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Pobreza e preço baixo empurram crianças açorianas para drogas sintéticas  | AbrilAbril

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«Mais alteradas, mais viciadas, mais doentes». A partir dos 11 anos deixam de fumar canábis para fugir a testes de despistagem. Absentismo e abandono escolar deixam crianças vulneráveis.

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Aposta da Administração Interna nas TIC abrange eleições e também tem IA – Telecomunicações – SAPO Tek

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A atualização do SIRESP e da rede 112, a aquisição e operacionalização de bodycams para as forças de segurança e a modernização do sistema eleitoral vão concentrar os investimentos do MAI em tecnologia. A inteligência artificial vai ser usada nos serviços de emergência, proteção civil incluída.

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inteligência artificial

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Artificial intelligence has hacked the operating system of human civilisation, argues Yuval Noah Harari in a guest essay. Read why the philosopher and historian believes a halt must be put to deploying AI tools in the public sphere
By Invitation | Storytelling computers will change the course of human history

Agressões dentro de avião deixam casal detido em Ponta Delgada – Açoriano Oriental

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Avião aterrou de emergência em Ponta Delgada após agressões entre passageiros, cujo motivo terá sido uma discussão sobre a Guerra na Ucrânia

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Conselho de Ilha alerta que saúde é “calcanhar de Aquiles” das Flores nos Açores – Açoriano Oriental⁤

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O presidente do Conselho de Ilha considerou a saúde como o “calcanhar de Aquiles” das Flores, uma vez que a falta de cuidados de saúde leva a que “muita gente” abandone a ilha açoriana.

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TRADUÇÕES A GRANEL POR IA SEM CITAR…

