Todos os artigos de CHRYS CHRYSTELLO

Chrys Chrystello jornalista, tradutor e presidente da direção da AICL

Vale a pena aprender inteligência artificial? O futuro terá um copiloto – Pedro Ledo – SÁBADO

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A IA não vai substituir a maioria das pessoas, mas as pessoas que a dominam vão, inevitavelmente, ocupar o lugar das que a ignoram. O futuro não pertence às máquinas. Pertence a quem souber comandá-las, mantendo as mãos nos comandos e o pensamento crítico ligado.

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Chegou a Ceuta a nado, invadiu uma casa e deitou-se na cama de uma mulher: Espanha expulsou-o – Mundo – SÁBADO

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Jovem marroquino, na casa dos 20 anos, tinha antecedentes criminais por agressões sexuais, violação e roubo.

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islão religião de paz e escravos (vamos converter já…

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Aquaparque acolhe Noites de Verão até 12 de setembro – Açoriano Oriental

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Fique a par da atualidade nos Açores com o jornal mais antigo de Portugal.

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“Maioria dos jovens consome bebidas alcoólicas” é a manchete do Açoriano Oriental – Açoriano Oriental

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fuga ao fisco de chicos-espertos

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HÁ UMA CASTA NESTE PAÍS QUE HABITA UM LIMBO DOURADO, ALGURES ENTRE A MORAL DE PALANQUE QUE APREGOAM NOS ECRÃS E A CONTABILIDADE CRIATIVA QUE PRATICAM NOS BASTIDORES.
São os paraquedistas da notoriedade, os comentadores de cachet avultado, os políticos profissionalizados que mudam de tribuna conforme o tacho, os treinadores de elite e os artistas da praça que transformaram a pátria numa mera folha de excel para otimização de lucros.
Enquanto o Zé Povinho — o Zé dos recibos verdes, o assalariado que desconta até ao último cêntimo logo na fonte, o pequeno comerciante afogado em taxas — vê o cerco do Fisco apertar-se sem margem para respirar, o Olimpo mediático desfruta de uma impunidade de veludo. E o mais escandaloso não é apenas a engenharia financeira que desenham para fugir às obrigações fiscais; é o silêncio ensurdecedor, a omissão criminosa com que os órgãos de comunicação social onde essas mesmas estrelas trabalham abafam os seus escândalos, varrendo para debaixo do tapete judicial as condenações, as coimas e os acertos milionários com a Autoridade Tributária.
Vejamos o caso recente que nos serve de espelho, protagonizado por figuras como Sérgio Sousa Pinto. Saído dos longos anos de corredores parlamentares e da tribuna socialista, onde acumulou mandatos e discursos sobre a justiça social, o ex-deputado encontrou nos estúdios da TVI, da CNN e da Rádio Observador um refúgio dourado de rentabilidade estelar.
Em 2025, a sua empresa unipessoal — a SPMSP, criada com uns modestos mil euros de capital social e sem qualquer ativo fixo tangível, pois o único produto à venda é a sua própria voz e opinião — faturou perto de 174 mil euros.
Através desta elegante pirueta contabilística, em vez de receber os rendimentos por via do trabalho dependente ou de recibos verdes comuns, o ilustre comentador canalizou a verba para a sua microempresa, pagou-se um ordenado moderado e reteve dezenas de milhares de euros em lucros empresariais dentro da sociedade. As contas revelam uma poupança fiscal superior a 33 mil euros face ao que pagaria um cidadão comum na mesma situação. É perfeitamente legal, dizem os manuais da astúcia fiscal.
Mas perante a ética republicana que tanto proclamou, como se justifica esta fuga ao esforço contributivo comum?
Contudo, Sousa Pinto é apenas a ponta de um icebergue nauseabundo que há muito corrói a justiça em Portugal.
Quando o Fisco decide descer à arena dos intocáveis, descobre-se um deserto de abusos que a comunicação social finge não ver.
Olhemos para Manuel Luís Goucha, o apresentador estrela da TVI, apanhado pelas malhas da Autoridade Tributária após ceder gratuitamente à sua empresa os direitos de imagem, transformando rendimentos de trabalho em lucros corporativos.
O tribunal arbitral não perdoou e aplicou a cláusula geral antiabuso, exigindo ao apresentador perto de 1,2 milhões de euros entre IRS em falta e juros compensatórios.
Ou tomemos o exemplo de Fernando Santos, o campeão europeu que, através da empresa Femacosa, faturava os serviços prestados à Federação Portuguesa de Futebol pela equipa técnica nacional. O tribunal foi implacável: concluiu que se tratava de uma prestação pessoal e infungível, resultando numa fatura colossal de quase 4,5 milhões de euros em impostos omitidos e juros.
E o que dizer da artista plástica Joana Vasconcelos, cujas manobras societárias para gerir a venda de obras colidiram com o regime da transparência fiscal, gerando acertos milionários de 1,5 milhões de euros?
Nem Cristina Ferreira escapou à devassa, quando o Fisco descobriu que a sua empresa financiava despesas particulares — desde a construção e decoração da habitação privada até vestuário, viagens e produtos alimentares —, forçando a uma recategorização implacável desses gastos como adiantamentos de lucros tributados.
