mundo cruel

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May be an image of 4 people and text that says "I deserve the seat because... I am a woman! Xavier I gave my seat foar for an old lady in the bus. Next day lost my job as a driver. This world is cruel."

 

horrível porsche

May be an image of car, road and text

Gonçalo Jacinto

Nas pontas é Porsche, no meio é Leroy Merlin
Fábio Gaspar

-motorista : Já chegamos a Famalicão
-passajeiro : ok, nós ainda estamos a sair do Porto

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Why is the U.S. losing the war in Ukraine?

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A Russian wife turned to her husband and asked, “What’s this special military operation our glorious leader keeps talking about?” Her husband replied, “It’s a war to stop America and NATO.” “Oh, right” she says “How’s it going?”

“Well” he replied “so far we have lost over 20 generals, 100,000 troops killed, countless injured, 3000 tanks, 300 aircraft, hundreds of helicopters, countless armoured vehicles, artillery and trucks, our flagship along with other naval ships, our army is being defeated in most areas and we have had to resort to conscripting 500,000 Russians including murders and rapists to replace our losses”.

“Wow” replied the wife “what about America and NATO”?

“They haven’t turned up yet”

Edit…28/8 … over 2,500 likes … thanks so much for your support of Ukraine… this joke REALLY upsets Putin’s online army of trolls. I get so many abusive and desperate misinformation comments from Putin’s online army… most of the profiles are empty.

Please keep passing it on… and know it gets under their skin big time! 😊

Slava Ukraini 🇺🇦

Crescente preocupação com a forma como Gusmão está a conduzir os destinos de Timor-Leste

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Crescente preocupação com a forma como Gusmão está a conduzir os destinos de Timor-Leste

A principal plataforma de comunicação financeira da Austrália, a Australian Financial Review, levantou a bandeira vermelha sobre o futuro de Timor-Leste este mês, com o artigo do Editor Internacional, Professor James Curran, “Timor-Leste à beira do fracasso”.
Curran disse sensatamente que a influência chinesa em Timor-Leste pode ser uma preocupação em Camberra, mas o grande problema é que a pequena nação de 1,5 milhões de pessoas ficará sem fundos até 2030, a menos que novas receitas petrolíferas possam advir dos campos de gás do Greater Sunrise ou de um “Plano B” desconhecido. Ele levantou sérias dúvidas de que as “elites” políticas timorenses pudessem resolver este problema e, por isso, ele tornar-se-ia num problema para a Austrália, Indonésia e para a Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN).
Em particular, Curran atribui aos “especialistas” a opinião de que o estilo de liderança do atual Primeiro-Ministro Xanana Gusmão é “louco, arrojado, completamente arbitrário”.
O cenário é terrível e um pouco mais complicado do que Curran descreve, porque nem todos os líderes timorenses são “impermeáveis à situação do povo” e porque existe um ‘Plano B’, mas um que o primeiro-ministro Gusmão tem rejeitado.
No início de 2023, o Fundo Petrolífero tinha 16,338 mil milhões de dólares e o Orçamento de Estado para 2023 irá retirar 1,346 mil milhões de dólares. Assim, no final do ano, o Fundo poderá estar nos 14,992 mil milhões de dólares (23,25 mil milhões de dólares australianos).
De acordo com o Orçamento de Estado de Timor-Leste, com a atual trajetória de despesa, sem receitas futuras significativas do campo de Bayu-Undan, existe o risco de que Timor-Leste venha a atingir um abismo fiscal em 2034, altura em que poderão ser necessários cortes na despesa no valor de cerca de 1,6 mil milhões de dólares. Isto provocaria um grande choque no PIB, resultando provavelmente num grande aumento do desemprego e em grandes quedas nos rendimentos, na prestação de serviços públicos e no nível de vida da maioria dos cidadãos. Se Gusmão conseguir, de alguma forma, pôr em marcha a Joint Venture do Greater Sunrise e a indústria petrolífera onshore que lhe está associada, estará a gastar 26 mil milhões de dólares americanos. O Petróleo estaria totalmente comprometido, mais os empréstimos contraídos, e o Orçamento de Estado estaria em apuros muito mais cedo.
E, como explicou Curran, é agora muito menos provável que o Greater Sunrise consiga atrair o financiamento de que necessita.
A 3 de maio de 2023, mesmo antes das Eleições Legislativas de 21 de maio, o Conselho de Ministros aprovou o Plano Estratégico de Desenvolvimento Reajustado para 2023-2028 e recomendou-o ao próximo Parlamento e governo. Este novo plano ajustou o Plano Estratégico de Desenvolvimento de 2011 aos impactos das alterações climáticas e da pandemia, e elaborou os objectivos de desenvolvimento económico diversificado necessários caso a via de desenvolvimento petrolífero deixe de ser viável. Porém, em julho, Gusmão anunciou que o seu governo voltaria ao plano de 2011. Portanto, existe um “Plano B”, mas é pouco provável que seja considerado.
O novo governo já causou consternação ao iniciar a rescisão antecipada de contratos de serviço público de curta duração com membros identificados da FRETILIN, tendo sido despedidos 1.500 funcionários de apenas dois de 12 departamentos em julho. O total poderá ascender a 15.000.
Além disso, a 27 de julho de 2023, Gusmão afirmou que a antiga Ministra das Finanças, Emélia Pires, deve ser recebida de volta ao Ministério, vinda de Portugal, onde tem estado em fuga de uma sentença de sete anos de prisão, datada de 2016, por ter adjudicado um contrato de 1 milhão de dólares à empresa do seu marido. Lucia Lobato, ex-ministra da Justiça, presa por cinco anos em janeiro de 2013 por corrupção e abuso de poder durante o seu mandato, foi recebida de volta à vida pública para reformar o sector da justiça.
Numa rejeição calculada ao Presidente José Ramos Horta, o Primeiro-Ministro Gusmão declarou, a 7 de agosto de 2023, que Timor-Leste deveria reconsiderar o seu pedido de adesão à ASEAN se o organismo regional não conseguisse pôr termo ao golpe militar em Myanmar. Horta fez da adesão à ASEAN o seu próprio “Plano B” para um futuro económico mais promissor.
A aliança eleitoral de Gusmão com Horta desde o início de 2022 foi um fator significativo na sua grande vitória eleitoral contra a FRETILIN em maio.
O representante especial da Austrália para o desenvolvimento dos campos de gás do Greater Sunrise, o antigo Premier de Victoria, Steve Bracks, tem muito trabalho pela frente.

