PÁGINA GLOBAL: A revolta contra a riqueza bilionária não é sobre “inveja”. É Sobre Democracia

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Obras do Ferrovia 2020 voltam a derrapar para o final de 2023 

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Infraestruturas de Portugal volta a mexer no calendário e assume novo atraso nos trabalhos da linha da Beira Alta e em parte das intervenções na linha do Norte.

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baixa o +preço da renda

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6,6 euros/m2 em média nos Açores é dos preços mais baixos do país Preço das casas para arrendar desceu nos Açores
8,7% em 2021
O preço das casas para arrendamento em Portugal registou uma
descida de 4,3% em 2021, sendo que o valor médio no final do mês de dezembro era de 10,7 euros\m2, segundo os dados do portal “idealista” revelados ontem.
Em termos regionais, os preços das casas para arrendar desceram
na Região Autónoma dos Açores (-8,7%), na Área Metropolitana de
Lisboa (-4%) e no Norte (-1,7%), verificando-se os maiores aumentos no Alentejo (9,5%), Algarve (7,6%), Região Autónoma da Madeira (6,6%) e Centro (4,9%).
Sem surpresas, a Área Metropolitana de Lisboa, com 12,4 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (9,8 euros/m2), Norte (9,1 euros/m2) e Região Autónoma da Madeira (8,6 euros/m2).
Em sentido inverso estão o Centro (6,5 euros/m2), a Região Autónoma dos Açores (6,6 euros/m2) e o Alentejo (7 euros/m2).
São Miguel com as maiores descidas Ao nível dos distritos e ilhas, as maiores descidas de preços tiveram lugar na Ilha de São Miguel (-13,5%), Viseu (-8,1%), Lisboa (-3,8%), Aveiro (-1,5%) e Porto (-0,6%), sendo que as maiores subidas verificaram-se em
Castelo Branco (20%), Viana do Castelo (18,5%), Leiria (11,9%), Vila Real (8,6%), Faro (7,6%), Ilha da Madeira (6,5%), Coimbra (6%), Setúbal (5,6%) e Santarém (2,3%).
Lisboa lidera a lista dos distritos com o preço mais caro (12,7 euros/ m2), seguida por Faro (9,8 euros/ m2), Porto (9,8 euros/m2), Setúbal (8,9 euros/m2), Ilha da Madeira (8,6 euros/m2), Évora (7,1 euros/m2), Coimbra (7 euros/m2), Aveiro (6,8 euros/m2), na Ilha de São Miguel (6,6 euros/m2), em Leiria (6,3 euros/
m2) e em Braga (6,2 euros/m2).
Os preços mais baratos registamse em Vila Real (4,6 euros/m2), Viseu (4,6 euros/m2), Santarém (5,1 euros/ m2), Castelo Branco (5,9 euros/m2) e Viana do Castelo e Braga (ambas com 6,2 euros/m2).
Olhando para as capitais de distrito, Lisboa foi a única onde as rendas
desceram no último ano (2,9%), com
os maiores aumentos a verificaremse em Castelo Branco (20,7%), Viana
do Castelo (14,3%), Faro (12,2%),
Coimbra (7,6%), Funchal (7,3%),
Braga (7%), Setúbal (6,7%), Leiria
(5,9%), Viseu (5,8%), Santarém (4,2
euros/m2) e Aveiro (2,8%).
Contudo, Lisboa continua a ser
a cidade onde é mais caro arrendar
casa, (13,4 euros/m2), Porto (10,7
euros/m2) e Faro (8,9 euros/m2)
ocupam o segundo e terceiro lugares,
respetivamente, enquanto as cidades
mais económicas são Viseu (5 euros/
m2), Santarém (5,2 euros/m2), Castelo Branco (5,2 euros/m2), Leiria
(5,8 euros/m2) e Viana do Castelo (6
euros/m2). In Diario dos Acores, 5 Janeiro 2022
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Açores consideram “inaceitável” exclusão de farmacêuticos da residência nacional – Jornal Açores 9

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“No continente levou-se muito tempo” para avançar com a carreira profissional, contrariamente aos Açores, “acabando por sair diplomas que excluem, por omissão, os profissionais farmacêuticos das regiões autónomas e, neste caso concreto, da Região Autónoma dos Açores, da residência farmacêutica”, que funciona como internato, como no caso dos médicos, disse Ana Paula Correia. A bastonária […]

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Tribunal de Contas preocupado com aumento da dívida pública nos Açores – Jornal Açores 9

