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No passado dia 8 de julho, assinalou-se o centenário do nascimento do último bispo português de Macau, D. Arquimínio Rodrigues da Costa (1924 – 2016), uma figura incontornável da Igreja Católica e da diáspora portuguesa. Natural da freguesia de São Mateus, no concelho de Madalena, na Ilha do Pico, o insigne açoriano partiu para Macau, antiga colónia portuguesa desde 1557 até 1999, […]
O Açoriano Oriental, fundado a 18 de Abril de 1835, é um título de referência no panorama da imprensa regional portuguesa em geral e açoriana em particular. Pautando desde sempre pelo rigor da sua informação, o Açoriano Oriental é um jornal de qualidade que pratica um jornalismo de proximidade que coloca como protagonista o interesse dos leitores. É também um importante difusor de publicidade nos Açores, em particular na ilha de São Miguel, a maior e mais populosa ilha do arquipélago O Açoriano Oriental integra a Global Media Group, um dos maiores grupos de media em Portugal, com presença nos sectores da imprensa, rádio e televisão, para além de gerir um diverso conjunto de participações em empresas com actividade na área da publicidade, comunicação multimédia, produção de conteúdos e design.
Nietzsche lembra que no fundo da caixa havia um resíduo de esperança, o que é um presente envenenado. A humanidade aguenta a fome, o ódio, a dor, a pobreza, a inveja e a guerra, mas como há um resíduo de esperança tudo tolera pois acalenta a ideia que tempos melhores virão. Sempre achei esta ideia o espírito da revolução, rejeitar a esperança, descartar a sua força de inibição. Mas julgo agora que a compreensão deste mito é algo manco. Vejam lá que os deuses guardavam os males numa caixa e pregaram uma partida à humanidade. Há qualquer coisa que está a escapar. Como é habitual nestas narrativas, um elemento que nos escapa, uma lacuna de ignorância pode arrasar a nossa compreensão, como na teoria do caos, que uma ligeira e suave circunstância inicial tanto pode terminar num tornado ou no bater de asas de uma borboleta. E eu admito que tenho esperança.
«A rapariga de cabelos pretos atravessava o campo ao seu encontro. No que lhe pareceu um só movimento, viu-a arrancar as roupas e livrar-se delas com desdém. Tinha um corpo branco e macio, mas Winston não sentiu por ele qualquer desejo, na verdade, mal lhe deu atenção. O que o fascinou nesse momento foi o gesto com que ela se livrara das roupas. Era como se a graça e a indiferença desse gesto extinguissem toda uma cultura, todo um sistema de pensamento, e o Grande Irmão, o Partido e a Polícia do Pensamento pudessem ser reduzidos a nada por um único e magnífico movimento do braço. Era um gesto que pertencia, também ele, a um tempo distante. Winston acordou com a palavra ‘Shakespeare’ nos lábios.»
As autoridades francesas estão perplexas. A lendária espada Durandal desapareceu misteriosamente da rocha em que se encontrava incrustada há 1.300 anos, num local aparentemente inacessível. A polícia francesa está a investigar o aparente roubo de Durandal, a mítica espada incrustada numa rocha em Rocamadour, no sul de França — que, segundo a lenda, tinha propriedades mágicas. A espada é considerada a versão francesa da lendária “Excalibur” que o Rei Artur arrancou de uma rocha para obter o trono britânico. As autoridades locais estão perplexas com o desaparecimento da espada, que se encontrava incrustada há 1.300 anos na sua rocha inexpugnável
Há aproximadamente 5000 anos, os Sumérios, que viviam na antiga Mesopotâmia (no atual Iraque), revolucionaram a nossa forma de perceber e medir o tempo. Desenvolveram um sofisticado sistema numérico baseado no número 60, conhecido como sistema sexagesimal. Este sistema único levou à divisão de uma hora em 60 minutos e de um minuto em 60 segundos, conceitos que ainda são usados hoje em dia.
A necessidade dos Sumérios de um horário preciso era motivada pela sua sociedade agrícola. Calendários exatos eram essenciais para plantar e colher as culturas. Eles também precisavam de coordenar as suas complexas cerimónias religiosas e atividades administrativas.
Para os ajudar a manter o tempo, os Sumérios fizeram avanços significativos na astronomia. Observaram os movimentos dos corpos celestes e utilizaram esse conhecimento para criar um calendário lunar de 12 meses, estreitamente alinhado com as estações agrícolas.
A divisão do dia em 24 horas, cada hora em 60 minutos e cada minuto em 60 segundos foi uma façanha monumental. Estas divisões não eram arbitrárias, mas foram concebidas para serem práticas e facilmente divisíveis, refletindo a compreensão avançada da matemática pelos Sumérios.
Esta abordagem inovadora do tempo teve um impacto profundo nas civilizações subsequentes, incluindo os Babilónios, Gregos e Romanos, que adotaram e desenvolveram o sistema sumério. O legado do sistema de cronometragem dos Sumérios é evidente nos nossos relógios e calendários modernos, demonstrando a influência duradoura da sua engenhosidade na nossa vida quotidiana.
Vais dormir mais culto.
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Angra do Heroísmo, Açores, 26 jun 2024 (Ecclesia) – O último bispo português de Macau, D. Arquimínio Rodrigues da Costa, vai ser homenageado, dia 08 de julho, na Ilha do Pico (Açores) por ocasião do centenário do seu nascimento. O dia 8 de julho ficará marcado pelo descerramento de uma lápide evocativa e uma eucaristia […]
Em entrevista ao Observador, o quase nonagenário Frei Bento Domingues fala sobre a crise da Teologia e pede um Cristianismo capaz de discutir tudo e de ouvir todos, sem exceções.
Muito antes da campanha para as eleições Legislativas, Luís Montenegro tinha-se comprometido a deixar de utilizar o símbolo institucional do Governo de Costa, que gerou polémica por ter simplificado a imagem.