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Os alarmes soaram assim que o INE começou a publicar os dados sobre mortalidade em Portugal. De 2 de março até 1 de novembro, morreram mais 8686 portugueses, quase seis mil fora do contexto hospitalar. Para o diretor do maior serviço hospitalar de medicina interna do país, Jorge Almeida, a principal causa de morte é as pessoas “não procurarem cuidados de saúde”.
Source: Pandemia está a causar mais mortes de portugueses em casa – DN
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Governo impõe medidas mais restritivas para fazer face ao agravamento da pandemia de Covid-19.
Source: Recolher obrigatório à noite e ao fim de semana. Saiba o que muda a partir de segunda-feira – TSF
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As autoridades das Filipinas elevaram ontem para 20 o número de pessoas mortas na sequência da passagem do tufão Goni, considerado o mais forte deste ano e que deixou um rasto de destruição naquele arquipélago. O anterior balanço das autoridades dava conta de 16 mortos
Source: Sobe para 20 número de mortos nas Filipinas na sequência do tufão Goni – Plataforma Media
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Uma morte é sempre uma morte. Onde uma família fica em luto por perder o seu ente querido.
Mas “notícias”diárias alarmistas sobre as mortes causadas por Covid-19 não fazem sentido!! A “gripe sazonal” em invernos passados matou mais pessoas e não foi dado tanta cobertura mediática!!
Diariamente é notícia os “novos recordes” de novos casos e de mortes por Covid-19… “Notícias” que massacram com números e com opiniões que não informam, só desinformam a população… que metem medo… será que faz sentido?
Ainda não chegamos ao inverno 2020/2021 e já existem teorias sobre quantas vão ser as mortes diárias por Covid-19… será que faz sentido?
Vamos analisar:
Por Covid-19:
Entre 16 de Março e 31 de Março- existiram 187 mortes por Covid-19, em média 6 mortes diárias.
Entre 1 de Abril e 30 de Abril- existiram 820 mortes por Covid-19, em média 27 mortes diárias.
Entre 1 de Maio e 31 de Maio- existiram 417 mortes por Covid-19, em média 13 mortes diárias.
Entre 1 de Junho e 30 de Junho- existiram 155 mortes por Covid-19, em média 5 mortes diárias.
Entre 1 de Julho e 31 de Julho- existiram 158 mortes por Covid-19, em média 5 mortes diárias.
Entre 1 de Agosto e 31 de Agosto- existiram 87 mortes por Covid-19, em média 3 mortes diárias.
Entre 1 de Setembro e 30 de Setembro- existiram 153 mortes por Covid-19, em média 5 mortes diárias.
Entre 1 de Outubro e 23 de Outubro- existiram 320 mortes por Covid-19, em média 14 mortes diárias.
Desde 16 Março- existiram 2297 mortes por Covid-19, nestes 221 dias, em média existiram 10 mortes diárias.
(Dados retirados dos relatórios da Direção-Geral da Saúde (DGS))
Por “gripe sazonal” no inverno:
No inverno 2018/2019 a “epidemia de gripe sazonal” «teve um efeito significativo na mortalidade em Portugal» (isto foi escrito em Outubro de 2019). Nesses 90 dias de inverno, houve 3331 mortes devido à gripe. Em média 37 mortes diárias. (aqui pode ver o relatório com os dados)
Nos 90 dias de inverno 2017/2018, houve 3714 mortes. Em média 41 mortes diárias. (aqui pode ver o relatório com os dados)
Nos 90 dias de inverno 2016/2017, houve 4467 mortes. Em média 50 mortes diárias. (aqui pode ver o relatório com os dados)
Nos 90 dias de inverno 2014/2015, houve 5591 mortes. Em média 62 mortes diárias. (aqui pode ver o relatório com os dados)
O inverno 1998/1999, dizem que foi o que teve mais mortalidade. Onde nesses 90 dias de inverno, houve 8514 mortes. Em média 95 mortes diárias.
(Dados retirados do Programa Nacional de Vigilância da Gripe do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (Insa))
Ao analisar estes dados é possível verificar que a mortalidade por “gripe sazonal” é maior do que por Covid-19 (até agora). Será que faz mesmo sentido tanto alarmismo sobre as mortes causadas por Covid-19??

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Covid-19: Voos comerciais não serão autorizados em Timor-Leste até final do estado emergência
Díli, 26 out 2020 (Lusa) – As autoridades timorenses não autorizarão voos comerciais enquanto durar o estado de emergência decretado devido à pandemia da covid-19, porque isso implicaria regularizar os transportes aéreos, disse à Lusa o ministro da tutela.
“Voos comerciais não se autorizam porque vão contra o espírito do estado de emergência. Autorizar voos comerciais significaria a normalização do tráfego aéreo. E não vamos fazer isso agora”, afirmou o ministro dos Transportes e Comunicações, José Agustinho da Silva.
O governante respondia assim a perguntas da Lusa sobre pedidos de autorização feitos por companhias aéreas que pretendem realizar pelo menos um voo comercial mensal, para permitir mobilidade de cidadãos timorenses e estrangeiros de e para Timor-Leste.
