Philip D. Morais, o português de Macau que fez fortuna em Hong Kong e comprou parte de uma equipa de basebol nos EUA

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A história de vida de Philip D. Morais começa muitos anos antes de ter nascido, em Macedo de Cavaleiros. O futuro passa pela Lapa

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país de palhaços na justiça: Fugitivo quis entregar-se em Lisboa. “Só na segunda-feira”

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Clóvis Abreu é procurado internacionalmente há um ano e meio. É suspeito do homicídio de Fábio Guerra, agente da PSP. Mas o caso não é urgente.

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ser português

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Da página de Cuca Vaz
SER PORTUGUÊS É:
1 – Levar arroz de frango para a praia.
2 – Guardar as cuecas velhas para polir o carro.
3 – Lavar o carro na rua, ao domingo.
4 – Ter pelo menos duas camisas traficadas da Lacoste e uma da
Tommy (de cor amarelo-canário e azul-cueca).
5 – Passar o domingo no shopping.
6 – Tirar a cera dos ouvidos com a chave do carro ou com a tampa
da esferográfica.
7 – Ter bigode.
8 – Viajar pró cu de Judas e encontrar outro Tuga no restaurante.
9 – Receber visitas e ir logo mostrar a casa toda.
10 – Enfeitar as estantes da sala com os presentes do casamento.
11 – Exigir que lhe chamem ‘Doutor’.
12 – Exigir que o tratem por Sr. Engenheiro.
13 – “Axaxinar” o Portugues ao eskrever.
14 – Gastar 50 mil euros no Mercedes C220 cdi, mas não comprar o
kit mãos-livres, porque ‘é caro’.
15 – Já ter ‘ido à bruxa’.
16 – Filhos baptizados e de catecismo na mão, mas nunca pôr os
pés na igreja.
17 – Não ser racista, mas abrir uma excepção com os ciganos.
18 – Ir de carro para todo o lado, aconteça o que acontecer, e pelo
menos, a 500 metros de casa.
19 – Conduzir sempre pela faixa da esquerda da auto-estrada (a da
direita é para os camiões).
20 – Cometer 3 infracções ao código da estrada, por quilómetro
percorrido !
21 – Ter três telemóveis.
22 – Gastar uma fortuna no telemóvel mas pensar duas vezes antes
de ir ao dentista.
23 – Ir à bola, comprar o bilhete ‘prá-geral’ e saltar ‘prá-central’.
24 – Ser mal atendido num serviço, ficar lixado da vida, mas não
reclamar por escrito ‘porque não se quer aborrecer’.
e…
– Falar mal do governo eleito e esquecer-se que votou nele
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O 38º COLÓQUIO DA LUSOFONIA NA RIBEIRA GRANDE 4-8 outº 2023

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O 38º COLÓQUIO DA LUSOFONIA NA RIBEIRA GRANDE 4-8 outº 2023

Os colóquios da lusofonia vêm pela sexta vez à Ribeira Grande, Açores. De 4 a 8 de outubro 2023, o 38º colóquio da lusofonia está no ARQUIPÉLAGO – Centro de Artes Contemporâneas . Com o alto patrocínio da CAMARA MUNICIPAL DA RIBEIRA e mecenato da EDA RENOVÁVEIS e a promessa de apoio do GRA (Direção Regional da Educação e Cultura e Direção Regional das Comunidades) arranca dia 4 outº 2023 o 38º colóquio da lusofonia com os seguintes convidados e homenageados entre quatro dezenas de participantes.

Convidados (ordem alfabética)

Homenageados 2023

PRESENÇAS DE HONRA

  • OUTRAS PRESENÇAS
  • Vera Santos
  • Jorge Rebêlo

Os temas em debate

1.1. Gaspar Frutuoso 500 anos depois

1.2. Autores da Ribeira Grande (Cristóvão de Aguiar, Daniel de Sá, Maria de Fátima Borges, Mário Moura, Onésimo T de Almeida, Ruy Galvão de Carvalho, Sacuntala Miranda, etc.) que se distinguiram em qualquer ramo do saber

1.3. Ribeira Grande: o concelho, história, etnografia, geografia, tradições e cultura.

1.4. Outros temas locais

TEMA 2 MULHERES DOS COLÓQUIOS

2.1. homenageadas 2023 CAROLINA CORDEIRO, HELENA CHRYSTELLO E Mª JOÃO RUIVO

2.2 A MULHER-AUTORA NOS COLÓQUIOS (para futuras homenagens de associadas AICL HELENA ANÇÃ, ROSÁRIO GIRÃO, CONCHA ROUSIA, ISABEL REI, LOURDES CRISPIM, Mª, FRANCISCA XAVIER, etc.)

