Encerramento de estabelecimento de fabrico e venda de pão na Relva – Açoriano Oriental

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O Comando Territorial dos Açores, através do Posto Territorial de Ponta Delgada, encerrou, no passado domingo, um estabelecimento de fabrico e venda de pão por violação da proibição de laboração e por falta de condições de higiene e perigo para a saúde pública na freguesia da Relva, no concelho de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel.

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Investigador do INESC TEC nomeado Vice-Presidente para a Qualidade Científica da iLRN – BIP

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Leonel Morgado, investigador do Centro de Sistemas de Informação e de Computação Gráfica (CSIG) do INESC TEC, foi nomeado Vice-Presidente para a Qualidade Científica da rede internacional Immersive Learning Research Network (iLRN). A iLRN é uma organização internacional de especialistas em ensino, investigação e desenvolvimento para aprendizagem imersiva, que pretende desenvolver o potencial científico, técnico e de aplicação […]

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a imbecilidade do aeroporto do montijo será corrupta?

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A CAUSA DAS COISAS
Esta questão à volta do aeroporto no MONTIJO é absolutamente desconforme com a realidade actual e já mete nojo.
O país e o mundo regredirem anos,há quem equacione 10 ou mais, na sua economia e esta gente, leia-se autarcas, insistem em debater e levar em frente, a construção do dito no Montijo.
Pode ser por questões de ressabiamento, por glórias vãs, por clientelas exigentes, interesses difusos e confusos, uma coisa parece-me certa, anda por aí criaturas com falta de parafusos.
Não haverá lá pelas bandas do Montijo problemas sociais mais relevantes para discutir, aqueles mais prementes que interessam às populações pelos quais foram eleitos?
Este não é o momento de trazerem à baile este tema. Vivemos numa época em que os aviões estão em terra, as companhias de aviação, TAP incluída, estão arruinadas e a venderem a frota a quem dá mais.Outras a serem fortemente injectadas com capitais públicos para se aguentarem.
Andam estas alminhas a promoverem a construção de um aeroporto no Montijo, numa altura destas? A quem serve e ganha com esta birra de posições aberrantes?
Ao Pedro Nuno dos Santos?
À Vinci?
Ao presidente da ANA, José Luís Arnaut?
Aos Portugueses não será certamente e aos Montijenses tão pouco, que pouco ou nada vão ganhar com o aeroporto às portas de casa, já para não falar na qualidade de vida, cuja tranqualidade que conhecem, morrerá irreversivelmente!
Insistam, insistam que o caminho é um abismo!
Montijo dá passo para licenciamento do novo aeroporto na Base Aérea n.° 6
OSETUBALENSE.COM
Montijo dá passo para licenciamento do novo aeroporto na Base Aérea n.° 6
A instalação do novo aeroporto na Base Aérea n.° 6 é compatível com o Plano Director Municipal (PDM) do Montijo. E a necessária declaração de conformidade para dar continuidade a processos de…
Artur Arêde and 2 others
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  • Realmente esta “história” do aeroporto do Montijo é de uma persistente imbecilidade que só ainda aparece porque alguém está a perder dividendos de mais uma grande negociata nesta democracia já tão cheia delas que abre a porta a ambiciosos corruptos, op…

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″Há doentes a morrer com outras patologias porque se esqueceram que há outras patologias″ – TSF

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Presidente da Sociedade Portuguesa de Emergência Médica Pré-Hospitalar sugere mudanças no sistema de triagem dos doentes.

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PORTUGAL E SUÉCIA Tiago Franco · O COLAPSO DO SNS E AS LIÇÕES DESPERDIÇADAS|

