alerta EDA E BARRACAS

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Alerta!!
Estão a ser instaladas no lado sul da Matriz umas barracas em madeira, deduzo eu, que devem ser para o “Mercadinho do Natal”.
Há uma destas “barracas” que está a impedir o livre acesso a um quadro de distribuição de energia elétrica da EDA, o impedimento do acesso a este equipamento pode por em causa a segurança de pessoas e bens!
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  • Luisa Câmara

    Deve ter o projecto.
  • Luisa Pacheco

    Fala a voz do conhecimento e experiência, será bom que os responsáveis tomem este alerta em consideração e atenção.!
  • Ló Rego Costa

    É tudo ao molho e fé em Deus! São disparates uns atrás dos outros.
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    • 7 m

demissão em são tomé

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SÃO TOMÉ: CHEFE DO ESTADO-MAIOR DEMITE-SE NA SEQUÊNCIA DE ASSALTO A QUARTEL
O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas de São Tomé e Príncipe pediu nesta quinta-feira (01) a demissão, denunciando “atos de traição” e condenando os “factos horrorosos” que envolveram a morte de quatro detidos após um ataque ao quartel-general militar.

Researchers Found Alien Anunnaki Genes In Aboriginals DNA – Alien News

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A group of experts discovered that people in Melanesia have some unusual genes in their DNA after conducting an extensive examination. Some experts assume that these genes, which are yet unknown, are derived from a previously unknown species of humanoid. According to Ryan Bohlender, the researcher, these genes do not belong to any recognized species, such as Neanderthals or Denisovans. These genes were passed down from distinct species. The true history of human civilization appears to be far more complex than previously imagined. The most recent research indicates that we are not who we think we are. This discovery is …

Source: Researchers Found Alien Anunnaki Genes In Aboriginals DNA – Alien News

Dicionário da Língua Portuguesa Medieval

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Bom dia.
O meu texto desta semana.
Dicionário da Língua Portuguesa Medieval
DN.PT | BY DIÁRIO DE NOTÍCIAS
Dicionário da Língua Portuguesa Medieval
Terá lugar hoje (28-11), pelas 18.00 horas, na livraria Leya Bucholz (Lisboa), a apresentação do Dicionário da Língua Portuguesa Medieval (DLPM), resultante de um projeto desenvolvido, entre 2004 e 2007, no Centro de Linguística da Universidade Nova de Lisboa (UNL), e coordenado por João Mala…

Dicionário da Língua Portuguesa Medieval

 

Terá lugar hoje (28-11), pelas 18.00 horas, na livraria Leya Bucholz (Lisboa), a apresentação do Dicionário da Língua Portuguesa Medieval (DLPM), resultante de um projeto desenvolvido, entre 2004 e 2007, no Centro de Linguística da Universidade Nova de Lisboa (UNL), e coordenado por João Malaca Casteleiro (Universidade de Lisboa – ULisboa), Maria Francisca Xavier (UNL), ambos já falecidos, e, ainda, por Maria de Lourdes Crispim, professora aposentada da UNL. A obra, publicada em julho deste ano, tem a chancela da Editorial Caminho.

O DLPM regista e descreve vocabulário que cobre o período entre o séc. XII e o início do séc. XVI, i.e. está integrado nos chamados períodos pré-literário (até cerca do final do século XII), galego-português ou antigo (até 1385/1420) e pré-clássico ou médio (até 1536/1550) do português. A periodização da língua portuguesa contempla, ainda, o português clássico (séculos XVI a XVIII) e o português moderno (século XIX até à atualidade).

O DPLM tem a particularidade de ter sido baseado num corpus informatizado de textos medievais, i.e. num acervo de textos da época devidamente transcritos e digitalizados, o que permite pesquisas mais finas da informação lexical e a produção de um trabalho lexicográfico mais sistemático. O corpus do DLPM é constituído por 3.347.916 itens ou palavras, cifra que poderá parecer pequena quando pensamos em corpora textuais contemporâneos, com centenas de milhões de itens, mas que é extremamente significativa se atentarmos à época focada, com escassa produção de texto escrito (de que hoje se conhece seguramente apenas uma pequena porção), manuscrito (a imprensa de tipos móveis surge na Alemanha cerca de 1439 e o primeiro livro impresso em Portugal, o Pentateuco, data de 1487). O dicionário tem 17.202 entradas e, para cada uma, além da informação corrente em obras deste género, apresenta descrição exaustiva e as respetivas variantes gráficas encontradas.

 

“(…) A língua portuguesa carece ainda de obras lexicográficas à altura da sua importância.”

 

Apesar de ser uma das línguas faladas do mundo, de ter conhecido a atribuição de um “Dia Mundial” pela UNESCO em 2019 e de se prever grande crescimento do seu número de falantes ao longo deste século, a língua portuguesa carece ainda de obras lexicográficas à altura da sua importância.

