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Josephine Quinn’s new book re-examines what people think they know about civilisations
Source: The history of the West is not quite what you learned in school
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a ameixieira centenária deu frutos em fevº e março e agora está sem folhas mas com uma flor, as novas ameixieiras sem folhas…., as hidranjas começaram a despontar em 1 abril….va-se lá entender esta natureza que depois do temporal com ventos ciclónicos e chuva intensa da manhã fria deu lugar a um sol bonito
com 18 ºC
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Apesar de já ter sido a ave marinha com mais população na África do Sul, o pinguim africano tem menos de 10 mil casais em 2024.
Source: Ovos de chocolate? E se adotasse um pinguim? Na África do Sul é possível
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Biólogo britânico garante que os estupefacientes usados pelos residentes no Reino Unido estão a chegar ao oceano e a prejudicar a vida marinha.
Source: Tempestades deixam peixes e crustáceos “cheios de cocaína” em Inglaterra
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Membros seniores da inteligência militar russa (GRU) terão recebido prémios e promoções pelo trabalho relacionado ao desenvolvimento de “armas acústicas não letais”. Mistério continua a assombrar a diplomacia dos EUA. Afeta diplomatas e espiões dos EUA em todo o mundo e pode estar ligado a armas de energia usadas por membros de uma unidade de sabotagem dos serviços secretos militares russos, segundo uma nova investigação jornalística do grupo The Insider, em colaboração com o alemão Der Spiegel e com o 60 Minutes. Se as conclusões de uma investigação de inteligência dos EUA diziam, no ano passado, que era “muito improvável”
Source: Rússia pode ser responsável pela síndrome de Havana – ZAP Notícias
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A investigação foca-se numa alegada troca de mensagens entre a Presidente da Comissão Europeia e o CEO da Pfizer no âmbito do acordo de 2021
Source: Pfizergate abala UE. Mensagens de von der Leyen com CEO investigadas
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Terá matado a mulher na Grécia e enganado as autoridades com retificação do seu apelido e data de nascimento antes do banho de sangue no centro ismaelita, em Lisboa. MP quer que Abdul Bashir seja internado. Abdul Bashir, o homem que matou duas mulheres no centro Ismaili, em Lisboa, está acusado de um total de 11 crimes. Vai ser julgado por dois crimes de homicídio qualificado agravado, seis de homicídio agravado na forma tentada, dois de resistência e coação e um crime de posse de arma proibida. Além do ataque no Centro ismaelita, o afegão também é acusado de ter matado
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Comissão de 2,5 milhões de euros em contrato entre TAP e Sonair incluem uma transferência de 530 mil euros para a conta do filho do administrador da Sonangol, detentora da Sonair. Alegadas comissões indevidas, no valor aproximado de 2,5 milhões de euros, associadas a um contrato entre a Sonair, uma empresa aérea controlada pela Sonangol, e a TAP terão sido movimentadas em 2008, de acordo com o Ministério Público (MP), que iniciou um inquérito em 2022. Um ex-administrador da Sonangol, Luís Ferreira do Nascimento José Maria, está a ser investigado por conduzir o negócio entre as duas empresas e
Source: Lavagem de dinheiro entre TAP e Sonangol: comissão ilegal investigada pelo MP – ZAP Notícias
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A antiga hora do jantarOs nomes das refeições, a norte do Minho, são muito familiares — e bem capazes de baralhar um português.
