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Estórias da História: 08 de Outubro de 1856: Tem início a Segunda Guerra do Ópio

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Capelinhos foi há 60 anos

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JP | EFEMÉRIDE
Há exatos 60 anos, às 06h45 do dia 27 de setembro de 1957, a 100 metros a nordeste dos ilhéus dos Capelinhos, começava a erupção do Vulcão dos Capelinhos.
Durante 13 meses, entre 27 de setembro de 1957 e 24 de outubro de 1958, a erupção dos Capelinhos afetou os Açores. Provavelmente esta atividade terá sido uma sobreposição de duas erupções distintas, uma começada a 27 de setembro de 1957, e a segunda, a 14 de maio de 1958. A partir de 25 de outubro, o vulcão entrou em fase de repouso.
Quando o vulcão entrou em erupção, a população ficou em pânico. Havia que se encontrar soluções no estrangeiro, visto como um lugar seguro. Assim, um movimento de emigrantes nos EUA começou a fazer pressão junto dos seus governantes para que se alargasse a quota regular de imigração estabelecida para açorianos.
Foi neste cenário, que os democratas John F. Kennedy, na época, senador pelo estado de Massachusetts, e John Orlando Pastore, senador de Rhode Island, trabalharam juntos para apresentar uma lei que permitisse a entrada de mais açorianos sinistrados. Depois de apresentada em Congresso a 4 de junho de 1958 pelo Senador Pastore, onde foi aprovada, a 2 de setembro de 1958, o Azorean Refugee Act foi promulgado pelo Presidente Eisenhower. Segundo o também chamado Kennedy-Pastore Act eram concedidos 1 500 vistos aos chefes de família, incluindo os seus dependentes, vindos da ilha do Faial e que emigrassem até 30 de junho de 1960. E antes mesmo do fim da data, já os 1 500 vistos tinham sido dados, fazendo, então, com que fosse feita uma nova emenda e alargado o número de vistos a 2 000, a serem usados até junho de 1962.
Segunda esta legislação, os faialenses e os picarotos eram considerados pessoas deslocadas. Embora esta lei fosse chamada Azorean Refugee Act, e, assim, os açorianos eram considerados “refugiados”, o seu estatuto era diferente do descrito na Convenção das Nações Unidas de 1951, pois eram vítimas de catástrofe natural. Não foram incluídos na lista de refugiados típicos, o que permitiu a sua completa aculturação nos EUA.
Francisco Miguel Nogueira
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Terá sido D. Garcia II o verdadeiro primeiro Rei de Portugal? | VortexMag

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Foi José Hermano Saraiva o primeiro a sugerir que poderíamos ter que reescrever a história do nosso país. D. Garcia II, talvez o primeiro Rei de Portugal.

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reconstituição do terramoto de vila franca

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Carlos Melo Bento updated his cover photo.

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Reconstituição científica do terramoto de Vila Franca de 1522, do Instituto de Investigação Vulcanológica

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Vila Franca antigamente…

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SIÃO, TAILÂNDIA, OS GLORIOSOS PORTUGUESES

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Domingos de Oliveira
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De Malaca continuaram para a ilha de Timor uns anos depois.

Os Portugueses no Reino de Siam – A Glória de Ayutthaya
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filme 1912 de monocarril francês

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Dave MacLeod This 1912 French travel blog (basically) might interest you – it talks about the same thing and really makes you feel like you’re there.

https://archive.org/…/lallemagnemoder…/page/n12/mode/1upSee more

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This Video of Germany in 1902 was Taken from a Flying Train and the Quality is Incredible «TwistedSifter

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The footage is almost as impressive as the feat of engineering it captures

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Matriz de Ponta Delgada São Miguel Açores.

