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solidaO

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Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo… Isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar… Isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos… Isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida. .. Isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado… Isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma….


Francisco Buarque de Holanda
(CHICO BUARQUE)

a casa da Cré, Santa Maria (no colóquio não iremos lá mas a história é gira)

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Rosélio Reis is with Sousa Essie and

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.

A CASA DA CRÉ
Há cerca de um ano fui fazer uma caminhada com amigos, passei pela Casa da Cré e senti-me muito triste pelo estado de abandono a que a mesma tinha sido votada. Lembrei-me de, há cerca de 30 anos, ter lá ido. A casa estava a entrar em obras de restauro. Tinha sido comprada pelo Dr. António Saraiva que queria remodelá-la para passar umas férias em Santa Maria. Creio que ainda cheguei a fazer qualquer coisa para lá! Mas o caminho de acesso era de tal qualidade que eu respirei fundo quando regressei à estrada da zona do Pilar, na Faneca: o caminho até lá estava cheio de pedras cortantes e nem sei como os pneus do meu carro aguentaram o trajeto.
A Casa da Cré está situada na baía com o mesmo nome, situada no sopé do Pico do Monte Gordo, e acede-se pelo Caminho Mal Degolado, nome do caminho que estreita antes de chegar à casa. Fica próxima do lugar dos Anjos. O acesso é mau e isso joga a favor da sua preservação. Ninguém no seu perfeito juízo se ia arriscar até lá só para se entreter a destruir o edifício, como fizeram na Estação Loran ou no Polígono de Acústica Submarina.
A casa foi construída na primeira ou segunda década do Século XX por um empresário de S. Miguel que procurou um melhor espaço em Santa Maria para construir uma casa modelo para a sua esposa, que tinha problemas pulmonares. O nome dele era Miguel Batista (?) já que o nome de um dos netos também tem o mesmo apelido A ideia era proporcionar à esposa uma vida melhor, numa zona limpa e favorecida pelo ar saudável que entrava pela vasta baía da Cré.
Ao mesmo tempo instalou uma serração de madeiras na Marinheira, um lugar quase desconhecido da maioria das pessoas e que fica entre o Alto Nascente e o Alto Poente, a leste da Chã do João Tomé. Acede-se prioritariamente pelo decrépito caminho do Alto Poente, que conduz a uma construção dos Serviços Florestais que fica lá no alto e que começa a acusar uma certa ruína. Tem uma vasta área de matos de vários proprietários, entre os quais o Dr. Jorge, com o maior espaço, José Salvador, com cerca de 200 alqueires, e vários outros entre os quais a Santa Casa da Misericórdia de Vila do Porto. Curioso é o nome da vasta zona da Marinheira ser completamente desconhecido da maior parte dos marienses, inclusive da funcionária da Junta de Freguesia de S. Pedro, que eu consultei. As árvores que lá estão, talvez por estarem muito próximas umas das outras, são altíssimas. E o acesso àquela zona, sem ser pelo caminho da florestal, é quase impossível, o que não me permitiu localizar a zona da serração. Mas, curioso, da primeira vez que lá estive, cruzei-me com um grupo de quatro estrangeiros que estava a fazer um trilho a pé. E da segunda vez encontrei o senhor Hugo Carvalho, um grande desportista, a preparar um trilho de BTT a ser usado em breve pela Cicl’in Azores, com colocação de placas de marcação. São incríveis os trajetos que eles têm de percorrer, mas fazem-no com a maior boa disposição. Até a preparação e limpeza dos percursos é feita na desportiva!
Segundo João Cabral, que é um dos maiores repositores da história da ilha, a serração mecânica da Marinheira foi a primeira a ser construída na ilha. Tinha um motor a vapor para ajudar. O trabalho acumulava-se ali. Tinha pilhas enormes de troncos de árvores para serem transformados em tabuado. António Joaquim Alves e José Jacinto Cabral, avô de João Cabral (Manteiga) também ali trabalharam. Eram homens muito robustos, porque o serviço assim o exigia. António de Moura, conhecido por António Inácio (o avô de António Manuel das Pontes) também arranjou ali emprego: todos os dias, e com a ajuda de dois burros, transportava quatro talhões de água nos seirões, essenciais para alimentar a máquina a vapor e para dar de beber aos trabalhadores. Porém, numa noite de azar, a serração foi toda consumida por um grande incêndio. Nunca se chegou a saber a origem! Embora já não existam vestígios desse empreendimento na Marinheira, e numa passagem pela zona, o João Cabral detetou pedaços de carvão entre o mato selvagem, resultantes do gigantesco incêndio.
Ao Mestre Miguel não lhe restou outra alternativa senão regressar à sua terra. Deixou a casa a Miguel Monteiro Figueiredo (Miguel de Alfaiate), irmão de Alexandre Monteiro Figueiredo e tio do José Julião.
A casa foi alugada durante uns quantos anos a José de Freitas (Galocheiro), casado com Teresa Freitas. Sousa Essie, a sua neta, escreveu no FaceBook que ainda se lembra de muitas histórias, contadas pela sua mãe Francelina da Cré, dessa casa onde passou a sua juventude até se casar. Quando o avô morreu, em 1964 ou 1965, ela tinha 5 ou 6 anos. Sousa Essie crê que, depois dessa altura, mais ninguém morou na casa.
Acabou sendo herdada por João Cunha Monteiro, filho do Miguel Alfaiate, que a vendeu, há cerca de 30 anos, ao Dr. Saraiva.
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Ana Nogueira Santos Loura, Duarte Miranda and 59 others

