BISNETOS

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History repeats itself…
Queen Victoria reigned for a very long time.
When she died, Her son became Edward VII.
A woman named Alice Keppel was his long-time mistress and confidante.
Queen Elizabeth II reigned for a very long time.
When she died, Her son became Charles III.
Charles III is Edward VII’s Great-Great Grandson.
Camilla is Alice Keppel’s Great Granddaughter.

Timor-Leste: Ramos-Horta defende futuro de parceria com Darwin | e-Global

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O chefe de Estado timorense, José Ramos-Horta, defendeu nesta segunda-feira, 12 de setembro, um futuro de parceria entre o seu país e Darwin, cidade a norte do território australiano. Ambos são concorrentes no projeto do campo de gás de Greater Sunrise, no mar de Timor, mas o governante considera que o melhor para os dois […]

Source: Timor-Leste: Ramos-Horta defende futuro de parceria com Darwin | e-Global

trilho da Lagoa

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Reportagem da SIC, da autoria da jornalista Sara Sousa Oliveira, sobre o Trilho Interpretativo (Recriação Histórica) “Viagem no Tempo do Povoamento à Industrialização”, realizado ontem na Lagoa, uma organização da Câmara Municipal de Lagoa, em parceria com Os Quiridos Associaçao Criativa e Promotora de Eventos Culturais, da vila de Água de Pau, e o apoio da Antena 1 Açores, no âmbito das comemorações dos 500 anos de elevação a vila e sede de concelho da Lagoa e 10 anos de cidade.
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o reino unido

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*** REINO UNIDO ***
O Reino Unido é uma união política de quatro “países constituintes”: Escócia, Inglaterra, Irlanda do Norte e País de Gales.
O governo é regido por um sistema parlamentar, cuja sede está localizada na cidade de Londres, a capital, e por uma monarquia constitucional que tem o rei Carlos III como chefe de Estado. As dependências da Coroa das Ilhas do Canal (ou Ilhas Anglo-Normandas) e a Ilha de Man (formalmente possessões da Coroa), não fazem parte do Reino Unido, mas formam uma confederação com ele.
O país tem 14 territórios ultramarinos (*), todos remanescentes do Império Britânico, que no seu auge possuía quase um quarto da superfície da Terra, fazendo desse o maior império da história.
Como resultado da era imperial, a influência britânica no mundo pode ser vista no idioma, na cultura e nos sistemas judiciários de muitas de suas antigas colónias, como o Canadá, a Austrália, a Índia e os Estados Unidos.
O rei Carlos III permanece como o chefe da Comunidade das Nações (Commonwealth) e chefe de Estado de cada uma das monarquias.
(*) Os catorze Territórios Britânicos Ultramarinos do Reino Unido, são: Anguila; Bermudas; Território Antártico Britânico; Território Britânico do Oceano Índico; Ilhas Virgens Britânicas; Ilhas Caimão; Ilhas Malvinas; Gibraltar; Montserrat; Santa Helena, Ascensão e Tristão da Cunha; Ilhas Turcas e Caicos; Ilhas Pitcairn; Geórgia do Sul e Ilhas Sandwich do Sul; e as Áreas de Base Soberanas em Chipre.
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crise inflacionista josé gabriel ávila

