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O TRISTE FIM DA AZORES AIRLINES

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O primeiro prego no caixão da Azores Airlines
Eu GATO que me prezo, estou deveras preocupado, foram hoje abertas as propostas de venda da Azores Airlines (AA). Afinal e contra aquilo que a Administração e o Governo nos venderam só houve 2 propostas as quais foram entregues hoje, ou seja no limite máximo permitido por Lei, e já, com uma décalage de 30 dias.
As duas propostas fizeram os meus pêlos ficarem eriçados, os bigodes esticados e as garras de fora, isto porque quem concorreu foi uma empresa turística chamada de Newtours (vale a pena ver a sua página na internet) com escritórios em Ponta Delgada, Lisboa, mas cujos serviços não são mais do que o que muitas agências de Viagens propõem, pior, eu pelo menos nunca ouvi falar em tal empresa.
Quanto ao segundo candidato, pouco ou nada se sabe a não ser um Fundo, e dos Fundos eu desconfio sempre, normalmente vivem do desmembramento das empresas que adquirem, vendendo os Activos e abrindo falências do que não é rentável.
Ou seja, será mesmo o fim da AA, mas o Governo vai a vender nem que seja por 1€, pois assim livra-se do “Bicho” e das suas dívidas e não será acusado como o foi o PS/A de manter um “Elefante Branco” na sala, e ao mesmo tempo, dando um rebuçado ao Barata e seu querido IL, no entanto, para que os açorianos não se sintam ludibriados, tentará junto da TAP, ter garantias desta companhia aérea, vir a cumprir com a maioria das operações que a AA detinha.
Ao falar da maioria das operações, é evidente que a TAP só aceitará aquelas que forem rentáveis, quanto às outras que se lixem, ou seja Santa Maria, Pico, Faial e algumas da Terceira e mesmo por exemplo São Miguel Praia ou Madeira irão simplesmente desaparecer.
Isto são simples conjecturas, mas estarão muito longe da realidade?
Pode ser uma imagem de aeronave e texto

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Carlos A César, Tomás Quental and 17 others

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Sonia Borges de Sousa

Para já terao apenas acesso a mais informaçao…

veja quem são os candidatos à Sata Internacional (nem um se recomenda…)

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Candidatos à compra da SATA Azores Airlines têm cinco dias úteis para rever as propostas
Candidatos à compra da SATA Azores Airlines têm cinco dias úteis para rever as propostas - Presstur
PRESSTUR.COM
Candidatos à compra da SATA Azores Airlines têm cinco dias úteis para rever as propostas – Presstur
O Atlantic Consortium e a Newtour/MS Aviation têm cinco dias úteis para rever as suas propostas de aquisição da SATA Azores Airlines.
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  • Filomeno Moreira

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    (…) Começando pela Atlantic Consortium: composta por cinco empresas, esteve representando na abertura das propostas por Luís Nunes, empresário açoriano que lidera a Old North Ventures, empresa de consultadoria sediada na Lagoa e que integra o consórcio. Luís Nunes também dirige a Ideastation – Soluções Informáticas LDA, operador turístico que foi alvo de um processo judicial por parte do Grupo SATA, no valor de 2,3 milhões de euros, no início do presente ano.
    São também parceiros do consórcio as companhias aéreas portuguesa euroAtlantic e White Airways. Esta última foi notícia em 2021, quando o Jornal de Negócios reportou o risco de insolvência, devido à dívida de quase 5 milhões de euros, por falta de pagamento do governo da Guiné Equatorial, que se agravou com a não renovação dos aviões ATR, por parte da TAP, situação que levou o Sindicato dos Técnicos de Manutenção de Aeronaves, em outubro de 2022, a alertar para o risco de 120 trabalhadores ficarem sem emprego.
    O Atlantic Consortium conta, por último, com as empresas Consolidador, plataforma portuguesa para a emissão de passagens aéreas sediada em Lisboa, e a Vesuvius Wings, empresa da qual não há qualquer registo na internet.
    Quanto ao New Tour Azores, o consórcio é liderado pelo empresário açoriano Tiago Raiano e composto pelas empresas New Tour, grupo português de viagens e turismo, e a Ms Aviation GmBh, empresa austríaca que opera na gestão de aviões privados e que a New Tour comprou em junho, juntamente com a angolana Best Fly.
    A empresa africana, liderada atualmente pelos empresários Nuno Pereira e Alcinda Pereira, tem operado nas ilhas das Caraíbas, em Angola e em Cabo Verde. Foi notícia em maio de 2021, no jornal de Cabo Verde, ‘A Nação’, por o então sócio maioritário, Mário Palhares, estar associado a processos de lavagem de capitais e crimes conexos em Portugal, Angola e Cabo Verde.
    A companhia Best Fly encontra-se, presentemente, na lista de companhias aéreas banidas de operar no espaço aéreo europeu pela União Europeia.”
    Excerto de texto publicado na imprensa regional (Açoriano Oriental)
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  • Emanuel Costa