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Duarte Miranda

Empolga-me muito a cada ocasião que tenho a oportunidade de ler um relato do Rosélio. É o caso deste.
Infelizmente, por razões que não consigo explicar-me, o essencial dos meus primeiros quase 11 anos de vida passados na tão saudosa Santa Maria apagaram-se da minha memória. Tenho recuperado algumas, graças, precisamente, a textos do Rosélio. Na década de 1950, o meu pai, na altura funcionário na Central eléctrica do Aeroporto, era dono de um automóvel, um Morris 10. Recordo-me que aos sábados e/ou domingos, o meu pai levava a nossa família a percorrer a Ilha. Será que estes terão sido locais e lugares por onde passamos, e que, algumas das personagens recordadas pelo Rosélio terão cruzado o meu caminho, ou, eu o deles? Aí tempo!
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Rosélio Reis

Duarte Miranda Muito obrigado pelo seu comentário. Deixa-me vaidoso 😉 Eu lembro-me bem de si do tempo da professora Isabel, na 4ª classe, que era má como as cobras mas uma excelente professora. E lembro-me que eu, o Armindo e o Duarte Miranda estávamos sentados na última fila de alunos porque éramos os melhores. Na primeira fila da frente estavam o Luciano, o Leal e o João Black. O Leal até levantava os pés do chão com tantos “bolos” que levava – bolos eram as reguadas! Não creio que alguma vez tenha passado na Baía da Cré porque o caminho era quase inacessível!
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“Grave” ou “equívoco” de Melo? Olivença ‘portuguesa’ está a dar que falar

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Após o ministro da Defesa, Nuno Melo, ter afirmado que a cidade espanhola de Olivença “é portuguesa”, as suas palavras acabaram por não ser bem vistas por todos.

Source: “Grave” ou “equívoco” de Melo? Olivença ‘portuguesa’ está a dar que falar

Child abuse scandals hang over pope’s East Timor visit

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There are calls for the 87-year-old pontiff to speak out on child abuse when he lands in the former Portuguese colony Monday as part of his Asia-Pacific tour.

Source: Child abuse scandals hang over pope’s East Timor visit

foi há 394 anos uma das maiores…

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Pode ser uma imagem de texto
*** 3 de Setembro de 1630 ***
Uma das maiores erupções vulcânicas registada nos Açores desde o povoamento do arquipélago ocorreu nas Furnas, em S. Miguel, a 3 de Setembro de 1630, completando-se hoje 394 anos sobre a tragédia que abalou a ilha.
A erupção gerou uma nuvem que tapou o Sol durante três dias e cobriu a ilha com uma camada de cinzas que chegou a atingir 1,5 metros de espessura, tendo terminado apenas a 2 de Novembro, ao fim de 61 dias.
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Artur Goulart and 4 others

a crítica do sr clérigo e o desmentido do povo

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Inadmissível. Esta degradação tem de ser confrontada com uma resposta que evidencie não apenas descontentamento, mas consequências a curto prazo.
Este ambiente, que ganha proporção em Ponta Delgada, com um centro desertificado, rentabilizando o chamariz proporcionado pelos turistas, tem de ser enfrentado, com respostas que mobilizem diversas e empenhadas entidades e que não podem deixar de contar com a autoridade policial. Uma ação com objetivos e prazos de execução transparentes.
Inadmissível que os partidos democráticos não entendam que não é possível fazer do centro da cidade um dormitório, com espaços de alojamento disponíveis em qualquer canto e com mictórios nas esquinas próximas.
Este entendimento prejudica o equilíbrio comunitário e a Democracia. Repito, é inadmissível que uma comunidade como a nossa não encontre respostas e que o Parlamento se demita pela inatividade.
Os Centros de Acolhimento existem e servem para acolher quem precise. Na Arquinha, por exemplo, em frente de uma Escola, numa paragem de autocarro, ficou “alojado” um mendigo com limitadíssimas competências, entregue à sua sorte e “alimentando-se” de vários pacotes de vinho, espalhados pelo local, convertendo o espaço num mictório. O cheiro era nauseabundo. Desconheço o seu destino, mas foi longa a permanência, a poucos metros, como referi, duma Escola.
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Lúcia Duarte and 148 others