Foto de Jonathan Borba em Unsplash Se formos até à Galiza e alguém nos convidar para jantar (usando a palavra com a pronúncia galega, que será algo como «xantar»), convém confirmar muito bem as horas. É provável que o galego ou a galega esteja a pensar no nosso almoço. Por lá, o «almorzo»/«almoço» é a primeira refeição, que por cá chamamos «pequeno-almoço». Já o «xantar»/«jantar» é por volta das duas da tarde… É o nosso almoço, com a diferença de ser um pouco mais tarde. A «cea»/«ceia» é a refeição que tomamos ao final do dia — não estou a falar da «ceia» à portuguesa, uma refeição leve antes de dormir; estou mesmo a falar do jantar. No fundo, a ceia galega é como a Última Ceia de Jesus e dos Apóstolos: na verdade, é um jantar. Olhemos agora para a maneira como os galegos escrevem a palavra «jantar» (que é o almoço — isto, para um português, é de dar a volta à cabeça)… A ortografia oficial do galego propõe a forma «xantar». Este <x> representa a consoante que por cá representamos, na maioria das vezes, com um <ch>. Muitas palavras que, em português, são escritas com <j> ou com <g> (antes de <e> ou <i>) aparecem grafadas com <x> nos textos galegos. Isto acontece porque, a norte do Minho, não há distinção entre as consoantes das nossas palavras «chá» e «já». É por isso que um texto galego (na ortografia oficial) nos parece português com muito X lá pelo meio. Em português, o som representado por <j> e o som representado por <ch> são muito parecidos: a língua está na mesma posição e o som passa como uma corrente de ar turbulenta. Tecnicamente, são consoantes fricativas palatais. A diferença entre os dois sons é esta: no caso da consoante de «já», as cordas vocais vibram; no caso de «chá», não vibram. O <j> português representa uma consoante sonora; o <ch> representa uma consoante surda. Estamos perante dois fonemas diferentes, que permitem distinguir significados — e esta diferença está apenas na vibração ou não vibração das cordas vocais. Os reintegracionistas galegos, que defendem para o galego uma ortografia mais próxima da portuguesa, escrevem «jantar» (tal como também escrevem «almoço» e «ceia»). Note-se que, apesar desta diferença, jantam à mesma hora que os outros galegos e, na oralidade, também não distinguem os dois sons. Será estranho? Ora, é uma distinção gráfica sem reflexo na oralidade, tal como acontece, em português, com o <ss> e o <ç>, que representam o mesmo som. A ortografia mantém uma distinção que grande parte dos falantes já não faz na oralidade… Na Galiza, os reintegracionistas mantêm esta distinção gráfica para ligar a ortografia galega à ortografia portuguesa — para eles, galego e português são duas formas da mesma língua. Se são a mesma língua ou não é discussão que preocupa muitos galegos, mas não aquece nem arrefece a grande maioria dos portugueses. Mas é inegável: o português e o galego estão muito próximos — então se olharmos para os usos populares, não podemos deixar de reconhecer que estão intimamente ligados. Afinal — e voltando ao jantar que afinal é almoço — é fácil encontrar portugueses que se lembram de ouvir chamar «jantar» ao almoço e «ceia» ao jantar. Aliás, encontramos portugueses que ainda usam esses termos com o significado antigo (ou galego). Se não é esse o uso no português-padrão, é um significado que sobreviveu muito tempo nos usos populares da língua. Uma vez por outra, olhar para norte da fronteira lembra-nos a nossa língua na boca dos nossos avós. Para terminar, deixo um vídeo que gravei há umas semanas: Obrigado por ler a página Certas Palavras. Se desejar, pode ficar a conhecer os livros que publiquei e os programas em que participo.
© 2024 Marco Neves |
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nesse dia acordou irritado
logo por azar estremunhado
notaria a seu lado
a mulher
morta há dez anos
os ossos espalhados pela cama
pressupunham aqui e além
um certo descuido
mas que diabo!
voltou-se para a janela
tentando adormecer uma vez mais
invariavelmente o fazia em dias como aquele
então
atiraram a bola à vidraça
o quarto ficou estrelado
mil sóis recortavam-se no ladrilhado
esforçou-se por manter a calma
ocultou a face no travesseiro
agarrou a almofada
freneticamente
num esgar sensual
ao longe tiniam campainhas
não havia dúvida iria ser um dia mau
decidiu-se a folhear o matutino
recusou-se a acreditar
limpou os óculos
estava lá sem engano possível
em título de caixa alta
em editoriais se consagrava
o sonho supremo da humanidade
por decreto presidencial
dum senhor que ninguém elegera
ia ser promulgada e publicada
no diário da governação
com força institucional
A D E M O – C R A – C I A
em termos mui solenes o governo advertia
dentro de 24 horas em cerimónia apropriada
nascia a democracia
e zás! nem quis ligar a televisão
quieto e calado tresleu
era demais!
violento choque!
democraticamente
sem se dar conta
caiu para o lado com um baque surdo
morreu na cama e em jejum
democrata de nascença.
hoje, todos os jornais cumpriram
nem uma só mentira se imprimiu
era a verdade toda
a do sonho não vivido
talvez possível em letras garrafais
no canto esquerdo páginas quinze
era minha a foto e o nome
nem me impressionou!
ri mesmo com desprendimento
negra cruz encimava frontispício
dizeres os do costume
a missa presente no corpo do finado
hora a habitual na residência
o féretro sairia para jazigo familiar
(lembram-se de cada!
claro que me importei
quando o padre disse
que ELE me chamara à sua presença)
todos compungidos choravam rezas e eulogias
vestiam negro exceto as flores
e as palavras vazias
adivinhei um sorriso dissimulado
nos lábios da viúva
andei por aqui e ali ouvindo este e aquele
pediam à minha alma que os libertasse
queriam alívio
disfarcei-me por entre sombrias colunatas e fugi
(ainda hoje me procuram!)

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Site institucional da Câmara Municipal da Ribeira Grande. Desenvolvido por Digitlântico.
Source: Professora e Escritora Helena Chrystelo Homenageada na Maia – Câmara Municipal da Ribeira Grande