Sobre CHRYS CHRYSTELLO

Chrys Chrystello jornalista, tradutor e presidente da direção da AICL

Investigação revela que televisões LG gravam áudio com o ecrã desligado – Notícias ao Minuto

Views: 6

Uma investigação detetou uma série de características nas Smart TV da marca coreana LG que mapeiam telemóveis e dispositivos próximos, captam áudio através do microfone quando o ecrã está desligado e transformam-nas em dispositivos de escuta clandestinos.

Source: Investigação revela que televisões LG gravam áudio com o ecrã desligado – Notícias ao Minuto

AÇORES PERGUNTAR OFENDE

Views: 9

 

 

 

 

 

Perguntar ofende e ainda bem. Caso contrário, os funcionários dos postos de turismo dos Açores chegavam ao fim do dia magoadíssimos. Aqui estão algumas das perguntas mais bizarras que eles já tiveram de ouvir. Para os ajudar, nós damos as respostas. Tudo isto faz parte da nova edição do mais completo, rigoroso e bonito guia dedicado à região: a nova Time Out Açores já está nas bancas.

A ilha do Pico é habitada?

Há mais de 600 anos, sim. Consta que o primeiro habitante foi um tal de Fernando Álvares Evangelho, que aqui chegou em 1482 e aqui viveu sozinho durante um ano, tendo por companhia apenas um cão. Hoje a população residente ronda os 14 mil habitantes.

Qual é a língua que se fala nos Açores?

Depende. Francês, alemão e até grego são línguas faladas nas ilhas. Pelo menos sempre que por aqui passam turistas franceses, alemães ou gregos. Na Base das Lajes, Terceira, também é frequente falar-se inglês, como é costume entre os americanos. De resto, o normal é falar-se português, como em todo o país que é Portugal. Já se estivermos a falar de sotaques, fique sabendo que há vários. Aquilo a que costumamos chamar sotaque açoriano é, na verdade, a pronúncia típica da ilha de São Miguel. Em cada uma das outras ilhas achará um linguajar diferente.

Não sabia que nos Açores já havia internet!

Na verdade, esta é a segunda região do país com maior penetração de internet, logo a seguir a Lisboa. Segundo dados recolhidos pela Pordata em 2018, perto de 85% das casas têm banda larga, e wi-fi é coisa abundante por toda a região. Portanto, quando se espantar com coisas incríveis como esta, pode sempre ir ao Google.

A moeda aqui é a mesma que em Portugal?

Mas que coisa é esta de achar que isto é outro país?! Sim, é o euro, claro. Mas se trouxer outras moedas está tudo bem, que aqui há balcões de câmbio como em toda a parte.

Aqui os tubarões atacam pessoas?

Na verdade, é mais o contrário. Se quiser perceber porquê, passe pela Adega Regional ou pelo Cais 20, ambos em Ponta Delgada, e prove o bife de tubarão. Se preferir conviver com os bichos e perder os medos, há várias empresas a promover mergulhos com tubarões azuis, com saídas até ao monte submarino Condor, localizado a cerca de 10 milhas da ilha do Faial e acessível também a partir do Pico.

Ouvimos dizer que quando a maré está baixa podemos ir de carros para outras ilhas. É verdade?

Sim, claro. Com a maré baixa ou com a maré alta, tanto faz. Basta enfiar o carro num ferry.

As riscas amarelas do mapa são as linhas do Metro?

Ah… próxima pergunta, faz favor.

No topo do Pico há algum restaurante, café?

Não. Esta é montanha mais alta de Portugal e a terceira maior que emerge do Atlântico, atingindo 2351 metros acima do nível do mar. Ora, ninguém está para acarretar barris de cerveja até lá acima.

Não sabia que nos Açores também existiam bananas!

A produção da banana nos Açores ronda as cinco mil toneladas por ano, distribuídas por uns 300 hectares de cultivo. Facilmente encontra bananeiras em São Miguel, na Terceira e no Pico e vale especialmente a pena provar a variedade Pequena Anã, aprimorada na região desde há séculos. De resto, na generalidade dos supermercados açorianos também existem mangas. Mas não crescem aqui.

Têm alguma ponte que ligue São Jorge ao Pico?

Não. Pelo menos ainda não. De São Jorge ao Pico vão 58 km de distância. Ora, a ponte mais longa do mundo ficou concluída em 2018 na China, e tem apenas 55 km de extensão, ligando Hong Kong, Zhuhai, cidade da província de Guangdong, e Macau. Mas podíamos tentar roubar o recorde aos chineses. Fica a ideia.

