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Luisa CâmaraDeve ter o projecto.
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Luisa PachecoFala a voz do conhecimento e experiência, será bom que os responsáveis tomem este alerta em consideração e atenção.!-
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Ló Rego CostaÉ tudo ao molho e fé em Deus! São disparates uns atrás dos outros.-
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demissão em são tomé
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SÃO TOMÉ: CHEFE DO ESTADO-MAIOR DEMITE-SE NA SEQUÊNCIA DE ASSALTO A QUARTEL
Researchers Found Alien Anunnaki Genes In Aboriginals DNA – Alien News
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A group of experts discovered that people in Melanesia have some unusual genes in their DNA after conducting an extensive examination. Some experts assume that these genes, which are yet unknown, are derived from a previously unknown species of humanoid. According to Ryan Bohlender, the researcher, these genes do not belong to any recognized species, such as Neanderthals or Denisovans. These genes were passed down from distinct species. The true history of human civilization appears to be far more complex than previously imagined. The most recent research indicates that we are not who we think we are. This discovery is …
Source: Researchers Found Alien Anunnaki Genes In Aboriginals DNA – Alien News
varandas
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Dicionário da Língua Portuguesa Medieval
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Dicionário da Língua Portuguesa Medieval
Terá lugar hoje (28-11), pelas 18.00 horas, na livraria Leya Bucholz (Lisboa), a apresentação do Dicionário da Língua Portuguesa Medieval (DLPM), resultante de um projeto desenvolvido, entre 2004 e 2007, no Centro de Linguística da Universidade Nova de Lisboa (UNL), e coordenado por João Malaca Casteleiro (Universidade de Lisboa – ULisboa), Maria Francisca Xavier (UNL), ambos já falecidos, e, ainda, por Maria de Lourdes Crispim, professora aposentada da UNL. A obra, publicada em julho deste ano, tem a chancela da Editorial Caminho.
O DLPM regista e descreve vocabulário que cobre o período entre o séc. XII e o início do séc. XVI, i.e. está integrado nos chamados períodos pré-literário (até cerca do final do século XII), galego-português ou antigo (até 1385/1420) e pré-clássico ou médio (até 1536/1550) do português. A periodização da língua portuguesa contempla, ainda, o português clássico (séculos XVI a XVIII) e o português moderno (século XIX até à atualidade).
O DPLM tem a particularidade de ter sido baseado num corpus informatizado de textos medievais, i.e. num acervo de textos da época devidamente transcritos e digitalizados, o que permite pesquisas mais finas da informação lexical e a produção de um trabalho lexicográfico mais sistemático. O corpus do DLPM é constituído por 3.347.916 itens ou palavras, cifra que poderá parecer pequena quando pensamos em corpora textuais contemporâneos, com centenas de milhões de itens, mas que é extremamente significativa se atentarmos à época focada, com escassa produção de texto escrito (de que hoje se conhece seguramente apenas uma pequena porção), manuscrito (a imprensa de tipos móveis surge na Alemanha cerca de 1439 e o primeiro livro impresso em Portugal, o Pentateuco, data de 1487). O dicionário tem 17.202 entradas e, para cada uma, além da informação corrente em obras deste género, apresenta descrição exaustiva e as respetivas variantes gráficas encontradas.
“(…) A língua portuguesa carece ainda de obras lexicográficas à altura da sua importância.”
Apesar de ser uma das línguas faladas do mundo, de ter conhecido a atribuição de um “Dia Mundial” pela UNESCO em 2019 e de se prever grande crescimento do seu número de falantes ao longo deste século, a língua portuguesa carece ainda de obras lexicográficas à altura da sua importância.
Saúda-se, assim, a publicação do DPLM, que se junta às publicações recentes da edição revista do Vocabulário histórico-cronológico do Português Medieval, de Antônio Geraldo da Cunha (2014, Fundação Casa de Rui Barbosa, Brasil), projeto iniciado em 1979 pelo autor, que não chegou a ver a sua conclusão, e à publicação digital do Dicionário Histórico do Português do Brasil, projeto ideado e lançado pela saudosa Maria Tereza Camargo Biderman em 2007 e concluído sob coordenação de Clotilde de Azevedo Murakawa, ambas docentes da Universidade Estadual Paulista – UNESP (2021, https://dicionarios.fclar.unesp.br/dhpb/).
A apresentação do DPLM estará a cargo dos professores Maria Teresa Brocardo (UNL) e António Sampaio da Nóvoa (ULisboa).
Nota. Já depois de publicada a crónica anterior, tomei conhecimento dos dados do Observatório da Diversidade Linguística e Cultural na Internet, de 2022. A percentagem atual de falantes de língua portuguesa conectados à internet é globalmente de 74% (era de 67% em 2020), tendo o Brasil atingido 81% de população conectada (contra 74% em 2020) e Portugal 78% (contra 75% em 2020). A esta progressão não serão certamente alheias as necessidades geradas pela pandemia de covid-19 e pelos confinamentos dela decorrentes.
Professora e investigadora, coordenadora do Portal da Língua Portugues
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Maria Filomena GonçalvesMerecida homenagem aos autores do Dicionário do Português Medieval, em especial aos que partiram antes de verem a obra publicada. Merecida homenagem, também, à Maria Teresa Biderman, criadora do DHPB, que a Clotilde Murakawa conseguiu levar a bom porto e, depois de muito pelejar contra ventos e marés, disponibilizar em linha.
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- 3 d
Fátima Sopas RochaMuita vontade de ter, mas os custos são proibitivos. Quando eu for a Portugal (se eu ainda voltar a Portugal) vou realizar estes desejos que se acumulam…-
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