António Costa em Angola. Assinados 13 instrumentos de reforço da cooperação

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O primeiro-ministro está em Angola para uma visita oficial de dois dias, a convite do presidente da República, João Lourenço. Esta segunda-feira de manhã, foram assinados 13 instrumentos jurídicos para aumentar a cooperação estratégica e reforçar a linha de crédito entre Portugal e Angola, de 1.500 milhões de euros para dois mil milhões.

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Depósitos a prazo. Taxa média paga pelos bancos sobe para 1,03%

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A taxa de juro paga pelos bancos no depósitos a prazo ultrapassou um por cento, o que aconteceu pela primeira vez em oito anos. Mesmo assim, fica muito abaixo dos 2,5 por cento de juro pagos pela nova série dos certificados de aforro.

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Governo sob críticas da oposição. Nova série de certificados de aforro à venda

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Começa a ser comercializada esta segunda-feira a nova série de certificados de aforro. A série F surge depois da suspensão da série E, na passada sexta-feira. Os títulos passam de um prazo máximo de dez para 15 anos e a taxa de juro baixa dos 3,5 para os 2,5 por cento.

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Depressão Óscar. Ilha da Madeira em alerta vermelho

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Na tarde desta segunda-feira, a costa sul e as regiões montanhosas da Ilha da Madeira entram em alerta vermelho. A passagem da depressão Óscar traz chuva e vento fortes.

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Mau tempo em Trás-os-Montes deixa rasto de destruição e prejuízos elevados

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No domingo, duas aldeias de Macedo de Cavaleiros foram fortemente atingidas. Uma chuva intensa e repentina provocou uma enxurrada que inundou casas e estabelecimentos comerciais, sendo os prejuízos elevados.

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Em defesa do Serviço de Saúde público dos Açores

