Geraldo Sem Pavor, fronteira e operações “irregulares” no século XII

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Geraldo Geraldes, o Sem Pavor, foi protagonista de uma década de ação guerreira intensa, entre 1165 e 1175, tendo estado no epicentro da atividade militar no Ocidente Peninsular e no Norte de África. Caudilho de fronteira, apoderou-se de castelos e fortalezas numa vasta área compreendida entre Évora, Serpa, Trujillo e Montánchez, organizou guarnições nos espaços controlados, transacionou territórios, empenhou vastas hostes muçulmanas e cristãs contra si, e negociou com os monarcas de Portugal, Leão e Marraquexe. Em 1173, ofereceu os seus serviços ao califa Abu Yaqub Yusuf e tomou parte em operações ofensivas almóadas contra a cristandade. Atravessou, depois, o Estreito e foi governador do vale do Sus, no Magrebe. Em 1175, depois de descoberta correspondência secreta que mantinha com o rei Afonso Henriques de Portugal, foi condenado à morte e degolado. […]

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A capela mais antiga do Índico é portuguesa e vai ficar como nova

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A capela mais antiga do Índico foi construída por portugueses há 500 anos e vai ser requalificada em 2023, com um projeto recheado de história e detalhes. O projeto de reabilitação bebeu do misticismo e espanto que a edificação provoca a quem a visita, explica o arquiteto autor do trabalho. “Durante dias em que estive […]

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The Hong Kong lawyer from city’s Portuguese community whose bravery as a prisoner of war is the stuff of local legend | South China Morning Post

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Christopher D’Almada e Castro of Hong Kong’s Portuguese community was a distinguished lawyer who assisted British intelligence at great personal risk while in a Japanese prisoner of war camp.

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Memória das Vítimas da Inquisição.

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Hoje, coincidindo com a data da extinção da Inquisição em Portugal, comemora-se o Dia da Memória das Vítimas da Inquisição.
Judeus convertidos à força e que mantinham as suas práticas, muçulmanos, bruxas, hereges,pedreiros-livres, todos eles foram perseguidos pela mais ignóbil face de um poder que se afirmava dizer seguir as palavras do bom Jesus de Nazaré.
Recordo com especial carinho o meu 10.° avô, Dr. Miguel Lopes Pereira, médico em Beja, preso e que enlouqueceu no carcere da Inquisição de Évora, por manter as suas práticas judaicas.
Não esquecemos.Perdoamos.
Shabat Shalom.
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Projectos | Cátedra de Estudos Sefarditas "Alberto Benveniste"
CATEDRA-ALBERTO-BENVENISTE.ORG
Projectos | Cátedra de Estudos Sefarditas “Alberto Benveniste”

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Pedro Horta

Idálio Joaquim NunesEstá lá esse meu avô, na genealogia dos Lopez.
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irene sendler

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https://www.facebook.com/messenger_media/?attachment_id=607189070907450&message_id=mid.%24cAABa89r3naGNPtzGymHDZd6hlQTw&thread_id=100002059372275

O encontro do físico (Albert Einstein) e do poeta (Rabindranath Tagore) ambos prêmio Nobel,

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May be an image of 2 people and beard
Memorabilia:
O encontro do físico (Albert Einstein) e do poeta (Rabindranath Tagore) ambos prêmio Nobel, antes da II Guerra. Os dois militaram a favor do pacifismo e contra o fascismo.

Há um padrão português do século XV encaixotado desde 2019 num porto na Namíbia | Património | PÚBLICO

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Marco que Diogo Cão deixou na Costa dos Esqueletos estava em Berlim e chegou a Walvis Bay há quatro anos, mas continua armazenado. Negociações com a Alemanha relativas à era colonial continuam.

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Foi construída em 1956 é a ponte de madeira mais perigosa de Portugal

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A ponte do mineiro, sobre o rio Sabor, servia de passagem aos mineiros que faziam a travessia para trabalharem nas minas da Ribeira em coelhoso. A ponte dos mineiros, uma ponte pensil, madeira e cordas, sobre o rio Sabor, foi construida em 1956 e diariamente utilizada por

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PETER FRANCISCO UM HEROI LUSO

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Luso: A história de um terceirense…
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Travis Bowman is with Brian Patrick Wade and

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4 h

Today is Peter Francisco Day and I thought it would be the perfect time to announce that our short film – LUSO™ – is almost finished. We’re so close now and you’ll be able to see it in the near future.
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To honor my famous ancestor I thought I’d post a few pics from the film so that you begin to visualize his-story.
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Imagine growing up in the beautiful Azores, being kidnapped as a child, working as a slave, falling in love with a girl from a prominent Virginian family, but not being free to marry her. The American Revolution breaks out and you have the chance to fight for love, liberty, & legacy. What would you do?
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Enjoy the photos and have a happy Peter Francisco Day! 🇵🇹🇺🇸
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A colónia de férias da CUF foi abandonada — e ficaram por lá as roupas dos miúdos – NiT

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Quem ouve falar da CUF nos dias de hoje, associa o nome apenas aos hospitais e clínicas, mas a história da empresa fundada por Alfredo da Silva começa muito antes do século XXI. Antes do 25 de Abril, era um dos maiores grupos empresariais do País e operava em diversos setores: construção naval, têxteis, minas, … Continued

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dom joão vi afinal morreu envenenado