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O COLAPSO DO SNS E AS LIÇÕES DESPERDIÇADAS|
Em tempos que já lá vão, um amigo perguntava-me a razão de ouvir a TSF no caminho para Trollhättan. A estrada entre Gotemburgo e a cidade da Saab não passava pela segunda ponte do Feijó e, em princípio, o que por ali se ouvia não me ajudaria muito a chegar ao destino.
Expliquei-lhe que não me conseguia desligar do que se passava em Portugal, mesmo que essa informacão não contribuísse para o desenrolar do meu dia. E disse também, lembro-me, que seria uma questão de tempo até perder esses hábitos.
Enganei-me. 15 anos depois continuo, diariamente, a ler a imprensa portuguesa e a viver a realidade do país. Mais, bastante mais, do que a do país de acolhimento.
A razão, imagino eu, é porque desde que emigrei que penso em voltar e mesmo com o avancar do calendário, mantenho a sensacão de que estou aí, num bairro qualquer perdido entre Lisboa e a Margem Sul, onde as casas foram feitas com madeira.
Quando a imprensa nacional noticiava a Suécia pelos piores motivos no combate ao Covid, era como se fizessem uma ponte entre Gotemburgo e Lisboa. Não é que eu gostasse do que por lá ia lendo, mas sentia-me perto.
Agora viramos o disco e metemos a agulha novamente na primeira faixa (que saudades do vinil). É a imprensa local que vai retratando, espero eu de forma mais fidedigna, o caos em que Portugal mergulhou depois do Natal.
Pegando nesta irmandade luso-escandinava na desgraca covideira, dou por mim a pensar nos lares. Primeiro porque chegam daí os números mais aterradores de mortes e depois, porque as centenas de notícias sobre a falha sueca, algures na primavera de 2020, fazia-me crer que ninguém seria apanhado de supresa junto ao Atlântico.
Produziram-se quilómetros de tinta sobre os lares suecos. Em Portugal escolheram falhas, causas, diagnósticos, solucões. Apontaram-se dedos ao governo, desenvolveram-se teorias sobre o “alívio do sistema de pensões” ou “das vidas humanas menos importantes do que a economia”. Todos sabiam tudo.
É justo perguntar então como é que, quase um ano depois, caímos no mesmo erro com a agravante de deixarmos o SNS perto do colapso?
Todos os decisores sabiam onde estava o maior grupo de risco (isolados e dependentes). Há números oficiais para consulta. Esperava-se nova vaga de infectados numa altura de frio (inverno 2020/2021). O conhecimento sobre o pessoal que trabalha nos lares (pouco qualificado e rotativo) e a própria existência de lares ilegais, são realidades com anos de debate. Em cima de tudo isso, sabemos da debandada de profissionais do SNS (nomeadamente enfermeiros) desde que as carreiras comecaram a ficar congeladas e Passos Coelho lembrou que o mundo não terminava em Elvas.
Ora…não era preciso ser um Zandinga para perceber que esta mistura ia explodir. A nossa reacão, este navegar à vista, parece a discussão anual que temos sobre incêndios no verão (a mata está suja) ou as cheias no inverno (as sarjetas não são limpas).
Portanto, do “milagre no sul da europa”, passámos a fazer as capas alusivas aos caos.
Bismarck dizia que só os tolos aprendem com a própria experiência e que ele, preferia aprender com os erros alheios. Não concordo na totalidade mas deduzo que Bismarck, apelidado de visionário, soubesse que no séc. XXI frases “cool” tivessem muita saída.
Eu ter-me-ia dado por contente se nos gabinetes do Governo alguém se tivesse sentado a pensar nisto. A ver as notícias que em “loop” passavam sobre a Suécia, a juntar as condicionantes portuguesas e a tentar evitar a catástrofe.
Costa disse que o orcamento para a Saúde, este ano, foi algo nunca antes visto. Isso quer dizer que as carreiras dos enfermeiros da funcão pública deixaram de estar congeladas? Segundo o SEP (sindicato dos enfermeiros), havia em 2019 pessoal com carreiras congeladas desde 2002. Foram requisitados para a batalha os hospitais privados? Médicos já são compensados decentemente ou precisam de trabalhar no privado ainda? O pessoal da linha da frente (lares, ambulâncias, urgências) foi vacinado na primeira fase? Foram feitas vistorias aos lares ilegais? Foi criado um pacote de incentivos para evitar a rotatividade de pessoal nos lares legais? Foi dada alguma formacão para evitar que sejam pessoas sem qualquer qualificacão a tratar de “velhos”? Temos hospitais de campanha prontos? Foram feitas contratacões para o SNS?
Eu compreendo que seja difícil controlar lares/pessoal que estão fora da esfera pública mas, há quase um ano que sabíamos que seria por aí a entrada da catástrofe. Ninguém pode dizer que foi apanhado de surpresa.
A sensacão que me resta é de, durante anos a fio, termos negligenciando o SNS. Seja pelo congelamento de carreiras ou pela falta de pessoal. Ou até por aquela ilusão dos seguros que nos levam para as consultas nos hospitais privados. Quando a coisa aperta, e esse dia chega sempre, é para o SNS que corremos.
E argumentos como a falta de dinheiro no período “pré-bazuca” são a evitar porque, recordo, há 12 anos que andamos a desviar dinheiro do OE para a banca privada.
A pandemia, por si só, não explica o colapso do SNS.
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  • Basta ver que chegámos a Janeiro com menos 1000 médicos que em Janeiro de 2020…Só uma ideia, era assim tão difícil ter antecipado em 3 semanas o início do internato médico para o problema ser mitigado? Se eu sozinho consigo encontrar uma pequena solu…

