IL/Açores pede a Governo Regional ponto de situação sobre propostas aprovadas – Jornal Açores 9

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A Iniciativa Liberal (IL) pediu hoje ao Governo Regional um “ponto de situação” sobre a execução de propostas aprovadas, justificando que importa clarificar “todos os dias” os motivos que levaram o partido a romper o acordo de incidência parlamentar. O pedido foi feito pelo deputado único da IL no parlamento dos Açores, Nuno Barata, através […]

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Açores exigem compensação à SATA pela manutenção de rotas de serviço público – Jornal Açores 9

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O Governo dos Açores criticou hoje a “incompetência” do Governo da República por ainda não ter lançado o concurso para as obrigações de serviço público (OSP) de transporte aéreo, defendendo um ajuste direto para compensar a SATA Internacional/Azores Airlines. “O Governo da República, ainda por cima tendo culpa, deve pôr a mão na consciência, acelerar […]

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a conserveira santa catarina a falir a lotaçores

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A Lotaçor tem uma dívida insustentável que vai obrigar a um saneamento financeiro da empresa – a conclusão é de um auditoria externa, de acordo com a qual a Lotaçor necessitaria de 45 anos para reembolsar a dívida que tem atualmente.
Parte das dificuldades de tesouraria da Lotaçor resultam dos investimentos feitos na fábrica de Santa Catarina – unidade que os auditores entendem que devia voltar para as mãos dos privados.
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A Lotaçor tem uma dívida insustentável que vai obrigar a um saneamento financeiro da empresa – a conclusão é de um auditoria externa, de acordo com a qual a Lotaçor necessitaria de 45 anos para reembolsar a dívida que tem atualmente.
Parte das dificuldades de tesouraria da Lotaçor resultam dos investimentos feitos na fábrica de Santa Catarina – unidade que os auditores entendem que devia voltar para as mãos dos privados.

Days on Earth are getting longer and it’s the Moon’s fault • CuriouStuff

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American scientists have discovered that the farther the Moon is from Earth, the longer a day lasts.

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Cultura pede nova proposta para elementos decorativos junto a santuário nos Açores – Jornal Açores 9

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A Direção Regional dos Assuntos Culturais dos Açores considera que a nova estátua da Madre Teresa da Anunciada junto ao Convento da Esperança “não perturba” o imóvel classificado, mas os elementos decorativos devem ser “melhorados através de nova proposta”. A informação foi dada hoje no ‘site’ oficial do Governo Regional (PSD/CDS-PP/PPM) pela secretária regional dos […]

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À grande e à Francesinha! Esta pesa cinco quilos e quem a comer numa hora, não paga – Expresso

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Chama-se “Mega Francesinha” e o rol de ingredientes parece uma lista de compras. Está disponível no Porto e o desafio já existe há 12 anos, ainda que sejam poucos os que conseguiram deixar o prato vazio em “tempo útil”

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Tomás Quental Abaixo a nova “Koltura”

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Abaixo a nova “Koltura”!!!
Danificar grosseiramente o velho adro de uma vetusta Igreja é “koltura”, porque Cultura não pode ser. São pedras de basalto talhadas manualmente com séculos de história, que dizem muito a crentes e não crentes, porque o que está em causa não é só religião, é também património, de resto oficialmente classificado.
O argumento de que as pedras estavam danificadas pelo tempo e tinham que ser substituídas não colhe: há técnicas próprias e especializadas para corrigir e tratar essas situações.
O que diriam dessa lamentável situação os ilustres e saudosos historiadores micaelenses Luiz Bernardo Leite de Athayde, João Bernardo de Oliveira Rodrigues, Luciano de Resende Mota Vieira e Hugo Moreira? Todos eles dedicaram-se ao estudo e à investigação respeitante ao Convento e à Igreja de Nossa Senhora da Esperança, assim como ao culto do Senhor Santo Cristo dos Milagres.
Cheguei a ver fiéis ajoelhados a beijarem as velhas pedras do adro dessa Igreja antes de nela entrarem. Isso diz muito do que está em causa. A falta de sensibilidade grassa cada vez mais na terra açoriana. A moda do “bonitinho” não combina com a defesa do património, seja ele qual for, como tão bem dizia outro ilustre e saudoso historiador micaelense, Jorge de Melo Gamboa de Vasconcelos.
Se a secular imagem do Senhor Santo Cristo dos Milagres surgir de cabelo pintado de loiro, com os olhos azuis e de barba rapada, não se admirem, porque, pelos vistos, já tudo é possível, dentro da nova “Koltura”, promovida e consentida por agentes, a vários níveis, da vida pública micaelense e açoriana.
Por mim, digo: abaixo a nova “Koltura”!!! Ao que se havia de chegar na terra açoriana, em que valores patrimoniais arquitectónicos são esquartejados como quem corta uma melancia. Não!!! Isso não poderá repetir-se!!!
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João Pacheco de Melo

Como diz o povo: estamos entregues aos bichos!