    Vai ficar bem entregue…. para um ano depois o governo ser obrigado a regionalizar novamente para não deixar de existir.
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  • Luis Filipe Matos

    Só por curiosidade, 6.5€ por ação, quanto da no total? Ou melhor, quantas ações estão a venda?
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    • 42 m
  • Fernando Tristão da Cunha

    Com um bocadinho de sorte, este texto pode dar para levantar um processo…
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    • 32 m
  • Ricardo Fonseca

    COINCIDIRAM? Já soaram os alarmes na Comissão Europeia é garantido. “As duas propostas, que foram reveladas numa sessão pública realizada esta segunda-feira, dia 31 de Julho, em Ponta Delgada, “coincidiram no preço apresentado, pelo que tendo em conta o procedimento previsto no Caderno de Encargos, procede-se à suspensão do ato público”, segundo um comunicado da SATA.”
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    • 19 m
    • Paulo Mestre

      Ricardo Fonseca coincidências ??? Com o mesmo valor??? Nem menos 1 euro nem mais 1 euro…… Se jogarem ao Euromilhões de certeza ,ganharam…
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      • 7 m

SE NAO FOSSE CÓMICO ERA TRÁGICO E MEGALÓMANO …Governo dos Açores quer “grande reestruturação” no aeroporto da ilha Terceira – Jornal Açores 9

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O aeroporto da ilha Terceira vai ser alvo de uma “grande reestruturação”, com investimentos de 214 mil euros numa primeira fase, seguindo-se a “obra maior” em 2024, revelou hoje o vice-presidente do Governo dos Açores, Artur Lima. Em declarações à agência Lusa, o número dois do executivo regional (PSD/CDS-PP/PPM) afirmou que a nova porta de […]

Source: Governo dos Açores quer “grande reestruturação” no aeroporto da ilha Terceira – Jornal Açores 9

AIR FRANCE KLM RUMO À TAP

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Air France-KLM admite ficar com posição minoritária na TAP, mas quer controlar estratégia comercial
Air France-KLM já contratou assessores jurídicos e financeiros para a corrida à privatização da TAP. O grupo admite ficar com uma posição minoritária no capital, desde que tenha o controlo da estratégia comercial. Preservação da marca, do hub no aeroporto de Lisboa, das rotas e das competências de gestão são condições que acolhe.
“Já contratámos consultores jurídicos e financeiros. Estamos a andar nessas duas frentes como se quiséssemos participar e fazer uma oferta, para não estarmos a começar do zero quando o processo arrancar”, afirmou Ben Smith, CEO da Air France-KLM na conferência de imprensa de apresentação de resultados.
As condições da operação ainda não são conhecidas, já que o decreto da reprivatização só deverá ser aprovado em setembro, mas o responsável admite que o grupo fique com uma posição minoritária no capital. “Quando entrarmos nesta transação queremos ter a certeza que estrategicamente se encaixa no que queremos fazer. Se são 20%, 40%, 60%, 80%, depende dos direitos que teríamos”, afirma. Há, no entanto, uma condição: “A direção comercial é chave para nós.”
“O que é mais importante é que assumimos o compromisso com a comunidade financeira de que vamos atingir uma margem de 7% a 8% no médio prazo. Em qualquer transação teríamos de ter o conforto de que essa meta se mantém intacta”, sublinhou também o CEO do grupo.
O interesse na companhia portuguesa é inquestionável. “Do ponto de vista estratégico gostamos da TAP. Gostamos das rotas adicionais que a TAP teria para o grupo. Estamos a ver como o processo se desenrola e, quando abrir, dependendo das condições, decidiremos se entramos no processo formal”, afirmou Ben Smith. Para já, não há contactos com o Governo ou entidades portuguesas além do processo que é público.
Fonte: Eco
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ideias estratégicas para aumentar as vendas da Azores Airlines

