CARNEIROS RUMO AO MATADOURO

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Qantas boss says all international travellers on airline will have to have vaccination
THEGUARDIAN.COM
Qantas boss says all international travellers on airline will have to have vaccination
Alan Joyce says once the vaccine is widely available it will be a non-negotiable condition of flight on international services
Rosa Horta Carrascalao, Shusan Liurai and 3 others
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  • Like Lambs to the slaughter and paying for it.
    Flock of brainless sheep.
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Pandemia está a causar mais mortes de portugueses em casa – DN

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Os alarmes soaram assim que o INE começou a publicar os dados sobre mortalidade em Portugal. De 2 de março até 1 de novembro, morreram mais 8686 portugueses, quase seis mil fora do contexto hospitalar. Para o diretor do maior serviço hospitalar de medicina interna do país, Jorge Almeida, a principal causa de morte é as pessoas “não procurarem cuidados de saúde”.

Source: Pandemia está a causar mais mortes de portugueses em casa – DN

o perigo oculto dos bares de strip

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demi moore dancing GIF

 

Bar de strip nos Açores já infetou 102 pessoas. É o maior surto no arquipélago
SAPO.PT
Bar de strip nos Açores já infetou 102 pessoas. É o maior surto no arquipélago
O mais recente caso diz respeito a uma jovem de 27 anos que terá frequentado o espaço. As autoridades de saúde temem que o número de infeções associadas ao clube noturno venha a aumentar.
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SNS REQUISITEM OS PRIVADOS hospitais e médicos JÁ JÁ JÁ

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A discussão que devia estar a ser debatida é esta

Vamos ser sérios: se os cuidados intensivos e hospitalares público estão à beira da ruptura, como tem sido anunciado, tem que haver recrutamento emergencial de médicos e enfermeiros do sector privado para o público. Hoje. Estamos no pico de uma pandemia que nos casos graves leva as pessoas semanas aos hospitais. Como há milhares de casos por dia o aumento de internamentos em uma semana será enorme. Como isto se vai resolver? Impedindo as pessoas de ir à esplanada ao sábado à tarde? Deixemo-nos de brincar com a vida dos outros enquanto mantemos as estruturas privadas intactas a distribuir lucros pelos accionistas. Se a situação é de catástrofe estão à espera de a resolver com recolhimento nocturno? Ou lá para o Natal, impedindo viagens? Desculpem, mas conheço e estudo há anos a força de trabalho no SNS e acho isto tudo inaceitável. Ou se requisitam os hospitais privados ou se trazem de volta os seus profissionais. Temos que parar de fingir que se resolve isto apontando o dedo à população. Uma pandemia não se combate pegando no desgraçado que está só num bar, à noite, a tomar uma ginjinha. Há pessoas a morrer que podiam ser salvas? Então porque espera o Governo?

Vamos ser sérios: se os cuidados intensivos e hospitalares público estão à beira da ruptura, como tem sido anunciado, tem que haver recrutamento emergencial de médicos e enfermeiros do sector privado para o público. Hoje. Estamos no pico de uma pandemia que nos casos graves leva as pessoas semanas aos hospitais. Como há milhares de casos por dia o aumento de internamentos em uma semana será enorme. Como isto se vai resolver? Impedindo as pessoas de ir à esplanada ao sábado à tarde? Deixemo-nos de brincar com a vida dos outros enquanto mantemos as estruturas privadas intactas a distribuir lucros pelos accionistas. Se a situação é de catástrofe estão à espera de a resolver com recolhimento nocturno? Ou lá para o Natal, impedindo viagens? Desculpem, mas conheço e estudo há anos a força de trabalho no SNS e acho isto tudo inaceitável. Ou se requisitam os hospitais privados ou se trazem de volta os seus profissionais. Temos que parar de fingir que se resolve isto apontando o dedo à população. Uma pandemia não se combate pegando no desgraçado que está só num bar, à noite, a tomar uma ginjinha. Há pessoas a morrer que podiam ser salvas? Então porque espera o Governo?

