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Gustaaf Robert van Manen and 29 others

Projectos | Cátedra de Estudos Sefarditas “Alberto Benveniste”
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higiene e banhos no passado
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irene sendler
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O encontro do físico (Albert Einstein) e do poeta (Rabindranath Tagore) ambos prêmio Nobel,
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Há um padrão português do século XV encaixotado desde 2019 num porto na Namíbia | Património | PÚBLICO
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Marco que Diogo Cão deixou na Costa dos Esqueletos estava em Berlim e chegou a Walvis Bay há quatro anos, mas continua armazenado. Negociações com a Alemanha relativas à era colonial continuam.
ILUSTRES VISITAS
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![May be an image of 6 people and text that says "EDUARDO FERRAZDA ROSA(*] NOVO LIVROD JOSEMELL UM ARQUIVO MEMORIAL DEILUSTRES VISITAS AO ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES ncontra-se prelos publicação apreciado Almeida R eficiência derelevo Príncipe levando descritivo moJosé Dem Vitória Mello monarca científica Augusto nosso Athayde a gente... ntenção histórico- saísta."](https://scontent.fpdl1-1.fna.fbcdn.net/v/t39.30808-6/336755441_737852857848371_2012376136715496141_n.jpg?_nc_cat=100&ccb=1-7&_nc_sid=730e14&_nc_ohc=RLmSE2auIKIAX9U4xS4&_nc_ht=scontent.fpdl1-1.fna&oh=00_AfDDmKT0MU9skNT_mpZyfNJ2Y9f_eYVD5WXmLhY1PDKDGQ&oe=64199FEB)

Foi construída em 1956 é a ponte de madeira mais perigosa de Portugal
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A ponte do mineiro, sobre o rio Sabor, servia de passagem aos mineiros que faziam a travessia para trabalharem nas minas da Ribeira em coelhoso. A ponte dos mineiros, uma ponte pensil, madeira e cordas, sobre o rio Sabor, foi construida em 1956 e diariamente utilizada por
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PETER FRANCISCO UM HEROI LUSO
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A colónia de férias da CUF foi abandonada — e ficaram por lá as roupas dos miúdos – NiT
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Quem ouve falar da CUF nos dias de hoje, associa o nome apenas aos hospitais e clínicas, mas a história da empresa fundada por Alfredo da Silva começa muito antes do século XXI. Antes do 25 de Abril, era um dos maiores grupos empresariais do País e operava em diversos setores: construção naval, têxteis, minas, … Continued
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dom joão vi afinal morreu envenenado
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CARNAVAL 1909
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Carlos T C BettencourtMuito interessante, verdadeira festa, com nível e animação, mesmo sem as máscaras !Já nesse tempo apareciam os arrivistas, uns sérios e com nível, outros os charlatões habituais. Abraço
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Ondina DuarteMuito interessante.Gosto muito de saber coisas do passado.A minha Avo Materna contava-me muitas coisas sobre as dancas antigas.Obrigada
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Andrea MeloMuito bom!
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Marisa PereiraIsto é espantoso! Onde se situavam os clubes mencionados?
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Alcinda LealEsses clubes aqui referidos são os de hoje, com nomes diferentes? Ou extinguiram-se e os actuais surgiram mais tarde?É um relato muito interessante que nos dá a conhecer um Carnaval com festejos diferentes. Obrigada por nos informar. Beijinho
Origens: Base Francesa na ilha das Flores Açores
A ponte mais antiga de Portugal tem quase 2000 anos
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Conheça a ponte romana de Trajano, a ponte mais antiga de Portugal que tem quase 2000 anos. É uma das mais belas atrações de Chaves!
