Piscina de cruzeiro transborda durante viagem e assusta passageiros; veja o momento! | Viagem | Casa e Jardim

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Navio balançou após ser atingido por onda, o que fez a água descer como uma cachoeira e inundar lojas e restaurantes

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Lengua y Costumbres de los Charruas

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LEVANTA O POVO CHARRUA!
Charruas levados como “bichos de circo” para a França
Era uma fria manhã de 1834 na bela Lyon. Enquanto a cidade amanhecia, com seus odores de pão fresco e gentes malcheirosas, um homem jovem andava ligeiro pela rua ainda vazia.
Carregava nos braços um bebê.
Vestia-se pobremente e volta e meia olhava para trás, esperando ver soldados.
Os poucos transeuntes não sabiam, mas ali ia um valente cacique charrua, chamado Tacuabé.
Carregava a filha da também charrua Guyunusa que, como ele, fora aprisionada na região da Banda Oriental (hoje Uruguai), e remetida a Paris, como um bicho raro.
Eram quatro os índios levados para a França: Tacuabé, de 23 anos, Vaimaca, um velho cacique, Senaqué, um conhecido pajé charrua e Guyunusa.
Obrigados a se apresentarem em circos pelos arredores de Paris, sofrendo maus tratos e saudosos de sua terra, os charrua foram morrendo um a um.
O primeiro foi Senaqué, que definhou de tristeza, depois o velho Vaimaca.
Guyunusa, com pouco mais de 20 anos, tomada pela tuberculose, morreu em Lyon, deixando um bebê que se acredita fosse filha de Vaimaca.
Obteve de Tacuabé a promessa de que a garota haveria de ser livre.
E assim, tão logo ela fecha para sempre os olhos, o jovem charrua decida escapulir do circo, levando com ele a menina.
Os historiadores nunca acharam o rastro do cacique e da menina charrua, mas, se sobreviveram é possível que hoje o sangue charrua também corra em alguma família aparentemente francesa.
Porque se ser charrua é ser valente, não há dúvidas de que Tacuabé conseguiu garantir a vida, dele e da menina, naqueles longínquos e tristes dias.
Quem eram os Charruas?
Corria o ano de 1513 quando Juan de Solis chegou ao Rio da Prata e isso marcaria para sempre a vida dos povos que ali viviam desde há séculos.
O povo charrua era uma gente aguerrida que habitava as pradarias do que hoje é o Uruguai, a pampa argentina e parte do Rio Grande do Sul. Chamado de vale do rio Uruguai essa era uma região de coxilhas e muitas pradarias, espaço de ventos intensos tanto no verão como no inverno.
Além da gente charrua e do povo minuano, dividiam o espaço as capivaras, ratos do banhado, pecaris, veados, jaguatiricas e o mítico ñandu (a ema).
Já em 1526, o espanhol Diego Mogger relata em suas cartas sobre esses indígenas que eram vistos de longe, observando e sendo observados bem na entrada do Rio da Prata. Os espanhóis descreviam os charrua como uma gente moreno-oliva, de estatura média, pomo de adão saliente, dentes bons, rosto largo, boca grande e lábios grossos.
Os homens usavam cabelo bem comprido, muito lisos, e tinham por costume amputar um dedo da mão.
Já os minuano eram um pouco mais baixos, de fala baixa, melancólicos e igualmente acobreados.
Durante todo o processo de ocupação do território do que hoje é o sul da América Latina eles se mantiveram à distância, porque seu espaço era o interior e tantos os espanhóis quanto os portugueses preferiam se radicar nas margens do mar ou dos grandes rios.
Mesmo assim, desde a chegadas dos invasores muitas foram as escaramuças, principalmente com os charrua. Desde o ano de 1573 já é possível encontrar relatos de lutas com os espanhóis.
Eles viviam como grupos seminômades, em acampamentos estáveis, ora aqui, ora ali, seguindo o ritmo das estações.
Caçavam e plantavam coletivamente num território que, depois da invasão, ficou durante mais de dois séculos como fronteira não demarcada entre Espanha e Portugal.
Era visto pelos invasores como “terra de ninguém”.
Mas, ao contrário do que poderiam crer os que chegavam da Europa, aquele era um espaço já há centenas de anos ocupado não só pelos Charrua mas também pelos povos Minuano, Tapes, Chaná e até Guarani.
Ainda assim, apesar das lutas esporádicas, os originários eram ignorados.
“Sem alma”, diziam os padres.
Assim, para os europeus, Joãos e Marias ninguém.
Só que, na verdade, esses povos já tinham desenvolvido uma cultura.
Tinham uma organização comunitária e eram regidos por um conselho da aldeia.