outro países a roubarem médicos e enfermeiros com salários altos

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Do Reino Unido, aos Países Baixos, passando por Bélgica e Espanha, aumentam as propostas, com ordenados que chegam aos 15 mil euros por mês.
Ordens dos médicos e enfermeiros preocupadas com recrutamento de profissionais por países europeus
RTP.PT
Ordens dos médicos e enfermeiros preocupadas com recrutamento de profissionais por países europeus
Do Reino Unido, aos Países Baixos, aassando p

Sobe para 20 número de mortos nas Filipinas na sequência do tufão Goni – Plataforma Media

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As autoridades das Filipinas elevaram ontem para 20 o número de pessoas mortas na sequência da passagem do tufão Goni, considerado o mais forte deste ano e que deixou um rasto de destruição naquele arquipélago. O anterior balanço das autoridades dava conta de 16 mortos

Source: Sobe para 20 número de mortos nas Filipinas na sequência do tufão Goni – Plataforma Media

campanha eleitoral sim pão por deus não???

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TRADIÇÃO DE PÃO POR DEUS – A Autoridade de Saúde Regional DESACONSELHA o cumprimento da tradição do Pão por Deus.
Para mais informações, consulte o documento ( …

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Ricardo Pinto DeCastro ECésar and 11 others
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  • Engraçado o DRS não ter recomendado que as campanhas políticas não se fizessem porta a porta.🤐
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óbitos covid e outros

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José Tomaz Mello BreynerFollow

Uma morte é sempre uma morte. Onde uma família fica em luto por perder o seu ente querido.

Mas “notícias”diárias alarmistas sobre as mortes causadas por Covid-19 não fazem sentido!! A “gripe sazonal” em invernos passados matou mais pessoas e não foi dado tanta cobertura mediática!!

Diariamente é notícia os “novos recordes” de novos casos e de mortes por Covid-19… “Notícias” que massacram com números e com opiniões que não informam, só desinformam a população… que metem medo… será que faz sentido?

Ainda não chegamos ao inverno 2020/2021 e já existem teorias sobre quantas vão ser as mortes diárias por Covid-19… será que faz sentido?

Vamos analisar:

Por Covid-19:

Entre 16 de Março e 31 de Março- existiram 187 mortes por Covid-19, em média 6 mortes diárias.

Entre 1 de Abril e 30 de Abril- existiram 820 mortes por Covid-19, em média 27 mortes diárias.

Entre 1 de Maio e 31 de Maio- existiram 417 mortes por Covid-19, em média 13 mortes diárias.

Entre 1 de Junho e 30 de Junho- existiram 155 mortes por Covid-19, em média 5 mortes diárias.

Entre 1 de Julho e 31 de Julho- existiram 158 mortes por Covid-19, em média 5 mortes diárias.

Entre 1 de Agosto e 31 de Agosto- existiram 87 mortes por Covid-19, em média 3 mortes diárias.

Entre 1 de Setembro e 30 de Setembro- existiram 153 mortes por Covid-19, em média 5 mortes diárias.

Entre 1 de Outubro e 23 de Outubro- existiram 320 mortes por Covid-19, em média 14 mortes diárias.

Desde 16 Março- existiram 2297 mortes por Covid-19, nestes 221 dias, em média existiram 10 mortes diárias.

(Dados retirados dos relatórios da Direção-Geral da Saúde (DGS))

Por “gripe sazonal” no inverno:

No inverno 2018/2019 a “epidemia de gripe sazonal” «teve um efeito significativo na mortalidade em Portugal» (isto foi escrito em Outubro de 2019). Nesses 90 dias de inverno, houve 3331 mortes devido à gripe. Em média 37 mortes diárias. (aqui pode ver o relatório com os dados)

Nos 90 dias de inverno 2017/2018, houve 3714 mortes. Em média 41 mortes diárias. (aqui pode ver o relatório com os dados)

Nos 90 dias de inverno 2016/2017, houve 4467 mortes. Em média 50 mortes diárias. (aqui pode ver o relatório com os dados)

Nos 90 dias de inverno 2014/2015, houve 5591 mortes. Em média 62 mortes diárias. (aqui pode ver o relatório com os dados)

O inverno 1998/1999, dizem que foi o que teve mais mortalidade. Onde nesses 90 dias de inverno, houve 8514 mortes. Em média 95 mortes diárias.

