A ÚLTIMA RAINHA AFEGÃ

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Como as coisas mudam…
Para pior!
O nome da mulher desta foto é Soraya Tarzi e embora muitos não saibam ela foi a primeira e última rainha consorte do Afeganistão durante o século XX. Soraya nasceu em 1899 na Síria, que então fazia parte do Império Otomano, filha do político e intelectual Mahmud Beg Tarzi que proporcionou a Soraya uma educação moderna e ocidental. Em 1913 após voltar ao Afeganistão a jovem conheceu o Príncipe Herdeiro Amanullah Khan com quem teve uma grande afinidade. No mesmo ano Amanullah, que era solteiro, decidiu tomar Soraya como esposa. Em 1919 após a ascensão do marido ao trono afegão Soraya se dedicou ao projeto de modernização do país. Refinada e determinada ela defendeu direitos básicos das mulheres como trabalhar e estudar. Além disso Soraya foi a primeira consorte de um monarca muçulmano a aparecer em público. Soraya até mesmo chegou a discursar em algumas ocasiões. Ela também participou de vários eventos ao lado de seu marido. Suas atitudes aliadas as reformas implantadas por seu marido foram o entrave de uma revolta por parte dos afegãos tradicionalistas. Em 1929 Amanullah Khan abdicou do trono para evitar um derramamento de sangue e Soraya o seguiu no exílio. Ela faleceu em 1968 em Roma, Itália.
Fonte: MULHERES NA HISTÓRIA
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memórias urbanas

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🇵🇹
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Os autocarros que circulavam nas cidades do Porto e Lisboa, nos anos 60 e 70 na minha infancia. E tinham algo que espantaria alguns jovens de hoje. Por detrás dos assentos havia cinzeiros, para as pessoas que fumavam dentro do autocarro.
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BURCAS PORTUGUESAS

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Mulheres a aguardar pescadores na Nazaré
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Mulheres aguardando os pescadores na praia da Nazaré, Portugal, 1955 ~ Henri Cartier-Bresson
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A aliança Luso-Marroquina na Batalha de Alcácer Quibir | História Islâmica

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A Batalha de Alcácer Quibir, também conhecida como Batalha d

Source: A aliança Luso-Marroquina na Batalha de Alcácer Quibir | História Islâmica

SANTA MARIA, HISTÓRIAS DE AMOR DO TRADUTOR AÇORIANO

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O tradutor açoriano
O meu querido avô António tinha muitas namoradas. Ou na linguagem da minha infância, amantes. Para além de homem bonito tinha bom feitio, sustentava “inúmeras” famílias e tinha fama de rico. O que que ainda “lhe trazia” mais trabalho – ou sucesso- no ramo do amor, por assim dizer.
Uma das amantes, das menos conhecidas, tinha sido um caso durante a construção do aeroporto de Santa Maria. Ela era casada com um militar americano e depois voltou para a América. Durante quase quarenta anos a senhora (vergonhosamente bonita)nunca mais deu sinal de vida. Até que no princípio dos anos oitenta, já viúva, decidiu escrever. Só que ela escrevia em inglês. E o meu avô decidiu que eu faria as traduções nas cartas de resposta. Só que ele adoeceu, com gravidade, e pediu-me para escrever o que “me apetecesse”. Mas sem “tom poético ”. Obviamente que não resisti à tentação. Do “tom poético”.
Tempos antes eu tinha publicado poemas (horríveis)num jornal e o ilustre escritor Dias de Melo, que estava, na altura, em Santa Maria, tinha lido “a coisa”. Provavelmente por misericórdia…E disse que não percebia nada dos meus “poemas”… E só perguntou ao meu avô: isto é contra ou a favor dos comunistas? Certamente contra os “neo-realistas”…
O “meu tom poético” não tinha futuro. No entanto sou teimoso.
E a doce amante escrevia muito. E eu, nas respostas, ainda escrevia mais, em inglês, para uma cidade perdida no “state of Louisiana”, na América.
As respostas às cartas da amante procuravam os lugares-comuns regionais (doença incurável) numa versão de intelectual açoriano em penitência. Deixo apenas alguns exemplos.
A memória do nosso amor é um barco de nevoeiro onde o basalto encontra a fecundidade do passado.
Os aviões partiram mas as gaivotas cantam o Espírito Santo na leveza dos sentimentos.
As hortênsias e o mar ainda sufocam por ti.
O meu neto António é tímido, por natureza, mas está disponível para ir à “Louisiana” declamar poemas.
Foto: Bar António, Vila do Porto, ilha de Santa Maria, 1944.
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campas de militares esquecidos em angola

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antes de ver o vídeo leia minha crónica de setembro 2020
descolonização, COLONIALISMO, COMBATENTES E FALTA DE RESPEITO, CRÓNICA 289

 

Há temas que alguns chamam fraturantes e eu designo como demasiado incómodos para discutir, e desde há muito tempo não discuto com ninguém: futebol descolonização ou religião. São experiências pessoais que em muito transcendem a lógica argumentativa e duma discussão dessas nunca sairiam resultados úteis.