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Traduções por Inteligência Artificial (IA) Chegam a Portugal sem Se Fazer Anunciar
Neste momento circulam em Portugal, nas livrarias, em feiras do livro ou na companhia de alguns jornais, centenas de milhares de exemplares de clássicos ingleses, franceses, alemães, italianos ou russos traduzidos com recurso a programas de inteligência artificial (IA), do Google Translate ao ChatGPT, passando pelo DeepL.
Isto verifica-se sem qualquer indicação, perante o desconhecimento dos leitores, a indiferença de jornalistas e críticos literários e o alheamento das associações de tradutores ou da SPA. O processo está a provocar uma acentuada regressão editorial com a divulgação de traduções primárias, insípidas, insensíveis a contextos e subtilezas linguísticas, que tendem a sobrepor-se a textos de enorme qualidade elaborados nas últimas décadas por Paulo Quintela, Aníbal Fernandes, Maria Teresa Dias Furtado, João Barrento, Paulo Faria, Sara Seruya, Margarida Periquito, Margarida Vale de Gato, Vasco Graça Moura, António Pescada, Nina Guerra e Filipe Guerra e António Sousa Ribeiro, entre outros.
Tudo indica que um dos principais agentes desta situação seja a Book Cover Editora, que tem publicadas centenas de clássicos de diversas línguas, o mais das vezes com preços de cerca de 5 euros.
À primeira vista trata-se de uma oferenda aos leitores — clássicos a preços acessíveis.
Mas na verdade a Book Cover é uma esfinge com alguns mistérios.
Todos os seus livros, excepto a série de Conan Doyle, são traduzidos por Lúcia Nogueira, a tradutora mais eficiente do planeta. Só em 2023 aparece na ficha técnica como tradutora de dezenas de obras, entre elas Guerra e Paz, com as suas mais de mil páginas, e outros romances volumosos. Nos últimos dois anos e meio terá traduzido cerca de oitenta clássicos, muitos deles extensos, como Os Miseráveis, E Tudo o Vento Levou ou Vinte Mil Léguas Submarinas.
Qualquer editor sabe que mesmo tradutores a tempo inteiro e com larga experiência são incapazes de traduzir mais de 10 a 15 páginas por dia, o que a incansável Lúcia Nogueira parece fazer antes do pequeno-almoço, seja a partir do inglês, do alemão, do italiano, do cirílico russo e em breve talvez do mandarim ou grego antigo.
As fichas técnicas da Book Cover não indicam o título original nem a língua de que se traduz, nem o nome de revisores.
O mundo está cheio de maravilhas e não se pode excluir a possibilidade de Lúcia Nogueira ser um prodígio, uma supersónica poliglota, que, mesmo sem traduzir a tempo inteiro — segundo o LinkedIn, trabalhou na Booktailors e é agora assistente editorial na Porto Editora —, consegue diariamente passar a um português sofrível várias dezenas de páginas de clássicos.
Mas é muitíssimo mais provável que se trate de uma tradutora experimentada em tecnologias de tradução automática, que começaram no Google Translate, evoluindo para a tradução neuronal do DeepL e, mais recentemente, o ChatGPT. Lúcia Nogueira deve limitar-se a fazer uma revisão que corrige alguns dos erros mais graves da tradução automática já mencionados por alguns dos seus leitores e sem que, em geral, possa cotejar o texto com o original. Na verdade, ficam numerosas gralhas, erros ortográficos e gramaticais, confusão de Acordos, termos brasileiros e outras incongruências (ver críticas de leitores da Book Cover Editora no Google ou comparar páginas das traduções de António Pescada ou Nina Guerra e Filipe Guerra de Guerra e Paz com as de Lúcia Nogueira).
Outra hipótese, menos provável por exigir que se escrevam os textos ao computador, é a de que dirija uma equipa de tradutores/revisores que usam o inglês, o que deveria ser referido e individualizado.
Nada há de ilegal nesta actividade. O problema é que infringe regras editoriais elementares, a começar pela indicação das línguas de partida e dos programas de IA utilizados ou dos tradutores implicados. Além disso, a medíocre qualidade dos resultados leva a um retrocesso em relação aos avanços conseguidos desde os anos 60 do século passado, quando foi possível começar a traduzir autores ingleses, alemães e russos, não a partir do francês, mas das línguas originais, tornando acessíveis aos leitores portugueses as subtilezas dos estilos de Shakespeare, Virginia Woolf, Tolstoi, Goethe ou Dostoiévski.
Claro que o recurso às traduções automáticas permite realizar economias. Mas estas não são suficientes para explicar os preços da Book Cover, que recorre também a grandes tiragens, associando-se a alguns jornais. Estes, que são muitas vezes exigentes com as traduções nas suas secções literárias, aceitam tudo o que lhes é oferecido nessas parcerias, feitas em geral através dos seus serviços comerciais e perante a desatenção das direcções editoriais.
Não se pode excluir que alguns tradutores recorram em parte a programas de tradução automática para executarem fases do seu trabalho, o que em qualquer dos casos deverá ser indicado nas fichas técnicas. Mas a ocultação do seu uso como instrumento principal ou quase exclusivo de tradução, que transforma os tradutores em meros revisores, não pode ser ignorada. É, por isso, estranho que críticos de diferentes órgãos de informação não comparem algumas páginas dos livros de que falam com os textos originais, pelo menos nos casos em que conhecem a língua de partida.
O próprio ChatGPT, que se afirma capaz de traduzir Guerra e Paz do russo para português, reconhece a sua incapacidade para elaborar uma obra literária significativa. Algo de semelhante se passa com as traduções dos clássicos, que têm sempre aspectos criativos, estando longe de se resumirem a um jogo de correspondências mais ou menos lineares entre diferentes línguas.
Afinal, os vários programas, do Google Translate ao ChatGPT, apenas podem gerar textos que são o agregado de todos os textos que digerem, indo muitas vezes buscar soluções a tradutores humanos sem que o rasto dessa utilização ou plágio seja controlado.
Francisco Vale
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CLAUDIO TORRES EXTRAORDINAIRE