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Igreja de São Sebastião.
Matriz de Ponta Delgada São Miguel Açores.
« Foi arrematada a obra de pedraria da dita igreja de S.Sebastião em um conto e trezentos mil reis, a um mestre Lupedo, que veio de Portugal, o qual recebeu logo cem mil reis a esta conta e foi buscar a mulher ao Regno; e não querendo ela vir com ele, mandou de lá muita pedraria de mármore para para os portais e peares, com um Afonso Fernandes, para trabalharem por ele, até tornar do Rgno; mas, não podendo vir, por lhe acontecer um desastre, na era de mil trezentos e trinta e trés anos a treze dias de Janeiro, sendo vareadores na dita Vila de Ponta Delgada Alvaro Lopes, o Cavaleiro, morador em Santo António, e Manuel de Matos, filho de Fernão do Quental. » foi escrito por Doutor Gaspar Frutuoso no livro IV Saudades da Terra página 173. Foi assim no tempo da Vila de Ponta Delgada desde 1449. Curiosidades: As pedras desta Igreja são pedra Lioz e Basalto
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“Senhora das Vitórias”, naufrágio há 78 anos no Corvo

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Faz hoje 78 anos que , saiu do porto das Lajes das Flores, pela segunda vez, a lancha “Senhora das Vitórias”, escalando os portos de Santa Cruz e da Fajã Grande, tendo-se demorado mais neste último porto devido ao facto dos passageiros serem, na sua maioria, desta freguesia. Daqui, e transportando 34 passageiros e 5 tripulantes, rumou à ilha do Corvo para a festa de Nossa Senhora dos Milagres.
Contrariando a vontade do mestre, António de Almeida, já avisado pelo cabo do Mar de Santa Cruz que deveria chegar ao Corvo antes do anoitecer, o dono da embarcação, António André de Freitas, achou que, devido ao excelente tempo que se fazia sentir e à vontade dos passageiros de assistir à festa, não havia qualquer perigo, mesmo que chegassem ao Corvo já depois do anoitecer.
Assim, após uma excelente viagem, a “Francesa” aproximou-se do Corvo por volta das 21 horas, quando na ilha se realizava a procissão de velas, provocando todas aquelas velas acesas um lindo efeito para quem se aproximava da ilha pelo mar e contagiando, também, os que a bordo da embarcação se encontravam que começaram a cantar entusiasticamente o “Avé Canta Portugal”.
Quando se preparava para acostar na ilha, o mestre da lancha, influenciado ou enganado pelas luzes de archotes utilizadas por corvinos que se encontravam a apanhar caranguejos nas rochas ao norte do Porto do Boqueirão, encalhou a embarcação numa baixa, confundindo o local dos archotes com o porto que julgava estarem eles a iluminar.
No início, o roncar da lancha na rocha deu a impressão aos passageiros que haviam encostado ao cais, até porque estava extremamente escuro. Só momentos depois se aperceberam do que realmente havia acontecido. Houve então uma grande gritaria e confusão, com todos a tentarem salvar-se. Um marinheiro, nadando para terra, conseguiu pedir socorro, já que o naufrágio ocorrera a apenas cerca de 30 metros da costa. Mal se aperceberam de tão terrível tragédia, os corvinos juntaram-se no porto do Boqueirão e, apesar de incrédulos com tudo o que estava acontecendo, reagiram de imediato. De terra foi lançada ao mar uma embarcação que, para além de recuperar os vivos, recolhia os mortos.
Ninguém conseguia acreditar no que estava acontecendo. Os cânticos deram lugar a choros ininterruptos, as lágrimas corriam incessantemente nos rostos pálidos de toda a população.
As crianças agarravam-se às mães sem perceberem muito bem o que se estava a passar. Estas, por sua vez, benziam-se e percorriam as contas dos rosários numa lengalenga sincronizada e contínua. Os homens, num frenesim constante, percorriam as rochas e os destroços, numa tentativa desesperada de encontrar mais sobreviventes.
A consternação e incredulidade eram gerais.
Como balanço final do ocorrido, registaram-se nove mortos e oito desaparecidos. Os corpos foram levados para a Casa do Divino Espírito Santo, onde foram solenemente velados, tendo sido sepultados, no dia seguinte, no cemitério do Corvo.
Apesar de nunca mais ter sido esquecida esta grande tragédia e, como forma de a perpetuar no tempo, a partir de 2006 e, por iniciativa do padre Alexandre Medeiros, todos os anos no dia 14 de Agosto a imagem de Nossa Senhora dos Milagres sai em procissão da igreja até ao porto do Boqueirão, onde é atirada uma coroa de flores como forma de homenagear todos os que naquele fatídico dia perderam a vida.
Paulo Casaca, Fatima Sousa and 103 others
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  • Gloria

    na edição da próxima semana deve sair no Portuguese Times um artigo meu sobreva festa de Nossa Senhora dos Milagres.