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20 ideias estratégicas para aumentar as vendas da Azores Airlines em Portugal continental, Açores, Madeira e Resto do Mundo:
Segmentação de Mercado: Analisar e segmentar o mercado-alvo com base em dados demográficos, preferências e comportamento de viagem, de forma a criar campanhas de marketing personalizadas e ofertas direcionadas.
Otimização de Rotas: Avaliar as rotas de voo existentes e identificar destinos com alta procura para introduzir novas rotas ou aumentar a frequência de voos.
Alianças e Parcerias: Estabelecer alianças estratégicas com outras companhias aéreas e agências de viagens para expandir o alcance e atrair clientes a partir das suas bases de dados.
Programa de Fidelização de Clientes: Aprimorar o programa de fidelização para recompensar os passageiros frequentes e incentivar a repetição de negócios.
Serviços Personalizados: Implementar serviços personalizados para os passageiros, como opções de entretenimento a bordo, assentos premium e amenidades especiais, para atrair clientes exigentes.
Parcerias Locais: Colaborar com os organismos de turismo locais, hotéis e atrações para criar pacotes turísticos e campanhas promocionais conjuntas.
Plataformas de Reserva Online: Otimizar o site da companhia aérea e a aplicação móvel para oferecer uma experiência de reserva simples e eficiente, com interfaces amigáveis e opções de pagamento seguras.
Marketing em Redes Sociais e Influenciadores: Utilizar plataformas de redes sociais e colaborar com influenciadores para destacar as experiências de viagem únicas oferecidas pela Azores Airlines.
Promoções Sazonais: Oferecer promoções sazonais, descontos e incentivos para reservas antecipadas, de modo a estimular a procura durante as épocas menos movimentadas.
Serviços para Viagens de Negócios: Segmentar clientes corporativos, oferecendo pacotes e benefícios personalizados para viajantes de negócios, como embarque prioritário e bilhetes flexíveis.
Iniciativas de Turismo Sustentável: Promover o compromisso da companhia aérea com a sustentabilidade e práticas eco-friendly, atraindo viajantes conscientes do meio ambiente.
Melhorias nas Salas VIP dos Aeroportos: Aprimorar as salas VIP dos aeroportos, com instalações e serviços de qualidade, para atrair passageiros premium e proporcionar uma experiência de viagem excepcional.
Feedback dos Clientes e Experiência: Realizar regularmente pesquisas de satisfação dos clientes e utilizar o feedback para aprimorar continuamente os serviços da companhia aérea e abordar possíveis problemas.
Flexibilidade de Preços: Introduzir opções de tarifas com diferentes níveis de flexibilidade, de forma a atender às diferentes necessidades dos clientes, como bilhetes reembolsáveis ou sem taxa de alteração.
Publicidade Direcionada: Utilizar publicidade baseada em dados para atingir segmentos específicos de clientes com ofertas e promoções relevantes.
Marketing de Destinos: Colaborar com os organismos de turismo locais para promover os destinos atendidos pela Azores Airlines através de esforços de marketing conjuntos.
Programas para Estudantes e Jovens: Oferecer tarifas com desconto e benefícios exclusivos para estudantes e jovens viajantes, atraindo assim esse segmento demográfico.
Expansão dos Serviços de Carga: Explorar oportunidades para expandir os serviços de carga, atendendo à crescente demanda pelo transporte de mercadorias e perecíveis.
Incentivos para Viagens em Grupo: Introduzir ofertas especiais e descontos para reservas em grupo, atraindo agências de viagens e grupos corporativos.
Identidade e Marca: Desenvolver uma identidade de marca forte e única, que reflita o compromisso da companhia aérea com a satisfação do cliente e experiências de viagem excepcionais.
Ao implementar estas ideias estratégicas e sobretudo usar a intensidade comercial a Azores Airlines poderá fortalecer sua posição no mercado, atrair uma variedade de clientes de diferentes regiões e contribuir para o aumento das vendas e crescimento sustentável da companhia aérea.
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  • Ricardo Kaki

    Isto são 20 ideias que já existem há muitos anos em várias companhias aéreas, portanto não vejo nada de novo.
    A companhia precisa de optimizar as rotas que dão lucro baseado no número de lugares disponíveis.
    Estamos falando de uma companhia com meia dúzia de aviões e não de uma TAP com mais de uma centena de aviões.
    Oxalá que a companhia que entrar com o bolo que deveria ser 85% venha com vontade de fazer uma limpeza profunda de políticos e padrinhos ligados à companhia.
    Basta ver nos últimos anos os gestores que a Sata teve após a saída do Sr. António Cansado foi sempre uns tachos.
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ERA UMA VEZ A SATA