Saúda-se, assim, a publicação do DPLM, que se junta às publicações recentes da edição revista do Vocabulário histórico-cronológico do Português Medieval, de Antônio Geraldo da Cunha (2014, Fundação Casa de Rui Barbosa, Brasil), projeto iniciado em 1979 pelo autor, que não chegou a ver a sua conclusão, e à publicação digital do Dicionário Histórico do Português do Brasil, projeto ideado e lançado pela saudosa Maria Tereza Camargo Biderman em 2007 e concluído sob coordenação de Clotilde de Azevedo Murakawa, ambas docentes da Universidade Estadual Paulista – UNESP (2021, https://dicionarios.fclar.unesp.br/dhpb/).

A apresentação do DPLM estará a cargo dos professores Maria Teresa Brocardo (UNL) e António Sampaio da Nóvoa (ULisboa).

 

Nota. Já depois de publicada a crónica anterior, tomei conhecimento dos dados do Observatório da Diversidade Linguística e Cultural na Internet, de 2022. A percentagem atual de falantes de língua portuguesa conectados à internet é globalmente de 74% (era de 67% em 2020), tendo o Brasil atingido 81% de população conectada (contra 74% em 2020) e Portugal 78% (contra 75% em 2020). A esta progressão não serão certamente alheias as necessidades geradas pela pandemia de covid-19 e pelos confinamentos dela decorrentes.

 

Professora e investigadora, coordenadora do Portal da Língua Portugues

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  • Maria Filomena Gonçalves

    Merecida homenagem aos autores do Dicionário do Português Medieval, em especial aos que partiram antes de verem a obra publicada. Merecida homenagem, também, à Maria Teresa Biderman, criadora do DHPB, que a Clotilde Murakawa conseguiu levar a bom porto e, depois de muito pelejar contra ventos e marés, disponibilizar em linha.
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  • Fátima Sopas Rocha

    Muita vontade de ter, mas os custos são proibitivos. Quando eu for a Portugal (se eu ainda voltar a Portugal) vou realizar estes desejos que se acumulam…
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LOBO ANTUNES, OS SEMÁFOROS

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May be an image of 2 people and street
🚦A CONSEQUÊNCIA DOS SEMÁFOROS 🚦
Odeio os semáforos. Em primeiro lugar porque estão sempre vermelhos quando tenho pressa e verdes quando não tenho pressa nenhuma, sem falar do amarelo que provoca em mim uma indecisão horrível:
Travo ou acelero? travo ou acelero? Travo ou acelero? Acelero , depois travo, volto a acelerar e ao travar de novo já me entrou uma furgoneta pela porta, já se juntou uma data de gente na esperança de sangue, já um Tipo de chave inglesa na mão saiu da furgoneta a chamar-me SEU CAMELO, já a Companhia de Seguros me propõe calorosamente que a troque por uma rival qualquer, já não tenho carro por uma semana, já me ponho na borda do passeio a fazer sinais de náufrago aos táxis, já pago um dinheirão por cada viágem e ainda por cima tenho de aturar o pirilampo mágico e a Nossa Senhora de alumínio do tablier, o esqueleto de plástico pendurado do retrovisor, o autocolante da menina de cabelos compridos e chapéu ao lado do aviso
-NÃO FUME QUE SOU ASMÁTICO,
proximidade que me leva a supor que os problemas respiratórios se acentuam devido a alguma perfídia secreta da menina que não consigo perceber qual seja.
A segunda e principal razão que me leva a odiar os semáforos, é porque cada vez que paro me surgem no vidro da janela criaturas inverosímeis :
Vendedores de jornais, vendedores de pensos rápidos, as Senhoras virtuosas com uma caixa de metal ao peito que nos colam autoritáriamente sobre o coração, o caranguejo do cancro, os matulões da liga dos cegos João de Deus nas vizinhanças de um altifalante sobre uma camioneta com um espadalhão novo em folha em cima, o sujeito digno a quem roubaram a carteira e que precisa de dinheiro para o comboio do Porto, o tuberculoso com o seu atestado comprovativo, toda a casta de aleijões :
( microcefálicos, macrocefálicos, coxos, marrecos, estrábicos divergentes e convergentes, bócios, braços mirrados, mãos com seis dedos, mãos sem dedo nenhum, mongolóides, dirigentes de partidos políticos, etc…)
Sem contar o grupo de bombeiros voluntários que necessita de uma ambulância, finalistas de Coimbra, de capa e batina, que decidiram fazer uma viágem de fim de curso à Birmânia e a rapaziada da heroína que não conseguiu roubar nenhum leitor de cassetes nesse dia.
Resultado: No primeiro semáforo já não tenho trocos.
No segundo não tenho casaco.
No terceiro não tenho sapatos.
No quinto estou nu.
No sexto dei o Volkswagen.
No sétimo aguardo que a luz passe a encarnado para assaltar por meu turno, de mistura com uma multidão de Bombeiros, de estudantes, de drogados e de microcefálicos o primeiro automóvel que aparece.
Em média, mudo cinco vezes de vestimenta e de carro até chegar ao meu destino e quando chego, ao volante de um Camião Tir, a dançar numas calças enormes, os meus amigos queixam -se de eu não ser pontual.
ANTÓNIO LOBO ANTUNES ✍
Livro de Crónicas (obra completa)
(Ed. Ne varietur)
D.Quixote
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