As tarefas eram definidas, os homens caçavam e as mulheres cuidavam dos toldos que lhe serviam de abrigos.
Desenvolveram tecnologias eficazes para a caça como é o caso da boleadeiras, instrumento usado para derrubar os ñandus e bichos maiores.
Já cozinhavam a carne e produziam vasos de barro escuro, os quais serviam para uso doméstico.
Reverenciavam as forças da natureza e acreditavam na ressureição, uma vez que seus mortos eram enterrados com todos os seus objetos pessoais, para uso na outra vida. No verão andavam nus, no inverno se ungiam com gordura de peixe e usavam peles de animais.
As mulheres usavam uma espécie de fralda de algodão, hoje conhecida como xiripá, chamado por eles de cayapi.
Os homens usavam uma vincha (faixa de pano) na testa.
Toda a organização girava em torno do núcleo familiar.
Um homem quando queria se casar fazia o pedido ao pai da moça e já montava sua tenda.
A comunidade não tinha hierarquia, tampouco chefe, tudo era decidido no conselho.
Presos de guerra não eram escravizados, viravam família e se integravam na vida da comunidade.
Todo grupo tinha uma mulher velha que cuidava da saúde.
O grupo tinha por costume se reunir no cair da noite para planejar o dia seguinte, mas nada era imposto.
Era um povo livre e essa forme de viver iria, três séculos mais tarde, encantar o jovem Artigas, que seria um dos libertadores nas guerras de independência.
A ocupação espanhola
A vida dos charrua começaria a mudar radicalmente a partir de 1607 quando os espanhóis introduzem o gado bovino e equino na região e, como as pradarias não tinham fim, os animais se espalhavam chegando a gerar imensos rebanhos selvagens chamados de “cimarrón”.
Tão logo conheceram o cavalo, os charrua se encantaram com a beleza, a velocidade e a docilidade dos mesmos.
Trataram de aprender a lidar com eles e em pouco tempo era exímios cavaleiros, imbatíveis no lombo nu dos velozes cimarrón. Nas batalhas, eles se agarravam às crinas e permaneciam deitados de um lado, praticamente invisíveis aos inimigos.
Por algum motivo não sabido, charrua e cavalo passaram a ser quase como uma só criatura.
Por outro lado, foi justamente o crescimento exponencial do gado bovino o responsável pelo fim da mal arranjada paz no território charrua.
Como a carne e o couro eram artigos disputados pelo comércio da época, a região que antes era dominada pelos indígenas passa a receber levas de faeneiros (a mando dos espanhóis) e changueadores (aventureiros) que buscavam arrebanhar o gado selvagem para a venda aos ingleses. Essa mistura com a gente europeia e criolla vai enfraquecendo o já frágil domínio que os charrua tinham sobre o território da campanha.
Também é nessa época que ficam mais acirradas as relações com a gente branca que começava a adentrar para o interior, cercando terras e fazendo-as suas.
Em 1626 é a vez da chegada dos jesuítas que começam a criar missões para aldear os índios.
O objetivo era domesticar e converter.
Os guaranis foram mais suscetíveis ao discurso e a ação dos jesuítas, mas os charrua não quiseram nem saber.
Eram homens e mulheres livres, acostumados aos caminhos da pampa e não houve quem pudesse prendê-los, ainda que com discursos de salvação.
Diz a história que chegou a existir uma pequena redução charrua, em torno de 500 almas, mas não durou mais que quatro anos. Os charruas prezavam a liberdade e, acossados pela invasão branca, acabavam por realizar operações de saque nos povoados, em busca do fumo e da erva-mate. Por conta disso a relação com os colonizadores se acirrava cada vez mais. Naqueles dias começavam a surgir as estâncias, e o gado deixava de ser solto nas pradarias, sendo recolhido em grandes currais.
Assim, os animais livres escasseavam e os indígenas perdiam sua fonte de sobrevivência, passando a viver em estado de miséria. Sem terra, sem gado e sem comida, só restava o roubo.
Para os espanhóis e criollos que começaram a ocupar as terras da Banda Oriental, aquela “indiarada” começou a ser um problema e tanto.
Era preciso exterminá-los.
Foi nesse contexto que aconteceu a famosa “batalha de Yi” em 1702, quando os espanhóis decidiram encerrar a aliança que mantinham com os charrua e os minuano, e resolveram matar todo mundo.
Para isso, de forma perversa, contaram com a ajuda dos guarani, os quais já mantinham aldeados há anos.