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Ao contrário do que hoje se tenta vender por aí, consequência de décadas de ingerência política e má gestão, a SATA, ao tempo que foi criada, não pretendia ligar as ilhas entre si, mas antes o que animava a mão cheia de empresários sonhadores e voluntariosos que a criaram era o ensejo de ligar os Açores ao mundo contrariando a fatalidade histórica do isolamento geográfico das ilhas. Quem se recorda dos anos do monopólio da TAP sabe bem como esse isolamento, na era dos jatos, continua a ser uma pena na vida dos açorianos, seja no desejo de sair seja na vontade de trazer. A essência da insularidade, mais do que o mar, é a distância. Hoje, mais uma vez, os Açores vivem com particular angústia esse drama do seu isolamento. Sem TAP, sem Ryanair e, muito provavelmente, sem SATA Internacional, ou como se usa dizer agora Azores Airlines. A ameaça de saída da Ryanair mostra bem como os Açores ainda sofrem de uma crônica e profunda falta de atractividade, gerada em grande medida pela sua fraca infra-estrutra turística e a residual notoriedade num mercado global altamente diversificado e agressivamente competitivo. A privatização da TAP irá certamente forçar um redimensionar da sua frota e das suas prioridades o que no caso dos Açores levará a menos ligações e piores preços nos poucos casos em que essas ligações se mantenham. Quanto a SATA e mesmo não tendo qualquer conhecimento das reais intenções dos que se propõem comprá-la o simples facto de serem, por um lado um grupo turístico com uma forte componente charter, e, por outro, um consórcio de companhias especialistas neste tipo de operação, deixa antever que o foco principal da sua gestão futura estará não na região mas fora dela. Ao longo dos seus 600 anos de História os Açores viveram sempre da sua conectividade com o exterior, não o perceber é não compreender nada sobre o que são estas ilhas. Desgraçadamente sucessivas gerações dos nossos políticos deixaram de ver para la do duplo horizonte destes nove calhaus e dos seus micro ciclos eleitorais. O objectivo não é o desenvolvimento dos Açores, dar-lhes asas e horizontes, mas apenas apaziguar os anseios imediatos e circunscritos de cada freguesia. Estamos perigosamente na beira do precipício e só conseguimos discernir o nevoeiro…
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Susana Goulart Costa, Mse Az and 14 others

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Abel Carreiro

A propósito da “residual notoriedade”, há cerca de 2 anos estive envolvido no lançamento Mundial, de um novo modelo da marca de motos Husqvarna, que consegui trazer para os Açores.
Durante as cerca de 2 semanas que durou o evento, passaram por cá d…

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abutres candidatos à AZoresAirlines

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Dois concorrentes apresentaram-se à privatização de parte do capital social da Azores Airlines.
A minha convicção era que o concurso ficaria deserto. Na teoria não ficou. Há um operador turístico e um “fundo” interessados.
Na prática sim. Quer um quer outro nada acrescentarão de conhecimentos e mercado. Negócio financeiro puro e duro, como adiante se verá!
Onde está o interesse das companhias de aviação por este mundo fora? Zero! Sabem fazer contas.

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Henrique Schanderl

Já o havia afirmado, ou é para transformar em Charters ou simplesmente venda de activos através de Fundos. A morte anunciada há muito tempo. RIP Azores Airlines.

Luciano Melo

Henrique Schanderl a solução é não aceitar as propostas!
Ao contrário da TAP a AA bate recorde de vendas e receitas mas não consegue ser lucrativa. Nem com operadores ou fundos mais ou menos abutres o será!

Adeus Ryanair? E depois?

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EDITORIAL

Adeus Ryanair? E depois?

