Do Alentejo a Viana do Castelo, amolador à moda antiga mantém viva a arte que já vem do trisavô

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Por estes dias, Fábio Lourenço anda por Viana do Castelo a pedalar na bicicleta e a rodar o esmeril. Natural de Ponte do Sor, no Alentejo, percorre o país para manter viva o ofício de amolador ambulante, uma tradição de família que vem do seu trisavô. – Anúncio – Na sua bicicleta, o amolador à […]

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Fórum debate na ilha de Santa Maria posição geoestratégica dos Açores – Jornal Açores 9

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Mais de duas dezenas de oradores de três continentes do Atlântico reúnem-se, a partir de quinta-feira, em Santa Maria, num fórum onde a posição geoestratégica dos Açores estará em reflexão, foi hoje anunciado. Trata-se da quarta edição do Fórum LPAZ que, ao longo de três dias, terá como tema “os Açores, o Atlântico e os […]

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É inaugurada a maior central fotovoltaica de Portugal, de 219 MW, que vai incluir armazenamento – pv magazine Latin America

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No passado sábado, 9 de outubro, teve lugar a inauguração da central fotovoltaica de Alcoutim, que tem 219 MW de potência e é a maior instalação em funcionamento em Portugal e uma das maiores centrais não subsidiadas da Europa. A cerimónia contou com a presença, entre outras personalidades, do Ministro do Ambiente e Ação Climática […]

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Cuba detecta recrutamento ilegal de cidadãos para guerra na Ucrânia

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Uma rede de tráfico com o objetivo de recrutar cubanos para participarem “de operações bélicas na Ucrânia” foi identificada por autoridades da ilha, que iniciaram processos criminais contra pessoas envolvidas, informou a chancelaria nesta segunda-feira (04). O Ministério do Interior “trabalha na neutralização e desarticulação de uma rede de tráfico de pessoas que opera a […]

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Ordem satisfeita com vacinação por enfermeiros – Açoriano Oriental

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O presidente da Secção Regional da Região Autónoma dos Açores da Ordem dos Enfermeiros, Pedro Soares, está satisfeito com a decisão da tutela da Saúde de não replicar na Região o alargamento do processo de vacinação às farmácias.

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Arcebispo açoriano vai representar Papa em África – Açoriano Oriental

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D. José Avelino Bettencourt será transferido da Geórgia, Arménia e Azerbaijão para representar o Vaticano nos Camarões e Guiné Equatorial

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Gaudêncio anuncia que Ribeira Grande terá nova via de acesso em 2024 – Açoriano Oriental

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Vai nascer uma nova via de acesso ao centro da cidade da Ribeira Grande: a variante, que atravessará o caminho da Tondela, é um sonho antigo que irá ser uma realidade em 2024, prometeu o presidente da Câmara Municipal, Alexandre Gaudêncio.

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PICO | “Teimosia e incompetência do Governo Regional” prejudicam alunos Açorianos no início do ano letivo – Rádio Ilhéu

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Marta Matos e Mário Tomé lamentaram, esta quarta-feira, que os alunos e as suas famílias, no caso da ilha do Pico, estejam, uma vez mais, “a ser

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Catarina Furtado em Timor revoltada com morte: “Não imagino o sofrimento” – SELFIE

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Recorrendo ao Instagram, a apresentadora Catarina Furtado não se mostrou indiferente a uma morte.

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A MIRAGEM DO TURISMO

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EDITORIAL

A miragem do desenvolvimento

O nosso colaborador Nuno Domingues, que nos escreve atualmente a partir da Suiça, mas conhecendo bem os Açores, onde residiu vários anos e onde exerceu, num dos governos socialistas, o cargo de diretor regional na área ligada aos transportes, em artigo que ontem publicámos, faz uma abordagem nova à questão do anúncio do abandono da Ryanair e a sua relação com o turismo. É uma perspetiva com a qual tendemos a concordar e que basicamente se resume ao seguinte: a verdadeira razão porque a Ryanair vai abandonar (ao que parece só em parte) a operação de Inverno deve-se à perspetiva de crescimento de passageiros “esgotado” do destino de S. Miguel, devendo-se a concentração dos voos naquela ilha à política de desenvolvimento do turismo do Governo Regional que não consegue resistir à pressão dos empresários locais. Essa concentração, já de si um problema, não encontra resposta numa estratégia de distribuição desses turistas por outras ilhas, nem a oferta da SATA está estruturada para servir esse objetivo. Ou seja, muitos dos turistas que entram por S. Miguel poderiam depois irradiar para outras ilhas, mas não é isso que acontece porque a estratégia que está montada é outra: antes de mais, serve para responder à capacidade hoteleira de S. Miguel em vez de se olhar para um desenvolvimento harmónico dos Açores como um todo. Nem há qualquer promoção feita nesse sentido. Argumenta-se que as ligações entre ilhas, ainda que reforçadas, andam esgotadas, querendo ilusoriamente significar que, afinal, os turistas entram por S. Miguel e depois cirandam pelas outras ilhas. Alguns fá-lo-ão, mas sem expressão. A maioria dos passageiros é açoriana que aproveita (e bem) a tarifa Açores para fazer férias cá dentro. Independentemente da opção de uma estratégia de turismo assente numa porta de entrada, quanto a nós arriscada, a verdade é que esta apenas procura responder ao crescimento de S. Miguel e mesmo assim com fim à vista. A prova é que a Ryanair vai eventualmente abandonar parte da operação precisamente porque o crescimento de passageiros, pelo menos em parte do ano, está esgotado porque afunilou para servir S. Miguel. O único dado que talvez tenha escapado à fundamentada análise de Nuno Domingues terá sido que este mal já vem de trás, dos governos que ele também integrou. Os erros da política de transportes que serve a estratégia para o turismo são transversais a governos da esquerda socialista e do PSD e também agora da coligação de direita. Digamos que todos alinham pela mesma cartilha e a visão do todo regional perde no atendimento à ilha com maior população e maior economia. E isso anda longe do apregoado desenvolvimento harmónico.
  • in, Diário Insular, 06 de Setembro / 2023
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Morre Giovanni Ricciardi, o crítico italiano que mais divulgou a literatura brasileira – Jornal Opção