3 buracos negros (ou o retrato de portugal)

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May be an image of sky
Monster Black Holes Are About to Collide.
A rare trio of supermassive black holes has been caught in the act of coming together. 🔭
Three of the light-gobbling monsters nuzzle shoulder to shoulder in SDSS J084905.51+111447.2, a system of three merging galaxies about 1 billion light-years from Earth, a new study reports. “We were only looking for pairs of black holes at the time, and yet, through our selection technique, we stumbled upon this amazing system,” lead author Ryan Pfeifle, of George Mason University in Virginia, said in a statement. “This is the strongest evidence yet found for such a triple system of actively feeding supermassive black holes.” Making the epic find wasn’t easy; it took observations by multiple instruments and help from lots of citizen scientists. 🔭
Photo Illustration by Lucy Reading-Ikkanda for Quanta Magazine.
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nova crise em timor?»

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CNRT rejeita declaração da mesa do parlamento timorense de perda de mandato
Díli, 23 mar 2023 (Lusa) – O maior partido da oposição timorense, o CNRT, rejeitou hoje argumentos da mesa do Parlamento que justifiquem a perda de mandato de 16 dos seus deputados, e afirmou ter atuado no quadro dos direitos constitucionais.
Numa carta de resposta à ameaça de perda de mandato, a que a Lusa teve acesso, o Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT) invoca a Constituição, em particular onde é “reconhecido aos partidos políticos o direito à oposição democrática”.
“O direito de se manter ausente para não viabilizar a eleição de alguém que não cumpre os requisitos legais, é o exercício do direito de oposição. Porventura, mais do que o exercício do direito de oposição, é um dever constitucional”, considera-se na carta.
“Nunca a Bancada do CNRT abandonou o Parlamento Nacional. A ausência às sessões plenárias foi devidamente justificada. A ausência trata-se do exercício pleno, do direito da oposição consagrada constitucionalmente”, sustenta-se.
A carta é assinada pelo presidente da bancada do CNRT e pelos 16 deputados que dizem que a mesa “deseja expulsar”.
“Ninguém pode obrigar um partido político, nem os seus deputados, a participar numa eleição que consideram ilegal. Trata-se do exercício do direito de ‘walk out’, isto é, do direito de não participar”, consideram.
Em causa está a decisão de deputados do CNRT não participarem em várias sessões plenárias – a primeira a 13 de fevereiro – durante as quais a mesa agendou a eleição do novo comissário da Comissão Anticorrupção (CAC), contestando o nome proposto.
Para a eleição do responsável da CAC a lei exige a presença de pelo menos 49 dos 65 deputados, total que é impossível de alcançar sem a presença dos deputados do CNRT. O regimento do Parlamento determina a perda do mandato, entre outras circunstâncias, para quem “deixe de comparecer a cinco sessões consecutivas do plenário ou das comissões”.
Invocando essa regra e ainda as regras definidas no estatuto dos deputados e na lei eleitoral, a mesa anunciou ter iniciado um processo de perda de mandato para 16 deputados, que passa por uma audição aos deputados.
Perante uma eventual decisão da mesa que confirme a perda de mandato, os deputados podem ainda recorrer ao plenário e, se este a confirmar, ao Tribunal de Recurso.
Aniceto Guterres Lopes confirmou à Lusa a audição aos deputados não seria presidida por si mas sim pela vice-presidente, Angelina Sarmento, deputada do Partido Libertação Popular (PLP), estando presentes os restantes três membros da mesa.
Em vez dos deputados se apresentarem para ser ouvidos, o CNRT optou por apresentar uma resposta escrita conjunta.
“Nunca a Bancada do CNRT ameaçou ou tentou expulsar do Parlamento Nacional qualquer deputado de outro partido político, sempre respeitou o direito à oposição. Só numa ditadura é que se expulsam deputados livremente eleitos pelo povo soberano”, vincou.
Dirigindo-se ao povo de Timor-Leste, a bancada do CNRT assegura que vai continuar “a trabalhar e a lutar, dia-a-dia, para que a democracia prevaleça” em Timor-Leste.
“Deve a ausência dos 21 deputados da bancada do CNRT às sessões plenárias do Parlamento Nacional ser considerada justificada”, refere-se na carta à mesa do Parlamento.
“Mais apelam para que os partidos políticos que compõem a maioria parlamentar trabalhem no sentido de assegurar a eleição de um comissário para a CAC que seja independente e imparcial, conforme determina a lei”, sublinha-se.
