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A nova carruagem da Metro do Porto, que já chegou a Portugal e esteve em exposição durante alguns dias na Estação da Trindade, tem levantado dúvidas e preocupações entre utilizadores. No que diz respeito às pessoas com mobilidade reduzida, alguns passageiros aperceberam-se de um degrau existente em todas as portas, aparentemente maior do que aqueles presentes nas carruagens atualmente utilizadas.
Source: Novas carruagens: Associação de pessoas com mobilidade reduzida lança desafio à Metro do Porto
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Lidia CunhaQual o tempo de garantia? 10 anos ok.
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Raul Carlos Monteiro FernandesLidia Cunha. Obrigado, por nos informar de fonte fidedigna.
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Maria IvoneTem ideia de quantos milhões usam os transportam públicos na China? Têm esse ferrete, da má qualidade, com que passaram à frente do Ocidente mas isso já lá vai.-
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Hso OliveiraUma palavra, Kamov…-
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Rosàrio HenriquesA europa nāo tem capacidades de nos fabricar carruagens em condições ?é preciso ir hà China e assim vai o trabalho todo p’ròs chinêses e os trabalhadores na europa ficam sò a passear nessas carruagens melhor que andem todos a pé e guardem o dinheiro do passe para comerem ou andem nas velhas bicicletas fabricadas na europa4
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Lucas TorresRosàrio Henriques Ter tem, mas muito mais caro e com um resultado muito parecido.
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Manoel Fernando Pires AlvarezTudo pelo $$$ …-
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Mário SerenoBarras a 1 metro e noventa gostava de ver o aparelho de medida mas há mais…-
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Carlos AlvitoOutro sugadouro de dinheiro…-
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Joao GoncalvesOs ditadores chineses foram recebidos recentemente no Salão Nobre da Câmara Municipal do Porto…-
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João Pedro TaxaPelo aspecto esse degrau não é só problema para as pessoas em cadeira de rodas…o degrau é pequenino e propenso a fazer as pessoas tropeçar ao não contar com ele. Enfim…São coisas às quais não se olha até ser tarde demais e os contratos estarem assinados.4
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Lucas TorresJoão Pedro Taxa Ainda se está a tempo de alterar.
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Luís Espírito SantoTriste país. Pobre gente. Recebemos o dinheiro da CE e mandámo-lo direito para a China.Ficamos com comboios para malta baixinha e dificuldades no acesso.Aliás, os impreparados mentais que trataram dos autocarros nem tampouco garantiram a acessibilidade nas condições-
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Lucas TorresLuís Espírito Santo Ainda se está a tempo de resolver estes error.
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Luís Espírito SantoLucas Torres no caso dos autocarros do Porto, duvido.Saudades da Sorefame.
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Lucas TorresLuís Espírito Santo Falando do metro. As novas carruagens ainda estão, das 17 que faltam, algumas em produção e outras ainda nem começaram. Portanto o feedback obtido com a exposição desta primeira carruagem pode muito facilmente ser utilizado para alterar as próximas que aí vem, e adaptar esta que já aqui está nas oficinas em Guifões. Em relação a isso acho que a Metro do Porto fez muito bem em expor a primeira unidade antes das outras estarem feitas.2
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Ezequiel Espírito Santo VasconcelosTOMAI VIAGRA QUE ISSO PASSA

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Adalberto AraujoInfelizmente ainda não se tem respeito por pessoa com mobilidade reduzida mas isso é falta de consciência porque quando vamos envelhecendo vamos perder faculdades. Não é só quem nasce com uma deficiência.
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Jose FreitasDiz aqui um figurão que a carruagem que veio da China já vem contaminada de que? Se for do covid, não foi lá que ele foi fabricado. Foi fabricado na fundição na Ucrânia, onde lá existia o batalhão nazi. A organização terrorista da Nato, fabricou este vírus, para matar uma economia progressiva da China. Se não diz toda a verdade, a China era para ser a principal vítima, por causa da inveja dos Yanques. Deu para torto, eles subiram a crosta terrestre. Mas os inocentes dos Yanques também tiveram que gramar, como covid 19. Agora a organização terrorista da Nato. Fomentou a guerra na Ucrânia. Provocou a Rússia, a teimar lá colocar a base militar. A Rússia ia ficar em perigo na sua segurança, e partiu para Invasão, contra a potência que a fomentou.
