Tomás Pereira, o capítulo português da história `proibida` entre China e Rússia

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Na história da relação entre China e Rússia, que hoje assume importância geopolítica global, um jesuíta português desempenhou outrora um papel central, ao liderar as negociações do primeiro acordo fronteiriço entre os dois países vizinhos.

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Encontrado navio japonês com 979 australianos afundado por submarino americano em 1942 – ZAP Notícias

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O navio Montevideo Maru, que naufragou em 1942 após ser atacado por um submarino norte-americano, foi encontrado nas profundezas do mar da China Meridional, encerrando as buscas pelos destroços e restos mortais do pior desastre marítimo da Austrália. O Montevideo Maru, afundado a 1 de julho de 19

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o massacre (progrom) de 1506

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*** MASSACRE DE LISBOA ***
Damião de Góis foi dos poucos a relatar o Massacre de Lisboa de 1506, contra os cristãos-novos, na sua “Chronica do Felicissimo Rey D. Emanuel da Gloriosa Memória”, escrita entre 1566 e 1567. Um dia marcado na História pelo horror e pela violência.
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Na doce colina… – Proa & Prosa

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Na procissão dos Passos de 2023, as cenas da tradição se sucederam na forma e conteúdo

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profissões desaparecidas

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O “DEITA-GATOS”
Gatear tudo que fosse loiça partida em cacos, era tarefa do “deita-gatos”, um servidor ambulante, em tempos de privação e, em muitos casos, de verdadeira pobreza, de que apenas os idosos do presente, guardam recordação e para quem a Revolução dos Cravos tem importante e grato significado.
Foram tempos em que, praticamente, tudo era aproveitado, dos frascos e garrafas às latas, caixas e caixotes. Os consertos nas roupas, no calçado, na telefonia (a televisão estava a décadas de aparecer), nos ainda poucos electrodomésticos e no que quer que fosse prolongavam-lhes a vida ao limite da utilização.
Na sociedade de consumismo desenfreado que é a nossa, ninguém se lembra hoje de mandar pôr uma vareta nova numa sombrinha, colocar um pingo de solda numa panela, a que o uso de anos abrira um buraquinho no fundo, ou juntar os cacos de um prato que caiu ao chão.
Nesse prolongar de vida de muitas peças de barro e de faiança, dois tipos de loiça de casa muito frequentes nesses anos, tinha papel importante o deita-gatos também ele, quase sempre o “amola-tesouras” e muitas vezes, “funileiro à porta”.
O nosso homem começava por unir os cacos e, por cada “gato” (um pedaço de arame terminado por duas pequenas garras) a colocar, marcar os dois pontos onde fazer um furo com a ajuda de um broquim primitivo, como os que se mostram na figura. Juntos e colados todos os cacos era a vez de, com a arte que a experiência sempre dá, introduzir as garras dos “gatos” e fixá-los de modo a ficarem bem apertados.
Ainda guardo, mas agora com o significado de antiguidades, pratos e travessas da Real Fábrica de Loiça de Sacavém, mandadas gatear pela minha mãe e pela mãe dela.
(António Galopim de Carvalho)
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Jose Tolentino Chaves

Muito importante, cheguei a ver alguns poucos desses, mais eram amoladores.
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como foi a construção da pista do Corvo

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Localizado ao longo da plataforma sul da ilha , o aeródromo do Corvo foi inaugurado a 28 de Setembro de 1983. Tem 860 metros de comprimento e 20 de largura.
A ideia da sua construção surgiu em 1976 e foi da autoria do então Presidente da Junta Governativa, o general Altino Pinto de Magalhães. Esta ideia terá sido divulgada pela primeira vez, durante uma viagem do general Altino Pinto de Magalhães às ilhas das Flores e do Corvo, acompanhado, entre outras individualidades, pelo Dr. Álvaro Monjardino, pelo senhor João Vasco Paiva e pelo Engenheiro José Carlos de Magalhães Cymbron (militar, hoje reformado como tenente-coronel), que viria a ser o respon sável pela coordenação da obra.
O processo não foi simples por várias razões, nomeadamente a dimensão da ilha e consequentemente da vila, a dificuldade de transportes e a dificuldade de convencer os corvinos a vender os terrenos necessários à construção da pista, pois eram considera dos os melhores da vila. No entanto, pouco a pouco as dificuldades foram sendo ultrapas sadas e a obra viria a ser efectuada, mudando para sempre o modo de vida dos corvinos.
Os trabalhos preliminares iniciaram-se. Tratou-se da logística necessária à aquisição dos terrenos, à construção de um estaleiro, à demolição de algumas habitações e à melhor maneira de fazer chegar ao Corvo as máquinas, explosivos, combustíveis e outros materiais necessários à realização da obra.
O meio escolhido para transportar os materiais acima referidos foi uma «lancha de desembarque grande» da Marinha.
No dia 21 de Junho de 1977, a LDG 202 «Alabarda» acostava ao cais do Porto da Casa, iniciando-se assim o processo de «trabalhos no terreno».
A chegada da «Alabarda» ao Corvo foi seguida por grande parte dos habitantes que se deslocaram propositadamente ao cais para verem as manobras de atracagem da embarcação e do desembarque das viaturas que nela vinham. Nos seus rostos era bem visível uma enorme satisfação, aliada ao espanto e incredibilidade, perfeitamente compreensíveis, dado que era a primeira vez que assistiam a uma operação desta envergadura.
Segundo o próprio José Carlos de Magalhães Cymbron, as maiores dificuldades surgiram com a necessidade de «desmontar, transportar, espalhar e compactar cerca de 80 000 metros cúbicos de rocha. Este trabalho era complementado por uma escavação, carregamento, transporte, espalhamento e compactação de cerca de 30 000 metros cúbicos de bagacina.
Durante a obra da construção do aeródromo, foram dados mais de 10 000 tiros, sem incidentes, com excepção de algumas telhas partidas.
Depois de concluídos estes trabalhos iniciais, houve um inter regno e os militares só regressaram ao Corvo no Outono de 1979, quando houve condições financeiras e técnicas para os prosseguirem.
Lenta, mas firmemente, a obra foi avançado e, em 28 de Setembro de 1983, foi solenemente inaugurado o aeródromo do pelo Presidente da República da altura, o general António dos Santos Ramalho Eanes.
Esta cerimónia contou com a presença das mais altas individualidades nacionais, regionais e locais, e com quase toda a população do Corvo.
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Pedro Massa