(Dados retirados do Programa Nacional de Vigilância da Gripe do Instituto Nacional de Saúde Ricardo Jorge (Insa))

Ao analisar estes dados é possível verificar que a mortalidade por “gripe sazonal” é maior do que por Covid-19 (até agora). Será que faz mesmo sentido tanto alarmismo sobre as mortes causadas por Covid-19??

Angelo Ferreira

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Image may contain: text that says "Óbitos por infecções respiratórias e covid entre Março e Outubro 500 250 000 3. 750 3.500 3.250 3.000 2.750 500 2.250 000 1.750 500 1.250 1000 750 500 250 0 3.479 3.721 2276 4.168 68 2017 1,477 2018 2019 Obitos por infecções respiratorias 2020 Óbitos por covid Nota: Mortalidade de 2017 e 2018 com valores reais) entre Março e Outubro. Mortalidade por infecções respiratórias estimadas em função da taxa de letalidade de 2017 e 2018 (1,65%). Periado de analise em 2020: de Março a 22 de Outubro. Fante: SNS DGS."

Hugo Correia

Gráfico de Pedro Almeida Viera.

TIMOR SEM VOOS COMERCIAIS

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Covid-19: Voos comerciais não serão autorizados em Timor-Leste até final do estado emergência

Díli, 26 out 2020 (Lusa) – As autoridades timorenses não autorizarão voos comerciais enquanto durar o estado de emergência decretado devido à pandemia da covid-19, porque isso implicaria regularizar os transportes aéreos, disse à Lusa o ministro da tutela.
“Voos comerciais não se autorizam porque vão contra o espírito do estado de emergência. Autorizar voos comerciais significaria a normalização do tráfego aéreo. E não vamos fazer isso agora”, afirmou o ministro dos Transportes e Comunicações, José Agustinho da Silva.
O governante respondia assim a perguntas da Lusa sobre pedidos de autorização feitos por companhias aéreas que pretendem realizar pelo menos um voo comercial mensal, para permitir mobilidade de cidadãos timorenses e estrangeiros de e para Timor-Leste.
Ainda que não autorize voos comerciais, José Agustinho da Silva disse que continuarão a ser permitidos voos “essenciais”, recordando que várias viagens foram já organizadas nos últimos meses.
Para que os voos “essenciais”, que incluem solicitados por embaixadas para repatriação de cidadãos estrangeiros, um pedido é feito pela respetivamente embaixada ao Ministério dos Negócios Estrangeiros que depois o canaliza, “para coordenação”, com os Ministérios do Transporte e Comunicações, do Interior e da Saúde e os reguladores do setor.
Entre os voos considerados essenciais estão voos de emergência, como os operados pelo Programa Alimentar Mundial (PAM), voos de evacuação médica ou outros usados para transporte de pessoas ou carga.
Timor-Leste está sem voos comerciais regulares desde março e o Governo voltou a solicitar ao Presidente da República a extensão durante 30 dias, e pelo sétimo período, do estado de emergência que termina no início de novembro.
Esse pedido de autorização, que está hoje a ser analisado em reuniões do Conselho Superior de Defesa e Segurança e que deverá ser depois debatido no Parlamento Nacional, centra-se, em particular, na “evolução preocupante da situação epidemiológica e a proliferação de casos registados de contágio de covid-19, tanto a nível regional, como a nível mundial”.
O executivo salientou que pretende “evitar e neutralizar os riscos de propagação do SARS-CoV-2, para assim proteger a saúde pública e a capacidade de resposta do Sistema Nacional de Saúde”.
Timor-Leste tem atualmente um caso ativo da covid-19, com um total de 28 recuperados desde o início da pandemia. Atualmente, 361 pessoas estão em quarentena em instalações ou hotéis do Governo, e 263 em autoconfinamento.
Desde o início da pandemia, as autoridades realizaram já quase 10.600 testes.
A maior parte dos cidadãos timorenses e estrangeiros não têm acesso aos voos especiais, o que está a dificultar a mobilidade de pessoas que necessitam de entrar e sair do país.