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Pelo que fez pela literatura, merece estátua em praça pública — uma homenagem justa a um intelectual que amava o Brasil e o explicava para estrangeiros e brasileiros – Imprensa

Source: Morre Giovanni Ricciardi, o crítico italiano que mais divulgou a literatura brasileira – Jornal Opção

ABAIA USAR OU NÃO

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Confunde-se tudo! A abaya não é necessariamente um vestido religioso. Depende da região, do país. Há muçulmanas que usam, outras não.
Concordo que não se use nas escolas a burka ou outras que tapem a cara num estado laico. É preciso que se identifiquem as pessoas; não tem sentido não saber se determinada aluna é ela, a prima ou a tia, etc.
Mas a abaya não tapa a cara e num país livre qualquer um deve poder vestir o que quer.
Quanto aos símbolos religiosos quase brincamos ou não reparamos. Há símbolos religiosos por todo o lado, principalmente cristãos. Vão tirar também os crucifixos que tanta gente usa ao pescoço? Vão mudar os nomes das ruas e cidades que têm nomes de santos? Vão disfarçar as igrejas com tapumes, como se fazia em Portugal com as sinagogas no séc. XIX, quando começaram a ser permitidas?
Não se trata do estado laico. Trata-se de atirar areia para os olhos escondendo problemas do quotidiano, como a segregação, a xenofobia, a falta de oportunidades para a segunda ou terceira geração de imigrantes, que até têm nacionalidade francesa.
Se essas alunas não forem à escola, ficam sujeitas a quem? E depois? Vão prendê-las, vão deportá-las (talvez não possam porque têm nacionalidade francesa)?
Espero que o governo francês não faça recordar, não volte aos tempos de triste memória, como a deportação de judeus de nacionalidade francesa, em que os colaboracionistas, do governo de Vichy, exportavam pessoas ainda mais diligentemente que os alemães, para os campos de extermínio ou as perseguições aos franceses de origem argelina, durante a guerra da Argélia.
Não são pequenas coisas. Começa-se por aí.
JN.PT
Quase 300 alunas foram para as aulas com abaya e dezenas foram mandadas para casa
António De Borja Araújo

O Estado francês andou mal. Ou promulgavam um código de vestuário abrangente ou, conforme fizeram, tratou-se de um simples acto de discriminação. Afinal, a abaya é mais respeitosa do que muitas peças de vestuário usadas, actualmente, pela malta nova qu…

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João Simas

António De Borja Araújo Em Portugal, normalmente o problema é ao contrário, alunas mais despidas do que vestidas. Nunca liguei muito a isso, mas já me aconteceu haver, mais que uma vez, uma aluna queixar-se de ter frio por causa de uma janela aberta (nas aulas tinha sempre pelo menos uma janela aberta, porque não estou para apanhar mais virus, dióxido de carbono e outros, com tanta gente a respirar). A resposta que dava era: vista-se com mais roupa que isso passa! Mas tive um colega de Biologia que mandou várias alunas (de barriga à mostra), vestirem-se com uma bata, mesmo numa aula mais teórica. Mas essa também é uma questão difícil. Se alguém diz alguma coisa vem logo um chorrilho de acusações, sobretudo se o professor for homem, normalmente de gente que não quer saber do ensino. Nunca tive paciência para entrar nesses “fait divers”.
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Há uma probabilidade de 50% de estarmos a viver numa simulação

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A possibilidade de vivermos numa simulação, semelhante ao jogo “The Sims”, está a ser novamente debatida entre os cientistas.

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