a batalha da Praia

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Hoje é Feriado Municipal da Praia da Vitória, ilha Terceira, porque a 11 de Agosto de 1829, na baía da então Vila da Praia, as forças Miguelistas intentaram um desembarque naquele trecho do litoral da Ilha. A derrota dos absolutistas nesta batalha foi decisiva para a afirmação e posterior vit…

 

António Couto

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*** A BATALHA DA PRAIA ***

~ O LIBERALISMO TRIUNFOU ~

O dia 11 de Agosto de 1829 amanheceu com nevoeiro e vento, a chuva de verão ganhou intensidade. Na Baía da Praia, o exército de D. Miguel era constituído por uma esquadra de 21 embarcações, sob o comando do almirante José Joaquim da Rosa Coelho, com cerca de 4 000 homens, 340 peças de artilharia e 6 barcas canhoneiras. O objectivo era claro, desembarcar na Praia.

A defesa terceirense era composta por uma linha de Fortes e baterias, que formava um arco de 5 km, começando pelo Forte de Santa Catarina, passando depois pelos Fortes do Espírito Santo, de Santo Antão, das Chagas, da Luz, do Porto e as Bateria de São José, de São Caetano e de São João. A força de desembarque absolutista era comandada pelo coronel José António Azevedo Lemos, reconhecido militar miguelista. As tropas liberais eram lideradas pelo Conde de Vila Flor, futuro Duque da Terceira.

A batalha da Praia iniciou-se com os bombardeamentos miguelistas sobretudo sob os Fortes de Santa Catarina e do Espírito Santo. Durante 4 horas, os miguelistas foram responsáveis por 5 000 tiros, mas este ataque não assustou nem desmoralizou as tropas da Terceira. Muitos jovens, que tinham acabado de incorporar o exército liberal, os chamados “Voluntários da Rainha”, juntaram-se aos restantes militares e defenderam os fortes com muita garra. As tropas absolutistas tentaram desembarcar por duas vezes junto ao areal da Praia, mas os “Voluntários da Rainha” repeliram este ataque.

Texto parcial do Dr. Francisco Miguel Nogueira

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Image may contain: text that says "António o Duque da Terceina 18 Mar. 1792 26Abr. 1860 Chega como Governador Capitao Genenal destas ilhas melhorando defensivas. Tornando-se vencedor da notável batalha de 11 de agosto de 1829, repelindo sujeitando a grandes perdas as forças absolutistas desembarcavam na ilha, Conde de Vila Flor decidiu sorte da causa liberal, então completamente perdida no Continente. Recupera todas as oudras ilhas dos Açores, então em poder absolutista, mostrando capacidade organizacão. Marqués de Vila Flor, de Novembro 1832 éagraciado como tdulo de Duque da Terceira. sua 7'"
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história, estátuas e inconvenientes

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Os que querem apagar a nossa História e vandalizar as estátuas que erguemos DEVIAM TER PUDOR.

O TRÁFICO ÁRABE E NEGRO foi maior do que o Europeu.

Começou sete séculos antes E CONTINUA HOJE.

Saiba TUDO, por um grande historiador e antropólogo negro.

Gradiva | livros que revelam o mundo.

PRESIDÊNCIAS ABERTAS DOUTROS TEMPOS

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  • Pedro Figueiredo O presidente Mário Soares e mulher, em férias no Algarve. Lembro-me desta foto ser primeira página do semanário Tal e Qual. Dizia-se que a sereia era natural da Indonésia…🙂
  • Cristiano Toste Onde está o problema..

eua nucleares e o afundamento ao largo dos açores

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Ainda hoje a US Navy não admite que o USS “Scorpion” transportava dois torpedos com ogivas nucleares ASTOR. O USS “Scorpion” naufragou a 400 milhas a sudoeste dos Açores em plena Guerra Fria, matando 99 tripulantes. Repousa a pouco mais de três quilómetros de profundidade 🤔

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John Wayne nos Açores: ″

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O ator americano passou por Ponta Delgada em junho de 1963 e ainda há quem se lembre desses dias (e tenha dançado para ele)