A história real que inspirou o livro “Ilha-América”, de Almeida Maia

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✈️ A história real que inspirou o livro “Ilha-América”, de

Almeida Maia

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Há 55 anos um jovem açoriano viajou 3600 km no trem de aterragem de um avião para chegar à America
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Há 55 anos um jovem açoriano viajou 3600 km no trem de aterragem de um avião para chegar à America
Página dedicada aos que gostam dos Açores, e queiram partilhar o que temos de melhor.
Luís Soares Almeida, Ana Cláudia Oliveira and 7 others
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a pedra de dighton

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A PEDRA DE DIGHTON!!
A pedra de Dighton consiste numa pedra que tem inscrições e devido a estas inscrições já surgiram várias teorias sobre quem tinha feito as mesmas. Estava situada originalmente a sul de Massachussets, na margem esquerda do rio Taunton, em Berkley a 9 milhas de Fall River. Hoje está conservada no seu museu.
Manuel Luciano da Silva estudou muito o assunto e afirma convincentemente que a pedra tem inscrições portuguesas assim como vai mais longe afirmando que houve colonização portuguesa nos estados de Massachussets e de Rhode Island. Fala de João Vaz Corte-Real que esteve na Terra dos Bacalhaus (Canadá) e regressou daí em 1472 à ilha Terceira. Seu filho, Gaspar Corte-Real também viajou para a América do Norte indo para a Gronelândia na primeira viagem (1501), e da segunda viagem nunca regressou, tendo seu irmão Miguel Corte-Real pedido licença a D.Manuel I para ajudar o mesmo a encontrar o seu irmão, mas também perdeu-se.
A pedra de Dighton tem algumas inscrições e Manuel Luciano da Silva atribui a autoria dessas inscrições aos portugueses, referindo ser possível ver na pedra as inscrições de «Migvel CorteReal» e a data de «1511». Para este autor esta é uma grande prova da presença portuguesa no que viria a ser o estado de Massachusetts nos EUA. Tendo em conta isto, ainda afirma que a Torre de Newport e o forte Ninigret em Charlestown, Rhode Island são da autoria portuguesa, assim como ainda refere que os portugueses deixaram descendência ao se fazer miscigenação com os índios.
A opinião científica sobre este assunto não é unânime e tendo em conta tudo o que já foi dito conclui-se o seguinte:
Os portugueses lançaram-se na busca de uma passagem pelo Noroeste a caminho de Cipango e Cathay e essas tentativas foram feitas a partir dos Açores devido à sua insularidade e por estarem no meio do Atlântico;
Gaspar Corte-Real chegou à Terra Nova em 1501 depois de John Cabbot ter avistado a mesma no ano de 1497, e sabe-se disto pois mandou um ou dois navios a dar a notícia ao rei português e nunca mais se soube dele.
Miguel Corte-Real, após conseguir a autorização de D.Manuel I, partiu em busca do irmão a partir de Lisboa em abril de 1502 e nunca mais se soube nada dele.
Para os emigrantes portugueses e açorianos nos EUA a pedra de Dighton é importante pois aumentar o orgulho pela pátria e os feitos dos seus navegadores no passado e legitima a presença portuguesa e por sua vez açoriana nos Estados Unidos. Nos dias de hoje o Museu da Emigração Açoriana possui uma réplica da pedra, assim como outros locais em Portugal.
Fontes de informação:
SILVA, Manuel Luciano da, Os Pioneiros Portugueses e a Pedra de Dighton, Porto, Brasília Editora, LDA, setembro de 1974.
ALMEIDA, Onésimo Teotónio, «Irmãos Côrte-Real – Os Mitos e os Factos e a sua Importância Identitária» in GOMES, Francisco António Nunes Pimentel; PEREIRA, Jorge Alberto da Costa; BARRETO, Margarida Maria Amorim, O Faial e a Periferia Açoriana nos Séculos XV a XX: Actas do III Colóquio, Horta, Núcleo Cultural da Horta.