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POSTAL DO DIA
O arqueólogo Cláudio Torres é um pássaro sem uma asa
1.
O arqueólogo Cláudio Torres recebeu mais um prémio internacional.
Defensor do património, guerrilheiro da memória, não desistente, corajoso… extremamente corajoso…, utópico.
Como se pode ser utópico tendo deixado de acreditar na utopia?
A partir de certa altura focamo-nos nos paradoxos, no que em nós é difícil de explicar, porventura será nisso que pensa quando, de mãos nos bolsos, passeia pelo seu campo arqueológico de Mértola;
uma verdadeira cidade, um mundo que escavou para que pudéssemos melhor compreender o passado e não nos escapasse a capacidade de sonhar.
2.
O pequeno Cláudio, nascido na Beira Alta entre montanhas e frio, desejava sair e conhecer o país e os países, compreender por que raio os pobres eram sempre pobres e os ricos sempre ricos, revoltou-se com o estado de coisas, tornou-se comunista.
Pagou com língua de palmo.
Na prisão.
Em torturas.
Em humilhações.
E a Manuela sempre presente, a sua única namorada, a pessoa que o viu jovem e idealista a esbracejar com o fascismo.
Que se orgulhou por saber que fugira da prisão num barquinho de recreio – os pides não davam nada pelos intelectuais, mas o Cláudio era valente, tinha no sangue o ar da serra, a dureza das casas e da ausência de futuro.
A Manuela que fugiu com ele para Paris.
Que viu a sua desilusão com o comunismo após uma visita à Roménia de Ceausescu.
Que regressou com ele a Portugal depois do 25 de Abril.
Que fez uma carreira brilhante como filóloga, decisiva na investigação e reconhecimento do mirandês como língua oficial.
A Manuela que depois da reforma de professora correu para o campo de Mértola por ser o país dos dois, a sua casa comum.
3.
A Manuela partiu o ano passado.
E o professor caminha agora todos os dias pelos campos arqueológicos de Mértola como se fosse um pássaro ferido, um pássaro desasado, pensativo e entre paradoxos, talvez um bocadinho perdido e na expetativa de um reencontro numa escavação final.
Cláudio Torres ganhou mais um prémio internacional.
Conquistou muitos.
(O Prémio Pessoa, por exemplo)
É um dos melhores portugueses.
O único que inventou um país paralelo.
Um país que fez nascer debaixo de Mértola.
Um país que é hoje visitado por gente de todo o mundo.
E por ele, todos os dias.
De mãos nos bolsos e à procura da Manuela que um dia reencontrará nos subterrâneos onde a vida acontece de outra maneira.
Que seja daqui a muitos anos, caro professor.
A Manuela não se importará de esperar e… aposto… por esta altura já deve estar bastante ocupada a estudar a língua que se fala num lugar impossível de encontrar em vida.
Mesmo que seja um grande arqueólogo a procurar.
LO
(da página do Facebook de Luís Osório).
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Vicente Monteiro

Dos melhores textos de LO!
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  • 1 d

assustador mundo novo…..sem homem…Cientistas anunciam criação de primeiro embrião humano sintético sem óvulos e espermatozoide | Exame

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O trabalho ainda não foi publicado em nenhuma revista científica o que deve acontecer nos próximos meses

Source: Cientistas anunciam criação de primeiro embrião humano sintético sem óvulos e espermatozoide | Exame

Elon Musk quer colocar implante cerebral num humano ainda este ano (voluntários?)- SIC Notícias

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Ao instalar chips no cérebro humano, o objetivo do bilionário é permitir que o cérebro e os computadores comuniquem diretamente. O objetivo a médio prazo é o de ajudar pessoas paralisadas.

Source: Elon Musk quer colocar implante cerebral num humano ainda este ano – SIC Notícias

Do Brasil ao Nepal, ciclones, ondas de calor e chuvas fortes fazem centenas de mortos e de desaparecidos – Expresso

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Um ciclone extratropical atingiu o sul do Brasil, enquanto o norte da Índia está a ser assolado por onda de calor, e o Nepal foi afetado por chuvas fortes, deslizamentos de terra e inundações

Source: Do Brasil ao Nepal, ciclones, ondas de calor e chuvas fortes fazem centenas de mortos e de desaparecidos – Expresso

Droga nos Açores: substâncias sintéticas muito baratas e abundantes viciam jovens e deixam consumidores “no fundo do poço” – Expresso

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Há crianças a trocar charros por drogas sintéticas, quase todas indetetáveis nos testes de despiste a substâncias ilícitas, ficando mais alteradas, viciadas e doentes. Mais de um terço das novas substâncias psicoativas apreendidas em 2021 em Portugal foram recolhidas no arquipélago, onde já foram registadas substâncias “nunca vistas” na Europa

Source: Droga nos Açores: substâncias sintéticas muito baratas e abundantes viciam jovens e deixam consumidores “no fundo do poço” – Expresso