E o resultado foi que mais de 200 charrua pereceram sob o exército de dois mil guarani. Outros quinhentos, levados como prisioneiros para as missões, foram assassinados pelos tapes, também orientados pelos jesuítas e chefes espanhóis.
Era o que os espanhóis chamavam de “limpeza dos campos”. Na metade do século muitos tinham sido passado pela faca e as mulheres e crianças mandadas a Buenos Aires e Montevidéu servindo como domésticas.
Ainda assim, vários grupos resistiram e seguiram vagueando pelos campos, vivendo de contrabando de gado e roubo.
Artigas, os charruas e a independência
São esses valentes que o jovem José Artigas vai encontrar nas cercanias das terras onde vivia com os pais, na imensidão da campanha gaúcha.
Desde bem guri ele fugia para as tolderias e aprendia com os charrua o valor da vida em liberdade.
Aprendeu suas táticas de guerra, sua cultura, sua forma comunitária de viver.
Quando então, finalmente, saiu de casa para não mais voltar, foi viver de aventuras como contrabandista de gado.
Abdicando de ser um “filho de fazendeiro” era com os irmãos charrua que ele vagueava pelos campos na única rebelião possível naqueles dias: pegar os espanhóis pelo bolso. Em 1897, quando decide entrar para o batalhão de Blandengles, Artigas já tem muito claro os seus objetivos. Inspirado por tantas lutas que assomaram contra o domínio espanhol, Artigas decide que, junto com os negros e índios – os mais explorados entre os explorados – vai comandar a luta pela independência da Banda Oriental.
E é assim que as coisas acontecem.
O soldado Artigas não é um soldado qualquer.
Ele pensa e propõe.
Tem do seu lado uma leva de homens livres que o seguem de livre vontade.
Não como um líder, mas como a um irmão. Acreditam nele e nos seus desejos de vida digna, de terra repartida, de vida comunitária. Esse legado, aprendido com os charrua, é o que vai comandar toda a proposta artiguista de libertação.
E é na valentia indígena que acontece a primeira grande batalha de Artigas, na comunidade de Las Piedras, em 1810. Armados apenas de facas, os comandados de Artigas colocam para correr os soldados bem armados da coroa.
Depois disso, são inúmeras as páginas da guerra, com Artigas e seu grupo de índios e negros, aos quais chamava de “povo de heróis”.
Com eles, praticava a política da soberania popular e da autodeterminação, gestando uma consciência de classe, de pertencimento, que se manteve firme até o massacre final. Nos acampamentos comandados por Artigas todas as coisas eram discutidas abertamente, cada soldado, cada mulher, cada ser, tinha direito a voz e voto.
Era essa gente que deliberava, Artigas apenas cumpria.
No primeiro grande êxodo, quando o povo seguiu com ele pelo lado norte do rio Uruguai, Artigas chegou a criar uma entidade sociológica, a qual dizia obedecer.
Era o “povo oriental em armas”.
Nunca traiu os seus companheiros e com eles levou a Banda Oriental à liberdade.
Mas, a história da libertação desta parte do sul do mundo tem também os seus traidores, que acabaram sendo os carrascos de Artigas e dos charrua.
Logo depois da independência, os interesses da elite criolla foram se consolidando e “aquela gente suja” que andava com Artigas acabou virando uma pedra no sapato. Ninguém queria que as ideias de reforma agrária, democracia e autodeterminação vingassem por ali.
A revolução artigista representava uma transformação radical nos métodos e práticas de governo.
A prioridade era a ação direta do povo.
As comunidades elegiam seus representantes de forma livre e era nas assembleias que se discutiam os temas relevantes da nação.
Este sistema foi cunhado como o “sistema dos povos livres”.
Pela primeira vez, depois da conquista europeia, o território voltava a ser das gentes. E a proposta defendida por Artigas era tão avançada que ele conseguia manter unidos os povos originários e os descendentes espanhóis sob o mesmo desejo: criar uma pátria nova, livre, soberana, onde cada um tivesse o mesmo poder.
Era coisa demais para as elites locais e para os que sonhavam em dominar a região, rica em carne e couro.
Foi aí que começou a se gestar o processo de destruição de Artigas e de seu povo.
Através de intrigas e difamações, o comandante é escorraçado do Uruguai, partindo para o exílio no Paraguai.
Com ele seguem dezenas de famílias charrua, decididas a compartilhar sua derrota.
Mas, outros tantos permanecem no território uruguaio e passam a ser vistos como um perigo em potencial.
Eram homens livres e não haveriam de aceitar a perda das terras e de todo o ideário construído com Artigas.