Lindas fotos lindas recordações bom dia amigo Fernando
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DO EXTINTO VULCÃO DE LISBOA E O DOS MONTES HERMÍNIOS Por Domingos Vandelli

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DO EXTINTO VULCÃO DE LISBOA
E O DOS MONTES HERMÍNIOS
Por Domingos Vandelli
In Memórias da Academia Real das Ciências de Lisboa, Tomo I, Lisboa 1797
Domingos Vandelli foi um dos célebres professores italianos convidados pelo Marquês de Pombal para vir leccionar na então criada Faculdade de Filosofia da Universidade de Coimbra, em 1772, tendo dirigido os primeiros trabalhos do jardim botânico da Universidade. Foi igualmente o primeiro director do jardim botânico de Ajuda, em Lisboa.
Em 1779, Vandelli publicou uma interessante Nota intitulada “De Vulcano Olisiponensi et Montis Erminii”. Aqui se reproduz o essencial da referida comunicação no que toca à região da Grande Lisboa.
“Os vestígios deste vulcão têm início no extremo norte da cidade, em S. João de Bem Casados e Alcântara, mas são interrompidos por montes calcários e preenchidos por pedra calcária branca litofítica; depois, a escória vulcânica cobre as colinas calcárias até ao Rio Seco, em que estratos de arenito calcário se assemelham aos de Nápoles, S. Puzzuolo; segue-se depois os montes vulcânicos até Paço de Arcos até às margens do Tejo, de onde se situam os montes desde os estratos de mármore até à Penha Longa, para além dos estratos de mármore. Entre estas serras calcárias e vulcânicas ergue-se uma serra, vulgarmente conhecida por Serra de Cintra, cujos estratos em frente a estas serras calcárias e vulcânicas se encontram anteriormente separados por um espaço; são rochas cetaceo-quartzo, cujas camadas superiores são quebradas e dilaceradas por algum terremoto e cuja base é voltada para o oceano; na outra montanha fica Alvidrar, cujos degraus verticais na sua base são de mármore branco cristalino com partículas de mármore, e Mafra, em cujo lugar os mais belos mármores brancos, negros e variegados, e onde o Rei D. João fez construir o Convento.
Já as colinas do vulcão estendem-se desde a margem do Tejo até Queluz e Belas; de modo que a extensão destes montes vulcânicos fica a 2 léguas do litoral do Tejo; e estes gozam de igual latitude entre Cabeça de Monchique e Vialonga: e a sua extensão longitudinal até Torres Vedras é de 7 léguas; em vários lugares, porém, essas colinas planas são interrompidas por colinas calcárias ou arenosas. Nem todas essas colinas vulcânicas são cónicas ou circulares. As colinas que, como as nossas, são constituídas por estratos de mar, de pedra calcária e ao mesmo tempo de abundância vulcânica, são idênticas às que se observa na maior parte dos vulcões extintos submarinos. As colinas vulcânicas de Lisboa, pela sua orientação, apresentando uma inclinação igual à planície, mostram que não foram ejetadas das entranhas da terra pelo fogo vulcânico, como as das ilhas do Cabo Verde, São Miguel e Madeira, mas foram moldadas pela destruição e mutação do local”.