No dia 29 de março de 2015, um avião da Easyjet aterrava pela primeira vez no aeroporto João Paulo II. Foi o começo de uma nova era para o turismo açoriano, que seria reforçada com a operação de uma segunda companhia low-cost, a Ryanair.
Para trás ficavam as fracassadas aventuras turísticas dos “suecos” ao “paraíso do golfe” e dos prometidos investimentos milionários no setor. Começaram a chegar turistas aos milhares.
Dois anos depois, em março de 2017, e sem que nada o fizesse prever, a Easyjet anunciou que iria deixar de voar para os Açores.
A decisão da companhia low-cost alimentou muitos rumores sobre as reais motivações para tão drástica decisão, e o comunicado oficial adensou ainda mais as dúvidas até hoje nunca esclarecidas. Por que razão uma companhia aérea deixa de voar para os Açores quando afirma que o faz não por “o tráfego estar a baixar – estava a crescer – mas, na nossa conjuntura, não conseguimos ter a oferta que queríamos de dois voos diários”?
A ferida causada pela saída da Easyjet foi prontamente sarada e esquecida, até porque a Ryanair preencheu o vazio e encheu os seus aviões de turistas ávidos de conhecer os Açores.
E chegamos a maio de 2023, o mês em que ficamos a saber que a Ryanair admite deixar de voar para os Açores. Na altura, questionada pelos jornalistas, a secretária regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas confirmou a “ameaça” da operadora irlandesa e revelou estar em negociações com a mesma para que esta continue a operar na região. Entretanto, e pelo que foi publicamente dito por Berta Cabral, parece haver entendimento entre o Governo regional e a Ryanair, faltando ao Governo da República fazer a sua parte – mais uma vez.
Do lado do PS veio a crítica de que o governo regional está a “deixar andar a situação”. Tal como o governo anterior deixou andar a situação da Easyjet? O que defende o PS para as negociações com a Ryanair? O Bloco de Esquerda é claro na sua posição, e os outros?
Independentemente das razões que estão na origem da “ameaça” da companhia aérea irlandesa, das taxas, das tentativas de aproveitamento político, aos Açores e a quem investiu no setor turístico, o que verdadeiramente importa é saber se o turismo açoriano consegue continuar no caminho da consolidação sem os serviços da Ryanair.
Já foi calculado o impacto da saída da Ryanair do mercado regional? O turismo açoriano está preparado para viver sem companhias low-cost?
Deixamos sair a Ryanair, e depois?
  • Paulo Simões
in, Açoriano Oriental, 30 de Julho / 2023
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NewsAvia | Sindicatos dizem que Vinci/ANA pretende colocar à venda 100% da Portway

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A Vinci Airports, dona da ANA – Aeroportos de Portugal, vai vender 100% da empresa de handling Portway, segundo fontes sindicais, que estiveram numa reunião com a administração da empresa, na quart…

Source: NewsAvia | Sindicatos dizem que Vinci/ANA pretende colocar à venda 100% da Portway

Redução das taxas para a Ryanair continuar nos Açores depende de uma portaria – CEO da ANA Aeroportos – Presstur

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A redução do valor da taxa de segurança, que é uma das exigências da Ryanair para manter a operação nos Açores, depende “de uma portaria que ainda não foi concretizada”, afirmou o CEO da ANA Aeroportos.

Source: Redução das taxas para a Ryanair continuar nos Açores depende de uma portaria – CEO da ANA Aeroportos – Presstur

alienar a SATA

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SATA vai abrir Segunda-feira propostas de compra da Azores Airlines
Na próxima Segunda-feira, às 13H00, terá lugar na sede da SATA Holding, em Ponta Delgada, o acto público de abertura das propostas referentes ao Concurso Público Internacional SATA-01/2023, que tem por objecto a “Alienação de Participação Social no Capital Social da SATA Internacional-Azores Airlines, S.A.”
Tratando-se de um acto público, pode assistir ao mesmo qualquer interessado, incluindo a comunicação social.
Tendo em conta a natureza do evento, os trabalhos serão conduzidos de acordo com os procedimentos previstos no Caderno de Encargos do procedimento, anunciou a empresa.
Não está prevista conferência de imprensa antes ou depois do acto público, nem declarações aos media por parte dos representantes da SATA Holding.
Recorde-se que a Presidente da SATA, Teresa Gonçalves, já tinha dito ainda que o processo de privatização da Azores Air Lines (que prevê a alienação de 51% a 85% do capital social da empresa) “está no bom caminho” e que “tem tudo para correr bem”.
“Há interessados na privatização da Azores Airlines”, lembrou a administradora, recordando que, logo depois de ser lançado o concurso público, os potenciais compradores “terão 90 dias para apresentarem propostas”, num processo que, apesar de tudo, será “demorado” e que só deverá estar concluído no final do ano.
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John Simoes

Não se esqueçam de pagar ao Governo o que devem primeiro que é o que acontece com quem deve ao Governo que é dinheiro dos contribuintes .
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