Ao longo de 40 pontos, o CNRT responde à notificação da “intenção da Mesa de expulsar 16 Deputados do Parlamento Nacional”, reiterando a justificação pela ausência das sessões plenárias em causa, a partir de 13 de fevereiro, onde estava agendada a eleição do novo comissário da Comissão Anticorrupção (CAC), em concreto o ex-procurador-geral da República, José Ximenes, nome proposto pelo Governo.
E nota que as exigências da própria lei da CAC, sobre um quórum mínimo de deputados, traduz vontade de “obrigar os partidos políticos a um consenso alargado quanto à pessoa que vai desempenhar a importante função de investigar” possível corrupção.
A lei, recorda, defende que o comissário “deve ser reconhecido pelo seu elevado nível de independência e de imparcialidade” e considera que o nome proposto pelo Governo “viola os requisitos estabelecidos”, porque José Ximenes é atual “assessor político do primeiro-ministro” e, como tal, não é independente ou imparcial.
“Caso viesse a ser eleito, e se no futuro, tivesse de investigar atos praticados pelo atual Governo ou pelo seu atual patrão, o primeiro-ministro, poderia o senhor José da Costa Ximenes considerar-se independente e imparcial? Não”, consideraram os deputados.
O CNRT notou mesmo que o próprio parlamento nacional, através de uma resolução de maio de 2017, “já se pronunciou sobre a falta de independência e imparcialidade do senhor José Ximenes”, que foi procurador-geral da República.
“Além de ser alvo de três processos-crime em curso, que, naturalmente, arrasam completamente a sua credibilidade e impedem a assunção de um cargo com as exigências de imparcialidade e honestidade que se impõem a um Comissário da CAC”, refere-se no texto.
Nesse contexto, o CNRT diz que a bancada escreveu ao presidente do Parlamento Nacional a dizer que o partido “não iria viabilizar a eleição e que os seus deputados manter-se-iam ausentes do plenário enquanto continuasse a ser agendada a eleição” de José Ximenes, tendo dado conhecimento da carta ao presidente do Tribunal de Recurso e ao atual PGR.
O partido explicou ainda ter dado conta desta posição no plenário de 14 de fevereiro, referindo que a ausência dos deputados do partido “se devia unicamente à decisão de não viabilização da eleição do Comissário CAC, impedindo o quórum deliberativo”.
A eleição voltou a ser agendada mais cinco vezes pelo presidente do parlamento, com o CNRT a manter a postura, ainda que durante esse período os deputados tenham continuado “a participar ativamente nas reuniões das comissões especializadas permanentes, contribuindo na discussão das leis e outras atividades parlamentares”.
O CNRT diz que o presidente da bancada apresentou a justificação da ausência dos deputados, antecipadamente, vincando a posição do partido numa reunião de líderes das bancadas a 02 de março.
“Nessa reunião a mesa não informou que considerava tal ausência como faltas injustificadas. Pelo contrário, acedeu à posição do CNRT e deixou de agendar a eleição do Comissário da CAC, suspendendo o processo de eleição, e em consequência, os deputados da bancada do CNRT voltaram a estar presentes e a participar nas sessões plenárias”, referiu.
“Na mesma reunião, o presidente do parlamento solicitou que as bancadas parlamentares e o Governo procurassem um candidato consensual. Esse consenso ainda não foi alcançado. Mas, caso tivesse sido, a mesa já consideraria a ausência como justificada? Porventura”, sublinha-se.
Finalmente o CNRT recordou ainda o que está definido na lei eleitoral, em que se considera que a perda de mandato é declarada pela mesa do parlamento “sob proposta do partido político” a que o deputado pertence, algo que não ocorreu, pelo que a mesa “está impedida legalmente de declarar a perda de mandato” dos deputados.
ASP // JMC
Lusa/FIm
May be an image of 3 people, people standing, monument, outdoors and text that says "CNRT Congresso Nacional De Reconstrução De Timor Leste"
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O QUE ESPANTA NÃO É O PREÇO MAS O LOCAl de fabrico

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May be an image of text that says "ET 2050 BAL 2990007 SBELL L7S CL 225,00€ ORSE Ball BLENDED VERY SC OLD Shel FINEST OLD BLENDED WHISKY WHISKY Copecial 30 OUT Q.OUT.1972 1y72 Destilado envelhecido engarrafado Angola sob direcção técnicos escoceses ANGOLA AGED 30 e Blondad PRODUCT SC DISTILLERS Bottledby Goolge DUMBARTO LOBITO SOCEDADE BEBIDAS PORTUGAL"
Está garrafa foi encontrada numa garrafeira de Lisboa e o que me espantou não é o valor da garrafa, mas a marca, o local e o ano em que foi produzido este Whisky. (Amplie a imagem e veja com olhos de ver)
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A CRETINICE WOKE, NOVA CENSURA