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MCândida SousaJose Freitas pára de snifar coca, criatura!
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José VieiraMais uma chenisyze-
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Sérgio MateusQuanto às barras horizontais, a 1,90m do chão, preocupam quem? As pessoas acima de 1,90m, claro. E as pessoas baixinhas, com menos de 1,60m agarram-se a quê/onde? As atuais composições não são amigas dos utilizadores mais baixos que, ainda por cima, andam sempre aos trambolhões com os inconcebíveis arranques e travagens bruscas que se fazem sentir.-
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Antonio BarretoOs chineses não pensam em pessoas com mobilidade reduzida…-
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Lucas TorresAntonio Barreto Na verdade os comboios deles são dos mais acessíveis do mundo. O que espanta mais terem produzido uma carruagem assim deste nível pouco acessível.
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Lucas TorresRui Dias Os chineses são os melhores a fazer comboios. Falharam foi na acessibilidade.
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Rui DiasLucas Torres se são os melhores opinião sua não deviam falhar então tal como afirma!
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Lucas TorresRui Dias E normalmente não falham. Os comboios da China são os mais acessíveis do mundo. Não entendo como a CRRC falhou aqui. Não conheço também o caderno de encargos destas carruagens. Mas isto é um problema que facilmente pode ser corrigido antes da entrega das outras 17 carruagens que estão a produzir.
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Damasio CorreiaEm Portugal não há capacidade industrial para produzir carruagens de metro?2
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Diogo BaptistaDamasio Correia e qual o problema se podemos comprar bem mais barato la fora do que produzindo cá?
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Ilídio LuzSó telemóvel da China é que é bom? Aja paciência-
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Jorge SilvaIlídio Luz só se for para si que seja bom…
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Arlete PereiraDa China?so pode ser sem qualidade-
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Lucas TorresArlete Pereira Os comboios da China são os melhores do mundo. É muito bizarro terem feito um assim deste nível medíocre.
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Aherculano FerreiraLucas Torres medíocre, talvez só mesmo o caderno de encargos.
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Manuel RochaEm que linhas do metro circula?-
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Lucas TorresManuel Rocha Ainda não entrou em circulação. Mas quando entrar será em todas.
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Salvador CamposOs Regulamentos Europeus ficaram de fora. Algo já conhecido. O Dumping foi superior.-
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Filipe SilvaQue comprem mais merda à China. Que cretinos irresponsáveis, diria mesmo, mentecaptos.-
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Lucas TorresFilipe Silva Isto acontece com todas as compras de comboios por concurso público. A diferença é que aqui a Metro do Porto foi inteligente de apresentar uma unidade e recolher feedback para ver o que necessita de ser alterado.
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Clara AlmeidaTendo em conta a origem lá pouco contam as acessibilidades…Até aqui, em muitos espaços públicos, ainda se estão a realizar reconversões, que fará para os lados do “oriente” …Não há por cá ninguém responsável pela verificação das ergonomias e outras regras básicas que contemplem a sadia convivência e circulação social no espaço urbano, quando fizeram a encomenda? Às tantas a encomenda baseou-se em: PRECISAMOS DE X CARRUAGENS! PODEM MANDAR VIR, COM MUITAS LUZES PARA DAR A IDEIA DE MUITO ATUAL – Particularidade > LUZES LED! Francamente!!!-
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- 21 h
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Lucas TorresClara Almeida A China tem dos comboios mais acessíveis do mundo. Muito me admirou estás carruagens virem assim. Não conheço o caderno de encargos que Portugal lançou então também não posso afirmar qual a origem do erro. Mas ainda se vai a tempo de resolver. Por isso mesmo é que a Metro do Porto colocou esta carruagem em exposição e pediu feedback.
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Joao MirandaMais uma chinese para Português comer e já pagou…-
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Lucas TorresJoao Miranda Ainda se vai a tempo de alterar os problemas. Foi esse o objetivo da Metro do Porto em recolher feedback da carruagem apresentada.
