e do benfica

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As duas caras do ex-seminarista racista e anti-humanista
à esquerda, o seminarista de costas viradas para a cruz
à direita, o ex-seminarista convertido em autor de literatura pornográfica
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  • o ventralha andou num seminário? está tudo explicado! as fobias!!!!! 😂😂😂😂😂😂😂
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covid-19: China está a realizar testes por via anal

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Preparai-vos para os esfregaços anais 😉
China avança com testes covid por via anal
DINHEIROVIVO.PT
China avança com testes covid por via anal
As autoridades chinesas estão a administrar testes anais num momento em que há novos surtos no país onde o novo coronavírus foi detetado pela primeira vez.
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Lúcia Vasconcelos Franco

 

Covid-19: China está a realizar testes por via anal a contactos de alto risco | TVI24
TVI24.IOL.PT
Covid-19: China está a realizar testes por via anal a contactos de alto risco | TVI24
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″Adiós, España!″ Amazon lança site para Portugal – TSF

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Até agora, o site de referência da Amazon para Portugal ″falava″ castelhano. Neste momento, as ligações ao site espanhol mantêm-se, mas a Amazon está muito mais fácil de compreender.

Source: ″Adiós, España!″ Amazon lança site para Portugal – TSF

RABO DE PEIXE ABSTENÇÃO MACIÇA

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Ourapsários
O resultado eleitoral das presidenciais na nossa Vila de Rabo de Peixe é altamente significativo. De 7.444 eleitores, preocuparam-se em votar 879, numa percentagem de abstenção de 88,19%! Dos que votaram, 17 votaram em branco ou inutilizaram o voto. Nada de semelhante se viu anteriormente na Região Autónoma dos Açores, tratando-se portanto duma reação espontânea da maioria esmagadora duma população (mais numerosa do que a das ilhas de Santa Maria, Flores, Graciosa e Corvo) que tem de obrigar os responsáveis a meditar sobre o significado de tão inesperada postura. Certamente não foi uma reação de agrado e não partiu exclusivamente dos marginais do costume. É uma afirmação de profundo desagrado que tem, forçosamente, de fazer os nossos governantes pensar seriamente em suprimir, rápida e inteligentemente, as causas desse desastre eleitoral da mais populosa freguesia do importantíssimo concelho da Ribeira Grande. Este resultado significa, antes de mais, desagrado, mágoa e inconformismo. Significa que a população daquela importante Vila nortenha não concorda em absoluto com o cerco que lhe foi decretado, sente mágoa e dor pela humilhação e pela dureza das medidas sanitárias que considera injustas e injustificadas. Não haveria outras soluções menos gravosas para uma Vila daquela dimensão populacional? Não tinham as autoridades regionais de saúde ao seu dispor meios menos traumatizantes que um cerco que sacrificou o bem-estar de mais de sete mil pessoas ao infortúnio de menos de metade dum milhar delas? Não sou filólogo, mas estou cansado de ouvir ignorantes chamarem “rabexins” aos habitantes dessa terra de filósofos sábios, juristas consagrados, políticos ilustres, médicos de grande reputação, artistas de renome, pedagogos de elevada competência, de pescadores os mais importantes dos Açores, técnicos e operários de elevada competência, que procurei na língua grega um sinónimo que soasse a algo da mesma altura dos seus insignes habitantes e deu o neologismo que serve de título a este desabafo!
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mais farfalhas…Detido homem na posse de vídeos pornográficos envolvendo menores – Açoriano Oriental

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APolícia Judiciária, através do Departamento de InvestigaçãoCriminal dos Açores, procedeu à identificação e detenção de umhomem de 47 anos, por fortes indícios da prática do crimede pornografia de menores.

Source: Detido homem na posse de vídeos pornográficos envolvendo menores – Açoriano Oriental

SIC Notícias | Preços nas telecomunicações sobem 6,5% em Portugal e descem 10,8% na UE

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Os preços das telecomunicações em Portugal têm sido um dos pontos de discórdia entre os operadores de telecomunicações e a entidade reguladora do setor Anacom.