O presidente da nação recém-criada, Fructuoso Rivera decide então chamar os charrua para uma armadilha.
Corre o ano de 1831, num cálido abril, quando Fructuoso envia convites a todas as tolderias charrua para um encontro em Salsipuedes. Pede a ajuda dos indígenas para defender as fronteiras contra os portugueses.
Os charruas acorrem, solícitos, em defesa da pátria oriental, a qual aprenderam a amar como sua.
Eles chegam, armam seus toldos e esperam pelo presidente.
Ele nunca chegaria.
Durante a noite, enquanto os indígenas dormem, o exército ataca.
A ordem é matar todo mundo.
Nenhum charrua deve sair vivo.
O que se vê na manhã seguinte é um banho de sangue.
O povo charrua está exterminado.
Os poucos que restam vivos são vendidos como escravos.
A nova nação se vê livre do incômodo: o valente povo charrua que, na verdade, foi o protagonista da liberdade.
Entre os “escravos” levados para Montevidéu seguem Vaimaca, Senaqué, Tacuabé e Guyunusa, que dois anos mais tarde são levados como “bichos de circo” para a França. Subsumidos como criados e perdidos de sua liberdade o povo charrua originário do Uruguai vai se apagando, até deles não restar mais vestígios.
Alguns poucos homens que sobrevivem ao massacre de Salsipuedes, comandados pelo cacique Sepé atravessam o rio Uruguai pela cidade de Quaraí, e passam para o lado português, indo, mais tarde, se integrar às colunas do exército farrapo que iniciou a luta pela independência na região do Rio Grande do Sul.
Misturados aos minuanos e tapes, eles irão escrever páginas gloriosas no chão brasileiro, mas, igualmente derrotados, também desaparecem na poeira da história.
O Fim?
Até o final do século XX era dado como certo que o povo charrua era uma gente extinta. Dela restava só a memória daqueles anos longínquos da independência.
Mas, pouco a pouco, pessoas foram se deparando com suas raízes, descobrindo seus ancestrais.
Descendentes da gente charrua que passou para o Paraguai com Artigas, do grupo que cruzou o rio Uruguai e veio para o Brasil, dos que sobreviveram como escravos ou empregados domésticos.
A história charrua voltou a ser contada, palavras da língua original começaram a ser lembradas e a vida brotou.
O povo charrua foi assomando nos descendentes e hoje já são milhares os que se autodenominam assim.
Há uma organização do povo charrua no Uruguai e outra no Rio Grande do Sul.
Não há um território específico sendo reivindicado ainda, mas já se sabe que no início de 1900 havia um pequeno grupo fixado na região de Tacuarembó, no Uruguai, bem como atualmente há um grupo vivendo em comunidade próximo à Porto Alegre.
Para os descendentes o mais importante agora é recuperar a história.
O povo do Uruguai precisa saber que só é livre porque um dia o povo charrua se levantou em armas, junto com Artigas, e defendeu as fronteiras ajudando a criar a nação.
O povo do sul precisa saber que os charrua foram enganados, massacrados, mas ainda assim deixaram viva a sua marca.
Não é sem razão que na entrada de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, a estátua que representa a cidade é uma figura que é um misto de paisano e charrua.
O famoso “laçador”, apesar de um semblante bem paisano, aparece com o xiripá, a vincha na testa e a boleadeira, elementos típicos da cultura charrua.
E, hoje, já no século vinte e um, os charruas se levantam e se mostram.
Tanto que no dia 9 de novembro de 2007, após uma luta que já durava 172 anos, a Câmara Municipal de Porto Alegre reconheceu a comunidade charrua como um povo indígena brasileiro.
Considerado extinta pela Fundação Nacional do Índio (Funai), essa foi uma vitória fundamental.
O evento foi organizado em conjunto pelas comissões de Direitos Humanos da Câmara Municipal, da Assembleia Legislativa e do Senado Federal.
Há informações de que existem mais de seis mil charruas nos países que compõem o Mercosul.
Só no Rio Grande do Sul, são mais de quatrocentos índios presentes nas localidades de: Santo Ângelo, São Miguel das Missões e Porto Alegre.
A terrível sentença de Fructuoso Rivera não se cumpriu.
O povo que dominava todo o território da Banda Oriental não foi exterminado.
Ele vive e avança!
Fonte: Livro Lengua y Costumbres de los Charruas.🇺🇾
Professores: Sixto Perea e Alonso
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Costa anuncia aumento intercalar das pensões em 3,57% a partir de julho – Política – Correio da Manhã