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Manuel Sousa RibeiroAgora compram tudo na China? A tirania do EURO ALEMÃO FORTE vai fazer implodir tudo na Europa e em Portugal e destruir tudo, as empresas, as pessoas, os bancos e a vida humana de milhões de pessoas e tal como se fosse uma guerra.A tirania do EURO ALEMÃO FORTE é uma guerra financeira e económica e que mata milhões de pessoas com o desemprego, a pobreza e as más condições de vida e de trabalho e para enriquecer ladrões alemães, portugueses e outros, doidos, ignorantes e criminosos.Angela Merkel, a nova HITLER alemã, sacana, egoísta, criminosa e seguidora da religião “venha a nós o vosso reino, o vosso dinheiro, a vossa vida e desapareçam da face da Terra. O planeta é só para os alemães puros e para os seus escravos?Nem os Gregos, nem os Portugueses e nem ninguém na Europa, nunca vão conseguir pagar as dívidas e livrarem-se da austeridade, dos cortes de rendimentos, dos impostos, das falências, do desemprego, da pobreza, da fome e da miséria.Mário Soares, Cavaco Silva, António Guterres, Durão Barroso, José Sócrates, Passos Coelho, Paulo Portas, António Costa, Marcelo Rebelo de Sousa e outros e os seus governos somente roubaram e prejudicaram a vida dos portugueses e destruíram a vida de milhões de pessoas em Portugal?Jerónimo de Sousa e Catarina Martins não esqueçam que há o sobe e desce. Se pactuam com xuxalistas e com fascistas criminosos disfarçados de democratas e de socialistas, os vossos partidos, PCP e BE vão parar ao caixote do lixo político em próximas eleições?Criminosos e ladrões da Europa e de Portugal expulsem-nos do EURO ALEMÃO FORTE e devolvam o nosso dinheiro que foi encher os bolsos da Alemanha e deixem-nos em paz e nós agradecemos e ficamos eternamente gratos.Leia mais nas minhas Notas aqui no Facebook e nos Blogues “Origensdobemedomal.blogspot.com“
ORIGENSDOBEMEDOMAL.BLOGSPOT.COMORIGENSDOBEMEDOMAL – UTOPIAEAREALIDADE2
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Miguel SantosManuel Sousa Ribeiro “aia” caraças, até fiquei meio zonzo com esta tese

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Rodrigo PintoNem carruagens conseguimos fazer!!!-
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Carlos MesquitaCompradas em 2°mão na Romenia-
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Manuel CoutoNão valem mais do que as outras. Mais apertadas e menos espaço. E como tudo que é chinês vai dar muita manutenção. Alguém ganhou com isto.-
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Pedro Tomás SilvaQUE TROLHAS! COMPRAM CARRUAGENS E SÃO MÁS HAHAHAHHA-
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- 8 h
Augusto TeixeiraTudo se critica o que vem da China, o país mais desenvolvido do mundo claro que faz inveja a muita gente!-
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Jose VitorinoSe vem da China … é sinal que não tem qualidade nem durabilidade !…O tempo o provará … seria bem melhor se fouçe fabricado na Alemanha, Suíça ou mesmo Itália !…-
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- 3 h
Ana GonçalvesDe cada vez que mudam as carruagens são piores… já tinham diminuido o número de lugares sentados para poder levar mais gente a baixo custo (quem não consegue chegar às barras que se sente no chão, porque antes os lugares sentados tinham uma “argola” a uma altura possível, mas com os lugares contra as janelas é impossível pôr essas argolas), e agora degraus no interior das carruagens… como Paris é considerada uma cidade chique, daqui a pouco o metro do Porto está com a acessibilidade tão má como lá.-
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BLOG.LUSOFONIAS.NETNovas carruagens: Associação de pessoas com mobilidade reduzida lança desafio à Metro do PortoNovas carruagens: Associação de pessoas com mobilidade reduzida lança desafio à Metro do Porto
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TURISMO E VINHO NO PICO