Source: SIC Notícias | Preços nas telecomunicações sobem 6,5% em Portugal e descem 10,8% na UE

CARLOS FARIA O MAU EXEMPLO DOS POLITICOS

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Meu artigo de opinião, com periodicidade quinzenal, publicado hoje no diário do Faial “Incentivo”:
O MAU EXEMPLO DOS POLÍTICOS NA LUTA AO COVID
Enquanto os Governantes, o Presidente da República e os Deputados pedem e aprovam Estados de Emergência e Leis para os Portugueses ficarem fechados em casa de modo a pôr termo à propagação do vírus SARS-CoV-2, o Primeiro-ministro e os líderes Políticos deixam claro que, ao abrigo da Constituição de Portugal, os direitos dos cidadãos podem ficar fechados temporariamente, mas o mesmo não é permitido ao nível dos direitos do exercício político dos políticos.
Sei que a Constituição da República é a Lei fundamental do País a que todas as outras leis e nós temos de nos sujeitar, mas há muitos anos que descobri que esta Constituição tem defeitos. Por isso, quando alguém grita que um diploma legal é inconstitucional como sinónimo de que o mesmo é injusto, nem sempre isso é verdade, por vezes é a própria Constituição a fonte da injustiça que impede a reposição da Justiça e permite que determinados vícios permaneçam inalterados e, suspeito, nalguns casos seja até mesmo travão da modernização de Portugal.
Compreendo a necessidade de alguns dos direitos fundamentais dos cidadãos poderem ser engavetados em situações de emergência para vencer um combate de problemas maiores do País, como é o caso da presente pandemia. Contudo, já não compreendo, considero mesmo injusto e uma discriminação inaceitável que tal não abranja os direitos do exercício da atividade política fora daquelas funções essenciais de quem democraticamente tem o poder executivo e precisa de agir para enfrentar essa situação. Compreendo numa emergência que um cidadão possa ficar limitado a sair à rua, a circular entre concelhos, interditado a reuniões ou ao convívio social presencial ou que uma entidade patronal tenha de sujeitar o seu trabalhador a teletrabalho quando tal é viável.
Contudo, não aceito que, em simultâneo ao mesmo estado de emergência e por imposição da Constituição, o politicos com ou sem funções executivas e fora do âmbito do essencial, possam andar desnecessariamente a percorrer o País à vontade, a visitar instituições e a fazer reuniões, propaganda e a insultarem-se mutuamente durante uma pandemia que está a ceifar centenas de pessoas por dia em Portugal. Isto é um insulto aos Portugueses e uma afronta à equidade da justiça, mesmo que digam que é a Constituição que não pode pôr termo a isto.
Esta última afirmação evidencia que a Lei Fundamental do País nem sempre é fonte de Justiça, contudo, esconde ainda outro facto bem pior: os políticos não podem ser obrigados a confinamento, mas tal não implica que tenham de dar mau exemplo e a andar por este País fora. Estes, mesmo sem imposição de confinamento e sem desobedecer à Le se tivessem bom-senso e respeito pelo cidadão comum seriam recatados sem este desplante de exposição pública que desacredita todo o discurso que fundamenta a necessidade de restrição de liberdades à generalidade dos Portugueses.
Não é um bom exemplo ver ministros e secretários regionais a deslocar-se pelo país para verem cidadãos a serem vacinados ou a viajar pelas nossas cidades, ilhas e Estrangeiro para reuniões presenciais quando muito podia ser feito através das tecnologias informáticas e de telecomunicações hoje em dia. Um bom exemplo foi dado pela Assembleia Legislativa Regional dos Açores que, por segurança das populações das ilhas onde não se conhecem contaminações comunitárias de COVID-19, o que deixou de ser o caso do Faial, optaram por fazer o Plenário desta semana sem se reunirem fisicamente na Horta. Isto é uma prova de que a fonte de injustiça a coberto da Constituição não impede o exercício do bom-senso na classe política.
O descaramento na campanha eleitoral e a impossibilidade de alterar a realização de eleições durante este Estado de Emergência ao abrigo do argumento constitucional, mostra bem quanto os que dirigem os destinos de Portugal não são previdentes e não têm bom-senso. Isto talvez explique porque este País passou a ter um dos piores índices mundiais de mortalidade e de contaminações nas últimas semanas. O culpado deste descontrolo, em primeiro lugar, não são os Portugueses como pretende dizer a classe governante, mas sim estes dirigentes políticos imprudentes e sem vergonha.
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25% de eleitores elegeram Marcelo

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Como só votaram 39,5 % dos portugueses que teriam direito a voto, segundo os cadernos eleitorais, e Marcelo Rebelo de Sousa conseguiu 60,7 % dos votos que foram expressos, na prática ele acabou por ser reeleito com menos de 25 % dos votos de todos os portugueses maiores de 18 anos.
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