O estranho acidente que impediu que Portugal e Espanha fossem um único país | VortexMag

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O estranho motivo da construção do Castelo de Castelo Rodrigo

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Parece estranho, mas o Castelo de Castelo Rodrigo foi construído pelo rei de Leão para evitar os avanços das tropas portuguesas. O Tratado de Alcanizes, de 1297, inverteu os papéis.

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O segredo dos escravos reprodutores

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Desumanização. Documento pouco conhecido do século XVI relata criação de escravos, em Vila Viçosa, como se fossem cavalos para reprodução

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Um bisneto em busca do “Soldado Nobre” da I Guerra: “É só mais um nome esquecido numa lista, agora tem um filme” – Observador

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Com uma foto de grupo na mão, Jorge Vaz Gomes partiu em busca do bisavô, um soldado do Corpo Expedicionário Português durante a I Grande Guerra. O documentário chega quinta-feira aos cinemas.

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o soldado Milhais / Milhões nna 1º grande guerra

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Presidente da República homenageou o soldado Milhões em Murça (C/ÁUDIO)
*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***
Murça, Vila Real, 10 abr 2023 (Lusa) – O Presidente da República homenageou hoje, em Valongo de Milhais, Murça, o soldado Milhões, que disse ter sido um “herói único e singular” da Primeira Guerra Mundial e, através dele, homenageou também as Forças Armadas.
“Ele foi um herói único e singular que felizmente foi possível fazer a sua história”, afirmou o Chefe de Estado, que falava durante a inauguração da Casa Museu Soldado Milhões, criado na habitação onde Aníbal Augusto Milhais viveu na aldeia de Valongo que adotou o nome de Milhais em homenagem ao soldado português.
O Comandante Supremo das Forças Armadas disse que fez questão de se associar à homenagem, e de, através do soldado herói transmontano, homenagear também as Forças Armadas.
“Muitas vezes nós não somos justos em relação aos nossos heróis, não é só os nossos heróis militares, os heróis todos, não somos, distraímo-nos, mas em relação às Forças Armadas às vezes distraímo-nos na homenagem que lhes prestamos”, salientou.
Aníbal Augusto Milhais foi, salientou, “tão excecional” que até foi condecorado com a Ordem Militar de Torre e Espada, a mais importante condecoração portuguesa, “imposta à frente de 15 mil soldados no campo de batalha pelo futuro Marechal Gomes da Costa”.
“Isto é raríssimo”, frisou.
Aos jornalistas, Marcelo Rebelo de Sousa precisou que “a história de Portugal tem muitos heróis anónimos” e salientou que Milhões é um herói “de há 100 anos e que ficou na história e é admirado cá dentro e lá fora”.
E o agora museu é, para o Presidente, “uma casa que vale por muitas casas”, é a “Casa de Portugal e de Portugal projetado no mundo”.
Milhais, que passou a ser conhecido como Milhões e deu o nome à sua aldeia, foi um soldado raso que combateu na Primeira Guerra Mundial e ganhou fama quando se bateu sozinho contra os alemães para ajudar à retirada das forças aliadas, durante a Batalha de La Lys.
No domingo, dia 09 de abril assinalaram-se os 105 anos desta batalha que ocorreu na Flandres, Bélgica.
A sua casa na aldeia de Valongo de Milhais foi recuperada para ser transformada num centro interpretativo onde se pode conhecer a sua história, a vida da época na localidade e momentos da Grande Guerra.
O presidente da Câmara de Murça, Mário Artur Lopes, frisou que a Casa Museu tem como “missão perpetuar a memória do herói Soldado Milhões”.
Para o neto do soldado Eduardo Milhões Pinheiro, este é um “dia importante” porque é também “o dia em que o sonho da família é tornado realidade”.
“É naturalmente importante porque permitirá perpetuar a memória do meu avó e, através dele, de todos os outros militares que estando na Primeira Guerra Mundial permaneceram anónimos na história. E através da história do meu avó podemos evocar todo o sofrimento que passaram na Grande Guerra e, dessa forma, também educar as gerações vindouras”, frisou.
Por causa do estado de degradação, a habitação foi demolida e foi reconstruída, preservando os traços originais exteriores.
A casa foi cedida pela família de Aníbal Augusto Milhais, que há muitos anos reclamava a recuperação da habitação.
Milhais, que morreu em 1970, acabou por ficar conhecido como o soldado Milhões, um epíteto que nasceu com o elogio do seu comandante, Ferreira do Amaral: “Tu és Milhais, mas vales milhões”.
Foi em abril de 1918, durante a batalha de La Lys, e os seus atos de bravura valeram-lhe a mais alta condecoração militar nacional, a Ordem de Torre e Espada.
Após a guerra e a condecoração, o soldado regressou à sua terra natal, tornou-se agricultor, casou e teve nove filhos, sete dos quais chegaram à idade adulta
Aníbal Augusto Milhais morreu aos 75 anos em Valongo, a aldeia do concelho de Murça que adotou o nome de Milhais em sua homenagem.
PLI // JPS
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