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[Artigo publicado no Diário dos Açores de 02.06.2023]
Saúde Pública e Saúde do público, semana a semana (8): Salvar o Serviço de Saúde (público)
✅ Os dados da semana: como salvar o SRS?
“Os britânicos têm mais orgulho no seu sistema de saúde do que na monarquia, mas quando o serviço nacional de saúde (NHS) inglês completar 75 anos em Julho, o ambiente não será de comemoração.” Este é o cerne de um artigo no Economist, que é o mote para uma breve análise ao Serviço Regional de Saúde (SRS) dos Açores.
Durante a pandemia, o povo aplaudia o NHS. Agora ataca-o. 2,5 milhões de britânicos estão sem trabalho, porque estão doentes. Os funcionários do NHS saem em massa. Os indicadores de saúde do Reino Unido mostram algumas das piores taxas de sobrevivência para o cancro. A lista de espera nos hospitais, na Inglaterra, ultrapassa os 7 milhões, levando muitos a esperar meses, anos, pelo alívio do seu sofrimento.
Combater as listas de espera deve ser prioritário, em qualquer sistema. Como se fez, por exemplo, no Hospital de Ponta Delgada, quando em 2021 e 2022 o número de crianças que aguardava – há mais de 1 ano – uma cirurgia de “otorrino” baixou 83%, ou quando as que aguardavam uma Cirurgia Pediátrica baixou 52%. Reduções notáveis, e que aliviaram – em muito – o sofrimento das nossas crianças. E dos seus pais.
Quando algo está mal, reformas ousadas parecem ser tentadoras. No Reino Unido há quem queira reformular o modelo de financiamento do NHS, passando de um sistema financiado pelos impostos para um sistema de seguro social, ao exemplo de França ou Alemanha.
A receita para salvar o Serviço de Saúde público requer radicalismo, mas simples: transformá-lo daquilo em que se tornou – um serviço de assistência à doença – para aquilo que o seu nome prometia – um serviço de saúde. Na prática, uma mudança no seu foco: passar dos hospitais para a comunidade, do tratamento para a prevenção, do “incentivo aos actos” para o “incentivo a melhores resultados”.
Veja-se o que acontece por cá: se uma determinada produção (consulta/ cirúrgica/ exames) for baixa, a lista de espera aumenta; se uma lista de espera aumenta procuram-se soluções extra para a reduzir. Como?
Pagando mais, para que haja mais produção, muitas vezes a quem em horário “normal” tem uma produção insuficiente face às necessidades.
Ou seja, em tese, pode haver “interesse” em que a lista cresça, pois isso permitirá incentivos financeiros para a sua redução… paradoxal, não é…?
Na Inglaterra o sector da saúde absorve a maior parte do orçamento: por cada libra que o Estado gasta (em serviços públicos), 38 pence vão para o NHS. Nos Açores calcula-se que andará pelos 40%. E isto tende a aumentar:
Nos próximos 25 anos o número de britânicos com 85 anos (ou mais) duplicará. Ademais, o NHS é o maior empregador individual da Europa; e aqui veja-se o paralelismo com os Hospitais e Centros de Saúde nos Açores, também eles dos maiores empregadores em cada ilha.
Afinal, onde é que o (nosso) dinheiro é gasto? A resposta, quer no NHS, quer no SRS, resume-se numa palavra: hospitais.
Os gastos com a saúde pública e a solidariedade social caíram, em termos reais, na última década. A parcela de gastos no NHS alocada aos cuidados primários (e comunitários) caiu, mesmo antes da pandemia; a parcela para os hospitais subiu para quase dois terços.
Isto não faz qualquer sentido! Um sistema centrado nos hospitais está projectado para tratar as pessoas, depois de elas ficarem doentes. “Isto equivale a comprar mais extintores de incêndio, e a desmontar os alarmes de fumo”, refere o Economist, numa imagem feliz.
A maioria dos gastos com saúde e solidariedade social vai para o tratamento de doenças crónicas, como a diabetes ou a hipertensão. Doenças que devem ser tratadas pelos próprios pacientes, nas suas casas e com o apoio da medicina geral, e outros especialistas, na comunidade.
Recentrar os cuidados de saúde, dos hospitais para as comunidades, significa focarmo-nos na prevenção: manter as pessoas saudáveis, pelo máximo tempo possível. O estado de saúde de um país, de uma Região, depende essencialmente dos factores socioeconómicos, da genética e do comportamento individual. Veja-se a obesidade: um paciente obeso custa ao NHS o dobro a tratar, do que um que não o é. Há que enfrentar o problema antes que o obeso apareça na cama de um hospital, por exemplo, fazendo uso eficaz dos novos medicamentos anti-obesidade.
As promessas dos políticos são em “número de novos hospitais”, ou “mais médicos”. Métricas baseadas em “actos” encorajam os hospitais a gastar milhões em tratamentos. Ora, o financiamento deveria antes centrar-se nos resultados em saúde.
Há poucos dias Sir Keir Starmer, líder do Partido Trabalhista, falou na necessidade de “mudar o foco, dos cuidados intensivos para os cuidados crónicos”. A pandemia covid-19 demonstrou a força da tecnologia para alcançar as pessoas mais rapidamente, desde as campanhas de vacinação direccionadas até às consultas online.
Urge uma mudança radical de mentalidade, começando pelos políticos. Profissionais de saúde na comunidade e bombas de insulina são menos atraentes, nas campanhas eleitorais, do que anunciar “cirurgiões cardíacos” ou “edifícios novos”.
Alguns políticos julgam-se “solucionadores de crises”, seja das urgências hospitalares, ou das reivindicações salariais das classes profissionais… Mas, a resolução destas crises não salvará nem o NHS, nem o SRS. Só trará uns “minutos de silêncio”.
Os serviços de saúde públicos podem ser salvos, mas apenas se quem os administra considerar que o seu trabalho é manter os cidadãos saudáveis, em casa, e não tratá-los em enfermarias. Apostar em salvar vidas, e não em salvar as suas carreiras políticas.
✅ A Ciência da semana: não esquecer tudo aquilo que aprendemos nos últimos 3 anos.
Já todos ouviram falar de casos de COVID-19 antes da vacinação, em que as pessoas tiveram sintomas leves, sobretudo jovens. Porém, após a infecção, alguns desenvolveram miocardite – inflamação do músculo cardíaco. A maioria recuperou. Mas, muitos desenvolveram problemas cardíacos, após a infecção por COVID-19.
Desde o início da pandemia da COVID-19, as mortes por ataque cardíaco, em todos os grupos etários, tornaram-se mais frequentes nos EUA, de acordo com um estudo do Hospital Cedars Sinai, de Los Angeles.
O grupo etário mais atingido foi o entre os 25 e os 44 anos, com um aumento relativo de 29,9% nas mortes por ataque cardíaco, nos primeiros dois anos da pandemia (ou seja, o número de mortes por ataque cardíaco foi 30% maior do que o previsto). Os adultos entre os 45 e os 64 anos tiveram um aumento relativo de 19,6% nas mortes por ataque cardíaco, e os com 65 anos ou mais tiveram um aumento relativo de 13,7%.
Cerca de 4% das pessoas que tiveram COVID-19, estima-se, desenvolverá um problema cardíaco. Parece um número pequeno, mas realmente não o é, se pensarmos no número de pessoas que teve COVID-19. Além disso, o risco de desenvolver COVID longo, incluindo problemas cardíacos, aumenta a cada infecção por COVID-19. Há que continuar a estar atento.
✅ A homenagem da semana: à Unidade de Saúde da Ilha do Corvo
A Unidade de Saúde da Ilha do Corvo vai disponibilizar contentores individuais a todos os diabéticos da Ilha do Corvo, para que neles possam depositar os resíduos criados pelo controlo e tratamento desta doença, que atinge cerca de 15% da população. Lancetas, tiras reactivas e agulhas usadas diariamente pelos utentes com Diabetes Mellitus, já que não acabarão assim no lixo doméstico. Fantástica medida.
Mário Freitas, médico consultor (graduado) em Saúde Pública, com a competência médica de Gestão de Unidades de Saúde
Em defesa do Serviço de Saúde público dos Açores
Em defesa do Serviço de Saúde público dos Açores
Saúde Pública nos tempos de pazadas de Epidemiologistas
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Maria Das Neves Baptista, Suzete Câmara and 192 others