Ainda que não autorize voos comerciais, José Agustinho da Silva disse que continuarão a ser permitidos voos “essenciais”, recordando que várias viagens foram já organizadas nos últimos meses.
Para que os voos “essenciais”, que incluem solicitados por embaixadas para repatriação de cidadãos estrangeiros, um pedido é feito pela respetivamente embaixada ao Ministério dos Negócios Estrangeiros que depois o canaliza, “para coordenação”, com os Ministérios do Transporte e Comunicações, do Interior e da Saúde e os reguladores do setor.
Entre os voos considerados essenciais estão voos de emergência, como os operados pelo Programa Alimentar Mundial (PAM), voos de evacuação médica ou outros usados para transporte de pessoas ou carga.
Timor-Leste está sem voos comerciais regulares desde março e o Governo voltou a solicitar ao Presidente da República a extensão durante 30 dias, e pelo sétimo período, do estado de emergência que termina no início de novembro.
Esse pedido de autorização, que está hoje a ser analisado em reuniões do Conselho Superior de Defesa e Segurança e que deverá ser depois debatido no Parlamento Nacional, centra-se, em particular, na “evolução preocupante da situação epidemiológica e a proliferação de casos registados de contágio de covid-19, tanto a nível regional, como a nível mundial”.
O executivo salientou que pretende “evitar e neutralizar os riscos de propagação do SARS-CoV-2, para assim proteger a saúde pública e a capacidade de resposta do Sistema Nacional de Saúde”.
Timor-Leste tem atualmente um caso ativo da covid-19, com um total de 28 recuperados desde o início da pandemia. Atualmente, 361 pessoas estão em quarentena em instalações ou hotéis do Governo, e 263 em autoconfinamento.
Desde o início da pandemia, as autoridades realizaram já quase 10.600 testes.
A maior parte dos cidadãos timorenses e estrangeiros não têm acesso aos voos especiais, o que está a dificultar a mobilidade de pessoas que necessitam de entrar e sair do país.
ASP//MIM
Lusa/Fim

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Tendo sido detectado um caso de COVID-19 no Conselho de Estado, os restantes conselheiros foram testados (ou serão durante o dia de hoje) para a doença.
Este procedimento NÃO é o que tem sido a praxis da DGS para os comuns dos portugueses. Quando os Delegados de Saúde consideram que há um contacto de risco, colocam essa pessoa em isolamento profilático durante 14 dias. A pessoa não pode sair de casa (ou da divisão da casa em que está, se a partilhar com outros, devendo usar uma casa de banho separada, se possível). Tem de medir a temperatura de manhã e à noite, e registá-la numa plataforma informática da DGS. Tem também de indicar se tem algum sintoma típico. SÓ há teste se houver agravamento de sintomas. Este tem sido o procedimento agora com o retomar do ano lectivo, levando a que, nalguns casos, se mandem turmas inteiras para casa (levando, obviamente, a que seja necessário que um dos pais fique em casa com a criança), ou a professores que vão para casa e que tentam de alguma forma garantir as aulas à turma que ficou na escola. Nas empresas, temos as mesmas realidades, com prejuízos óbvios para as pessoas e para a economia. A quebra do isolamento profilático é crime.
Podem argumentar que não há testes para todos, e que seria inviável fazer testes a turmas inteiras, quando se detecta um contacto de risco numa. Se, da forma como os testes hoje são feitos, isso é verdade, a verdade é que também há a possibilidade de fazer pooling de testes (técnica que consiste em analisar como amostra as amostras de diversos indivíduos – dando um positivo, então esses indivíduos serão analisados de forma individual). Porque é que a DGS não aplica este método neste momento? Também podemos argumentar uma outra realidade: é que o teste usado apenas me diz se o indivíduo tem uma determinada carga viral – no limite, hoje pode ser negativo mesmo estando infectado, entretanto o vírus replica-se e amanhã já estará positivo. Ou seja, o teste vale o que vale – é uma fotografia no momento, nada me diz em relação ao futuro.
Tendo a reunião do Conselho de Estado sido na 3.ª feira, ainda há mais uma semana pela frente em que os Conselheiros poderão desenvolver sintomas, o que leva a duas perguntas: a) permanecerão em isolamento profilático? b) quando serão testados novamente? É que os 14 dias têm a ver com períodos de incubação, e esses 14 dias após o contacto ainda não passaram. Teremos hoje Marcelo Rebelo de Sousa, Ferro Rodrigues, António Costa e outros a marca presença física nos eventos das Comemorações da República? Mesmo quando pode estar a incubar o vírus e não tem carga viral suficiente para ser detectada no teste?
Sobretudo, sem qualquer despromoção das figuras mais altas do Estado, dizem-nos que as regras, quando nascem, são para todos. Qual Janus com as suas caras, as regras vêm sempre acompanhadas das excepções. Porém, para a maioria, Janus é como a Lua – apresenta sempre a mesma face.