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Cron. Rádio Atlântida – Crise inflacionista
Estávamos bem longe de pensar – todos nós, incluindo organismos internacionais – que a guerra na Ucrânia iria prolongar-se tanto tempo e que os seus efeitos provocariam uma crise inflacionista que estamos a sofrer, também por causa das sanções.
Quem ganha com este conflito europeu? A indústria do armamento, as empresas fornecedoras de energia e de produtos petrolíferos. Quem sofre com a guerra? O país atacado, os familiares das vítimas, os que lutam no campo de batalha, quem vive do seu trabalho e não têm outros proventos, os idosos, os carenciados, os povos famintos, etc, etc… E poderia continuar o rosário doloroso e infindável de consequências que se traduzem sempre em morte, pobreza e mais guerra.
Perante este cenário de crise, a quem compete acudir? Ao Estado, à sociedade, à solidariedade humana, repartindo bens, sobretudo os que mais têm.
Esta é a receita que muitos governos estão a tomar, cientes de que o bem-comum deve traduzir-se em gestos efetivos, revertendo aos contribuintes, sobretudo aos que mais precisam o excesso de impostos cobrados devido à subida dos produtos.
ENTRE NÓS, o Governo Açoriano já veio dizer que, para já, não contem com a devolução de impostos. Posição contrária – e muito bem! – tem o presidente do Município da Ribeira Grande.
Gaudêncio afirma que “A [sua] preocupação é ajudar as famílias, com medidas concretas
que visam apoiar, em primeiro lugar, aqueles que mais precisam”. Uma dessas medidas é a criação de um Fundo de Emergência Social, para atuar de imediato, apoiando despesas básicas como água, eletricidade, gás ou alimentação. No próximo ano, no concelho nortenho, haverá a redução da taxa do IRS cobrado pela autarquia aos contribuintes.
Existindo uma associação de municípios de São Miguel e também dos Açores, por que não decidiram as autarquias ações conjuntas? O problema não atinge todas as ilhas?
Neste concelho maior (Ponta Delgada) e noutros por esses Açores abaixo, a indiferença face às dificuldades de tantas famílias e à pobreza é assustadora e olha-se, infelizmente, para os mais carenciados como um peso social ou casos de preguiça que importa denunciar e combater.
A estratégia de muitos autarcas parece ser adormecer o povo com festas brancas e multicolores para esconder as assimetrias sociais cada vez mais evidentes.
Vivemos tempos em que o estado, a região, os órgãos de poder local e outras instituições sócio-religiosas devem preocupar-se com as condições de vida de mais de um quarto da população açoriana e até da classe média, para evitar tempos de penúria, como os já vividos há décadas, que abriram a porta à emigração.
As instituições servem para responder aos problemas e não para instalar e perpetuar no poder os responsáveis quaisquer que eles sejam.
Os políticos e os governantes não são donos da democracia. Por isso, devem repensar e rever, constantemente, procedimentos e tomar atitudes que visem o bem-comum. É essa a sua única missão.
Indigna-me saber que o orçamento do Parlamento Açoriano para o próximo ano aumentou substancialmente e que nenhuma força política se dignou propor em plenário medidas que visem fazer face à presente crise financeira das famílias mais débeis.
Se os governantes, deputados e autarcas não se preocupam em discutir e resolver os problemas que, em tempos de grande dificuldade, mais afetam os cidadãos, para nada servem.
A democracia é um sistema dinâmico e, ao contrário do que se julga, o povo não dorme e sabe analisar quem está a seu lado e resolve as suas dificuldades.
José Gabriel Avila
10 set 2022
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Eu não tenho que pedir desculpas pelo crime de Wiriamu

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《Eu não tenho que pedir desculpas pelo crime de Wiriamu
A culpabilização colectiva por actos de uma ditadura em que os portugueses não foram tidos nem achados só serve para desculpabilizar os verdadeiros culpados.
José Pacheco Pereira
10 de Setembro de 2022
O pedido de desculpas de António Costa aos moçambicanos pelo massacre de Wiriamu pareceu-me bem no sentido geral do acto, não na sua forma. Wiriamu foi um crime de guerra que nunca deve ser esquecido nem subestimado, pelo qual a justiça devia ter funcionado punindo os culpados e reparando as vítimas. Como isso nunca foi feito, devia sê-lo mesmo hoje, porque esses crimes não prescrevem. Acresce que a memória inscrita na história escolar e mediática não pode tratar a Guerra Colonial como um acontecimento secundário na nossa história recente, mas sim um momento particularmente cruel da nossa história, num país que se gaba vezes de mais de ter «brandos costumes».》
Eu não tenho que pedir desculpas pelo crime de Wiriamu
PUBLICO.PT
Eu não tenho que pedir desculpas pelo crime de Wiriamu
A culpabilização colectiva por actos de uma ditadura em que os portugueses não foram tidos nem achados só serve para desculpabilizar os verdadeiros culpados.
Rosa Horta Carrascalao and 3 others
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IVA PRIORIDADES INVERTIDAS

