Views: 10
- Teoria do controlo humano 1/9/2026
Nunca tive dúvidas de que pensar é a coisa mais perigosa que existe. Nem tive dúvidas de que imaginar é a atividade mais subversiva de todas. Todas as ditaduras nasceram de promessas de liberdade e de luta contra a corrupção. O chamado fascismo futurista promete abalar o sistema e substituí-lo por outro, mais podre, dependente e corrupto. Uma das inúmeras razões pelas quais a maioria da população, dita culta e educada, não se apercebe das nuances do dia a dia que vão afetar o nosso futuro sendo desenhadas pelos donos do mundo — as elites que nos dominam e nos escravizam — prende-se às necessidades falsas que nos são incutidas desde pequenos. Dos 3 ou 4 aos 18 anos, não estás a ser educado, mas sim treinado. Ficas quieto e calado, sentado numa cadeira, pedes para ir ao WC, fazes o que te mandam e não bufas. Depois, se arranjares trabalho ou emprego (não é bem o mesmo, mas, para já, serve), podes, inconscientemente, tornar-te um escravo nos próximos 40 anos. Recebes o salário mínimo, pois não precisas de mais para sobreviveres e viveres endividado na rotina que te obriga a ir trabalhar diariamente, até poderes reformar-te como uma peça de vestuário usada e rota. Já sem forças, nem saúde, recebes uma esmola para gozar a velhice (desculpa o verbo irónico). E então já não dizem “não tenho tempo para respirar”. O cansaço de toda uma vida impende sobre os teus ombros curvados; deste, finalmente, conta dos anos que passaras sem estares com amigos e família. Se calhar já nem existem. Estavas ocupado a trabalhar, nem era por ti, era para a família. Trabalhamos e fazemos horas extraordinárias para “ganhar a vida” que logo perdemos à nascença. Depois, vai-se gastando com os nossos adiamentos imperiosos: “é só esta semana”, “logo que este projeto terminar” e nunca chega a vez. Quando chegar será tarde, tarde demais. Depois da promoção, do casamento, dos filhos, da estabilidade, depois da reforma. Esperamos pelo momento indicado para viajar, mudar de emprego, passar mais tempo com quem amamos ou simplesmente descansar. E esse momento nunca chegou, nem jamais haveria de chegar. Como aqueles e-mails a que nunca respondes porque hoje não, talvez amanhã, precisas doutra disposição, doutro modo de ver, doutros estímulos para responder. Sem culpa. É como a tua vida que ficou adiada para sempre, até sempre, porque amanhã tratas disso e esse amanhã nunca chegou. Depois, descobres que já não irás a tempo e que a vida ficou para trás. Nada a fazer exceto isto: alertar quem te lê para evitar ser a cópia de vida escrava. O sistema usou-te a vida inteira e fez-te acreditar que isso era viver. Todos trabalhamos para termos mais bens materiais, mais isto e aquilo (no fundo, isso serve apenas para nos meter no círculo eterno do endividamento). Seja para comprar carros mais caros e melhores (?), seja para roupas mais na moda, seja para frequentar locais (restaurantes, clubes, etc.) mais na moda, seja para mandar os filhos para as melhores escolas e colégios, para termos a melhor saúde privada, e por aí adiante, num rol de falsas necessidades que nos escravizam ainda mais.
A TV e infindáveis anúncios, todos com mensagens subliminares (Mensagens subliminares são estímulos que entram no cérebro abaixo do limite da consciência). Isso significa que vemos ou ouvimos algo tão rápido, ou tão baixo que não percebemos conscientemente. A ideia é que essas mensagens afetem as escolhas e as emoções sem que saibamos o porquê.
Não sei a razão, mas comigo não funcionam; deve faltar-me uma molécula qualquer (penso que a deixei ficar em Macau com o vício – aliás adição – do jogo). Além disso, como os meios de comunicação estão todos nas mãos dos mesmos, a informação que proporcionam destina-se a criar mais consumidores e ilusões sobre os acontecimentos que raramente correspondem à realidade tal como a imaginamos. Veja-se o exemplo de qualquer guerra em que ambas as partes estão sempre a somar vitória sem aniquilarem o inimigo. A desenfreada evolução tecnológica que nos domina por smartphones e mil e um aparelhos (desnecessários que, alegadamente, fazem a vida mais simples, embora, na prática, nos escravizem mais, nos controlem mais e nos tornem mais dependentes deles, como a IA foi preparada para nos programar).