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Depressão Óscar no grupo oriental dos Açores com chuva e vento fortes a partir das 21:00 – Jornal Açores 9

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A depressão Óscar deverá afetar, com maior intensidade, o grupo Oriental dos Açores, a partir das 21:00 de hoje, com previsões de chuva forte e rajadas de vento que poderão atingir os 130 quilómetros por hora, informou o IPMA. Segundo um comunicado da delegação Regional dos Açores do Instituto Português do Mar e da Atmosfera […]

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as roqueiras (foguetes) do meu descontentamento

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499 as roqueiras (foguetes) do meu descontentamento 4.6.2023

 

Há tradições e tradições, e se bem que, de uma forma geral, apoie e sustente a sua preservação, tenho de admitir que com o passar dos anos, e séculos, fruto da ecologia e outras ciências, algumas dessas tradições estão condenadas e devem ser abolidas ou modificadas.

Refiro-me a uma recente proposta do partido PAN para acabar com o ruído, eliminando as roqueiras e morteiros (foguetes ou petardos) ou substituindo-as por outras silenciosas. Raramente estou de acordo com o PAN e seus extremismos, mas dei comigo a aplaudir a proposta.

É a partir de maio e até finais de setembro que o tormento surge. Estamos na época do Espírito Santo e não só nesta festa, mas em todas as ocasiões (e elas parecem ser semanais) há as roqueiras (os tradicionais foguetes ruidosos) que impedem qualquer descanso, assustando animais e humanos a qualquer hora do dia e da noite. Costumo dizer que se eu mandasse …. nunca mais acendiam nenhum foguete…

Qualquer festa, festarola ou celebração (até no desporto futeboleiro) vem sempre acompanhada de foguetes estrelejando nos céus com o seu caraterístico bum, que ainda hoje ninguém me conseguiu explicar para que servem.

Já tentei entender se tem a ver com frustrações edípicas ou outras, com sexualidades reprimidas ou quejandas mas nada descortinei que as pudesse explicar, de forma satisfatória.