Podes saber mais em: http://aeazores.org
Não te esqueças de seguir o nosso Instagram: association_find.your.azores
Assim como a nossa página oficial do Facebook: Associação Dos Emigrantes Açorianos
DIGHTON’S STONE !!
Dighton’s stone consists of a stone that has inscriptions and due to these inscriptions several theories have already emerged about who had made the same ones. It was originally located south of Massachusetts, on the left bank of the Taunton River, in Berkley 9 miles from Fall River. Today it is preserved in its museum.
Manuel Luciano da Silva studied the subject a lot and convincingly states that the stone has Portuguese inscriptions as well as goes further stating that there was Portuguese colonization in the states of Massachusetts and Rhode Island. It speaks of João Vaz Corte-Real, who was in the Land of the Cod (Canada) and returned from there in 1472 to the island of Terceira. His son, Gaspar Corte-Real also traveled to North America going to Greenland on the first trip (1501), and from the second trip he never returned, having his brother Miguel Corte-Real asked king D. Manuel I for leave to help him to find his brother, but he also got lost.
The Dighton stone has some inscriptions and Manuel Luciano da Silva attributes the authorship of these inscriptions to the Portuguese, saying that it is possible to see on the stone the inscriptions of «Migvel CorteReal» and the date «1511». For this author this is a great proof of the Portuguese presence in what would become the state of Massachusetts in the USA. Bearing this in mind, he still claims that the Tower of Newport and Fort Ninigret in Charlestown, Rhode Island are of Portuguese authorship, as well as that the Portuguese left offspring when miscegenating with the Indians.
The scientific opinion on this subject is not unanimous and taking into account everything that has already been said, we can conclude:
The Portuguese launched a search for a passage through the Northwest on the way to Cipango and Cathay and these attempts were made from the Azores due to their insularity and because they are in the middle of the Atlantic;
Gaspar Corte-Real arrived in Terra Nova in 1501 after John Cabbot saw it in 1497, and this is known because he sent one or two ships to give the news to the Portuguese king and he was never heard of again.
Miguel Corte-Real, after obtaining the authorization of D. Manuel I, left in search of his brother from Lisbon in April 1502 and he was never heard from again.
For Portuguese and Azorean emigrants in the USA, the Dighton stone is important because it increases the pride of the country and the achievements of its navigators in the past and legitimizes the Portuguese and Azorean presence in the United States. Nowadays the Museum of the Azorean Emigration has a replica of the stone, as well as other places in Portugal.
Sources of information:
SILVA, Manuel Luciano da, Os Pioneiros Portugueses e a Pedra de Dighton, Porto, Brasília Editora, LDA, setembro de 1974.
ALMEIDA, Onésimo Teotónio, «Irmãos Côrte-Real – Os Mitos e os Factos e a sua Importância Identitária» in GOMES, Francisco António Nunes Pimentel; PEREIRA, Jorge Alberto da Costa; BARRETO, Margarida Maria Amorim, O Faial e a Periferia Açoriana nos Séculos XV a XX: Actas do III Colóquio, Horta, Núcleo Cultural da Horta.
Know more at: http://aeazores.org
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recordar a magia de  WOODSTOCK Historical Photos That Show What Woodstock Was Really Like