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Novas medidas de apoio às famílias foram decididas esta segunda-feira em Conselho de Ministros.

Source: Costa anuncia aumento intercalar das pensões em 3,57% a partir de julho – Política – Correio da Manhã

RESERVE O SEU LUGAR NO BUNKER

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Um Bunker Gigante que pode sobreviver ao “fim do mundo” !!!
Por fora, o bunker parece nada mais do que uma porta imensa e enigmática embutida na paisagem. No entanto, o interior conta uma história completamente diferente (veja nos comentários) …
E ninguém está mais preparado para o fim do mundo do que o ex-empreiteiro Larry Hall.
Hall está genuinamente preparado para qualquer eventualidade, já que é o visionário por trás do “Survival Condo” – um abrigo subterrâneo projetado para suportar um evento apocalíptico.
(Veja outras imagens nos comentários).
Tentar escapar de um asteroide exterminador de planetas ou, finalmente, sucumbir ao aumento do nível do mar, Hall poderá passar seus dias em luxo no Kansas. Isso, é claro, supondo que o apocalipse ocorra durante sua vida, o que só podemos esperar que não aconteça.
Escondido atrás de portas de aço de oito toneladas, encontra-se um impressionante abrigo subterrâneo de 15 andares, que abriga uma piscina, parede de escalada, fliperama e cinema para entretenimento dos residentes. Além disso, possui uma ala médica, armazenamento de alimentos e quartos para garantir o bem-estar e o conforto deles.
Parece um lugar que ninguém gostaria de deixar, mas o bunker também é equipado com equipamentos de camuflagem, armas de fogo e capacetes, caso os ocupantes precisem enfrentar os desafios do mundo exterior que levaram ao declínio da humanidade.
Hall transformou um silo de mísseis Atlas no extraordinário bunker. Devido ao aumento do interesse durante a pandemia de COVID-19, ele agora está desenvolvendo várias outras estruturas nos Estados Unidos, Europa e Ásia.
O site do Survival Condo afirma que os bunkers, localizados dentro dos silos construídos pelo Corpo de Engenheiros do Exército, foram “projetados para sobreviver a um ataque nuclear direto”. A parte superior do silo possui paredes de concreto endurecidas com epóxi de quase 3 metros de espessura, e a estrutura em forma de cúpula que cobre o topo do silo pode suportar ventos superiores a 800 km/h. Segundo o site, até 75 pessoas que residem nos silos poderiam sobreviver dentro por mais de cinco anos, enquanto apreciam as comodidades “ultramodernas” oferecidas.
Hall destaca as inúmeras vantagens do bunker, afirmando: “Este projeto tem os benefícios de permitir que os membros possuam um pedaço da história, o fascínio de uma base de mísseis, a proteção de um bunker endurecido nuclearmente e os recursos de um condomínio de luxo”.
É possível adquirir um lugar em um dos silos. No entanto, a capacidade de resistir ao fim do mundo tem um custo significativo – variando de R$ 7,38 milhões a R$ 22,14 milhões, para ser exato.
Grupo: Divulgação de fatos e conhecimentos: ciências e afins.
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Virgínia L Sampaio

Já fiquei com falta de ar só de imaginar
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IRS A FAVOR DA AICL:

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IRS A FAVOR DA AICL:

Como usar o IRS para ajudar a comunidade, sem pagar mais por isso

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É muito fácil apoiar instituições de solidariedade, como a AICL COLÓQUIOS DA LUSOFONIA, usando a opção de consignação do IRS e assim contribuir para um mundo melhor.


Publicado em 12-Abr-2023


 