Dito isto e respeitando as opiniões contrárias (eu não disse concordando), dei-me ao trabalho de contrapor a afirmação de que a descolonização das “províncias portuguesas” foi catastrófica e não uma descolonização exemplar como outros nos querem fazer crer.

Nem uma coisa nem outra, foi a descolonização possível, fora de tempo, forçada pelos grandes interesses das potencias mundiais num enorme jogo de dominó em que se manipularam os inexperientes portugueses saídos do 25 de abril para a dura tarefa de descolonizar.

Não foi nem melhor nem pior do que as restantes feitas por países mais poderosos como o Reino Unido, Alemanha, França, Austrália, etc. foi, certamente, má mas nem pior nem melhor do que as restantes.

Má, atabalhoada e manipulada de fora. Os desgraçados que lá viviam foram a moeda de troca, enxovalhados ao serem chamados de “retornados” e espoliados do seu trabalho, nem todos eram racistas, nem todos eram negreiros, nem todos eram salazaristas (embora muitos o fossem). Tiveram de recomeçar do nada e ficaram para sempre ressabiados, com razão, mas a vida continua e temos de andar para a frente.

Também fiquei impedido de regressar a Timor pela invasão colonial da Indonésia a 7 de dezembro de 1975 e se bem que toda a minha vida planeada tenha sido posta à prova, recomecei de novo em Macau e na Austrália e, mais recentemente, Portugal.

De uma enorme devastação que os anos de guerra colonial (mesmo em Timor) me causaram e subsequente reajustamento a novas sociedades e culturas, fiz disso uma mais-valia multicultural enriquecedora. Não consta que me ande a queixar eternamente do infortúnio. E se admito que a minha noção de patriotismo nada tenha a ver com a minha deserção quando fui amnistiado por Spínola e fui a Bali e Austrália, não entendo como o povo português continue calado e tolere a existência de mais de mil corpos de combatentes abandonados em campas rasas em Angola.

Intolerável isto só comprova a minha teoria, que nós, especialmente os oficiais milicianos, não éramos senão carne para canhão. É a falta de respeito pela memória dos mortos e estropiados que é intolerável, mas sobre ela raramente se fala.

Pior estão os ex-combatente dos EUA que morrem que nem tordos nas ruas onde nem sobrevivem como sem-abrigo, com doenças e SPT (stress pós-traumático), abandonados pela sociedade que os espoliou dos melhores anos de vida em troca de uma mancheia de nada.

Não segui a corrente campanha eleitoral pois de promessas fartas incumpridas anda este eleitor cheio, mas não devo errar se disser que nem um se deve ter lembrado dos desgraçados dos ex-combatentes, em avançada idade como eu, ou mais velhos ainda, sem uma pensão condigna, sem acompanhamento eficaz do SPT e outras maleitas além da idade.

É essa indiferença, esse esquecimento, esse desprezo por aqueles que deram os melhores anos da sua juventude que magoa e me afasta de promessas políticas de quatro em quatro anos. Assim será sempre, até ao dia em que o sol não nasceu, a chuva não caiu, a maligna carne de vaca não se comeu e em que eu (que não vendo livros) deixe de os escrever.

 

Chrys Chrystello, Jornalista,

Membro Honorário Vitalício nº 297713

[Australian Journalists’ Association] MEEA]

[Diário dos Açores (desde 2018)

Diário de Trás-os-Montes (desde 2005) e

Tribuna das Ilhas (desde 2019)]

 

Silvério Sousa shared a post.

Se fosse a dizer alguma coisa dizia Portugal é um Pais Decrépito..tenho amigos por la assim abandomados
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Ready!

Relembrar… Campas de Militares Portugueses em Angola que tombaram na Guerra do Ultramar

Escape From Kabul in a Flock of Flying Elephants

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Long before the famed Berlin Airlift, the Kabul airlift of 1928-29 established a precedent for all the aerial mercy missions that followed. Shortly before

Source: Escape From Kabul in a Flock of Flying Elephants

OS ROMANOS ERAM MAIS EVOLUÍDOS

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repuxos
Nada mais agradável em dias quentes que uma sombra perto de repuxos e sentir a frescura que projectam e o som da água a cair.
Os romanos bem sabiam isso como se testemunha em Conímbriga, onde davam à recolha, transporte e utilização da água, incluindo para banhos e lazer, tanta importância como a outras marcas da sua cultura, como a língua e o direito.
As imagens são da Casa dos Repuxos, o melhor exemplo da arquitectura de jogos de água, mas também da arte dos mosaicos e de pintura mural na cidade.
Construída no séc. I dC, esta residência aristocrática foi demolida em finais do séc. III devido ao levantamento da muralha e está ainda só parcialmente escavada.
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primeira aterragem em Santa Maria

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7 de agosto de 1944 – Aeroporto de Santa Maria
1º Avião a aterrar em Santa Maria – Dakota C47 da USAF
Luís Botelho and 7 others
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Burghers: o povo do Sri Lanka que descende de portugueses | VortexMag

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Do outro lado do mundo, no Sri Lanka, há um povo que descende de portugueses. Descubra os Burghers e a sua fantástica história de sobrevivência.

Source: Burghers: o povo do Sri Lanka que descende de portugueses | VortexMag