ASP//MIM
Lusa/Fim

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vírus, testes e manipulação da TV

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A internet é um reboliço! Há de tudo e depende da formação, informação, por vezes da intuição e do bom senso de cada um para que se crive o trigo do joio. Propõe, no entanto, um parafrenália de contraditórios que se bem lidados pode ser de extremo proveito. Vejamos o que se fala dos testes PCR. O Dr. Kary Mullis, prémio Nobel da química em 1993 e responsável pelo desenvolvimento dos ditos testes afirma da insuficiência e ineficácia do seu invento para medir cargas virais. Até 30 volumes pode detectar vestígios de querelas entre vírus e o sistema imunitário, vacinas anti-gripe, resfriados, gripes sazonais, HIV, e milhares de outros e entre os 30 e os 45 volumes detecta qualquer molécula residual…qualquer lixo. Mais adianta que a positividade do exame não presupõe qualquer doença. São declerações do Dr. Kary Mullis. E como funciona na óptica aritmética e minimalista dos sistemas nacionais de saúde? Ou branco ou negro…negativo ou positivo! E depois vem logo a televisão com um – ÚLTIMA HORA- -Foram confirmados…vou dizer um número… 1800 novos casos de C19 nas últimas 24 horas!!! Pega-se no telefone e líga-se ao amigo: – Viste as últimas? 1800 novos casos! – Em que canal é que viste? -No 3… Oh pá esses gajos estão desactualizados! No 4 acabo de ver que são 2200! – Muda de canal! Mas quem raios beneficia deste histerismo das instituições e dos “mainstream? Desliguem a merda da televisão!! Já que optaram por ser obedientes, aproveitem e pintem a casa, envernizem os tacos, deem banho ao cão, leiam, escrevam, façam desporto, ouçam música, façam uma introspecção e aprendam a conhecer-se a si mesmos…sei lá, cultivem-se que é a mais acutilante, pacífica e efectiva forma de desobediência civil!
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mudanças climáticas

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A CAUSA DAS COISAS
As mudanças climáticas estão contribuindo para aumentar os danos às infraestruturas essenciais em todo o mundo, de acordo com uma pesquisa de doze anos sobre danos causados ​​por desastres de pequena e média escala, realizada pelo Escritório das Nações Unidas para Redução de Riscos de Desastres.
O tema foi editado há cerca de uma ano, mas não será demais chamar a atenção, face às novas realidades com que nos debatemos em matéria de alterações climática.
Escolas, instalações de saúde e estradas são regularmente danificadas por eventos climáticos de pequena escala que não alcançam as manchetes dos jornais. As perdas econômicas e os custos de recuperação resultantes afectam pesadamente a capacidade dos países com economias frágeis, de investir na prossecução dos objetivos de desenvolvimento sustentável, incluindo redução da pobreza, saúde e educação.
Um esforço conjunto está em andamento para melhorar a recolha de dados de perdas em catástrofes naturais, desde a adopção em 2015 do plano global para reduzir as perdas de desastres, a Estrutura de Sendai para Redução de Riscos de Desastres e cerca de 126 países estão agora enviando relatos, através do Sendai on-line Framework Monitor com base em dados de bancos de dados nacionais de perda em catástrofes.
O Escritório das Nações Unidas para Redução de Riscos de Desastres analisou os danos às instalações de educação e saúde, que foram identificados como áreas de preocupação crítica pelos Estados Membros da ONU, quando se tratava de medir o progresso na redução de danos às infraestruturas essenciais, um objetivo-chave da Estrutura de Sendai.
Desde 2005, em média, mais de 3.200 escolas são danificadas ou destruídas a cada ano em uma amostra de risco extensivo em 83 países, enquanto em média, mais de 412 unidades de saúde são danificadas ou destruídas a cada ano.
Os dados do Sendai Framework Monitor também mostram que, entre 2005 e 2017, mais de 3.200 quilômetros de estradas foram danificados ou destruídos nesses mesmos 83 países, apenas por pequenos e médios desastres.
Extraídas de relatórios recebidos de 83 países e territórios, as conclusões estão sendo usadas para destacar o tema do Dia Internacional para Redução de Riscos de Desastres deste ano, que se concentra na promoção de infraestruturas resilientes e no incentivo à construção mais durável e informada sobre os riscos, sob o lema “Construir para Último”.
Mega-desastres como furacões, terremotos e tsunamis foram excluídos dos conjuntos de dados para garantir que as estatísticas reflitam tendências de desastres a longo prazo, e o foco da análise foi o chamado risco extensivo que se manifesta como um grande número de recorrentes desastres de gravidade baixa a média, associados principalmente a riscos localizados, como inundações repentinas, deslizamentos de terra, inundações urbanas, tempestades, incêndios e outros eventos específicos do tempo.
“O risco extensivo de desastres é ampliado não apenas pelas mudanças climáticas, mas por outros factores de risco, como desenvolvimento urbano insuficientemente planeado e gerido, degradação ambiental, pobreza e desigualdade, meios de subsistência rurais vulneráveis ​​e governos deficientes.
“A maior parte desse tipo de perdas não têm cobertura das empresas seguradoras e tendem a serem absorvidas por famílias e comunidades de baixa rendimento, pequenas empresas e governos locais e nacionais que têm pouca margem por falta de recursos financeiros”.
Critical Infrastructure including schools, health facilities and roads threatened by climate crisis
UNDRR.ORG
Critical Infrastructure including schools, health facilities and roads threatened by climate crisis
Climate change is contributing to increasing damage to critical infrastructure around the globe, according to a twelve-year survey of damages caused by small- and medium-scale disasters
Artur Arêde