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OCUPAÇÃO PRÉ-PORTUGUESA DOS AÇORES

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Dentro de 32 horas estreia no Youtube um documentário sobre estruturas dos Açores, ilha Terceira, que indiciam uma presença pré-portuguesa nos Açores.
Não tem legendas e está narrado em francês.
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Sismo de 1755 dá pista para fim do Atlântico – Sociedade – Correio da Manhã

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Investigadores acreditam ter descoberto fontes dos sismos violentos ao largo da costa.

Source: Sismo de 1755 dá pista para fim do Atlântico – Sociedade – Correio da Manhã

presa por indecência e atentado ao pudor

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À atenção dos conservadores, moralistas e guardiões da moral

Annette Kellerman com um fato de banho feminino em 1907, antes de ser presa por indecência e atentado ao pudor nos Estados Unidos

https://pt.wikipedia.org/wiki/Annette_Kellerman…

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HISTÓRIAS DO PETER’S

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NUNCA DESISTIR…
Aquele homem magro, com cerca de 1,70 m de altura, de fato azul escuro, camisa branca e gravata, entrou no Café Sport devagar como muitos outros turistas o fazem, olhando calmamente para tudo o que o rodeava, e aproximou-se do balcão esquerdo, onde eu estava. Perguntou-me: “Este café existe há muito tempo?” Respondi-lhe que sim, que existia desde 1918, mas que tinha sofrido duas alterações desde o espaço original.
Lembrava-se de um pequeno café nesta rua e de um outro ao lado, que agora já não existia. Estávamos em 1990 e ele disse-me que era alemão, que tinha vivido no Faial em 1938-39 quando tinha 19 anos. Tinha trabalhado na Companhia dos Cabos Submarinos Alemã. “Fui muito feliz aqui – acrescentou – os tempos mais felizes da minha vida foram aqui passados. Quando começou a Guerra as autoridades portuguesas enviaram-nos para Lisboa e depois para a Alemanha. Quando a Guerra acabou e a Alemanha foi dividida, fiquei a viver na Alemanha de Leste, e nunca mais saí! Sempre sonhei com esta ilha, com o sol, com o mar, com esta paisagem, com a fruta, e com todos os bons momentos que aqui passei. O Muro de Berlim caiu há 10 meses, no dia 9 de novembro de 1989, e eu logo que pude voltei ao Faial. Este fato que tenho vestido foi feito aqui na cidade por um alfaiate há 51 anos. Tenho agora 70 anos.”
Eu saí do balcão, pedi para lhe dar um abraço e disse-lhe: “Parabéns por não ter desistido !!” Ofereci-lhe uma bebida e ele optou por um sumo de laranja natural, porque esta era a fruta de que mais tinha saudades da ilha. Sorriu e disse: “Simpatia portuguesa!” …
Em 1985 eu tinha estado em Berlim, antes da queda do Muro, e durante um dia fui visitar Berlim Leste, e senti aquela dura realidade. Mal cheguei a Portugal inscrevi-me na Amnistia Internacional e todos os meses passei a enviar duas cartas para contribuir para a libertação de presos políticos: uma para os chamados “países de leste”, e outra para países de ditaduras de direita, de outras partes do Mundo.
A minha alegria foi por isso enorme por este encontro fantástico, alegria suficientemente grande para confortar a tristeza que senti ao saber que os melhores anos da vida daquele homem tinham sido nos seus 18 / 19 anos de idade… Ainda bem que aquele homem pode voltar ao sítio onde foi tão feliz. Que bem que me soube aquele abraço!
Outubro 2020
José Henrique Azevedo
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Estórias da História: 08 de Outubro de 1856: Tem início a Segunda Guerra do Ópio

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Capelinhos foi há 60 anos

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JP | EFEMÉRIDE
Há exatos 60 anos, às 06h45 do dia 27 de setembro de 1957, a 100 metros a nordeste dos ilhéus dos Capelinhos, começava a erupção do Vulcão dos Capelinhos.
Durante 13 meses, entre 27 de setembro de 1957 e 24 de outubro de 1958, a erupção dos Capelinhos afetou os Açores. Provavelmente esta atividade terá sido uma sobreposição de duas erupções distintas, uma começada a 27 de setembro de 1957, e a segunda, a 14 de maio de 1958. A partir de 25 de outubro, o vulcão entrou em fase de repouso.
Quando o vulcão entrou em erupção, a população ficou em pânico. Havia que se encontrar soluções no estrangeiro, visto como um lugar seguro. Assim, um movimento de emigrantes nos EUA começou a fazer pressão junto dos seus governantes para que se alargasse a quota regular de imigração estabelecida para açorianos.
Foi neste cenário, que os democratas John F. Kennedy, na época, senador pelo estado de Massachusetts, e John Orlando Pastore, senador de Rhode Island, trabalharam juntos para apresentar uma lei que permitisse a entrada de mais açorianos sinistrados. Depois de apresentada em Congresso a 4 de junho de 1958 pelo Senador Pastore, onde foi aprovada, a 2 de setembro de 1958, o Azorean Refugee Act foi promulgado pelo Presidente Eisenhower. Segundo o também chamado Kennedy-Pastore Act eram concedidos 1 500 vistos aos chefes de família, incluindo os seus dependentes, vindos da ilha do Faial e que emigrassem até 30 de junho de 1960. E antes mesmo do fim da data, já os 1 500 vistos tinham sido dados, fazendo, então, com que fosse feita uma nova emenda e alargado o número de vistos a 2 000, a serem usados até junho de 1962.
Segunda esta legislação, os faialenses e os picarotos eram considerados pessoas deslocadas. Embora esta lei fosse chamada Azorean Refugee Act, e, assim, os açorianos eram considerados “refugiados”, o seu estatuto era diferente do descrito na Convenção das Nações Unidas de 1951, pois eram vítimas de catástrofe natural. Não foram incluídos na lista de refugiados típicos, o que permitiu a sua completa aculturação nos EUA.
Francisco Miguel Nogueira
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Terá sido D. Garcia II o verdadeiro primeiro Rei de Portugal? | VortexMag

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Foi José Hermano Saraiva o primeiro a sugerir que poderíamos ter que reescrever a história do nosso país. D. Garcia II, talvez o primeiro Rei de Portugal.

Source: Terá sido D. Garcia II o verdadeiro primeiro Rei de Portugal? | VortexMag

reconstituição do terramoto de vila franca

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Carlos Melo Bento updated his cover photo.

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Reconstituição científica do terramoto de Vila Franca de 1522, do Instituto de Investigação Vulcanológica

No photo description available.

Vila Franca antigamente…

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SIÃO, TAILÂNDIA, OS GLORIOSOS PORTUGUESES

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Domingos de Oliveira
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De Malaca continuaram para a ilha de Timor uns anos depois.

Os Portugueses no Reino de Siam – A Glória de Ayutthaya
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