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Azores Wine Company nomeada para o prémio de arquitetura do anoA adega da Azores Wine Company (AWC), localizada no lugar do Cais do Mourato, freguesia das Bandeiras, está entre os 60 projetos nomeados, na categoria de arquitetura industrial, para o prémio anual do ArchDaily, o maior portal de arquitetura do mundo.Enquadrado no ambiente circundante da paisagem da vinha do Pico, classificada como património mundial da UNESCO, o edifício inaugurado em 2021 é um projeto da autoria da DRDH Archiects e Sami-Arquitetos.O espaço alia a vitivinicultura ao turismo, contemplando nos 2.000 metros quadrados, uma sala de provas, uma ampla sala de eventos, restaurante, alojamento e adega combinando espaços de produção com os de convivência e hotelaria, dentro de um volume único e coerente.O investimento a rondar os 3,5 milhões de euros foi projetado para criar vinhos brancos de excelência, mas tem, também,em atenção a vertente do enoturismo, procurando dar corpo ao verdadeiro sentido que a palavra adega tem na ilha do Pico.“O trabalho arquitetónico foi um longo processo e esta nomeação é mais um reconhecimento para os Açores, para o Pico e para uma paisagem que se transformou ao longo dos últimos 10 anos”, afirma Filipe Rocha, um dos sócios da AWC, acrescentando que a nomeação reconhece o cuidado que a empresa teve para construir um edifício em zona património mundial: “Este é um projeto ligado aos vinhos e por isso era muito importante construir uma adega no verdadeiro conceito da palavra, que é um sítio onde se pode produzir vinhos, dormir e juntar à mesa os amigos. Ou seja, é uma unidade muito completa e que devido à sua dimensão podia ter algum impacto negativo na paisagem, o que não aconteceu. Antes pelo contrário, teve um impacto positivo, além de ter permitido recuperar cerca de 50 hectares de vinha na zona dasBandeiras”.O sócio da AWC admite que a nomeação vem dar “visibilidade” à empresa e, independentemente do resultado final, assume que “é uma vitória e vem reconhecer a marca Açores, ajudando a promover a Região e os seus vinhos, particularmente os do Pico”.Participam na 14.a edição do prémio mais de 4.500 edifícios distribuídos em 15 categorias diferentes, desde obras residenciais a projetos públicos, apresentando o que há de melhor em inovação, sustentabilidade e funcionalidade no campo da arquitetura. Alguns desses edifícios tiveram um impacto significativo no ambiente construído e merecem reconhecimento pela sua excelência.A adega da Azores Wine Company é o segundo edifício construído no Pico a ser no- meado para o prémio do ArchDaily depois de em 2016 o Cella Bar ter sido eleito o edifício do ano.(Ilha Maior de 17.02.2023)All reactions:2
1LikeCommentShareNavigator vai construir fábrica em Aveiro para o negócio do “packaging” – Empresas – Jornal de Negócios
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A fábrica vai ficar localizada no parque industrial de Aveiro e terá uma capacidade inicial de 100 milhões de peças de celulose destinadas a substituir plásticos que protegem alimentos e embalagens de uso único. O início da produção está previsto ocorrer até março de 2024.
COTA MAS FELIZ
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“Somos a geração que comeu Pensal
, Amparo e 33 com brinde, leite
com Toddy, papas de farinha Maizena, gemadas e óleo de fígado de bacalhau. Somos a geração que comia Bombocas, Tulicreme à colherada, barrávamos as Bolachas Maria
com manteiga
e comíamos papo-secos
com marmelada. Somos de uma geração que comeu açúcar
que se fartou!!!O detergente da roupa o OMO também vinha com brinde…íamos atrás das nossas mães para o tanque da aldeia, á espera do momento da abertura da embalagem…
As nossas festas de anos tinham sandes de fiambre e queijo, salada de frutas



e mousse de chocolate. Comíamos batatas fritas
, guisados
, fritos e estufados
. Apesar disto, somos também uma geração que aprendeu a comer sopa
, peixe 
cozido, legumes 

e fruta

a todas as refeições. Não havia comida especial para nós.Nas férias grandes íamos para a praia
ou para a terra dos pais
. Somos a geração que brincava na rua até à hora de jantar
e, no Verão
, ainda podíamos brincar depois dessa hora
. Andávamos de bicicleta
e íamos a pé
para a escola, sozinhos
ou com amigos 
e sabíamos a tabuada de cor.Só havia um canal de televisão
e a família
juntava-se a ver o TV Rural, a Cornélia, 1 2 3 com a sua bota
botilde, Duarte e Companhia, os Jogos Sem Fronteiras, o Tarzan, o Bonanza, a Casa
na Pradaria, o Sandokan
e o Topo Gigio
. Somos a geração dos Soldados 