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    Luis de Carvalho replied
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Votar é permitido, mas quem se sentar num banco de jardim a ler um livro, incorre num crime de saúde pública…

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Votar é permitido, mas quem se sentar num banco de jardim a ler um livro, incorre num crime de saúde pública… Cúmulo da insanidade de uma sociedade doente e hipócrita… Mas mais doentio é quem fica indiferente a isto…
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corvo 1º caso covid

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Corvo atingido pela COVID 19
A Ilha regista o primeiro caso positivo desde o inicio da pandemia
(Antena 1 – Açores)
Trata – se de um não residente. Testou negativo no teste de pré embarque. Positivo, ao sexto dia, já na ilha do Corvo
Nos números divulgados este sábado pela Direção Regional da Saúde, os Açores registam nas últimas 24 horas , 35 novos casos positivos . Um deles é o primeiro diagnosticado no Corvo
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«A covid-19 não é uma pandemia, é uma sindemia». O que é que isto significa em termos práticos? – Executive Digest

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A sindemia não é um conceito recente. É, na verdade, uma expressão que junta pandemia e sinergia.

Source: «A covid-19 não é uma pandemia, é uma sindemia». O que é que isto significa em termos práticos? – Executive Digest

mau tempo nos açores, o anticiclone fugiu para sul

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“Vamos ter de respirar pelas guelras”, era assim que o meu pai nos avisava quando o estado do tempo se assemelhava ao que nos espera a partir de hoje e durante toda a próxima semana, com pausas no domingo, até ao fim da tarde, e na quarta feira.
Tudo isto se deve ao posicionamento desfavorável do “nosso” anticiclone, presentemente localizado a sueste do Açores, cujo núcleo se encontra centrado no arquipélago da Madeira, o que proporcionará um período alargado de bom tempo para os nossos irmãos madeirenses.
Nós, pelo contrário, ficaremos desprotegidos em relação aos efeitos da aproximação e da passagem de vários sistemas frontais associados a uma série de depressões que evoluirão a norte do arquipélago nos próximos dias, causando precipitação, por vezes abundante, humidade relativa da ordem dos 100% e vento bonançoso a moderado de SO, podendo ser fresco/muito fresco do quadrante Sul de terça a quinta-feira (rajada máx. 95 km/h).
A única consequência positiva da evolução prevista, merecedora de relevo, refere-se à temperatura atmosférica que se manterá amena e estável (média 16º C, com amplitude térmica quase nula).
Felizmente, no domingo haverá um período suficientemente longo sem precipitação, assim facilitando a participação dos cidadãos no acto eleitoral.
Votos de um bom fim de semana para tod@s!
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Urbano Bettencourt, Adelina Valim Silveira and 51 others
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agradeçam ao partido do rui rio e cds o SNS que temos

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E agora☣ Portugal
ainda cansados de estar em casa?
As Morgues estão a abarrotar de Prendas do Natal ☣2020
Vasco Manuel Orey Antunes
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  • A pergunta que eu gostava de fazer ao Rui Rio era: O seu Partido e o CDS em 4 anos retiraram ao Ministério da Saúde e ao SNS 17 mil milhões de Euros despediram e sugeriram a Imigração a 19 mil médicos e enfermeiros, tem coragem de hoje atacar e criticar o actual governo e o SNS em vez de assumir e pedir desculpa aos portugueses😕?
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Recusar teste à covid-19 pode dar multa até mil euros – JN

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A realização de testes de diagnóstico à covid-19 passa a ser um dever do cidadão, tal como já sucede com o uso de máscaras na via pública, e a recusa será punida com multa de 200 a mil euros durante o estado de emergência. O regime contraordenacional, alterado esta quinta-feira pelo Governo, estabelece a punição, sempre que tenha sido declarada situação de alerta, de contingência ou de calamidade.

Source: Recusar teste à covid-19 pode dar multa até mil euros – JN

momentos ANIBAL PIRES: A comunicação oficial sobre a Covid19 – ser positivo (ter SARS-CoV2) e estar doente (ter Covid19). É a mesma coisa!?

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Source: momentos: A comunicação oficial sobre a Covid19 – ser positivo (ter SARS-CoV2) e estar doente (ter Covid19). É a mesma coisa!?