ARTE EM FOTOGRAFIA

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2 h
A ARTE EM E ATRAVÉS DE FOTOGRAFIA.
Esta Fotografia dá uma cartografia artística do Centro, do Coração, da nossa Cidade de Ponta Delgada (S. Miguel/Açores).
Uma Fotografia do amigo Domingos Sousa Correia.
Esta Fotografia é uma autêntica Obra de Arte. Merece um Troféu de elevada distinção, pela sua Qualidade e Beleza, Única e Singular. Pela sua integridade, naturalidade e beleza, pela Luz, que dá a ver, em claridade noturna, o branco dos edifícios. E no chão vemos uma luz cor de fogo. Ponta Delgada é uma Cidade de Azul, – Céu e Mar -, é uma Cidade de Luz, de dia e de noite. Esta Obra de Arte é um Poema Monumental. A partir de um ponto do alto da Câmara de Ponta Delgada (suponho), a Fotografia projeta-se – e projeta – e capta todos os monumentos históricos, de relevo imenso, de Valor (I)material Histórico, Cultural , Paisagístico, de manifesta importância laica e Religiosa, desde logo a majestática e imponente Torre da Matriz (da Igreja de S. Sebastião), com o seu Relógio de Marca Universal, (Católico e Católica significa universal). Na Torre da Igreja são visíveis os Sinos. Sinos, que são da família semântica de Signo, Sinal e Sina. Anunciam a Vida, a Morte, a Festa, a Solenidade. Da minha casa ouço os sinos de S. José, do Convento da Esperança, do Santuário do Senhor Santo Cristo dos Milagres e, a norte, os sinos da Igreja de Nossa Senhora da Conceição.
Os Sinos também dão Horas, que se expressam visivelmente no Relógio. Falam do Cronos e do Logos, da Razão, do Sentido,
Desde menino que me fascinava – e fascina – ouvir os sinos a tocar na minha amada Terra Natal, a Freguesia dos Ginetes, o Torrão que me viu Nascer, naquele Dia, naquela Hora. (Ginetes, do Concelho de Ponta Delgada). Gosto muito da nossa Cidade de Ponta Delgada. As Portas da Cidade são Símbolo de Entrada e Saída, de Permanências, de passeios e movimento, de passagens, motivos de contemplação. E as Arcadas nos Edifícios da nossa Cidade curvam-se e, seguras, em pilares de pedra lavrada falam de um Tempo que foi, que é e será, de um Tempo Uno e Diverso. Os Sinos da nossa Cidade têm de tocar mais vezes e mais alto. Ouvir as melodias dos sons. Durante a minha Formação, até ao Doutoramento, (já não para a Agregação, que é da exclusiva responsabilidade do próprio) ia muitas vezes a Braga, à Universidade do Minho. Braga, a “Cidade dos Arcebispos”. E lá tocam os sinos da Catedral e das muitas Igrejas. Os sinos marcam presença forte na Cidade de Braga. Já isso não acontece na Cidade do Porto, de Lisboa, em Évora, um pouco mais, e em muitas outras cidades do Pais, da Região e do Estrangeiro que estão no meu “Curriculum Vitae”. Cidades que fazem parte da minha Vida, do meu Ser. No Belo Jardim, Único, de Braga, tenho fotografias com a minha Esposa. Tudo tem um sentido, humano, religioso e Canónico. O que o Altar Sagrado sela é Eterno. O Verdadeiro Amor é Eterno, como canta Roberto Carlos, que canta, como poucos, o Amor. E Viver é Amar, e não há vida sem Amor e Dor. A Dor até conserva o Amor.
É preciso cantar e celebrar, ainda e sempre, Ponta Delgada, Cidade e Concelho. Memórias vivas de um passado que foi mas ficou. Tudo passa, só a luz permanece. Somos feitos de luz. Somos luz, que promana, e emana, do Criador. De Deus.
Ponta Delgada, S. Miguel/Açores, 17 de abril de 2023, às 15:04, Hora dos Açores,
Autoria de Emanuel Oliveira Medeiros
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A ARTE EM E ATRAVÉS DE FOTOGRAFIA.
Esta Fotografia dá uma cartografia artística do Centro, do Coração, da nossa Cidade de Ponta Delgada (S. Miguel/Açores).
Uma Fotografia do amigo Domingos Sousa Correia.
Esta Fotografia é uma autêntica Obra de Arte. Merece um Troféu de elevada distinção, pela sua Qualidade e Beleza, Única e Singular. Pela sua integridade, naturalidade e beleza, pela Luz, que dá a ver, em claridade noturna, o branco dos edifícios. E no chão vemos uma luz cor de fogo. Ponta Delgada é uma Cidade de Azul, – Céu e Mar -, é uma Cidade de Luz, de dia e de noite. Esta Obra de Arte é um Poema Monumental. A partir de um ponto do alto da Câmara de Ponta Delgada (suponho), a Fotografia projeta-se – e projeta – e capta todos os monumentos históricos, de relevo imenso, de Valor (I)material Histórico, Cultural , Paisagístico, de manifesta importância laica e Religiosa, desde logo a majestática e imponente Torre da Matriz (da Igreja de S. Sebastião), com o seu Relógio de Marca Universal, (Católico e Católica significa universal). Na Torre da Igreja são visíveis os Sinos. Sinos, que são da família semântica de Signo, Sinal e Sina. Anunciam a Vida, a Morte, a Festa, a Solenidade. Da minha casa ouço os sinos de S. José, do Convento da Esperança, do Santuário do Senhor Santo Cristo dos Milagres e, a norte, os sinos da Igreja de Nossa Senhora da Conceição.
Os Sinos também dão Horas, que se expressam visivelmente no Relógio. Falam do Cronos e do Logos, da Razão, do Sentido,
Desde menino que me fascinava – e fascina – ouvir os sinos a tocar na minha amada Terra Natal, a Freguesia dos Ginetes, o Torrão que me viu Nascer, naquele Dia, naquela Hora. (Ginetes, do Concelho de Ponta Delgada). Gosto muito da nossa Cidade de Ponta Delgada. As Portas da Cidade são Símbolo de Entrada e Saída, de Permanências, de passeios e movimento, de passagens, motivos de contemplação. E as Arcadas nos Edifícios da nossa Cidade curvam-se e, seguras, em pilares de pedra lavrada falam de um Tempo que foi, que é e será, de um Tempo Uno e Diverso. Os Sinos da nossa Cidade têm de tocar mais vezes e mais alto. Ouvir as melodias dos sons. Durante a minha Formação, até ao Doutoramento, (já não para a Agregação, que é da exclusiva responsabilidade do próprio) ia muitas vezes a Braga, à Universidade do Minho. Braga, a “Cidade dos Arcebispos”. E lá tocam os sinos da Catedral e das muitas Igrejas. Os sinos marcam presença forte na Cidade de Braga. Já isso não acontece na Cidade do Porto, de Lisboa, em Évora, um pouco mais, e em muitas outras cidades do Pais, da Região e do Estrangeiro que estão no meu “Curriculum Vitae”. Cidades que fazem parte da minha Vida, do meu Ser. No Belo Jardim, Único, de Braga, tenho fotografias com a minha Esposa. Tudo tem um sentido, humano, religioso e Canónico. O que o Altar Sagrado sela é Eterno. O Verdadeiro Amor é Eterno, como canta Roberto Carlos, que canta, como poucos, o Amor. E Viver é Amar, e não há vida sem Amor e Dor. A Dor até conserva o Amor.
É preciso cantar e celebrar, ainda e sempre, Ponta Delgada, Cidade e Concelho. Memórias vivas de um passado que foi mas ficou. Tudo passa, só a luz permanece. Somos feitos de luz. Somos luz, que promana, e emana, do Criador. De Deus.
Ponta Delgada, S. Miguel/Açores, 17 de abril de 2023, às 15:04, Hora dos Açores,
Autoria de Emanuel Oliveira Medeiros