Fui escravo desse novorriquismo na fase trabalhólica (viciado no trabalho) de falso jet set durante muitos anos do meu casamento com a minha mulher macaense. Além disso, há coisas difíceis de aceitar, interpretar e acreditar, como algumas narrativas do caso Epstein (canibalismo, transplantes, fábrica de bebés, enriquecimento genético, despejar corpos em ácido e no mar, etc.). Ninguém consegue imaginar que haja na elite gente cujo único propósito é reduzir a população mundial, injetar-nos vírus e doenças chamadas vacinas, envenenar o ar e os céus, fabricar alimentos artificiais que causam doenças e morte. Na comida, o perigo está nas carnes processadas (como os enchidos). Para manter a cor rosada, usam-se nitritos e nitratos de sódio (E 250, E 251), que podem se transformar em nitrosaminas. A Organização Mundial da Saúde classificou a carne processada no Grupo 1 de agentes que causam cancro. Outro aditivo é o dióxido de titânio (E 171). É um corante utilizado para clarear pastilhas elásticas, doces, molhos. A Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos proíbe o E 171. O aspartame (E 951) é um adoçante artificial presente em produtos sem açúcar ou light, refrigerantes e iogurtes. A Agência Internacional para a Investigação do Cancro classifica o aspartame como possivelmente causador de cancro em humanos.
Tudo já é feito à vista de todos, e quem discorda desaparece da face da terra ou é suicidado. A Agenda 2030 é um plano de ação global adotado pela ONU em 2015, alegadamente focado na erradicação da pobreza e no desenvolvimento sustentável. Estruturada em torno de 5 pilares (Pessoas, Planeta, Prosperidade, Paz e Parcerias), orienta governos, empresas e a sociedade civil por meio de 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Compreende 169 metas desenhadas para criar um mundo mais justo, inclusivo e ambientalmente equilibrado até o final desta década. A teoria da conspiração da Agenda 2030 afirma que uma elite global secreta utiliza os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU como fachada para criar um governo mundial totalitário. Os teóricos acreditam que o plano real inclui o controle total da sociedade e a redução da população:
Controle Populacional: A teoria afirma que a elite planeia reduzir drasticamente a população mundial.
Governo Único: Sugere que a ONU se torne um governo global que elimine a independência dos países.
Fim da Propriedade Privada: Acredita-se que as pessoas serão forçadas a alugar o que usam, sem possuir nada
Vigilância em Massa: O uso de tecnologia verde serviria para rastrear e controlar cada passo do cidadão comum.
Grande parte das teorias da conspiração é atribuída à direita, ao contradizerem o plano engendrado pela elite dominante. Uma das formas pelas quais o termo “Nova Ordem Mundial” passou a ser associado à teoria da conspiração foi o livro “None Dare Call it Conspiracy (Ninguém se atreve a chamar isso de conspiração) ”, do americano Gary Allen, publicado em 1972.
«Ele expôs uma teoria conspiratória de que o movimento ambientalista, o movimento pacifista, o da liberação feminina, a maioria da média, o comunismo soviético internacional e as Nações Unidas estavam todos confabulados com os Rockefeller que buscavam controlar o mundo por meio do Conselho de Relações Exteriores.» Como informou a revista Galileu, a Nova Ordem Mundial é uma “superconspiração”, segundo o cientista político norte-americano Michael Barkun, que fala sobre uma hierarquia de conspirações. Além das “super”, acrescenta, há conspirações “eventuais”, ligadas a eventos específicos, como os atentados de 11 de setembro, e as “sistémicas”, em que um sistema inteiro (militares, políticos, cientistas) estaria envolvido. “Teorias da Nova Ordem Mundial” alegam que os eventos do passado e do presente devem ser compreendidos como resultado dos esforços de um grupo imensamente poderoso, mas secreto, para controlar o mundo”, afirmou Barkun à Galileu. Ainda, como explica a revista, dependendo do objetivo dos conspiracionistas, esse grupo superpoderoso pode ser composto por diferentes pessoas, como judeus, banqueiros, o Vaticano, maçons, a ONU e alienígenas (com predominância de reptilianos). Essa maioria de gente só se aperceberá da mudança demográfica de nativos para imigrantes e refugiados quando as forças da lei deixarem de as proteger e já estiverem em minoria. A substituição populacional e a rápida islamização da Europa parecem já difíceis de conter, tal como aconteceu há mais de mil anos. Mas chamam-me alarmista e outras coisas ligadas à Teoria da Conspiração. Denigrem os que falam e escrevem sobre isto, tentando desacreditá-los como extremistas de direita. Já escrevi algumas vezes que essa distinção entre “direita” e “esquerda” é artificial e serve apenas para confundir e baralhar as pessoas, colocando umas contra outras, mas trata-se duma agenda comum à direita e à esquerda. Isto vale mesmo quando digo que continuo a pensar como de esquerda (social-democracia sueca, à Olof Palme, como me defino quando falo politicamente). Dito isto, é normal que a maioria das pessoas nem se aperceba de como foi lavada ao cérebro (politicamente, a direita e a esquerda são duas faces da mesma moeda, para nos convencerem de que temos livre-arbítrio e de que o voto serve para alguma coisa).
A História repete-se: era isso que acontecia em 1974-75, quando, em Timor Português, alertei para o movimento de barcos indonésios ao largo e os radiotelegrafistas não monitorizavam as comunicações, numa preparação da “Operasi Komodo”, que havia de conduzir à invasão da ilha em 7 de dezembro de 1975 e a 24 anos de sangrenta ocupação militar.