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O Rei D. João VI, morreu em 1826. As suspeitas de que teria sido envenenado foram confirmadas em 2000: embalsamado antes de ser sepultado no Panteão Real da Dinastia de Bragança, no Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa, as vísceras e o coração foram guardadas num pote de cerâmica chinesa o que permitiu fazer análises de fragmentos do seu coração que revelaram a existência de uma quantidade de arsénico suficiente para matar duas pessoas…
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CARNAVAL 1909

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Aqui vai este relato do carnaval de 1909. Como o artigo era demasiado grande para o enviar no formato original resolvi copiá-lo mas a versão é integral. É interessante notar-se que há referência às modinhas do continente (as chamadas modas novas) o que põe de lado a teoria de estas terem sido introduzidas pelos deportados políticos.
CARNAVAL I
( “O Graciosense” – nº 249 – 28 de Fevereiro de 1909 )
Correu desanimado este ano o carnaval na rua, especialmente nesta vila, onde não houve jogo de entrudo nem se viu uma única máscara durante os dias. As soirées animadíssimas, acabando quase sempre de manhã, deram conta das entrudadas a farinha e água, das cavalhadas, das alegorias, etc.
Na Praia organizou-se uma grande mascarada em que entraram umas 14 meninas vestidas com muito gosto. O cortejo que se compunha de 7 carros e alguns cavaleiros, percorreu na tarde de 3ª feira as freguesias da Praia e Luz.
No Sul houve grande entusiasmo em mascaradas e bailes populares.
OS BAILES
O Club 1º de Dezembro, deu 5 bailes, sendo todos muito concorridos e animados, mas com especialidade o da terça feira foi um verdadeiro encanto.
As danças variadas e animadíssimas eram apenas interrompidas de hora a hora para serem servidos doces, chá, porto e licores.
Com especialidade das 2 horas às 7 da manhã, a animação e alegria foram extraordinárias, feéricas, enchendo toda a assistência de um bom humor e bem estar que vivificava.
Nalgumas das modinhas populares do continente, muito em voga entre nós, e que entremeavam as quadrilhas, lanceiros, polcas, mazurcas, valsas, etc., chegaram a entrar 30 senhoras, das quais algumas cantavam com graça, boa voz e muito gosto.
As gentis meninas Guadalupe, Esmeralda e Ester, respectivamente filhas dos nossos amigos senhores António da Cunha Silveira e Manuel da Silva Barbosa, recitaram poesias.
Mr. Philippe Lappeman, distinto cavalheiro Belga, de visita nesta ilha, cantou muitíssimo bem alguns trechos de óperas.
Na 4ª feira às 7 horas da manhã um grande número de senhoras e cavalheiros fizeram-se fotografar em grupo no jardim do Club.
Depois disto dançou-se com grande entrain a última quadrilha que terminou às 8 horas.
No 1º baile tocou quase sempre ao piano a exmª senhora D. Matilde Magalhães que gentilmente a isso se prestou, por o pianista contratado, um originalíssimo ratão que por aí apareceu há meses, dizendo vir de Lisboa e ser aluno laureado do conservatório, se fingir doente para não dar a perceber que pode muito bem saber fazer barbas ou bater sola, mas que de piano e música nada percebe.
É um triste Gato de Botas que por aí anda, tornando-se divertido com as suas inofensivas intrujices a ver se apanha alguns patacos para passar a vidinha.
No 2º dia de baile ainda ele se apresentou, e não houve remédio se não sentar-se ao piano, mas com a declaração de que só tocaria quadrilhas carnavalescas à moda de Lisboa!!!
E realmente assim foi. Os gritos desordenados do pobre piano foi tudo o que se deu de mais carnavalesco, como as caretas horríveis que fazia o pateta enquanto batia desordenada e estupidamente no teclado.
Foi tal a risota provocada por aquela música diabólica, que o homem, percebendo-se apanhado, fugiu sem capa nem chapéu, e até hoje ninguém mais o viu!
Nas outras soirées tocou ao piano a distinta pianista D. Rosália Ramalho, sendo alvo de grandes manifestações de simpatia, como bem as merece.
No salão da sociedade Filarmónica Liberdade houve também 5 soirées muito concorridas e animadas. Tocou a orquestra da sociedade.
O Club Progressista deu os bailes do costume, tocando ao piano o simpático jorgense sr. José Moniz de Lacerda.
Os salões de baile foram durante as noites constantemente visitados por grupos de mascarados, alguns muito bem vestidos e espirituosos, cumprindo-nos especializar o nosso amigo sr. Manuel Inácio de Barcelos, na 2ª feira, que apresentou um originalíssimo tipo de fidalga antiga, natural de Faiões e Senhora de Odivelas…uma magnífica D. Zelia Zarapata de Arraiolos.
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5 comments

  • Carlos T C Bettencourt

    Muito interessante, verdadeira festa, com nível e animação, mesmo sem as máscaras !
    Já nesse tempo apareciam os arrivistas, uns sérios e com nível, outros os charlatões habituais. Abraço
  • Ondina Duarte

    Muito interessante.Gosto muito de saber coisas do passado.A minha Avo Materna contava-me muitas coisas sobre as dancas antigas.Obrigada
  • Andrea Melo

    Muito bom!
  • Marisa Pereira

    Isto é espantoso! Onde se situavam os clubes mencionados?
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  • Alcinda Leal

    Esses clubes aqui referidos são os de hoje, com nomes diferentes? Ou extinguiram-se e os actuais surgiram mais tarde?
    É um relato muito interessante que nos dá a conhecer um Carnaval com festejos diferentes. Obrigada por nos informar. Beijinho
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