Pode-se ir a pé de São Miguel para a ilha de Santa Maria?

Se considerarmos o stand up paddle como “ir a pé”, então teoricamente sim. Mas desaconselha-se. As ilhas distam 137,1 km entre si e o mar nem sempre está de feição.

Podemos subir o Pico de jipe?

Não. Vá a pé como toda a gente. Subir ao Pico requer alguma preparação física e muitos cuidados. Inicialmente, deverá ter como ponto de paragem obrigatória a Casa da Montanha. Aí vai obter todas as informações e o apoio necessário para a subida, além do registo exigido pelo Regulamento de Acesso à Reserva Natural da Montanha do Pico. O percurso estende-se por 7500 metros e conte com pelo menos quatro horas para subir e outras tantas para descer. Há excursões organizadas que incluem pernoita na cratera do vulcão.

O multibanco cá funciona como no continente? É possível fazer pagamentos de água e de luz?

Os últimos dados são de 2018 e mostram que nas ilhas se fizeram mil milhões de euros em compras com cartões, se levantaram 603 milhões e foram pagos através das caixas Multibanco 10,8 milhões em serviços como água ou luz. Estes dados são relativamente irrelevantes para esta publicação e servem apenas para demonstrar a palermice da pergunta.

Acabei de chegar de Portugal… (dito por um continental).

Se não quer que lhe digam para onde pode ir a seguir, não use este tipo de expressão para dizer de onde veio.

 

 

 

PISA. Alunos portugueses pioram resultados recuando ao início do século – Notícias ao Minuto

Views: 5

Os alunos portugueses tiveram os piores desempenhos académicos de sempre na prova de Leitura do programa internacional PISA, agravando uma trajetória descendente cujos resultados representam já mais de um ano de estudo perdido.

Source: PISA. Alunos portugueses pioram resultados recuando ao início do século – Notícias ao Minuto

676. Antes que cheguem cá, custa ver o fim da civilização ocidental CHRYS CHRYSTELLO

Views: 17

 

676. Antes que cheguem cá, custa ver o fim da civilização ocidental

CHRYS CHRYSTELLO 07/09/2026

 

Tenho cidadania portuguesa e australiana e, neste ocaso de vida, custa ver o fim da civilização ocidental orquestrada pelos seus próprios imperadores, piores que Nero, Calígula, etc…. Já não finjo que não tenho uma opinião só porque alguém possa ficar ofendido com ela.

 

ADORO ESTE PAÍS onde vivo agora e adoro o país que deixei Austrália. Adoro as pessoas que aqui vivem e as nossas comunidades. Adoro a nossa história. Adoro as nossas tradições. Adoro o facto de as gerações que nos precederam terem trabalhado, se terem sacrificado e lutado para construir o país que herdámos. E porque me importo, não estou disposto a ficar à margem a ver os políticos a minar a confiança do público nas nossas fronteiras, nas nossas leis e nas nossas instituições, enquanto se espera que as pessoas comuns se calem e aceitem tudo isso.

 

Não. Já estou farto. Não odeio ninguém só por ser estrangeiro. Eu também já por muitas vezes. Não me interessa a cor da pele de ninguém. A minha pele já teve várias cores. Não me interessa em que país alguém nasceu, nem eu sei onde nasci, tantos foram os sítios que escolhi para viver e ser feliz. Mas interessa-me, sem dúvida, se as pessoas cumprem a lei. Interessa-me quem entra neste país. Interessa-me se as nossas fronteiras são controladas. Interessa-me se as pessoas que vêm para cá foram devidamente identificadas e submetidas a controlos de segurança. Interesso-me pelas famílias ue lutam para pagar as suas contas enquanto vêem os governos a tomar decisões que as fazem sentir-se completamente ignoradas. Seja nos combustíveis, no valor das rendas exorbitantes para estrangeiros ricos, seja no cabaz de compras do supermercado. E interesso-me pelas vítimas de crimes. Sempre tive esta noção de equidade, desde muito novo, em que fico desorientado quando assisto a injustiças sejam elas em tribunais ou na vida real. Alias ha anos que me insurjo no primeiro dia de cada ano contra as INJUSTIÇAS.