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Sonia Borges de Sousa

M Santa Clara houve festa, daí a imagem, mas ao que parece até foi uma crianca indisposta apos a procissao

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LUÍS GAIVÃO “Angola e o Atlântico”

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Saiu hoje este “Angola e o Atlântico”: um modesto contributo, mas genuíno e sério, para que os angolanos e os povos africanos entendam o que foi o colonialismo e como ele se retransformou, após a descolonização, em colonialidade e neocolonialismo. Neste livro, quem fala são os autores do SUL, africanos e sul-americanos, em contraste com o liberalismo eurocêntrico. Pelo futuro dos africanos.

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MISTÉRIOS

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Suggested for you Ancient Media
Ancient Indo-Europen connection? The similarities between these megalithic structures found in India and the Caucasus are indeed intriguing. These dolmens, often associated with burial practices, share a striking resemblance despite being separated by vast distances. Some scholars speculate that these similarities might hint at ancient cultural connections or shared architectural practices among early Indo-European societies. While the exact relationship remains a topic of debate, these structures offer a fascinating glimpse into the spread of ancient traditions and the potential links between distant civilizations. The enduring mystery of these megaliths continues to captivate researchers and history enthusiasts alike.
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Ryan Niemi

I ain’t got none of that I’m pretty sure… I’ve been lying my whole life. That or when they’re making a record on the test you just circle C
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Multi Verse Sy Stem

Considering there’s a proto Indo-European language, that doesn’t seem surprising at all. And the out of Africa journey maps (evidence based) shows how it’s possible

por onde anda o espólio fotográfico?

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Katrin Gygax foi uma geógrafa suíça que se apaixonou pelos Açores, tendo escrito em 1966 uma tese sobre as três cidades açorianas (tradução para português de Luciano Caetano da Rosa no Boletim do IHIT de 1969-1970). Foi membro correspondente do IHIT e organizou inúmeras viagens aos Açores, nos anos 60 e 70, para professores suíços. Por volta de 1969 colabora com o fotógrafo Walter Imber na realização de um álbum sobre as ilhas atlânticas (Açores, Madeira e Cabo Verde), que foi publicado em 1971, tanto em alemão como numa tradução francesa. É uma boa fonte de belas fotografias, tiradas com a Hasselblad de Imber. Onde andará o espólio fotográfico de Imber, não sei. E o de Gygax, que segundo o Diário Insular, ano 24, n.º 699, de 12 de Agosto de 1969, teria cerca de 1000 fotografias dos Açores, também não sei onde pára. Fica aqui a única fotografia de Imber das Flores que surge no álbum, mostrando o moinho da Ribeira Funda, entre a Fazenda e a Lomba.
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mistérios das pirâmides

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Suggested for you Planet’s Beauty Unveiled
The pyramids of Teotihuacán have LIQUID MERCURY inside them.
The mystery of the ancient pyramids of Teotihuacán increased in 2015 when in the latest discoveries of Teotihuacán made by a group of archaeologists, they reserved great surprises that could not be explained and transformed the case into an unsolved mystery, more than it already was place.
Liquid mercury was discovered beneath the Teotihuacan pyramid of the sun, as well as a room with a layer of stone, followed by another of mica and then another of stone. Liquid mercury was placed there by ancient civilization for some unknown reason, but it was even stranger to find caves whose walls were filled with pyrite (a shiny golden mineral that could be a conductor of electricity). In the same space, golden balls of a strange material were discovered. It is not known how they worked or for what.
Liquid mercury, mica and golden spheres were the latest discoveries at Teotihuacán in 2015, but it is shocking that only 10% has been excavated from the deposit. We miss exploring 90% of Teotihuacán and I’m sure that when everything has been excavated and investigated, the surprises will be even bigger. It is believed that the great mystery of the pyramid is that it functioned (like others, for example, the Great Pyramid) as a Power Station.
We have not yet managed to decipher the mysteries of the pyramids of Teotihuacán or those of Egypt (Giza). These advanced societies used technology and mathematics, which matched the pyramids and their measurements with maps of the solar system. Those who built Teotihuacán had knowledge of the solar system, something the ancient inhabitants could not have had.
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Kathy Skinner

Amazing thing to view in person!Been there twice!