E quando pensávamos que o desfile de privilégios tinha atingido o seu zénite, surge o caso de Luís Neves, o eterno “homem forte” da investigação que saltou da Direção Nacional da Polícia Judiciária diretamente para o cadeirão de Ministro da Administração Interna.
Mas, como diz o povo, a missa ainda vai no adro. Enquanto Neves se pavoneia nas vestes ministeriais, a Ministra da Justiça, Rita Júdice, viu-se obrigada a ordenar uma auditoria e uma averiguação interna à sua gestão na PJ, num cerco que se aperta a cada dia.
Não se trata apenas de suspeitas vagas; Luís Neves prepara-se para enfrentar o julgamento do Tribunal de Contas por infrações financeiras graves cometidas sob a sua batuta na Judiciária.
Este é o retrato fiel do paraquedismo de elite: saltam de cargo em cargo, de diretor a ministro, enquanto deixam para trás um rasto de irregularidades que a máquina do poder tenta abafar. Resta saber se, desta vez, a averiguação ordenada chegará ao fundo do poço ou se será apenas mais um capítulo no livro da impunidade dos que mandam. Uma coisa é certa: o país está atento e não aceitará que a justiça se detenha à porta do Ministério.
Estes nomes não são exceções pitorescas; são o sintoma de um sistema podre onde a elite mediática acredita genuinamente que as leis da República se aplicam apenas aos plebeus.
O que verdadeiramente revolta a consciência cívica não é apenas a sofisticação da chico-espertice fiscal, mas o pacto de silêncio que a protege.
Quando um cidadão comum incumpre com as suas obrigações fiscais, o seu nome corre nos jornais, o estigma social consome-o e a justiça cai-lhe em cima com todo o peso.
Mas quando os comentadores residentes, os apresentadores de prime-time, os treinadores idolatrados ou os políticos reconvertidos são condenados nos tribunais arbitrais ou fiscalizados implacavelmente, os microfones dos canais onde trabalham emudecem miraculosamente.
As redações que rasgam as vestes diariamente a exigir transparência nacional transformam-se em fortalezas de amnésia quando o visado veste o colete de alta-visibilidade da casa ou pertence ao clube dos intocáveis do comentário político.
Esta esquizofrenia informativa revela a profunda colonização da comunicação social pelas suas próprias estrelas. Como pode um comentador que otimiza fiscalmente os seus rendimentos através de artifícios societários manter a autoridade moral para criticar o Estado social nos ecrãs de televisão?
Como podem os conglomerados mediáticos ocultar sistematicamente os processos e condenações fiscais dos seus rostos mais lucrativos, violando o princípio elementar de que a informação deve ser servida ao público sem peias nem favores?
Chegou a hora de acabar com este apartheid fiscal e informativo.
A justiça tem de deixar de ser cega para os ricos e implacável para os pobres. Se um trabalhador sem padrinhos paga até ao último cêntimo de imposto sobre o suor do seu rosto, estas estrelas da política, da bola e da televisão têm de ser tratadas exatamente da mesma maneira, sem privilégios de microfone, sem proteções corporativas e sem impunidade disfarçada de legalidade rebuscada.
Esta cultura do privilégio, alimentada por uma casta que se julga acima do escrutínio, é o que verdadeiramente asfixia a democracia. Não se trata apenas de euros e cêntimos; trata-se da integridade do sistema. Quando um comentador político, que passou décadas a legislar e a definir as regras para os outros, escolhe a via da “otimização” agressiva assim que a sua própria carteira está em jogo, ele está a dizer ao país que as regras são apenas para os totós que não têm acesso a estúdios de televisão.
O silêncio das televisões e rádios perante as condenações fiscais dos seus ativos mais valiosos é uma traição ao dever de informar.
É a prova de que, para certas empresas de comunicação, o lucro e a proteção da imagem das suas estrelas valem mais do que a verdade e o interesse público.
É urgente que o Ministério Público e a Autoridade Tributária não se deixem intimidar pelo brilho das luzes da ribalta.
A justiça fiscal tem de ser pedagógica: deve mostrar que ninguém, por mais influente que seja, está fora do alcance da lei.
O país real, o Portugal que trabalha de sol a sol, que sulca a terra ou cumpre horários duros nas fábricas e escritórios, exige que a lei seja igual para todos.
Sem excepções, sem desculpas, sem engenharias de última hora e, acima de tudo, sem o silêncio cúmplice daqueles que usam o poder da comunicação social como um escudo protetor contra o Fisco.
A cidadania não é um fato à medida que se veste apenas quando as câmaras estão ligadas; é uma obrigação contínua que se prova, sobretudo, na hora de pagar a conta comum.
Se todos somos iguais perante a lei, então que os nomes destas estrelas figurem nos editais da justiça com o mesmo destaque com que figuram nos cartazes das audiências.
Só assim teremos um país a sério e não a “Alice no Pais das Maravilhas!”
João Marvilla / Economista

ser mulher vale 3 mil ao ano Relação condena homem a pagar 45 mil€ por trabalho doméstico de ex-mulher – Notícias ao Minuto

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O Tribunal da Relação de Coimbra (TRC) condenou um homem ao pagamento de 45 mil euros à ex-mulher, a título de compensação pelo trabalho doméstico e cuidados à filha de ambos durante os 15 anos de casamento.