da Fortuna, do Espaço 1999, do Dallas, da Balada de Hill Street, do Barco
do Amor
, da Fama, do Miami Vice
, do Verão Azul e do Justiceiro
. Somos a geração da “Gabriela-Cravo e Canela” e da “Vila Faia “. Somos a geração que viu os desenhos
ANIMADOS do Popeye da Heidi e do Marco, da abelha Maia, e viu filmes em que as meninas
eram princesas à espera do príncipe
encantado.Somos da geração do Top
Gun, do Oficial
e Cavalheiro
e da Lagoa
Azul. Somos da geração que ligávamos para o “Quando o telefona
toca”, ouvíamos os Parodiantes de Lisboa e o Oceano Pacífico
. Líamos “As Gémeas”, “Os Cinco”, “Os Sete” e tínhamos todos “A minha Agenda
“.Ainda somos do tempo em que os carros
não tinham cinto de segurança nos bancos traseiros nem ar condicionado. Jogávamos ao Monopólio”, à “glória” ao “Sabichão” à carica e ao berlinde. Somos da geração que fazíamos festas
de garagem, frequentávamos as Matinés e dancávamos slows
. Somos a geração dos bichos da seda. Brincávamos aos Índios e Cowboys com pistolas
a fingir e nenhum mal aconteceu!Porque a nossa geração fez tudo com conta, peso e medida.A nossa geração teve mães

que faziam o que podiam da melhor forma que sabiam e não viam um papão em cada esquina. As nossas mães, eram as mães, que nos deixavam lamber a massa crua dos bolos
mas que diziam que comer o bolo quente nos dava a volta à barriga….Serei cota sim
…. com muito gosto!!!! Que saudades deste tempo, que não volta mais e foi super feliz 

“All reactions:4
1LikeCommentShareEsmagados pelo sucesso do turismo e imobiliário
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Na verdade, tirando os jovens que não conseguem fixar-se nas cidades (ou mesmo nas periferias), ou os inquilinos despejados, ou os idosos que vão sendo pressionados a sair do centro, isto estava a correr bem. Demasiado bem. A receita do turismo e o investimento estrangeiro no imobiliário ultrapassou os sonhos de qualquer ministro das Finanças e quase tínhamos superavit no ano passado. O milagre trouxe um preço: uma tensão quanto à desproporcionalidade entre os sacrifícios dos que não cabem nas grandes cidades e os ganhos dos que venceram no mercado imobiliário. Uma convulsão social e geracional.
NÃO DEVIA HAVER IMAGENS DESTES NO SÉC XXI
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ESCADAS ROLANTES COM HORÁRIO?????
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sted for youAll reactions:165
4239LikeCommentShareAVIAO LISBOA PORTO UMA ABERRAÇÃO
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Ponte aérea entre Lisboa e Porto é “uma aberração ambiental”, afirma especialista em transportesO especialista em transportes Manuel Tão defendeu que a ponte aérea entre Lisboa e Porto, com menos de 300 quilómetros (km), é “uma aberração ambiental”, que, no caso da TAP, é subsidiada pelos contribuintes.“Como é que nós podemos ainda hoje ter uma empresa pública e que foi nacionalizada, como a TAP, que foi resgatada com fundos dos nossos dinheiros públicos e que mantém uma aberração ambiental, que é uma linha aérea entre Lisboa e Porto, que tem 250 quilómetros? No fundo, nós contribuintes, estamos a subsidiar um transporte que é, ele próprio, um atentado ambiental”, defendeu Manuel Tão.O especialista em transportes da Universidade do Algarve, falava em entrevista à agência Lusa, a propósito do Plano Ferroviário Nacional (PFN), apresentado em meados de novembro e que se encontra atualmente em fase de consulta pública, até 28 de fevereiro.Relativamente ao PFN, o especialista em transportes não antevê que problemas de nível ambiental sejam um constrangimento para que uma parte significativa desse plano venha a tornar-se realidade.“Em qualquer coisa como três décadas, construíram-se 3.000 quilómetros de novas autoestradas e não me recordo de qualquer tipo de problema ambiental na construção de autoestradas”, apontou.Para Manuel Tão, a aposta na rodovia, em detrimento da ferrovia, nos últimos 37 anos, desde a adesão de Portugal à União Europeia (então Comunidade Económica Europeia), tratou-se de “um grande equívoco da classe política” no Governo.