 

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O digital no ensino: uma fábrica de cretinos

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Quarenta e duas plataformas digitais, eis o que os professores têm de dominar para, nos diferentes estabelecimentos de ensino, serem considerados “professores de excelência”. Sumários eletrónicos, portarias, horários, reuniões com colegas e com direções, com pais e com alunos, tudo passa pelo ecrã. Temos o GIAE, o SIGAE/ IGA; ele há o site da DGE, o Extranet e o IAVE; ele é o MEGA (manuais escolares) e o portal dos Recursos Humanos; temos o DGEST/Recorra e o DocGest; não faltam o SIIESTE (edifícios escolares) e o SISE (Segurança Social); e para assuntos relacionados com o acompanhamento psicológico dos alunos, vamos ao Psicólogos POCH e para matricular os estudantes vamos ao Portal das Matrículas; para compras públicas o VORTAL e, se ainda se lembram de bibliotecas, temos o SIRBE… Enfim, a lista é longa, o tempo para ensinar, de facto, é pouco.

Source: O digital no ensino: uma fábrica de cretinos

colonialismo, uma voz dissonante, felizmente

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Um anti-CES sueco
Chama-se Henrik Jönsson, é correspondente do jornal sueco Dagens Nyheter na América Latina, mora no Rio de Janeiro há já duas décadas e é autor de vários livros sobre o Brasil e o espaço da Portugalidade. É um fervoroso lusófilo e encarrega-se de dar luta sem quartel à massa de ignorantes que ao longo das últimas décadas se têm especializado em criminalizar o mundo que o português construiu. Fá-lo com desembaraço e investe em viagens, estabelecendo-se durante largas temporadas nas ilhas atlânticas (Cabo-Verde, São Tomé), em Moçambique, no antigo Estado da Índia, em Macau e Timor. Não sente qualquer inibição em dizer e escrever o que vê e sente sempre que vive durante meses imerso entro os povos da Portugalidade. Num tempo de trevas em que parte da Universidade enlouqueceu e outra parte se remete para o silêncio cobarde, Henrik Jönsson faz a diferença.