VASOS INCAS COM SOM DE ANIMAIS
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QUANDO O TELEFONE TOCAVA
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«QUANDO O TELEFONE TOCAVA
Há vinte e tal anos o telefone fixo era importante. Importante? Era fundamental! Quando os senhores da Portugal Telecom (ou seriam ainda da TLP?) o foram instalar em minha casa, uma instalação tardia, para nós ainda era um luxo, um objeto sagrado que inspirava fascínio e temor porque trazia com ele a milagrosa possibilidade da comunicação instantânea e a ameaça de despesas acrescidas. Era preciso ter cuidado com a duração e o teor das chamadas. Nas nossas casas, o telefone era tão decisivo como os telefones vermelhos e secretos que imaginávamos ao dispor dos grandes líderes mundiais.Era o telefone tão importante e tão perigoso, que a minha avó paterna, que ainda tinha um daqueles telefones de disco, arranjou um cadeado para evitar as contas astronómicas com que, em certos meses, era surpreendida. A estratégia não resultava porque as chamadas mais caras era a minha avó que as fazia. Passava horas a falar com as filhas emigradas e esquecia-se de tudo, do telefone e dos custos, penosamente lembrados quando então chegava a fatídica fatura com muitos contos para pagar.Lembro-me que, nesses dias, a casa transformava-se no cenário de um mistério de Agatha Christie em que todos éramos potenciais culpados, autores de chamadas exorbitantes. Embora a culpa fosse geralmente da minha avó, o que ela assumia a contragosto, confesso que por várias vezes violei o cadeado com um clipe para poder falar com a minha namorada de então, que vivia no Porto. Após a chamada, fechava o cadeado e é possível que tenha usado um lenço para limpar as impressões digitais, tal era o pavor do castigo. Mas alguém se lembrou então de pedir as faturas detalhadas e o mistério e o pânico dos dias em que a fatura chegava perderam-se no rigor forense dos números discriminados. Contudo, isso não me impedia de continuar a fazer chamadas para o Porto porque a voz que me recebia do outro lado justificava os riscos e havia a esperança mágica de que o número iniciado por 22 passasse despercebido no meio das dezenas de chamadas da minha avó para o estrangeiro.O telefone era tão importante naqueles tempos que a minha avó materna cismava dias a fio quando, por engano, alguém ligava lá para casa. Identificar a voz desconhecida tornava-se uma obsessão. temia que, do outro lado, estivesse um ladrão a ligar para nossa casa só para confirmar se havia lá alguém, e esse ladrão hipotético, ou um seu cúmplice, era, na cabeça da minha avó, o autor de todas as chamadas em que alguém dizia atrapalhado: “Desculpe, é engano”. A suspeita podia adormecer, entrar em hibernação, mas ressurgia meses depois, intacta ou ainda mais viva, numa frase repetida vezes sem conta: “Foi como daquela vez que ligaram para cá à noite”.Nesses tempos em que o telefone era importante, fundamental, um número era um bem que tinha de se conquistar, que tinha de se merecer. Ligar para casa de alguém era uma ato que exigia uma bravura, uma intrepidez espiritual, que as novas gerações já não podem entender. Aquela frase inicial – “É da casa da Sílvia?” – era arrancada das profundezas da insegurança, não como se fosse a pergunta banal e objetiva que era. mas um desmedido atrevimento, como se entrássemos no quarto da rapariga a meio da noite por uma janela e nos preparássemos para a raptar.Que terrível provação quando se ouvia uma voz masculina e grave: “Quem quer falar com ela?” E, nesse segundo em que até a resposta simples e verdadeira, “É um colega da escola”, nos parecia trair uma intenção imoral, uma indecência, a vontade era a de desligar imediatamente e nunca mais falar com ninguém, por telefone ou em pessoa. Só os mais fortes lhe resistiam. Ah, mas o prazer de ouvir a voz desejada! Que conquista! Havia um sentimento militar de espaço íntimo franqueado. O número de telefone era para nós o que o lenço da mulher amada era nas épocas em que ainda se morria de amor e de tísica (provavelmente transmitida através dos lenços): a chave do coração.Todos esses delicados entraves, esperas angustiadas, números guardados como tesouros, toda essa experiência que, na juventude, julgávamos eterna, morreu. Os dramas, as emoções e os silêncios determinados por aquele artefacto tecnológico morreram quando ele se tornou obsoleto. A fúria com que se desligava uma chamada após uma discussão telefónica, a delicadeza com que a minha avó discava cada número ao mesmo tempo que o arrastava na voz, ao ritmo do disco – “dooooois, zéérooo” -, até a estridência da campainha que os telemóveis tentam imitar numa lamentável paródia, tudo isso desapareceu. Ouvir o telefone e pensar “Quem será?”, ser dominado pelas esperanças e ilusões que o toque despertava, inventar rituais, superstições, “Vou deixar tocar só mais uma vez e depois atendo” – e, nesse entretanto, sem aviso, os telefones fixos, jurássicos, passaram à história e nunca mais tocaram.»