 

Se alguém entrar no país ilegalmente e cometer um crime grave contra uma pessoa inocente, não me importo nem um pouco se falar sobre isso incomoda alguém. A vítima importa. A lei importa. A segurança pública importa. E as pessoas que dirigem este país precisam de se lembrar para quem trabalham. Porque estou absolutamente farto de ver os cidadãos comuns a serem tratados como se fossem o problema por fazerem perguntas totalmente legítimas. Dizem-nos para ficarmos calados. Dizem-nos para sermos compassivos. Dizem-nos para não «alimentarmos as tensões». Dizem-nos para ter cuidado com o que dizemos. Dizem-nos para confiarmos no sistema. Dizem-nos para não sermos racistas ou islamófobos ou outra coisa qualquer conforme a ementa do dia. Dizem-nos que está tudo sob controlo.

 

Olhem as pessoas nos olhos, porra, e digam-lhes isso. Digam à família que luta para conseguir uma consulta no Serviço Nacional (Regional) de Saúde (SNS ou SRS) que está tudo bem. Digam à pessoa com medo de voltar a pé para casa à noite que está tudo bem e que não prestem atenção a drogados e outros que esperam em qualquer esquina. Digam ao contribuinte que vê o seu dinheiro a desaparecer que está tudo bem. Digam às comunidades a quem se pede para suportar cada vez mais pressão que está tudo bem. Digam às vítimas de crimes graves que as suas preocupações não são importantes porque alguém pode achar a conversa desconfortável. As pessoas não são estúpidas. Elas conseguem ver o que se passa à sua volta. Elas sabem tirar as suas próprias conclusões. E estão furiosas. Eu também. Não vou fingir o contrário.

 

Nunca afirmei ter um filtro. Digo o que acredito e, às vezes, digo-o com raiva porque estou furioso. E não me interessa que digam que agora em velho mudei e sou de direita ou de extrema-direita, que qualquer dia voto no Chega. Estou furioso porque acredito que este país é capaz de muito mais. Estou furiosa porque todos os países deviam ter fronteiras que funcionassem. Estou furioso porque os políticos passaram anos a fazer promessas e depois a perguntar por que razão as pessoas já não confiam neles. Quer o PSD quer o PS são os principais responsáveis pela viragem à direita, não só aqui, mas na maioria dos países europeus. Tanto quiseram agradar às franjas que se converteram nelas, mas sem fé nem convicção.

 

Estou furioso porque se espera constantemente que as pessoas comuns façam concessões, enquanto quem está no poder parece completamente alheio às consequências das suas decisões. E estou furioso porque amar o próprio país se tornou, de alguma forma, algo pelo qual se espera que nos peçamos desculpa. Ao contrário do Reino Unido ainda não somos presos por dizer o que pensamos e sentimos, ou por andar com a bandeira nacional, ou por ofender quem veio para destruir a nossa civilização e publicamente afirma que está escrito no seu (deles) livro sagrado que têm de converter ou aniquilar os infiéis

 

Que se lixe isso. Não vou pedir desculpa por me orgulhar de ser português australiano e europeísta. Não vou pedir desculpa por querer fronteiras seguras. Não vou pedir desculpa por querer que a imigração seja devidamente controlada. Não vou pedir desculpa por querer que os criminosos sejam responsabilizados. Não vou pedir desculpa por exigir que os cidadãos sejam protegidos. E não vou, de forma alguma, pedir desculpa por desafiar os políticos quando acredito que estão errados.

Se isso te ofende, o problema é teu. Se achas que sou demasiado barulhento, baixa a porra do volume. Se não gostas das minhas opiniões, contesta-as. Se discordas de mim, defende o teu ponto de vista. Mas não me digas para me calar. Porque não vou fazê-lo. Não me importo nem um pouco se devo ficar calado para que alguém se sinta à vontade. Não me interessa se algum comentador político acha que sou demasiado irritado. Não me interessa se alguém me chama de controverso porque me recuso a amenizar aquilo em que acredito.

 

Preocupo-me com o país, a Europa, a civilização ocidental. É essa a questão. Não estou a fazer isto porque quero que fracasse. Estou a fazê-lo porque quero que tenha sucesso. Quero que os nossos filhos cresçam orgulhosos das suas origens. Quero que as pessoas se sintam seguras ao andar nas suas comunidades. Quero que a lei seja devidamente aplicada. Quero fronteiras que realmente signifiquem alguma coisa. Quero políticos que ouçam o público em vez de lhes darem sermões.

 

Quero um país onde o trabalho árduo seja recompensado e onde as pessoas comuns não sejam constantemente levadas a sentir que estão no fim da porra da fila. E se defender essas coisas me tornar impopular, que assim seja. Prefiro ser odiado por dizer a verdade tal como a vejo do que ser amado por dizer o que quer que seja que mantenha toda a gente confortável. Isto não tem a ver com odiar as pessoas. Tem a ver com amar a civilização ocidental o suficiente para lutar pelo tipo de país que queremos que seja. E vou continuar a falar e escrever. Vou continuar a fazer perguntas. Vou continuar a desafiar o sistema. Vou continuar a defender aquilo em que acredito ser certo.