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ECLIPSE EM TIMOR

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Eclipse total de quinta-feira chama “amantes da sombra” de todo o mundo a Timor-Leste
António Sampaio, da Agência Lusa
Díli, 17 abr 2023 (Lusa) – Deborah Carter e Stephen O’Meara viajaram especialmente de Barcelona, onde vivem, para presenciar na próxima quinta-feira, na ponta leste de Timor-Leste, um eclipse total, fenómeno que, dizem, é uma experiência “espiritual” e mágica.
O casal apresenta-se como ‘umbraphiles’, termo em inglês que literalmente significa “amante da sombra” e que designa os que ‘perseguem eclipses’ pelo mundo: cada um já viu doze, em pontos tão diferentes como o Círculo Ártico, a Zâmbia, ou as Ilhas Cook.
“Vou onde os eclipses aconteçam, seja onde for. O primeiro eclipse total que vi foi em 2011, na Zâmbia. Não tinha ideia do que seria, mas quando aconteceu comecei a chorar. Nunca tinha sentido nada assim”, conta à Lusa Deborah Carter, que aterrou hoje em Díli.
“Foi algo espiritual para mim. Só de pensar até fico com arrepios. Naquele dia jurei que iria ver todos os eclipses totais que pudesse. E ao mesmo tempo ter uma oportunidade de visitar um país novo”, explica.
O eclipse solar híbrido de quinta-feira, o fenómeno mais raro do tipo, será visível numa zona remota da Austrália, no mar, na Papua Nova Guiné e na zona leste de Timor-Leste, a opção que o casal acabou por escolher.
“Quando dissemos aos amigos que vínhamos a Timor-Leste, alguns tiveram que o ir procurar no mapa. Nem sabiam onde era. Por isso também é bom vir aqui, apoiar a economia local, conhecer novas pessoas, novas experiências e sentir o impacto de mais um eclipse total”, reforça Stephen O’Meara.
Ambos dizem que é difícil explicar o sentimento no momento em que se presencia um eclipse total, comparando-o a um momento “bíblico”, a um momento em que se “olha para o olho de Deus” ou se está “em contacto com o todo, com o universo”.
“Só quando se vê é se que é capaz de responder a essa pergunta. Não há nada que se possa ver na vida como isto, com estar no caminho da totalidade. E aqui teremos 1,17 minutos para olhar para o olho de Deus”, refere O’Meara.
“É impossível explicar, a sensação, o impacto. Quando a lua surge, tapa totalmente o sol e podemos olhar para os filamentos do círculo, como se fossem dedos a sair deste círculo negro. Nesse momento breve, sentimo-nos parte do todo. Um círculo negro com asas de luz. É absolutamente belo, a coisa mais bela que se pode experienciar”, acrescenta Carter O casal parte quarta-feira para a zona de Com, a leste de Baucau, uma das regiões onde se espera das maiores concentrações de especialistas, curiosos e visitantes de vários pontos do mundo, além de muitos residentes em Timor-Leste.
Dois deles, um astrónomo russo e a sua companheira, que chegaram no domingo, também propositadamente para o fenómeno, partiram hoje para a zona, explicando à Lusa que antes de começarem a investigar sobre o eclipse nunca tinha ouvido falar de Timor-Leste.
“Timor-Leste tem que agradecer ao sol e à lua pela promoção. Há muitas pessoas que só por causa do eclipse é que descobriram que Timor-Leste existia”, explicou à Lusa Semyon Zhmailov, 27 anos, astrónomo e que chegou a Díli no domingo.
Zhmailov e a companheira Daria Velikoselskaia, 27 anos e programadora, são apenas dois de vários astrónomos, cientistas, investigadores e curiosos que optaram por Timor-Leste para acompanhar o fenómeno raro, que vai ser igualmente visível numa região remota da Austrália e na Papua Nova Guiné.
“Obviamente viemos para o eclipse, mas também queremos conhecer Timor-Leste e a Indonésia. Estamos numa viagem de um mês. Não sabia sequer que Timor-Leste existia”, recordou.
“E um eclipse deste tipo é um dos eventos mais bonitos que podemos ver no céu. É um momento especial. Por isso quisemos vir”, referiu Um evento especial que quase coincide com o aniversário de Daria Velikoselskaia, que faz anos a 19 de abril.
“Por isso é muito bom poder vir também”, refere, explicando que no domingo “havia pessoas com muitos cientistas” e incluindo vários “com camisolas com coisas de astronomia”.
Semyon Zhmailov começou a investigar a questão do eclipse, e a planear a viagem, há dois anos e considerou que seria mais fácil vir até Timor-Leste do que aos países vizinhos.
“Li muito sobre a história de Timor-Leste para nos prepararmos. E vamos também à Indonésia”, explica, pouco tempo antes de embarcar na microlet, o pequeno autocarro, que vai levar o casal à zona de Baucau e Com, no leste do país.
Zhmailov explica que este é um evento raro e que será o primeiro eclipse que vai acompanhar, recordando que desde criança que está interessado no espaço.
“Desde criança que me interessei pelas estrelas e pelo espaço. E por isso tornei-me um astrónomo. Estudei astronomia e sou engenheiro. E agora participo no fabrico de naves espaciais”, referiu, explicando que trabalha desde o desenvolvimento do desenho, à sua construção e, depois à análise dos dados recolhidos.
O maior projeto em que já trabalhou foi um espetrómetro que faz parte do projeto ExoMars, um programa de astrobiologia da Agência Espacial Europeia (AEE), em que a Rússia também participa, e que foi suspenso no ano passado devido à guerra na Ucrânia.
“O equipamento que ajudei a desenvolver é um espetrómetro que vai estar no Rover”, disse. “Vai ser usado para estudar a atmosfera de Marte, a sua composição química, temperatura e outros dados”.
Ao longo das últimas semanas o interesse em torno ao fenómeno aumentou significativamente, com várias iniciativas das autoridades para marcar o momento, incluindo com sessões informativas, mas igualmente para alertar para os riscos para a vista.
Repetidas recomendações para que a população evite olhar para o sol – inclusive com óculos que nas últimas semanas têm sido vendidos para o evento – têm sido partilhadas na media timorense e nas redes sociais.
O Ministério da Educação, Juventude e Desporto anunciou já que as escolas estarão encerradas no dia 20 de abril.
ASP // PJA
Lusa/Fim
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