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No photo description available.
O material escolar é tributado em IVA a 23%.
Uma estadia num hotel de cinco estrelas a 6%.
Prioridades invertidas.
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PS CHAMA AUMENTO A CORTE DE PENSÕES FUTURAS

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Como reformado sinto-me BURLADO. Quando me vêm dizer que me vão dar um apoio extraordinário em outubro, deveriam dizer que era um pagamento especial por conta, mas no lugar de ser o cidadão a faze-lo nesse caso é o governo que o faz. No ano seguinte 2023 os aumentos impostos por dec. lei , deviam ser entre os 7 e o 8 por cento, vão se situar entre os 3 e 5 por cento, sendo que o que é pago no próximo outubro compõe o que falta. NÃO EXISTE APOIO EXTRAORDINARIO NENHUM. Contas feitas o apoio é 000000000. Há ainda a considerar que se os aumentos ficam entre os 3% e os 5% a base para o calculo nos anos seguintes é mais baixa e por isso não só nada se ganha este ano e para o ano, como se vai perder em todos os anos para o resto da vida. Para mim trata-se de uma BURLA maquiavelicamente concebida.
Reformados e pensionistas NÃO se esqueçam de NÃO votar PS , da próxima.
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  • Tiago Almeida

    Na realidade estamos a assistir a um corte de pensões no longo prazo, e o PS chama-lhe “apoio”, ou “aumento” ou outra coisa qualquer. Esta gentalha, que não tem outro nome, está-se a aproveitar vergonhosamente da vulnerabilidade e do desconhecimento que estas pessoas geralmente têm, é vergonhoso, escandaloso, e muitas outras coisas que não posso aqui escrever.
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    • 11 m

açores de desgoverno em desgoverno (título meu em artigo de Tomás Quental

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PS é o melhor “seguro de vida” da coligação política açoriana
O líder do PS-Açores alertou para “uma degradação crescente das finanças públicas regionais”.
Vasco Cordeiro, que é boa pessoa e honesto, sobre isso penso não existirem dúvidas, ainda não desceu das nuvens, onde aparentemente se refugiou após PSD-CDS-PPM, em estranha coligação, terem assumido o poder no arquipélago, repetindo, de algum modo, o modelo de “geringonça” já experimentado em Lisboa.
A coligação PSD-CDS-PPM está no poder na Região Autónoma dos Açores não por mérito próprio, mas por demérito do PS, que é, até ver, o maior partido nas ilhas açorianas.
O PS vem dizer que há “uma degradação crescente das finanças públicas regionais”. Não possuo competência para avaliar dessa falada “degradação”. Agora o que é notório é que o PS ainda não assumiu nem se redimiu dos muitos erros cometidos durante 24 anos de governação regional, tendo também – há que reconhecer – alguns aspectos positivos.
Um Governo Regional socialista entregou sob concessão a um privado as centenárias termas públicas das Furnas para serem transformadas num hotel-spa para ricos. Isso é socialismo? E vários militantes socialistas discordaram. Um Governo Regional socialista mandou destruir a maior parte do igualmente centenário jardim do Museu Carlos Machado para construir um pavilhão subterrâneo, que está concluído, mas não pode ser aproveitado, porque alegadamente o projecto foi mal concebido e há infiltração de águas. Esse atentado à Cultura é socialismo? E muita gente não concordou. Um Governo Regional socialista elaborou e aprovou um projecto escandaloso para os terrenos públicos da Calheta de Pêro de Teive, impedindo que aquele espaço conquistado ao mar fosse devolvido na sua totalidade à população para ser transformado numa zona de fruição, que podia ser, nomeadamente, uma praça ou um jardim. Isso é socialismo? Neste último caso, o PS, estranhamente, contou com a concordância e o apoio do PSD, ambos muito “amiguinhos” contra os interesses da população. Muitos socialistas e muitos sociais-democratas discordam do que vai ser feito na Calheta – um monstruoso hotel vai ser construído por um privado sob concessão em terrenos públicos -, mas os chefes partidários, instituídos em funções públicas, é que mandam, sem ouvirem a população, apesar de se apregoarem de muito democratas.
Além dessas tristes e lamentáveis situações em São Miguel, muitas outras ocorreram em outras ilhas dos Açores, em vários sectores e em diversos aspectos, durante os anos de governação socialista regional. Mas o PS continua a não assumir os erros cometidos, até parece que se orgulha deles. Portanto, não se pode queixar de a direita coligada ter chegado ao poder, de onde não vai sair facilmente, apesar de os resultados não serem famosos.
De resto, enquanto Vasco Cordeiro continuar às ordens de um cansativo clã familiar socialista regional, não vai conseguir regressar ao cargo de presidente do Governo Regional. Ser boa pessoa e honesto, apesar de serem apreciáveis qualidades, não dão garantia de levar o PS ao poder regional. Onde está o PS de Angelino de Almeida Páscoa, de Francisco Macedo, de Avelino Rodrigues e de outros verdadeiros e genuínos socialistas? Enquanto o PS não recuperar o seu património original, não assumir os erros cometidos e não se redimir, pode esperar sentado, porque ao poder regional não terá acesso nem tão cedo. Assim sendo, o melhor “seguro de vida” da coligação PSD-CDS-PPM é o próprio PS.
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  • Constantino Silva