 

Podem chamar-me revoltado. Podem chamar-me controverso. Podem chamar-me o que lhes der na cabeça. Mas uma coisa que não vão conseguir é convencer-me de que devo deixar de me importar. Porque eu importo-me com este país, com a Europa, com a civilização ocidental. E recuso-me a ser silenciado por isso. Penso com tristeza nas imagens (de islamização) que me chegam de França, Inglaterra, Alemanha, Bélgica, Itália, Grécia, EUA, e outros, e prefiro a abordagem polaca ou eslovaca, mesmo que possam parecer menos compreensivas e menos solidárias. Continuo a não me sentir bem neste mundo que já não é o meu, e pergunto “Vai crer no Islão ou ser assassinado? É esse o dilema que os muçulmanos apresentam aos cristãos quando conquistam um país”.

 

 

 

Justiça egípcia condena à morte apresentadora de TV Sarah Khalifa por tráfico de droga

Views: 6

No Egito, um tribunal condenou à morte 12 pessoas, incluindo a conhecida apresentadora Sarah Khalifa, num caso de fabrico e tráfico de droga em larga escala. View on euronews

Source: Justiça egípcia condena à morte apresentadora de TV Sarah Khalifa por tráfico de droga

Morreu Nuno Cardoso, um homem livre do Porto – ZAP Notícias

Views: 8

Presidiu à autarquia entre 1999 e 2002. Fez sempre da autonomia do Porto uma bandeira de toda a vida pública. Numa das últimas campanhas, resumiu-a numa frase: “Lisboa centralista não quer um homem livre no Porto”. Tinha 64 anos. O antigo presidente da Câmara Municipal do Porto Nuno Cardoso morreu esta noite, aos 64 anos, no Hospital de Santo António, no Porto, vítima de doença prolongada. A morte do antigo presidente da Câmara Municipal do Porto foi avançada pelo Jornal de Notícias e confirmada por fonte próxima do ex-autarca. Nuno Magalhães da Silva Cardoso nasceu no Peso da Régua, a

Source: Morreu Nuno Cardoso, um homem livre do Porto – ZAP Notícias

o progresso a chegar ao Corvo Polícia Marítima apreende cocaína na orla marítima do Corvo – Açoriano Oriental

Views: 9

Fique a par da atualidade nos Açores com o jornal mais antigo de Portugal.

Source: Polícia Marítima apreende cocaína na orla marítima do Corvo – Açoriano Oriental

Alguns versos do Corão que destroem os argumentos dos apologistas do Islã – Luigi Benesilvi – Pensa960

Views: 12

Alguns versos do Corão que destroem os argumentos dos apologistas do Islã – Luigi Benesilvi (25/04/2026) Os apologistas do Islã costumam usar alguns artifícios para mostrar aos Cristãos que o Islã …

Source: Alguns versos do Corão que destroem os argumentos dos apologistas do Islã – Luigi Benesilvi – Pensa960

90 anos NORBERTO ÁVILA

Views: 14

Norberto Ávila (Angra do Heroísmo, 1936 – Lisboa, 2022) foi provavelmente o dramaturgo português mais traduzido e levado a palco em Portugal e no estrangeiro: foi autor de 30 peças de teatro, a que se somam um de poesia, três romances e um livro de contos. Foi também condecorado pelo Presidente da República e pela Assembleia Legislativa Regional dos Açores. No entanto, quem sabe quem foi este homem sereno e afável?
Morreu sozinho, e pouco tempo depois os seus papéis apareceram à venda na «net», não se sabendo quem os surripiou. Paulo Enes da Silveira, seu amigo, comprou aqueles que conseguiu, e deles resgatou um conjunto de contos inéditos que reuniu e publicou sob o título NEVOEIRO E OUTROS CONTOS (Companhia das Ilhas, 2025).
Em jeito de comemoração dos 90 anos do nascimento do escritor, a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo acatou a proposta de Paulo Enes da Silveira e organizou uma sessão de apresentação pública daquele livro póstumo, que se realizará no próximo dia 9 de Setembro no Salão Nobre dos Paços de Concelho.
É para ela que aqui deixo o convite e demais informações úteis. Norberto Ávila gostaria muito de ver a casa cheia…

See less