“[Os governantes] confundiram um modelo americano com o modelo europeu, isto é, [entenderam] que aquilo que seria uma mobilidade garantida pelo automóvel particular tinha a virtuosidade de ter efeitos de crescimento económico e desenvolvimento do território que realmente não teve. Aquilo que nós hoje somos é praticamente um país rodoviário. Estamos completamente dependentes de um recurso que não temos, que é o petróleo”, apontou.Segundo o especialista, o que o Estado paga a cada três anos às parcerias público-privadas das autoestradas equivale a uma linha ferroviária de alta velocidade Lisboa-Porto.Pelo contrário, exemplificou, Espanha, que aderiu à União Europeia ao mesmo tempo, construiu “mais de 4.000 quilómetros de novas linhas de caminho-de-ferro”.Com aquele investimento, o país vizinho deixou de ter uma ponte aérea de cerca de 600 km entre Madrid e Barcelona, uma vez que o comboio, que demorava cerca de oito horas e meia, atualmente leva pouco mais de duas horas a fazer a ligação.“Nós estamos, de facto, num caminho completamente oposto daquilo que é o paradigma europeu e da União Europeia de descarbonização, de aliviar outro tipo de efeitos negativos do transporte aéreo e transporte rodoviário a nível do congestionamento, ou a nível da sinistralidade”, acrescentou Manuel Tão.
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609LikeCommentShareNÃO A ESSE CARNAVAL
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Bravo! Vale a pena ler!“É essencial investir na família e instituições, no fundo, amparar os nossos idosos e proporcionar-lhes o direito à vida e bem-estar, aos afetos que deverão ser imutáveis, constantes. Mas vamos ser mais sensatos. Os nossos pais e avós não são para exibir no Carnaval. Salvo se gostarem e o quiserem, claro!”
SOCIEDADE DEMENTE
E AS CASAS DO ESTADO?
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Most relevant-
Rosa Lima BarretoAndam a tapar o sol com a peneira…dá jeito!

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Paula CabralMuito bem visto, Tomás! A Igreja é outra instituição com casas ao abandono. Só na minha freguesia, são duas, sendo uma delas a casa onde nasceu o Dr. Dinis Moreira da Mota. Será também obrigada a reconstruir? Serão novamente os contribuintes chamados a pagar isto tudo?! Nem para uma mão de tinta o governo central gasta dinheiro. Veja-se o estado deplorável dos edifícios públicos da nossa Avenida Marginal!…2
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Tomás QuentalPaula Cabral Ainda agora o JN noticiou que existe um palacete enorme no centro do Porto – imagina! – pertencente ao Ministério da Defesa Nacional que está há muitos anos devoluto e mal conservado. Cabem lá, certamente, várias famílias. Mas o Ministério da Administração Interna também possui no Porto ao abandono antigas instalações da GNR, que foram ocupadas por toxicodependentes e que, entretanto, foram desocupadas à força pelas autoridades policiais. O Governo, com a medida anunciada, ficou com a “careca à mostra”. Vergonha das vergonhas! E é preciso não esquecer que o Ministério das Finanças possui no centro da “nossa” Ribeira Grande, na ilha de São Miguel, em ruínas uma antiga residência que depois funcionou, por largo tempo, como Repartição de Finanças local. A Câmara Municipal da Ribeira Grande, durante muitos anos, pediu que o velho edifício lhe fosse entregue, para o restaurar e dar aproveitamento comunitário. Desconheço como está agora a situação em termos de negociações com o Ministério das Finanças. E muitos mais casos, como referi no meu texto, existem em todo o território nacional. Este país está muito podre!
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Paula CabralTomás Quental, parece que andamos a ser governados por gente com défice de inteligência. Não pensam?! O Estado nunca soube o que é dar o exemplo…-
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Sãozinha Botelho QuentalCertíssimo Sr Tomás!
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- 1 d
Luisa CâmaraDemonstra o fundo que esta gente tem e é óptimo o estado pagar a renda ou comprar porque não paga nada a ninguém.As negociatas que já devem estar a ser montadas por aí mais negócios mais corrupção.-
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Luís Silva MeloEste governo socialista é uma vergonha nacional.-
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Tomás QuentalTem desiludido muito, de facto!