Tema 3 HOMENAGEM 40 ANOS DE VIDA LIVREIRA DE FRANCISCO MADRUGA

Tema 4 LUSOFONIA E LÍNGUA PORTUGUESA

2.1. GALIZA, A LÍNGUA GALAICO-PORTUGUESA

2.2.MACAU

2.2.1. O PATUÁ DE MACAU (PROVÁVEL vídeo de teatro e vídeo conferência)

2.2.2. MACAU, OS PORTUGUESES, AS ARTES, A LÍNGUA

2.3. Língua Portuguesa no mundo. O ensino da Língua nas suas diversas vertentes.

2.4 Outros temas lusófonos, outras ciências do saber lusófono.

TEMA 3 Açorianidades (TEMAS PERMANENTES)

3.1 Literatura de matriz açoriana – Autores açorianos

3.2. Açorianos no mundo ( Diáspora, Timor, etc.)

3.3. Revisitar a Literatura de Autores estrangeiros sobre os Açores,

TEMA 4 Tradutologia (TEMAS PERMANENTES)

4.1. Tradução de Literatura lusófona

4.2, tradução de e para português

Haverá vários lançamentos literários, sessões musicais e de poesia, uma sessão dedicada a Macau incluindo teatro em patuá (Doci Papiaçam di Macau), uma oficina de trabalho sobre pintura a aguarela, visita a escolas, mostra de livros, duas sessões dedicadas à diáspora e um documentário sobre a presença portuguesa no Hawai…

 

Da História da imprensa local, em representação da Câmara, nos falará Mário Moura. O painel da sátira ficou entregue a Nuno Costa Santos, Alexandre Borges e Diogo Ourique.

 

Dentre os convidados realço Francisco Fernandes Madruga que celebra 40 anos de vida como editor e livreiro e aqui apresentado pelo magistral poeta Vasco Pereira da Costa.

 

Todos os anos desde 2009 homenageamos um autor local e em 2023 coube a vez a três mulheres Carolina Cordeiro, Helena Chrystello e Maria João Ruivo, representando dezenas delas que sempre enobreceram os nossos colóquios.

 

Anabela Freitas, investigadora e autora infantojuvenil, regressa e fala de Teófilo Braga.

 

Da Diáspora temos o cientista de Geografia Mundial, José Carlos Teixeira, um Ribeiragrandense, há décadas a lecionar no Canadá, acompanhado desse promissor político e Chefe de Gabinete do Senado canadiano, Joseph Soares, e do diretor regional das comunidades José Andrade.

 

Noutra sessão, em vídeo conferência, Susana Antunes fala-nos da diáspora em Milwaukee, com o poeta Eduardo Bettencourt Pinto e o empreendedor José Luís Jácome, ambos no Canadá.

 

Iremos visitar o Hawaii através do documentário The Portuguese in Hawaii de Nelson Ponta Garça e revistaremos a pintura de Domingos Rebelo pelo seu bisneto Jorge.

 

Teremos a visualização de peças em patuá de Macau, e iremos recordar Macau, pela voz e aguarela de Rui Paiva que conheço desde há mais de 40 anos quando ambos habitávamos na pequena península chinesa. Raul Gaião e Natividade Ribeiro igualmente se centrarão em Macau.

 

De Angola chega a voz forte de Jorge Arrimar que nos vai falar da sua mais recente obra, Cuéle, o pássaro troçador.

 

Vasco Medeiros Rosa junta-se a nós pela primeira vez para falar de Madalena Férin.

 

Entre os jovens autores temos ainda Vera Santos.

 

A Helena Chrystello dará a conhecer, com Aníbal Pires e Maria João Ruivo, a sua mais recente obra, um original livro de 9 poemas, 9 autores e 9 línguas.

 

Chrys Chrystello com Anabela Freitas (Mimoso) e Diana Zimbron, visitará os 3 livros dos seus 50 anos de vida literária.

 

Teremos ainda Álamo Oliveira (patrono), Urbano Bettencourt, Aníbal Pires, o Grupo de declamadores Palavras Sentidas, dentre quatro dezenas de participantes, com inúmeras sessões de apresentação de livros, música com a nossa pianista residente Ana Paula Andrade e demais atividades..

 

Teremos as presenças de honra dos nossos outros patronos Eduíno de Jesus decano dos autores açorianos e Onésimo T Almeida (EUA)

 

Agradeço ao presidente Alexandre Gaudêncio, pelo patrocínio deste evento (a nossa sexta vez na Ribeira Grande), excelentemente assistido por José António Garcia e Sónia Timóteo e ao João Mourão, diretor do Arquipélago, por nos receber neste magnífico local, coadjuvado pelos cinco magníficos como a Dalila e Marco .

 

Entrada livre. Todos os detalhes em https://coloquios.lusofonias.net/XXXVIII/

Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713 [Australian Journalists’ Association – MEEA]

drchryschrystello@journalist.com,

Diário dos Açores (desde 2018)/ Diário de Trás-os-Montes (2005)/ Tribuna das Ilhas (2019)/ Jornal Luso Press, Québec, Canadá (2020)/ Jornal do Pico (2021)

Os Açores de 1895 numa escrita notável – Observador

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“Onde se Esquece o Desfile do Tempo” reúne 18 crónicas que a jornalista americana Fannie Brigham Ward escreveu para o “Daily Interocean” de Chicago, entre setembro de 1895 e janeiro de 1896.

Source: Os Açores de 1895 numa escrita notável – Observador

O mirandês: língua poderá desaparecer em 30 anos – SIC Notícias

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O primeiro grande passo para proteger o mirandês foi dado há 25 anos com a aprovação de uma lei que lhe conferiu o estatuto de segunda língua oficial do país. Mas ainda há muito a fazer para manter vivo o mirandês.

Source: O mirandês: língua poderá desaparecer em 30 anos – SIC Notícias