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Peter Murphy
Peter Murphy é um jornalista freelancer com um forte interesse em direitos humanos e direitos laborais.

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Myanmar expulsa Timor

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Líder da oposição timorense critica decisão de Myanmar e reafirma defesa de princípios
Díli, 27 ago 2023 (Lusa) – O líder do maior partido da oposição timorense, a Fretilin, criticou hoje a decisão “extrema” da junta militar de Myanmar expulsar o encarregado de negócios de Timor-Leste, vincando que toda a liderança é consistente na defesa dos mesmos princípios.
“A questão da junta militar não participar nas reuniões da ASEAN demonstra que é a junta que está a excluir Myanmar da ASEAN e por isso mesmo a nossa posição é coerente”, disse à Lusa o secretário-geral da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin), Mari Alkatiri.
“Queremos ser membro da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) mas não queremos trair os valores e princípios pelo que lutamos, a afirmação de liberdade, paz, democracia e respeito pelo Estado de direito e pelos direitos universalmente reconhecidos”, considerou.
Alkatiri, contactado telefonicamente em Lisboa, onde se encontra em visita, reagia à decisão da junta militar do Myanmar (antiga Birmânia) ordenar a expulsão do encarregado de negócios de Timor-Leste, em protesto com posições recentes das autoridades timorenses sobre aquele país.
“O Ministério dos Negócios Estrangeiros em nome do Governo da República da União de Myanmar pede ao encarregado de negócios da embaixada da República Democrática de Timor-Leste, senhor Avelino Fernandes Ximenes Pereira, para deixar o Myanmar o mais tardar até 01 de setembro”, refere-se numa nota da diplomacia daquele país a que a Lusa teve acesso.
Na nota de duas páginas, a junta militar aponta o que considera ser vários atos cometidos pelas autoridades timorenses, incluindo referências à situação no país pelo Presidente da República timorense, José Ramos-Horta.
Alude ainda a declarações do primeiro-ministro Xanana Gusmão que a 03 de agosto disse que Timor-Leste poderia não aderir à Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) se o organismo regional for incapaz de encontrar uma solução para o conflito no Myanmar.
“Enquanto for primeiro-ministro não entra na ASEAN se a ASEAN não convence a junta militar, se não encontrar uma solução. Somos uma democracia . Podemos ter problemas, mas não há golpes de Estado, há respeito pelas eleições presidenciais e parlamentar, mostrando ao mundo que nós temos uma cultura democrática”, disse Xanana Gusmão na altura.
Esses comentários levaram o Governo de Myanmar a convocar o encarregado de negócios, para um voto de protesto a 15 de agosto.
“As declarações imprudentes e irresponsáveis do primeiro-ministro não são apenas prejudiciais par a manutenção das relações bilaterais entre Myanmar e Timor-Leste, mas também negligenciam de forma grosseira os contínuos ataques violentos do grupo terrorista chamado de Governo de Unidade Nacional (NUG)”, refere a nota datada de 25 de agosto.
Mari Alkatiri disse que a posição de Timor-Leste demonstra coerência e respeito pelos “princípios e valores e convenções internacionais que o país ratificou”, considerando a decisão de expulsão uma “posição extrema”.
E considera que a decisão de expulsão “só veio comprovar que o regime não entendeu a posição de Timor-Leste, expressa pelo primeiro-ministro”.
O líder da Fretilin disse que Timor-Leste mantém, há décadas, a vontade de ser membro da ASEAN – organização regional de que Myanmar faz parte e onde Timor-Leste tem estatuto de observador – e que todos devem compreender a posição do país, vincada na sua própria história.
“Nós, os líderes de liberação nacional, viemos de uma luta muito difícil, mas conseguimos rapidamente entender-nos com o Governo indonésio, reconciliamo-nos com a Indonésia, depois deste prolongado conflito de 24 anos demonstrado sentido de Estado”, afirmou.
“Isso foi uma demonstração de coerência e consistência do nosso lado de que questões do passado, ainda que pendentes, não são de conflito e problemas. E acho que toda a ASEAN deve compreender isso”, afirmou.
ASP // SB
Lusa/Fim
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covid longo