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Inglaterra

Livros da autora de “Os Cinco” escondidos nas bibliotecas para não ofenderem leitores

Livros da autora de “Os Cinco” escondidos nas bibliotecas para não ofenderem leitores

Versões originais de algumas das mais de 700 coleções da escritora britânica EnidBlyton foram removidas das prateleiras das bibliotecas de Devon, em Inglaterra, e armazenadas de forma a que o público não “tropece” em linguagem “desatualizada” que possa ser ofensiva para os leitores. Entre esses livros estão os famosos livros de mistério e aventura para o público juvenil “Os Cinco”.

A partir de agora, nas prateleiras das bibliotecas de Devon, em Inglaterra, apenas estarão disponíveis publicamente trabalhos editados recentemente, de onde terão sido já removidos termos ofensivos. Embora listados no catálogo da biblioteca online, os leitores só terão acesso às edições anteriores dos textos se as solicitarem especificamente aos bibliotecários. E ao fazê-lo, haverá um “sistema de aviso informal para recordar os leitores da linguagem contida na versão antiga”, adianta o “TheTelegraph”.

Esta medida foi revelada em documentos do Conselho do Condado de Devon que explicam que a LibraryUnlimited – que administra o serviço de biblioteca do município – audita regularmente os livros, substituindo-os por versões alteradas. Os documentos revelam ainda que, quando os títulos populares contêm linguagem “cada vez mais desatualizada”, as bibliotecas compram versões novas e editadas.

A área proibida das bibliotecas também contém outros livros que foram alvo de funcionários ou clientes, como a autobiografia de Tommy Robinson, fundador da Liga de Defesa Inglesa de extrema-direita.

“Se as bibliotecas públicas insistirem em ter uma política de censura, os utilizadores, especialmente crianças e os seus pais ou responsáveis, devem ser claramente informados de que o acervo da biblioteca pode não ser abrangente devido a essa política”, disse Byrn Harris, consultor jurídico da FreeSpeechUnion, acrescentando que o raciocínio para os livros serem retirados da vista do público era de “relevância duvidosa”, apesar das muitas críticas às obras de Blyton.

Alterações às palavras e expressões

EnidBlyton escreveu mais de 700 livros, incluindo títulos como “Os Cinco” e “Noddy”, desde o final dos anos 1930 até à sua morte em 1968. Em 2010, a editora Hodder confirmou que as obras seriam atualizadas para torná-las “intemporais”.

Em janeiro do ano passado, Jacqueline Wilson reescreveu “Os Habitantes da Árvore Longínqua” para remover “expectativas sexista”‘ de personagens femininas. Neste caso, tarefas domésticas para as meninas foram substituídas por uma lição sobre igualdade de género. No mês seguinte, alteraram-se as palavras “queer” e “gay”, bem como “castanho” – em referência à cor da pele da personagem – nos livros “Os Cinco” e “O Colégio das Quatro Torres”. A descrição de “um menino pescador de rosto moreno”, por exemplo, foi alterada para “um menino pescador bronzeado”.

Exemplos de racismo nos livros incluem “A Boneca Negra” de 1966, no qual o personagem principal Sambo só é aceite pelo dono “quando o rosto preto feio é lavado pela chuva”.

EnglishHeritage admite racismo e xenofobia

De acordo com a BBC, a EnglishHeritage disse, em 2021, não haver planos para remover uma placa azul para a autora EnidBlyton, apesar de admitir que trabalho é racista e xenófobo. A placa no exterior da sua antiga casa no sudoeste de Londres foi instalada em 1997, 29 anos após a sua morte aos 71 anos.

A EnglishHeritage afirma também que a editora Macmillan se recusou a publicar “O mistério que nunca existiu” por causa de sua “xenofobia antiquada” em relação a personagens estrangeiros.

  • Dina Leite

    Também os li todos. Eram uma delícia… Estamos na era dos “iluminados” – parvos armados em espertos, como ainda há pouco li algures… 😏🤨
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  • Maria João Ruivo

    É insuportável. Já não se pode. No que depender de mim, as crianças da família hão de lê-los todos. Foram uma das coisas boas da minha infância. Os hipócritas a usar o lápis ridículo da censura. Espero que as pessoas acordem e reajam a estas idiotices que vão minando os cérebros.
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