Teatro de Giz defende reforço dos apoios para a cultura nos Açores – Açoriano Oriental

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O Teatro de Giz, na Horta, defendeu um reforço dos apoios para a cultura nos orçamentos regionais e municipais, a propósito dos 25 anos da instituição, que contará com um ‘workshop’, uma peça e um concerto.

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Açores evidenciam taxas de consumo de drogas e de toxicopendência preocupantes no contexto nacional – Açoriano Oriental

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O Açoriano Oriental, fundado a 18 de Abril de 1835, é um título de referência no panorama da imprensa regional portuguesa em geral e açoriana em particular. Pautando desde sempre pelo rigor da sua informação, o Açoriano Oriental é um jornal de qualidade que pratica um jornalismo de proximidade que coloca como protagonista o interesse dos leitores. É também um importante difusor de publicidade nos Açores, em particular na ilha de São Miguel, a maior e mais populosa ilha do arquipélagoO Açoriano Oriental integra a Global Media Group, um dos maiores grupos de media em Portugal, com presença nos sectores da imprensa, rádio e televisão, para além de gerir um diverso conjunto de participações em empresas com actividade na área da publicidade, comunicação multimédia, produção de conteúdos e design.

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O estranho acidente que impediu que Portugal e Espanha fossem um único país | VortexMag

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portugal a nova estatuária é grotesca

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Simplesmente grotesca esta estátua de António Guterres!
Não me pronuncio sobre o montante oferecido ao “escultor” pela “obra de arte” que ficará em Vizela para a posteridade. É verdade que há gostos ”à la carte”! Confio, contudo, nos gostos educados! O gosto educa-se. Todos os dias! Como? Vendo, e tentando compreender, muitas, muitas manifestações artísticas, principalmente aquelas que vão resistindo à erosão do tempo e que, por isso, se vão da lei da morte libertando…
May be an image of monument
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Jorge Andrade Martins

E va la que não se vê à altura das calças….
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Um relâmpago produziu um mineral nunca antes encontrado na Terra

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Sob as condições certas, um material pode transformar-se noutro. O carbono, sujeito a uma determinada pressão e calor, torna-se um diamante.

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não estão no cv escolar

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RESPOSTA A UMA EX-ALUNA MINHA QUE, DA FINLÂNDIA, FICOU PERPLEXA COM O QUE NÃO ESTÁ NOS CURRICULA DE PORTUGUÊS:
“Ana Do Carmo
Não estão no currículo do português desde há 30 anos (e a maioria nunca esteve):
Sá de Miranda
Bernardim Ribeiro
Diogo Bernardes
Os barrocos (de Armando Barbosa bacelar a Jerónimo baía, de António de Vasconcelos a Jerónimo corte-real, até a poetas como Gregório de Matos ou Rodrigues Lobo…),
Prosa de Manuel Bernardes
Prosa didáctica de D. Duarte, poetas do Cancioneiro Geral, os neoclássicos Cruz e Silva, Correia Garção, Nicolau Tolentino;
Marquesa de Alorna
Soror Mariana Alcoforado,
Fr. Agostinho da Cruz,
Pré-românticos como Filinto Elísio,
Bocage,
Românticos como Herculano, Garrett (o poeta das Folhas Caídas),
NENHUM DESTES AUTORES SÃO ESTUDADOS EM PORTUGAL. IGNORA-SE OLIMPICAMENTE AS IDEIAS, OS ESTILOS, A HISTÓRIA, OS HÁBITOS CULTURAIS, A EVOLUÇÃO DA LÍNGUA…
Mais:
Do século XX não se estudam jamais:
RAUL BRANDÃO
CAMILO PESSANHA (1 ou 2 poemas no 9º ano. E basta.)
MÁRIO DE SÁ-CARNEIRO
IRENE LISBOA
VITORINO NEMÉSIO
JORGE DE SENA
JOSÉ GOMES FERREIRA
MÁRIO DIONÍSIO
CARLOS DE OLIVEIRA
MÁRIO CESARINY
ALEXANDRE O’NEILL
NATÁLIA CORREIA
ANTÓNIO RAMOS ROSA
DAVID MOURÃO-FERREIRA
HERBERTO HÉLDER
FIAMA HASSE PAIS BRANDÃO
LUIZA NETO JORGE
MARIA TERESA HORTA
GASTÃO CRUZ
ARMANDO SILVA CARVALHO
ALMEIDA FARIA
MARIA VELO DA COSTA
JOSÉ CARDOSO PIRES
JOSÉ RODRIGUES MIGUÉIS
URBANO TAVARES RODRIGUES
ISABEL DA NÓBREGA
MARIA ONDINA BRAGA
FERNANDA DE CASTRO
NUNO BRAGANÇA
RÚBEN A.
ASSIS PACHECO
…. Todos estes enormes poetas e ficcionistas, alguns deles, que em manuais escolares feitos por gente culta, poderiam e deveriam ilustrar os modos como a poesia e a prosa se foram fabricando, engendrando formas de interpretação do mundo; todos estes enormes autores, fazedores da língua, nunca ninguém os lerá em programas educativos feitos pelos especialistas da educação.
Mais alguns ausentes:
HÉLDER MOURA PEREIRA
LUÍS MIGUEL NAVA
ANTÓNIO FRANCO ALEXANDRE
VASCO GRAÇA MOURA
MANUEL GUSMÃO
entre tantos e tantos autores, homens e mulheres (o que seria ler Judith Teixeira!!! Ou Fátima Maldonado, ou Adília Lopes, ou a antologia da novíssima poesia portuguesa, a de Melo e Castro e a reboque disso dar a ler Ana Hatherly, ou…)
NENHUM DESTES AUTORES SERÁ JAMAIS LIDO PELOS JOVENS QUE DE HÁ 35 ANOS A ESTA PARTE FREQUENTAM O ENSINO.
TORGA?
FLORBELA?
Eram lidos por tanto adolescente…de antigamente…
Hoje???
Há que ser compreensivo, dizem.
Eles lêem no tik-tok…
Dizem que se vendem milhões de livros!!! Deve ser tudo muito bom.
Mas LITERATURA? NAH!! ISSO faz pensar…
E já lá dizia o bom Fr. Jorge do FLS:
“Esta menina pensa de mais!… Tenho medo desta criança!!”
(Garrett vê bem o obscurantismo em Portugal na figura do domínio cane Fr. Jorge…) António Carlos Cortez Letras.
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bocage viveu em damão

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DAMÃO,
Casa onde viveu Bocage
Manuel Maria Barbosa l’Hedois du Bocage (Setúbal, 15 de setembro de 1765 – Lisboa, Mercês, 21 de dezembro de 1805) foi um poeta português.
Assentou praça como voluntário em 22 de Setembro de 1781 e permaneceu no Exército até 15 de Setembro de 1783. Nessa data, mudou-se para Lisboa e foi admitido na Escola da Marinha Real, onde fez estudos regulares para guarda-marinha. No final do curso desertou, mas, ainda assim, surge nomeado guarda-marinha por D. Maria I.
Em 14 de Abril de 1786, embarcou como oficial de marinha para a Índia, na nau “Nossa Senhora da Vida, Santo António e Madalena”, que chegou ao Rio de Janeiro em finais de Junho. Fez escala na Ilha de Moçambique (início de Setembro) e chegou à Índia em 28 de Outubro de 1786.
Em Pangim, frequentou de novo estudos regulares de oficial de marinha. Foi depois colocado em Damão, mas desertou em 1789, embarcando para Macau.
+info clicar s/imagens

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