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“Houve um aumento da dívida pública regional, em cerca de 370 milhões de euros (ME)” destacou José Tavares, em declarações aos jornalistas, após a entrega ao presidente da Assembleia Legislativa dos Açores, na cidade da Horta, do relatório e parecer do TdC, relativo à Conta da Região de 2020. Segundo o presidente do TdC, um […]

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Governo dos Açores adquiriu antigas instalações da Cofaco na Horta – Jornal Açores 9

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“Hoje assinámos a escritura de compra a venda dos imóveis da Cofaco, que já estão a ser vistoriados pelo LREC [Laboratório Regional de Engenharia Civil] e por empresas para levantamento topográfico,” explicou aos jornalistas o secretário regional do Mar e das Pescas, Manuel São João, após a assinatura da escritura, no Cartório Notarial da Horta. […]

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Combustíveis sobem nos Açores amanhã – Jornal Açores 9

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A partir das zero horas, a gasolina vai sofrer um aumento de 5,9 cêntimos por litro. O gasóleo vai aumentar 6,7 cêntimos. O litro da gasolina de 95 octanas passa a custar 1 euro e 61 cêntimos. O gasóleo rodoviário, 1 euro e 44 cêntimos. O gasóleo colorido para a agricultura passará a custar 96 […]

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Osvaldo José Vieira Cabral · Os cobradores estão a bater à porta

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Os cobradores estão a bater à porta
É delirante ouvir alguns políticos, com enormes responsabilidades no passado, falarem de endividamento público.
De repente, passaram uma esponja pela memória e querem, à viva força, que nós, cidadãos, também façamos o mesmo exercício.
Foi um dos cavalos de batalha em todas as minhas crónicas ao longo da última década: chamar a atenção para o aumento galopante da dívida bruta, à semelhança dos alertas da Secção Regional dos Açores do Tribunal de Contas.
Ninguém se preocupou. Agora estão todos preocupados com o endividamento proposto no Orçamento Regional do próximo ano – que é mau para todos nós, contribuintes – mas não é nenhuma originalidade.
Nós tivemos um recorde de dívida acumulada entre 2008 e 2017, com os Açores a aumentarem a sua dívida 3,15 vezes mais, passando de 563,7 milhões para 1.690,4 milhões de euros.
É um ritmo médio anual de 115,4 milhões.
O maior volume desta dívida foi para pagar a fornecedores e os buracos ruinosos das empresas públicas, nunca para crescimento da nossa economia anémica.
Tem-se falado tanto, agora, da SATA, mas houve outras empresas, até com passivo maior, que se revelaram um autêntico cancro para as nossas finanças públicas.
Só a Saudaçor, essa invenção desastrosa, de que nunca mais ninguém falou dela, deixou-nos um calote de mais de 600 milhões de euros.
Há-de haver muito boa gente por aí que julga que nada disto é para pagar, mas a verdade é que os cobradores batem-nos à porta todos os meses ou anos, como acontece agora com a SATA ou a Sinaga.
Há tanta gente preocupada com o património da fábrica de açúcar, o que é legítimo, mas ninguém se preocupa com os mais de 800 mil euros que deve a fornecedores e com os 35 milhões de euros de prejuízos ao longo dos anos.
Só em meia dúzia de anos, de 2015 a 2020, o Governo Regional transferiu para a Sinaga quase 9 milhões de euros.
Uma empresa, recorde-se, que custou à região, num negócio obscuro, 8oo mil euros!
Amanhã, 18 de Novembro, mais um cobrador vai bater-nos à porta para cobrar empréstimos.
Na verdade, são dois cobradores: a Bankinter SA e o Banco BPI.
Vêm cobrar um dos muitos empréstimos concedidos à SATA, cujo prazo termina agora.
Como a SATA não tem dinheiro, nem tão pouco sabe o seu futuro, porque tarda, incompreensivelmente, a decisão de Bruxelas sobre a reestruturação, foi acordado com aquelas instituições uma prorrogação dos respetivos prazos de vigência.
O Governo Regional já concordou com a prorrogação e estendeu a manutenção das garantias, que é como quem diz, para pagarmos um dia destes.
São “apenas” cerca de 50 milhões de euros… por agora.
Portanto, senhores políticos, quando falarem de dívidas e endividamentos, ao menos benzam-se antes.
Novembro 2021
Osvaldo Cabral
(Diário dos Açores, Diário Insular, Multimedia RTP-Açores, Portuguese Times EUA, LusoPresse Montrea
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Maria Das Neves Baptista, Tomás Quental and 98 others
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