Source: Relação condena homem a pagar 45 mil€ por trabalho doméstico de ex-mulher – Notícias ao Minuto

IA da Meta invadiu sistema de outra empresa de forma autónoma – Notícias ao Minuto

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A empresa tecnológica Meta revelou que um dos seus modelos de inteligência artificial (IA) acedeu à Internet por conta própria e invadiu o sistema de outra empresa, o mais recente dos casos envolvendo agentes a agir de forma descontrolada.

Source: IA da Meta invadiu sistema de outra empresa de forma autónoma – Notícias ao Minuto

JORGE ARRIMAR, novo livro

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Os livros tornam-se ponto de encontro, pretexto para a conversa e convite à descoberta e ao reencontro de amigos. Ontem, a Livraria SolMar voltou a ser um desses lugares.
À mesa esteve JORGE ARRIMAR, escritor premiado e viajante incansável, cuja vida parece desenhar-se ao ritmo dos caminhos percorridos e das histórias recolhidas pelo mundo e o Anfitrião José Carlos Oliveira Frias. Viveu-se uma conversa serena, feita de memórias, viagens, encontros e da convicção de que cada partida é também uma forma de regressar.
Entre relatos de geografias e vivências distantes e próximas reflexões sobre a escrita, (como é o caso de Ponta Delgada onde viveu 10 anos) ficou a certeza de que viver em diversos e distantes locais de onde se nasceu, é, acima de tudo, um exercício de escuta — dos lugares, das pessoas e de nós próprios. E quiçá seja essa a maior qualidade de um escritor andarilho: transformar quilómetros em palavras e experiências em literatura.
A Livraria Solmar, fiel à sua vocação de espaço de cultura e partilha, proporcionou mais uma tarde em que os livros serviram de ponte entre quem escreve e quem lê, lembrando-nos que as melhores viagens começam, muitas vezes, com uma simples conversa.
Foi muito bonito e enriquecedor, afectuoso e cultural.
Os meus parabéns e muito obrigada pelo convite.
Raquel André Machado

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VN Gaia: diretor municipal exonerado devido a alegada falsa licenciatura – Portugal – SÁBADO

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Uma alegada falsificação de habilitações académicas levou a câmara de Luís Filipe Menezes a afastar o ex-adjunto do vice-presidente e atual diretor municipal de habitação (que defende ter havido um incêndio na faculdade, que destruiu registos)

Source: VN Gaia: diretor municipal exonerado devido a alegada falsa licenciatura – Portugal – SÁBADO

Uma alegada falsificação de habilitações académicas levou a câmara de Luís Filipe Menezes a afastar o ex-adjunto do vice-presidente e atual diretor municipal de habitação (que defende ter havido um incêndio na faculdade, que destruiu registos)

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Uma alegada falsificação de habilitações académicas levou a câmara de Luís Filipe Menezes a afastar o ex-adjunto do vice-presidente e atual diretor municipal de habitação (que defende ter havido um incêndio na faculdade, que destruiu registos)

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Uma alegada falsificação de habilitações académicas levou a câmara de Luís Filipe Menezes a afastar o ex-adjunto do vice-presidente e atual diretor municipal de habitação (que defende ter havido um incêndio na faculdade, que destruiu registos)

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OS ESPANHOIS MANDARAM SEBASTIAO I PARA FRANÇA

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Sabe mesmo onde morreu o rei D. Sebastião? Em Limoges ou Marrocos – Túmulo e medalha achados em França Em 1904, foi publicado em França um opúsculo da autoria do abade Hubert Texier, em que este descreve que nas “escavações na igreja do mosteiro agostiniano de Limoges, foi encontrada entre os ossos humanos, uma medalha de ouro em volta da qual se lia Sebastianus primus Portugaliae rex. Esta medalha levava uma estátua de pedestre em traje de monge. Via, examinei-a (…) “.
Gandra destaca o relato do abade Texier, referindo que a medalha se encontrava “num túmulo de pedra de granito, ao lado de um esqueleto muito bem conservado. Portanto, não se pode atribuir a sua presença no lugar a um puro acaso.”
Para Gandra, a descoberta atesta, pois, de modo formal que Sebastião foi para França; que morreu tarde e findou a vida no mosteiro dos Agostinhos de Limoges; e que aí foram depostos os seus restos mortais.
Manuela Goucha Soares May be an image of York Minster