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- 18 h
Luís Silva MeloTomás Quental pior seria difícil…pobre democracia.-
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- 17 h
Tomás QuentalLuís Silva Melo Penso que muita gente ainda não percebeu que um dos problemas actuais do PS está não no Governo mas na sede no Largo do Rato…E mais não digo.2
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- 4 h
Zinha Baptistamilhares de habitações pertença da Santa Casa da Misericórdia ao abandono doações feitas por muitos idosos estas tb vão estar na lista dos arrendamentos? paguei com meu suor o que tenho incluindo IMI e afins que nos querem cobrar e se acham no direito de vir mandar no trabalho dos outros haja vergonhaaaaaa-
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Porque é que as legendas de filmes e séries estão cada vez piores? – Nacional – MAGG
AÇORIANOS
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O Embaixador Marcello Mathias, cuja escrita aprecio muito, traz-nos, neste trabalho, não a sua escrita, límpida, escorreita e filosoficamente densa, mas a de outros escritores e pensadores portugueses destes dois séculos de ditadura política e democracia da mediocridade. O prognóstico está feito, é preciso é ação. Açorianos estão presentes Nemésio, Fernando Aires, Augusto Athayde e Onésimo este último ainda vivo e a produzir pensamento entre a Brown na terra do Tio Sam e o Pico da Pedra.
All reactions:You, Maria João Ruivo, Ricardo Teixeira and 22 others
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480 anos depois, por um Portugal moderno e competitivo no Japão.Em 2023 assinalam-se os 480 anos da chegada dos primeiros portugueses ao Japão.No imaginário coletivo ficaram diversos episódios desse encontro, desde a tormenta que levou três mercadores lusos a aportarem em Tanegashima em 1543, à introdução da espingarda no arquipélago, à missionação da Companhia de Jesus, ou ainda à abertura do porto de Nagasáqui.A nossa primeira presença no Japão prolongou-se por quase um século, terminando em 1639 com o último édito de expulsão dos portugueses do território nipónico.Esse período assistiu a um intenso e singular intercâmbio entre os dois países, como também entre o Ocidente e o Oriente, que deixou marcas indeléveis nos nossos povos.Mas uma vez interrompido, foi necessário esperar até 1860 para estabelecermos as relações diplomáticas que constituem a base do segundo encontro luso-nipónico, que se prolonga até ao presente.Esta efeméride está a ser aproveitada na prossecução de uma estratégia mais abrangente de modernização do relacionamento com o Japão, de olhos postos no futuro e em todas as áreas.Quer ao nível das autoridades governamentais, quer do setor privado e da sociedade civil, tenho assistido a um crescente interesse de Portugal em reintroduzir o dinamismo e inovação que historicamente pautaram as nossas ligações ao País do Sol Nascente.Cabe-nos, pois, articular esta procura e desenvolvê-la para tirarmos o máximo proveito das oportunidades que se nos deparam.O primeiro e mais evidente símbolo dessa estratégia foi a mudança da Embaixada de Portugal em Tóquio para um novo edifício, mais amplo e funcional, que permitirá relançar diversas atividades nas áreas diplomática, económica, cultural e turística.Embora já operacional, a embaixada será formalmente inaugurada com representantes dos Estados português e japonês, no dia 2 de março, e culminará no desvelar de uma icónica obra original alusiva à amizade luso-nipónica de um dos mais renomados artistas nacionais contemporâneos.O segundo momento desta nova dinâmica foi o lançamento de um logótipo conjunto entre as Embaixadas do Japão em Lisboa, e de Portugal em Tóquio, alusivo aos 480 anos de amizade entre os nossos países.Em colaboração estreita com o meu homólogo, Embaixador Ota Makoto, a quem estendo um sentido agradecimento, cumprimos assim um tributo à longa história que nos une e abrimos portas para uma parceria assente em valores e interesses partilhados.Se a nova embaixada será a plataforma para projetar o Portugal moderno e competitivo no Japão, cumpre definir a estratégia de jogo para atingirmos os objetivos.Esta assentará primordialmente na dimensão económica.Para este desiderato, a Embaixada e a delegação da AICEP em Tóquio têm estreitado o relacionamento com a Câmara de Comércio e Indústria