    Perante os erros atrás descritos cometidos pelo PS e o actual “desgoverno” do PSD, completamente manietado por partidos praticamente sem votos. Fácil será de concluir que estamos bem “lixados”.
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O MONSTRO ACORDOU (INFLAÇÃO)

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Na década de 80, Portugal viveu durante anos consecutivos com taxas de inflação superiores a 20 por cento, um cenário que a entrada na União Europeia, primeiro, e a adesão ao euro e à Zona Euro, mais tarde, apagaram da nossa memória. Nunca nos seus curtos 24 anos de vida a Zona Euro passou por uma crise inflacionista como a que agora nos entra porta adentro.
Ao contrário do que se tem ouvido aqui e ali, o epicentro da crise inflacionista não está limitado à guerra na Ucrânia, até porque antes de os russos ultrapassarem a fronteira ucraniana já a inflação se agitava como reflexo de uma longa pandemia que paralisou o mundo e provocou o caos nas cadeias de distribuição.
O impacto somado desses vários fatores é o que permite perceber a voragem do monstro inflacionista que depois de décadas adormecido acordou cheio de fome e ameaça lançar a Europa para mais uma recessão.
Há incúria política ao nível dos estados-membros, há ganância e certamente negócios duvidosos que ajudaram a colocar a União Europeia, e em particular o seu grande motor económico, a Alemanha, nas mãos de Putin que agora fecha as torneiras do gás na-tural e deixa a Europa à beira de congelar. O Inverno vem aí e Putin vai usar o frio em beneficio próprio. A fazer fé nas palavras de Klaus-Dieter Maubach, CEO da Uniper, o pior da crise energética ainda está para chegar.
Com a inflação a comer rendimentos, e a injetar incerteza nas economias europeias e nos mercados internacionais, com a crise energética, as alterações climáticas e a disrupção nas cadeias de distribuição por resolver, não é de admirar que o BCE continue com a mão no travão e admita voltar a a subir as taxas de juros que “facilmente” poderão chegar aos 3% em 2023. Talvez não seja má ideia revisitar a crise do início dos anos oitenta nos EUA e as medidas duras tomadas pela FED na altura para se perceber o risco que a escalada da inflação representa.
Portugal, tal como outros países da UE, tem procurado criar medidas que alguns, erradamente, apelidam de combate à inflação. Na realidade, são medidas para ajudar a viver em inflação, nunca para a derrotar. Podem e devem discutir-se se os pacotes anunciados são bons, maus, ideais, contudo nunca se deve perder de vista o essencial: o dinheiro que os Estados encaixam “extraordinariamente” em impostos com a inflação não são uma benesse, antes um presente envenenado, e todos os políticos, dos que governam aos que são oposição, sabem disso.
(Paulo SimõesAçoriano Oriental de 11.09.2022)
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