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Mais de 3 anos após o início da pandemia da COVID-19, as evidências sugerem que a infecção por SARS-CoV-2 pode levar a sequelas pós-agudas em vários órgãos, com aumento do risco de distúrbios cardiovasculares, neurológicos, mentais, metabólicos (diabetes e dislipidemia), renais e gastrointestinais. Estes riscos aparecem entre meses a 1 ano, após a infecção.
No estudo “Sequelas pós-agudas de COVID-19 aos 2 anos”, de Benjamim Bowe, Yan Xie & Ziyad Al-Aly, publicado na “Nature Medicine” (21.08.2023), envolvendo 138818 indivíduos com COVID-19 e 5985227 indivíduos sem infecção conhecida por SARS-CoV-2, estimou-se o risco de morte pós-infecção aguda, hospitalização e de 80 sequelas pré-especificadas, em 5 períodos de tempo, e cumulativamente em 2 anos.
Os resultados mostram que nas pessoas que não foram hospitalizadas na fase aguda da infecção por SARS-CoV-2 (a maioria), o risco de morte torna-se “não estatisticamente significativo” ao fim de 6 meses (horizonte de risco: 3–12 meses), mas o risco de hospitalização permanece elevado até aos 19 meses, após a infecção.
Por outro lado, o risco de morte e hospitalização permanece estatisticamente elevado durante os 2 anos de acompanhamento, nos que foram hospitalizados na fase aguda da infecção por SARS-CoV-2. Em geral, os resultados mostram que quem esteve internado por COVID19 tem de ter um acompanhamento médico mais intenso.
Aos 2 anos, o risco de sequelas permaneceu elevado em 31% dos indivíduos não hospitalizados, e em 65% dos hospitalizados.
No grupo não-hospitalizado, o risco de 24 sequelas permaneceu elevado, incluindo gastrointestinais, músculo-esqueléticas e neurológicas, sugerindo um horizonte de risco mais duradouro nestes órgãos. Nos indivíduos hospitalizados o risco de morte, hospitalização e de 50 sequelas (representando todos os sistemas de órgãos) permaneceu elevado de forma “estatisticamente significativa” durante 2 anos – confirmando o caminho difícil e prolongado para a recuperação naqueles cuja doença foi grave o suficiente para haver hospitalização, na fase aguda da infecção.
Medidas para reduzir o risco de sequelas pós-agudas e a longo prazo em pessoas com infecção por SARS-CoV-2 devem continuar a ser a base da política de saúde pública. Reduzir o risco de infecção e de transmissão pode ser uma via estratégica crítica para reduzir o risco de “perda de saúde” a longo prazo nas populações.
Para os que têm sequelas o estudo fornece uma caracterização temporal do risco de 80 sequelas, e pode ser útil para se saber que tipo de cuidados as pessoas podem precisar, e em que momento da trajetória da doença, assim como para o planeamento da capacidade do sistema de saúde. A “perda de saúde” não afecta apenas os pacientes e a sua qualidade de vida: contribui também para um declínio na esperança de vida, e pode afectar a vida no trabalho, a produtividade económica e o bem-estar social.
A descoberta de que o SARS-CoV-2 leva a efeitos pós-agudos e de longo prazo na saúde deve ser enquadrada no contexto mais amplo de doenças crónicas associadas a infecções – de que infecções (virais e não virais) podem levar a doenças pós-agudas e crónicas, e de que provavelmente há um nexo bidirecional entre doenças não transmissíveis e doenças infecciosas, em que as doenças não transmissíveis aumentam o risco de infecção, e de resultados adversos após a infecção, e de que uma infecção viral pode levar ao surgir de novas doenças não transmissíveis.
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Já se percebeu que os principais sinais e sintomas da Omicron EG.5.1, são: dor de garganta, corrimento ou congestão nasal, espirros, tosse com ou sem expectoração, dor de cabeça, voz rouca, dores musculares e olfacto alterado. Ou seja, a dificuldade respiratória, a perda do olfacto e a febre parecem não ser os principais sintomas. Então porque é que vemos doentes com COVID19 com febre, sintomas gástricos, olfacto alterado…?