COVID NO CONSELHO D E ESTADO E O PROTOCOLO DE RASTREIO ?

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Tendo sido detectado um caso de COVID-19 no Conselho de Estado, os restantes conselheiros foram testados (ou serão durante o dia de hoje) para a doença.

Este procedimento NÃO é o que tem sido a praxis da DGS para os comuns dos portugueses. Quando os Delegados de Saúde consideram que há um contacto de risco, colocam essa pessoa em isolamento profilático durante 14 dias. A pessoa não pode sair de casa (ou da divisão da casa em que está, se a partilhar com outros, devendo usar uma casa de banho separada, se possível). Tem de medir a temperatura de manhã e à noite, e registá-la numa plataforma informática da DGS. Tem também de indicar se tem algum sintoma típico. SÓ há teste se houver agravamento de sintomas. Este tem sido o procedimento agora com o retomar do ano lectivo, levando a que, nalguns casos, se mandem turmas inteiras para casa (levando, obviamente, a que seja necessário que um dos pais fique em casa com a criança), ou a professores que vão para casa e que tentam de alguma forma garantir as aulas à turma que ficou na escola. Nas empresas, temos as mesmas realidades, com prejuízos óbvios para as pessoas e para a economia. A quebra do isolamento profilático é crime.

Podem argumentar que não há testes para todos, e que seria inviável fazer testes a turmas inteiras, quando se detecta um contacto de risco numa. Se, da forma como os testes hoje são feitos, isso é verdade, a verdade é que também há a possibilidade de fazer pooling de testes (técnica que consiste em analisar como amostra as amostras de diversos indivíduos – dando um positivo, então esses indivíduos serão analisados de forma individual). Porque é que a DGS não aplica este método neste momento? Também podemos argumentar uma outra realidade: é que o teste usado apenas me diz se o indivíduo tem uma determinada carga viral – no limite, hoje pode ser negativo mesmo estando infectado, entretanto o vírus replica-se e amanhã já estará positivo. Ou seja, o teste vale o que vale – é uma fotografia no momento, nada me diz em relação ao futuro.

Tendo a reunião do Conselho de Estado sido na 3.ª feira, ainda há mais uma semana pela frente em que os Conselheiros poderão desenvolver sintomas, o que leva a duas perguntas: a) permanecerão em isolamento profilático? b) quando serão testados novamente? É que os 14 dias têm a ver com períodos de incubação, e esses 14 dias após o contacto ainda não passaram. Teremos hoje Marcelo Rebelo de Sousa, Ferro Rodrigues, António Costa e outros a marca presença física nos eventos das Comemorações da República? Mesmo quando pode estar a incubar o vírus e não tem carga viral suficiente para ser detectada no teste?

Sobretudo, sem qualquer despromoção das figuras mais altas do Estado, dizem-nos que as regras, quando nascem, são para todos. Qual Janus com as suas caras, as regras vêm sempre acompanhadas das excepções. Porém, para a maioria, Janus é como a Lua – apresenta sempre a mesma face.