Luso-Japonesa (CCILJ) e aprofundado os trabalhos de prospeção, consulta e acompanhamento junto de empresas japonesas.Importa, e muito, atrairmos mais investimento nipónico para o nosso país, que tem tido um assinalável sucesso, contribuindo para gerar emprego e inovar o tecido tecnológico das empresas portuguesas.De igual modo, continuaremos apostados em aumentar o volume e valor das exportações nacionais, subindo paulatinamente a cadeia de produção para bens de valor acrescentado, incluindo em setores tradicionais como os vinhos, têxteis e alimentar.Ao mesmo tempo, temos intensificado o diálogo para explorarmos projetos de cooperação na área das energias renováveis (v.g., hidrogénio, solar e eólica offshore) para abastecer as nossas redes, e preparado o caminho para dinamizar o ecossistema das empresas start-ups.A dimensão cultural assume também lugar de destaque na nossa estratégia.Ela constitui um alicerce fundamental (e histórico) da nossa afirmação e pretende ir ao encontro do interesse que o povo japonês mantém pelas artes e língua portuguesas.Durante toda uma semana, em finais de maio e início de junho, a Embaixada e o Centro Cultural Português irão organizar a primeira Festa de Portugal no Japão, um evento-bandeira para inserir o nosso país no calendário cultural de Tóquio.Nesta versão inaugural, o evento será organizado em torno da exposição “My Plan for Japan”, da aclamada artista Ana Aragão, que trará uma perspetiva única sobre a paisagem urbana japonesa, inspirada nos grandes mestres arquitetónicos.Contaremos igualmente com os apoios da Direção-Geral das Artes, que em boa-hora inseriu os 480 anos da chegada dos portugueses ao Japão como uma das suas três orientações estratégicas do Programa de apoio a Projetos – Internacionalizar, cujas candidaturas estiveram abertas até 10 de fevereiro.Estes apoios destinam-se a iniciativas culturais a realizar no Japão até outubro de 2024 e permitirão reforçar a internacionalização dos nossos artistas.Recordo ainda um dos principais eventos internacionais no horizonte, no qual teremos presença garantida e começamos, desde já, a trabalhar: a Expo 2025.Durante seis meses, de abril a outubro de 2025, Osaka acolherá a sua terceira Expo (após 1970 e 1990), sob o tema “Designing Future Society for Our Lives”.Portugal não pode, nem deve, perder a oportunidade de se assumir como um parceiro importante, de exibir as valências tecnológicas, económicas e culturais de que dispomos diante dos pavilhões do resto do mundo.Cumpre também referir que, nesta recuperação pós-pandémica, a Embaixada e o escritório do Turismo de Portugal em Tóquio têm procurado acelerar a retoma dos fluxos turísticos provenientes do Japão.As novas tendências de viagens e consumo permitem antecipar uma maior diversificação da procura, o que favorecerá as regiões do interior, estadias de maior receita, e uma experiência mais alargada do nosso país.Por fim, estão sob consideração diversas visitas de membros do Governo e outras altas entidades ao Japão para continuarmos a expandir o número de instrumentos de cooperação bilateral.Estes permitirão concretizar o ensejo recíproco de estreitarmos as nossas relações de amizade e de aproximarmos o que os oceanos separam.Esta é uma oportunidade única para afirmarmos o Portugal moderno e competitivo que rege todo o nosso trabalho no Japão.Quatrocentos e oitenta anos depois, estamos bem lançados para consolidar a parceria estratégica em setores-chave das nossas economias e sociedades.Contem connosco!
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Miguel S FernandesNão está fácil, meu caro… mas há obstinação para continuarmos

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Luis Almeida PintoEu sei que sim, Miguel S Fernandes, e o vosso trabalho tem sido magnífico!
Espero que as pessoas de Macau, todas elas que aqui estão e coabitam nesta Cidade Linda, jamais se esqueçam que o Patuá tem que se manter como língua criola viva, expressão ancestral privilegiada de um contacto e interação de culturas, e não apenas uma matéria de estudo dos académicos, como língua morta!Um grande abraço2
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Pedro Penetra NevesFORÇA
Por mais difícil que esteja, não desistam, para manter a língua e cultura Macaense
Um Grande, e Forte ABRAÇO Miguel
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