PORQUE EXISTEM DIFERENTES VARIANTES EM CIRCULAÇÃO. Por exemplo, na França, a nova variante EG.5.1, “Eris” (34%) aumentou rapidamente em Julho e já é a dominante, acima da XBB.1.9. “Hyperion” (22%), da XBB.1.16. “Arcturus” (14%) e da XBB.1.5. “Kraken” (14%).
Além disso, uma parte dos pacientes é assintomática, embora com as mesmas consequências no seu corpo, a curto, médio ou longo prazo, de alguém com sintomas.
A agravar o cenário, a OMS está a analisar se uma nova variante, a BA.2.86, é uma variante preocupante – a classificação de risco mais elevada. Se for o caso, ser-lhe-á atribuído um nome grego; o próximo da lista é “Pi”.
Felizmente o uso de máscaras FFP2-3, em conjunto com todas as outras medidas elencadas na passada semana, continuam a ser eficazes.
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O parlamento açoriano impôs no dia 16 de Fevereiro deste ano uma recomendação ao Governo Regional dos Açores, no sentido de criar a “Via Covid Longa”, para atender os utentes do Serviço Regional de Saúde que, reunindo critérios de referenciação definidos pelas autoridades de saúde para a condição pós-Covid-19, em resultado de investigação inicial em Cuidados de Saúde Primários, sejam encaminhados para consulta de especialidade hospitalar, no prazo máximo de 12 semanas.
Na apresentação desta iniciativa o deputado Rui Martins (do CDS-PP) salientou que “o impacto directo da COVID-19 não se limita aos casos agudos da doença e às mortes relacionadas”, “inclui também efeitos a longo prazo da doença ou do seu tratamento”. O deputado aludiu à definição de caso clínico de “Condição pós-COVID-19”, publicado em outubro de 2021 pela OMS, descrevendo que “ocorre em indivíduos com histórico de infecção provável ou confirmado por SARS-CoV-2, geralmente 3 meses após o início do COVID-19, com sintomas que duram pelo menos dois meses e que não podem ser explicados por um diagnóstico alternativo.”
No texto da iniciativa pode ler-se que “a Condição pós-COVID-19 é imprevisível e debilitante e pode levar a problemas de saúde mental, como ansiedade, depressão e sintomatologia pós-traumática”, podendo ter “um sério impacto na capacidade de uma pessoa retornar à vida familiar e comunitária após a fase aguda da doença, incluindo o retorno ao trabalho e a participação em outras atividades”.“Os sintomas também podem flutuar ou recair ao longo do tempo”.
Fundamental, “para evitar danos e progredir na recuperação”, é que seja fornecida ao utente uma “reabilitação multidisciplinar personalizada e específica”. Foi com base nesse pressuposto que se delineou aquela recomendação ao Governo Regional, visando reforçar a importância de “definir estratégias e linhas orientadoras de abordagem, investigação e intervenção”. Da mesma forma, o Grupo Parlamentar do CDS-PP entendeu que “a sensibilização e formação dos Profissionais de Saúde é essencial para atingir o objetivo de um diagnóstico precoce”, motivo pelo qual também foi recomendado ao Governo Regional que promovesse oportunidades nesse sentido, de forma a agilizar os procedimentos necessários a uma implementação eficiente da medida.
Bem-haja quem propõe acções preventivas que protegem a saúde das populações, sobretudo quando a ignorância força a desvalorização daquilo em que o tempo já mostrou a ponta do icebergue, vislumbrando-se já a dimensão do que aí vem.
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(Diário dos Açores de 25.08.2023)
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Saúde Pública para Epidemiologistas doutorados pelas redes sociais