Além do inconveniente para tímpanos mais sensíveis, há o desassossego de animais domésticos e outros que entram em pânico com o barulho, como há anos observamos cá em casa.

Depois, há o incumprimento das normas e horários. Quando interrogo algum dos nativos logo me respondem “isto não é a cidade, senhor”. Começam normalmente pelas 07 da matina e vão até bem depois da meia noite, à revelia de posturas municipais, e outras leis que definem o período em que podem ser lançados tais foguetes.

Ecoam como canhões, desde manhã cedo até noite adiantada rompendo o silêncio do descanso da madrugada. As roqueiras ao contrário do fogo de artificio são só barulho sem cores nem desenhos elaborados riscando os céus.

Os açorianos primam pelo desconhecimento e incumprimento de normas de segurança, em geral. É vê-los de cigarro na boca, a acendê-lo na ponta do rastilho e lançar o projétil ao ar. Parecem crianças com um brinquedo, deveras perigoso, mas a irracionalidade de os lançar a qualquer hora confunde-me e irrita-me.

Sei que somos poucos, uma minoria talvez de descontentes com esta tradição, a precisar de leis e normas e fiscalização para se acabar com este flagelo auditivo nas suas múltiplas vertentes de perigo além do inconveniente estrondo.

Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713 [Australian Journalists’ Association – MEEA]

drchryschrystello@journalist.com,

Diário dos Açores (desde 2018)/ Diário de Trás-os-Montes (2005)/ Tribuna das Ilhas (2019)/ Jornal LusoPress, Québec, Canadá (2020)/ Jornal do Pico (2021)

 

 

 

Morreu Maria Helena Camacho Correia, primeira portuguesa a lecionar numa universidade venezuelana

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A empresária madeirense Maria Helena Camacho Correia, conhecida por ser a primeira portuguesa a dar aulas numa universidade venezuelana, morreu este sábado em Caracas, vítima de doença prolongada, disse fonte familiar à Lusa.

Source: Morreu Maria Helena Camacho Correia, primeira portuguesa a lecionar numa universidade venezuelana

“MULHER TRANS” NA PRISÃO DOS HOMENS

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“MULHER TRANS” NA PRISÃO DOS HOMENS
Sociedade trans a transitar de Sujeito para Objecto e dos Direitos de Maiorias para os das Minorias
Embora ele tenha mudado legalmente o seu género de ele para ela, teve de cumprir a sua pena numa prisão masculina. O Tribunal Distrital de Estocolmo, Dinamarca, justificou a decisão fazendo a observação que, de outra forma, “o/a” prisioneiro/a seria “um risco de segurança grave para as presidiárias”. A “senhora” legal de 62 anos está presa por violações graves. Tinha mudado o seu sexo natural para o sexo legal quando se encontrava numa prisão em 2015, sem ser operado.
Já tinha havido um caso semelhante na Escócia, onde a primeira-ministra, Nicola Sturgeon, em meados de fevereiro de 2023 teve que renunciar ao cargo devido ao seu envolvimento na legislação do género (Mudança de condição civil em caso de identidade de género diferente) tendo-se Nicola Sturgeon deparado com um caso em que o/a criminoso/a (Isla Bryson) como homem estuprou duas mulheres – e deveria cumprir a sua pena numa prisão feminina.
Pelos vistos, o futuro modernista europeu abre infinitas perspectivas sem atender à natureza nem considerar as consequências do que pensa e faz! Em breve, certamente, teremos muitas mulheres trans no desporto feminino (até que a manipulação tecnológica das características herdadas geneticamente sejam totalmente desumanizadas!!)
Encontramo-nos numa sociedade de puberdade tardia, uma sociedade trans a transitar dos direitos da maioria em favor dos direitos das minorias, quando a nível de respeito e de moral bastaria o princípio do respeito pela pessoa humana quer de minorias quer de maiorias sem que umas se imponham às outras.
Os partidos, na falta de soluções colam-se a todas as exigências novas na esperança de ganharem adeptos e ao mesmo tempo colocam-se ao serviço de agendas tendentes a destruir valores culturais e que criam consciências generalizadas. Fazem-no mais intensamente na Europa e em sociedades ocidentais porque esta cultura está à disposição de interesses obscuros na espectativa de que, no futuro, quem determina a marcha da história já não será a Europa/América, mas sim a Ásia; por isso as elites anónimas da globalidade já vão preparando o caminho doutrinal a nível antropológico e sociológico. Isto dá-se especialmente na civilização de reminiscências cristãs porque é aquela em que o valor da pessoa humana oferece mais resistência às tendências de supremacia dos governantes e de impor a máquina sobre o homem. Quer-se uma sociedade só de direito em que a pessoa humana não é carne nem é peixe para assim se poder abafar tudo o que é manifestação de vida própria. Planeia-se que a lei substitua a moralidade no sentido de se realizar uma sociedade sem transcendência, uma sociedade mecanicista meramente pragmática/secular. Esquece-se que o respeito pelos outros e seu povo é uma parte essencial da ética de tradição europeia que se encontra em concorrência com outras culturas e tudo o que não sirva o ser humano é trovoada mais ou menos longa que aparecerá e desaparecerá de tempos a tempos.
As novas elites mundiais querem emancipar os povos da moral e dos costumes tradicionais (e em especial do mundo cristão) para criarem uma ética racional de laboratório centralista fácil de impor e de manipular através de tecnologias e de uma política adequada de informação com o fim de substituir a moral por leis obrigatórias implementadas por agendas anónimas vinculativas! Com a ideologia da globalização o ser humano deve ser preparado para se tornar pouco a pouco num robot da Inteligência Artificial nas mãos de uma pequena elite!
Nesta perspectiva, em vez de se desenvolver o humano através de valores éticos pessoais agrilhoámo-lo a leis dúbias.
Uma sociedade trans a transitar dos direitos da maioria para os das minorias revela-se como um tempo de exercício preparatório para a transação de uma sociedade humanista (de sujeitos) para uma sociedade de artificialidade tecnológica (de objectos).
Por mais legítimos que sejam os direitos evidentes das minorias para as minorias, o ativismo manifesto actualmente a nível global parece ter por trás a intenção de passar de uma sociedade razoavelmente humana para uma sociedade puramente artificial. Urge resistir aos indícios para que o caracter humano não se perca. Prioritário seria certamente começar por canalizar todos os esforços de pessoas e iniciativas no sentido de se aperfeiçoar a pessoa e suas instituições sociais.
António CD Justo
“MULHER TRANS” NA PRISÃO DOS HOMENS
ANTONIO-JUSTO.EU
“MULHER TRANS” NA PRISÃO DOS HOMENS
Sociedade trans a transitar de Sujeito para Objecto e dos Direitos da Maioria para os das Minorias Embora ele tenha mudado legalmente o seu género de ele para ela, teve de cumprir a sua pena
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China é um verdadeiro amigo para países do Terceiro Mundo, diz presidente do Timor Leste

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O presidente do Timor Leste, José Ramos-Horta, disse no dia 4 que a China é um grande país responsável e um verdadeiro amigo para os países do Terceiro Mundo.

Source: China é um verdadeiro amigo para países do Terceiro Mundo, diz presidente do Timor Leste

Argumentista de “Rabo de Peixe”: “Os locais contaram-nos muitas histórias exageradas” – NiT

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Autor de vários romances, tem formação jornalística e chegou mesmo a trabalhar como editor literário. Entre crónicas e livros, virou-se também para as séries e filmes. As suas criações já tinham até chegado à Netflix, através de “Até Que a Vida Nos Separe”, que embora não se tratasse de um original da plataforma, acabou por … Continued

Source: Argumentista de “Rabo de Peixe”: “Os locais contaram-nos muitas histórias exageradas” – NiT

Portugal é dos países que pagam piores juros – Economia – Correio da Manhã

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Informação do Banco de Portugal mostra que o País tem uma das taxas mais baixas, só ultrapassado pelo Chipre.

Source: Portugal é dos países que pagam piores juros – Economia – Correio da Manhã